11
Out 13

Estado lança novo produto de poupança para particulares

Certificados do tesouro têm juros crescentes até 5% no quinto ano e um investimento mínimo de mil euros.

O Estado lançou um novo produto de poupança destinado a investidores particulares com menor necessidade de liquidez. Os Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM) podem ser subscritos a partir de 31 deste mês. 

Os CPTM podem ser adquiridos por prazos de cinco anos, e amortizados na respectiva data de vencimento ou antecipadamente, nas condições fixadas na resolução publicada em “Diário da República”, esta quinta-feira.

As taxas de juro fixadas para os CTPM na data da sua subscrição são garantidas até à sua amortização, e esta é feita ao valor nominal na data do seu vencimento, mas o Governo, através do Ministério das Finanças, tem a prerrogativa de alterar as taxas de juro dos CTPM que venham a ser emitidos após a data de entrada em vigor do despacho hoje publicado. 

"A opção por instrumentos de dívida pública de médio e longo prazo, tal como os CTPM, permite ao investidor beneficiar de uma maior remuneração, aproximando-a da rendibilidade de instrumentos de dívida pública transaccionados no mercado por grosso", sublinha o texto da resolução. 

Os certificados são emitidos ao valor nominal de um euro por unidade, o montante mínimo de subscrição é de mil unidades e o máximo de um milhão de unidades. O prazo é então de cinco anos, a partir da respectiva data-valor da subscrição, e as taxas de juro fixadas para esta série de CTPM, fixas para cada ano, é de 2,75%, no primeiro ano, 3,75% no segundo, 4,75% no terceiro e 5% nos quarto e quinto anos. 

O valor dos juros é líquido de IRS e não há capitalização de juros.


fonte:http://rr.sapo.pt

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24
Set 13

Descubra os depósitos que rendem mais

O Diário Económico analisou os depósitos a prazo nos preçários de 21 instituições financeiras a operar em Portugal.

banco best
Depósito 4% Já 

Trata-se de um depósito a 3 meses disponibilizado pelo Banco Best. Destina-se a montantes entre 2.500 e 30 mil euros e é remunerado com uma TANB de 4% (2,88%, líquidos). É exclusivo a novos clientes da instituição e não permite a mobilização antecipada dos capitais aplicados nem reforços. Os juros são pagos antecipadamente na altura da subscrição.
2,88%


banco popular
DP Ordenado

Ao domiciliar o ordenado no Banco Popular pode subscrever o "DP Ordenado", um depósito a 12 meses que é remunerado com uma TANB de 3,9% (2,808% líquidos). Não mobilizável antecipadamente, este produto destina-se a montantes entre 500 e 15 mil euros e não são permitidos reforços. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,81%


banco big
Superdepósito

Para o prazo de 3 meses, o "Superdepósito" do banco BiG remunera a uma TANB de 3,75% (2,74% líquidos). Este produto é válido apenas para novos clientes e novos montantes entre 500 e 60 mil euros. A mobilização antecipada é possível pelo montante total, com penalização de 25% dos juros. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,74%


banco popular
Depósito Eu Poupo!

Este depósito a 3 anos destina-se apenas a clientes com idade até 30 anos que adiram às contas para jovens do Popular. Está disponível para montantes entre 300 e 25 mil euros não sendo possível a mobilização antecipada. É remunerado com uma TANB de 3,65% (2,63% líquidos), com pagamento de juros no vencimento.
2,63%


banco invest
Novos Depósitos

Esta aplicação a 1 ano é exclusiva a novos montantes que entrem no banco. É remunerada com uma TANB de 3,5% (2,52% líquidos) e válida para montantes entre 2 mil e 75 mil euros. São permitidas mobilizações antecipadas totais ou parciais com penalização de 50% dos juros.
2,52%


finantia
Depósitos a prazo

Na subscrição dos seus depósitos a 12 meses e a 2 e 3 anos, o Finantia oferece aos novos clientes uma TANB de 3,5% (2,52% líquidos). Contudo, estas aplicações destinam-se apenas a montantes acima de 50 mil euros. A mobilização antecipada implica a penalização total dos juros sobre o capital mobilizado.
2,52%


banco Bic
DP Performance

Neste depósito a 3 anos, o Banco BIC remunera com uma TANB de 3,4% (2,45% líquidos). O "DP Performance" destina-se aos clientes do banco que apliquem montantes entre 2.500 e 250 mil euros. As mobilizações antecipadas também são penalizadas com o não pagamento de juros. Esta penalização varia consoante os montantes.
2,45%


banif
Poupança Nova Vida

Este depósito pode ser subscrito apenas por clientes com mais de 50 anos e admite montantes acima de 100 euros. As aplicações para prazos entre 365 dias e dois anos oferecem uma TANB de 3,35% (2,41% líquidos). As mobilizações antecipadas são penalizadas com o não pagamento de juros. Esta penalização varia consoante os montantes e tempo decorrido.
2,41%


banif
Banco Rendimento Maxi

Com um mínimo de constituição de 5 mil euros este depósito não mobilizável, pode ser constituído por 12 meses. A taxa de juro é aplicada de acordo com o montante de constituição do depósito e pode variar desde uma TANB de 3,3% (até 50 mil euros) até 3,4% (acima de 100 mil euros)
2,38%


banco Bic
Depósito Extra

O "Depósito Extra" destina-se exclusivamente a novos recursos, é válido para montantes entre 5 mil e 100 mil euros e remunerado com uma TANB de 3,3% (2,38% líquidos). Nesta aplicação a 12 meses não são aceites mobilizações parciais, pelo que o resgate antecipado implica a sua liquidação, com penalização de juros.
2,38%


banco BiG
Depósito a 5 anos

Este depósito a 5 anos disponibilizado pelo BiG oferece uma TANB de 3,3% (2,38% líquidos) e destina-se a todos os clientes do banco. É válida para montantes acima de 500 euros e possibilita a mobilização antecipada pelo montante total, com penalização de 85% dos juros. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,38%

 

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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11
Nov 12

Certificados de Aforro ganham nova vida em 2013

Em Setembro, o Governo aumentou a remuneração destes títulos, para valores superiores a 3%.

O mais antigo produto de aforro do Estado voltou a entrar na corrida pelas poupanças dos portugueses. Numa manobra de reanimação por parte do Governo, um dos mais icónicos produtos de aforro dos portugueses passou a pagar, desde Setembro, uma taxa de juro bruta superior a 3%. Uma remuneração que fica acima da maioria dos depósitos a prazo comercializados actualmente pelas instituições bancárias, os concorrentes mais directos dos Certificados de Aforro.

Depois de uma fuga de capitais que durou 41 meses consecutivos, a instituição que gere o crédito público decidiu finalmente agir aumentando a remuneração associada aos Certificados de Aforro. O IGCP introduziu assim um prémio de 2,75% (275 pontos base) para os certificados da série C, a única actualmente em comercialização, para vigorar até final de 2016. Um prémio que coloca os juros brutos deste produto em 3,17%, para as novas subscrições em Novembro, o que compara com os 0,42% que estes certificados pagariam mediante as regras antigas.

E se no primeiro mês em que a medida vigorou não foi suficiente para voltar a captar investimento líquido, pelo menos convenceu muitos investidores a não resgatarem os seus certificados. Em Setembro o Estado perdeu "apenas" 38 milhões de euros com este produto, quando desde Julho de 2010 registava saídas líquidas mensais superiores a 100 milhões de euros.

Os certificados da série C não foram os únicos beneficiados com esta medida. O IGCP aumentou também a remuneração associada aos produtos da série B, concedendo-lhes um prémio adicional de 100 pontos base. Embora já não se encontre em comercialização, esta série representa 94% do total investido em certificados - a série C representa apenas 1,59% - o que significa que era urgente estancar a fuga de capitais desta série. Ainda mais porque, dos 9,7 mil milhões de euros que continuam investidos neste produto, quase 4,2 mil milhões correspondem a juros a serem pagos pelo Estado aos aforradores no momento do resgate. Juros que estão concentrados, quase na totalidade, nesta série B. Trata-se de dinheiro do qual o país não dispõe, o que obrigaria Portugal a aumentar o nível de financiamento por outras vias, nomeadamente nos mercados de dívida de curto-prazo.

O início da fuga dos Certificados de Aforro começou com a comercialização da série C e com a revisão da série B, no início de 2008. Na altura o Governo alterou a fórmula de cálculo de juros deste produto, baixando abruptamente a sua remuneração. Desde então, mais de 230.000 subscritores abandonaram este produto, resgatando quase 8,5 mil milhões de euros. Uma conjuntura que foi ainda agravada nos últimos anos, dada a necessidade de muitas famílias recorrerem a poupanças, mas principalmente devido à concorrência dos depósitos a prazo até meados deste ano.

Com a introdução dos prémios de remuneração, o Governo não antecipa entradas de capital significativas em 2013, mas também já não prevê resgates líquidos na ordem dos dois mil milhões de euros anuais como até então. De acordo com o Orçamento do Estado, o Governo prevê captar 141 milhões de euros com este produto em 2013.

Trabalho publicado na edição de 31 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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01
Nov 12

OS MELHORES DEPOSITOS A PRAZO DE NOVEMBRO DE 2012

Estamos a entrar na recta final antes do fim do ano que é a altura em que os bancos mais disputam entre si os depósitos a prazo, estando dispostos a oferecer taxas mais elevadas para captar mais dinheiro ou garantir que ele não foge. Aproveite enquanto dura...


Este final de ano deverá ser provavelmente o último ano em que os Bancos estarão dispostos a pagar taxas tão acima das taxas Euribor como nos têm habituado no passado recente.

Se nos últimos anos os bancos têm feito um esforço enorme na captação de depósitos e na redução de crédito, é provável que em 2013 essa necessidade já não seja tão forte pois a maioria deles já atingiu o rácio de transformação entre crédito e depósitos que apenas era exigido em 2014.

Para agravar ainda mais as perspectivas, todos os depósitos a prazo cujo vencimento ocorra após 31 de Dezembro de 2012, serão tributados à taxa de 28% (recorde-se que esta é a 3ª subida deste imposto no espaço de cerca de 2 anos quando era de 20%).

 

QUAL O PRAZO IDEAL?
Neste momento o prazo ideal será de 12 meses, pois como referimos acima, é natural que a partir do início do próximo ano as taxas oferecidas pelos bancos se reduzam muito significativamente. Outra alternativa é optar por fazer depósitos por vários anos, mas com pagamento períodico de juros e a possibilidade de mobilização antecipada do depósito sem penalização nas datas de pagamento dos juros. São exemplos destes depósitos a prazo: O depósito a 2 anos do Banco Invest (4,00% TANB), o DP a 2 anos CR do BES (3,55% TANB) e o DP Crescente a 2 anos do Banif (3,438%) .


OS MELHORES DEPÓSITOS A PRAZO DE NOVEMBRO DE 2012







TANB - Taxa anual nominal Bruta

 

Montante:

 

Até 10.000 €:

 

3 Meses:

BEST DP já14 (4,75%)
BIG Online1 (4,50%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,00%)

 

6 Meses:

BIG Super DP(4,00%)
Banco BIC DP Nova Op.(4,00%)
Banco Nova Galicia DP ON2 (3,50%)

 

12 Meses:

Banco Invest Novos DP2 (4,50%)
Activo DP Poupança Start1(3,75%)
BPN DP Crescente
 (3,75%)

 

 Até 50.000 €:

 

3 Meses:

BEST DP já14 (4,75%)
BIG Online1 (4,50%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,00%)

 

6 Meses:

BIG Super DP(4,00%)
Banco BIC DP Nova Op.(4,00%)
Banco Nova Galicia DP ON2 (3,50%)



12 Meses:

Banco Invest Novos DP2(4,50%)
Activo DP Poupança Start1(3,75%)
BPN DP Crescente (3,75%)

 

Até 100.000 €_:

 

3 Meses:

Banco Finantia DP 3 Meses2(3,75%)
Banco BIC DP Mais Poupança (3,50%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,00%)

 

 

6 Meses:

Banco Finantia DP 6 Meses2(4,50%)
Banco BIC DP Nova Op.(4,00%)
Banco Nova Galicia DP ON2 (3,50%)

 

12 Meses:

Banco Finantia DP 12 Meses2(4,50%)
Banco Invest DP (3,90%)

BPN DP Crescente (3,75%)

 

Mais de 100.000€:

3 Meses:

Banco Finantia DP 3 Meses2(3,75%)
Banco BIC DP Mais Poupança (3,50%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,00%)

 

6 Meses:

Banco Finantia DP 6 Meses2(4,50%)
Banco Invest DP (3,40%)
BPN DP Crescente13 (3,25%)

 

 

12 Meses:

Banco Finantia DP 12 Meses2(4,50%)
Banco Invest DP (3,90%)

BPN DP Crescente (3,75%)



Fonte: Sites dos bancos em 26/10/2012
1Exclusivo para novos clientes.
2Exclusivo para novos recursos.
3O prazo mínimo destes depósitos é superior ao prazo desejado, mas de acordo com as condições dos produtos é possível desmobilizá-os antes do prazo com penalização de 100% sobre os juros não pagos. Assim, poderá desmobilizar-se o capital após o pagamento de juros do período desejado.
4Não é permitida a mobilização antecipada.




Fonte:http://www.moneygps.pt/particulares/os-melhores-depositos-a-prazo-de-Novembro-de-2012.html

publicado por adm às 22:23 | comentar | favorito
31
Out 12

Fundos dão juros até nove por cento

Todos os euros poupadinhos devem estar a render e não numa conta à ordem." O conselho é do analista financeiro da Deco, para assinalar hoje o Dia Mundial da Poupança, que salienta haver agora "um esforço acrescido de poupança e menos consumo devido às medidas de austeridade".

Os depósitos a prazo continuam a ser uma das opções mais seguras mas, face à inflação, os fundos de obrigações ou mistos, com risco limitado, estão a tornar-se cada vez mais atractivos para os portugueses.

Para Jorge Duarte, da Deco, "se antigamente era preciso uma fortuna para investir, hoje com 500 euros pode-se aplicar o dinheiro em bons fundos". Por exemplo, esses fundos dedicados a obrigações suecas tiveram um ganho líquido de 8,8 por cento no ano passado. Para quem estiver disposto a correr um maior risco, o investimento directo em acções pode dar bons resultados

Os depósitos a prazo são das opções menos arriscadas para investir o dinheiro, e há bancos a oferecerem uma taxa anual nominal líquida (TANL) de 4,09% para depósitos a um ano.

O especialista da Deco alerta, contudo, para a necessidade de se ter paciência no retorno do investimento: "Para o dia seguinte, só o Euromilhões." Para Jorge Duarte, quem ganhe dois mil euros por mês e queira investir até cinco mil euros "deve fazer um depósito a prazo, para servir de pé-de-meia a que pode recorrer".

GRANDE QUEBRA DO RENDIMENTO DISPONÍVEL 

Os portugueses têm cada vez menos dinheiro disponível no fim do mês. Segundo os dados do Banco de Portugal, em 2012 a quebra do rendimento disponível foi de seis pontos percentuais face a 2011. A pressionar o orçamento familiar estiveram "as medidas de consolidação orçamental", particularmente "a nível da carga fiscal", refere o supervisor. A perspectiva do Banco de Portugal, antes do novo Orçamento do Estado, era de uma melhoria em 2013.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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19
Out 12

Cinco estratégias para garantir juros mais altos

Apesar da descida da remuneração dos depósitos, alguns cuidados podem ajudá-lo a garantir o melhor retorno.

A "guerra pelos depósitos" já faz parte do passado, pelo que garantir taxas de juro atractivas se tornou uma missão mais difícil. De qualquer forma ainda existem aplicações a oferecer taxas atractivas, bastando para tal uma pesquisa mais cuidada, mas também saber jogar com algumas estratégias.


1. Aproveitar os depósitos promocionais: 
Muitas instituições levam a cabo campanhas em que oferecem taxas de juro mais elevadas do que a média praticada pelo mercado aos novos clientes ou aos que entreguem novos recursos. A maior parte destes depósitos são de curto prazo (três meses). Neste campo um dos produtos mais atractivos é o "Depósito 5% Já", disponibilizado pelo Banco Best. Trata-se de um depósito a três meses, que remunera o capital dos novos clientes com uma taxa de juro bruta de 5%. Já no "Super Depósito 4,5%", o Banco BiG oferece uma TANB de 4,5% aos novos clientes que subscrevam este produto por um prazo de três meses. A mesma remuneração é oferecida pelo Banco Invest a quem coloque novos recursos no "Invest Novos Depósitos" por um prazo de 12 meses. Ainda assim, a imposição de limites aos juros dos depósitos pelo Banco de Portugal restringiu a margem dos bancos na oferta dos "superdepósitos". Por outro lado, há campanhas que pagam os juros de um depósito logo no acto da subscrição, o que permite escapar à subida da tributação, que acontecerá no próximo ano.


2. Depósitos ‘online' mais rentáveis: 
É uma tendência que se tem vindo a esbater, mas na qual ainda existem oportunidades. Ao comparar a oferta dos bancos ao balcão e nas plataformas ‘online' verifica-se que as subscrições de depósitos efectuadas através da internet tendem a apresentar retornos mais compensadores. É o que se passa por exemplo, com vários depósitos do Privatbank. Por exemplo, o depósito a um ano E-"Pé de Meia" é de subscrição exclusiva através da plataforma ‘online' do Privatbank e oferece uma TANB de 5,45%. Ao subscrever o "Pé-de-Meia" ao balcão a taxa bruta oferecida já é de 5,25%. Mas existem outros casos similares.


3. Bancos pequenos mais generosos: 
Basta analisar a tabela ao lado para comprovar que os bancos de menor dimensão tendem a oferecer melhores remunerações nos depósitos a prazo. Mas esta tendência é transversal à generalidade dos prazos. Segundo o ‘ranking' de depósitos da Proteste Investe, Privatbank, Banco Invest, Activobank, BiG, Best, BPN/BIC ou o Banif ocupam na maior parte dos prazos as posições cimeiras em termos de retornos.


4. Montantes mais elevados melhor remunerados: 
Quanto maior for o "bolo" do seu investimento, maiores são as probabilidades de conseguir uma remuneração mais elevada. Ao analisar os preçários dos bancos é possível constatar que muitos deles fazem uma discriminação da taxa de juro oferecida em função do montante aplicado. É o que se passa, por exemplo, com o "Invest Depósito a Prazo" do Bank Invest , em que a remuneração bruta para uma aplicação a 12 meses é de 3,75% para montantes entre 2.000 e 20.000 euros, mas pode chegar aos 3,9% para valores acima de 75 mil euros.


5. Garantir a taxa no médio prazo: 
Uma das formas das pessoas se protegerem da tendência de descida dos juros dos depósitos é colocar o dinheiro em aplicações com prazos mais alargados, já que assim garantem a remuneração por um determinado período, mesmo que as Euribor estejam a cair.

Trabalho publicado na edição de 12 de Outubro de 2012 do Diário Económico


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10
Out 12

Saiba como fazer crescer as suas poupanças

O Diário Económico fez algumas simulações que o podem ajudar a delinear uma estratégia de poupança mais sustentada.

Não existe uma receita infalível para conseguir "fermentar" as poupanças, sobretudo em períodos económicos conturbados como o actual. As famílias vivem com orçamentos cada vez mais apertados e muitas nem conseguem esticar o dinheiro até ao final do mês. Algumas acabam por ter de recorrer às suas poupanças para fazer face a um imprevisto ou às simples despesas do dia-a-dia. É precisamente por causa de situações como estas que há muito tempo os especialistas em finanças pessoais recomendam os portugueses a recuperar os hábitos de poupança nem que estejam em causa quantias muito pequenas. A própria sabedoria popular aconselha-o: "Poupa nos tostões, terás milhões".

"Poupar é cada vez mais uma actividade fulcral para quem se preocupa com o seu futuro. Tentar garantir um ‘pé-de-meia' confortável significa tentar assegurar um nível de liquidez que satisfaça as suas necessidades financeiras num momento específico, que não tem necessariamente de se cingir ao período de reforma de cada investidor", salienta Rui Broega, director da gestão de activos do banco BiG. Para além do exemplo da reforma, pode estar em causa amealhar dinheiro para fazer uma viagem, estudar, comprar uma casa ou simplesmente para fazer face a imprevistos. Mas o exercício de poupança não deve ser limitado à reserva de uma parte do rendimento auferido. Tal como explica Rui Broega, "poupar pressupõe uma relação de três factores: dinheiro, tempo, objectivo. Os três têm de estar em constante sintonia para que o resultado final seja próximo do desejado", acrescentando que "como poupamos pode ser tão importante como quanto poupamos".

O Diário Económico recorreu a algumas simulações no portal de literacia financeira "Todos Contam" para ilustrar isso mesmo. Foi estabelecido um objectivo final de poupança de 50 mil euros, um montante de aplicação inicial de 1.000 euros e reforços mensais periódicos de 75 euros. Depois foi simulado o tempo que seria necessário esperar para atingir o objectivo, consoante o dinheiro fosse aplicado em produtos com diferentes níveis de retornos (0,5%, 3% e 6%).

No primeiro cenário (0,5%), que equivaleria a colocar simplesmente o dinheiro numa conta à ordem ou numa conta poupança, seria necessário esperar 49 anos até atingir o objectivo traçado. No segundo cenário (3%) que corresponderia a aplicar o dinheiro num depósito a prazo, o tempo de espera seria de 35 anos. No último cenário (6%), que poderia equivaler ao investimento em acções ou em obrigações teríamos de esperar apenas 27 anos para conseguir atingir o mesmo objectivo. Ou seja, entre deixar o dinheiro praticamente "parado" numa conta bancária ou aplicá-lo num produto com uma remuneração de 6%, distam mais de 20 anos para alcançar o mesmo objectivo. Uma prova de que menos tempo pode ser sinónimo de mais dinheiro.


Três formas de amealhar 50 mil euros

Remuneração de 0,5%
Quem conseguiu amealhar algum dinheiro, o pior que pode fazer é deixá-lo "parado" na conta bancária. Apesar do esforço de poupança mensal só ao fim de 49 anos é possível alcançar o objectivo inicialmente traçado. Para tal será necessário poupar 75 euros por mês ao longo deste período. E os juros acumulados por esta poupança render-lhe-ão apenas 4.515 euros.

49 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 0,5%.

Remuneração de 3%
Quem for ao banco consegue com relativa facilidade aplicar o dinheiro em depósitos a prazo remunerados a 3%. Outra opção, são os certificados de aforro que estão a oferecer uma taxa de 3,204%. Apesar de assim conseguir "fermentar" as suas poupanças mais cedo, o mais provável é que a inflação acabe por "comer" o retorno acumulado. Neste cenário, e para atingir o objectivo final, será necessário fazer poupanças regulares no total de 31.650 euros, sendo que os restantes 17.362 euros referem-se a juros.

35 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 3%. Para tal, terá de poupar 75 euros por mês.

Remuneração de 6%
A aposta em produtos remunerados com este nível de taxas pode encurtar para metade o tempo de espera até atingir o objectivo de poupança de 50 mil euros. Neste caso, bastarão 27 anos. Para tal, terá de efectuar poupanças regulares de 75 euros por mês (no total, 24.300 euros), sendo que os restantes 24.729 euros referem-se a juros acumulados neste período. No longo prazo, este nível de remunerações pode ser alcançado através do investimento em acções, obrigações ou fundos de investimento.

27 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 6%.

Trabalho publicado na edição de 4 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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20
Set 12

Juros de depósitos sobem pela primeira vez em quatro meses

As taxas de juro dos depósitos a prazo voltaram a subir em Julho, depois de três meses a cair.

Segundo dados do Boletim Estatístico, a taxa de juro praticada pelas instituições financeiras sobre os novos depósitos foi de 3,16% em Julho, um ligeiro aumento face ao mês de Junho (3,13%). Foi a primeira vez desde Março que os juros registaram uma subida.

Recorde-se que em Novembro de 2011 a imposição de um limite nos juros praticados pelos bancos, nos depósitos, fez com que estas taxas caíssem abaixo dos 4% logo nesse mês. O regulador aprovou uma medida que prevê que os bancos que ofereçam uma taxa de juro superior em 300 pontos base à taxa de mercado serão penalizados no seu rácio de capital de base.

A acompanhar a suvida das taxas de juro esteve o montante depositado pelos clientes, que subiu de 7.121 milhões em Junho, para 9.116 milhões de euros em Julho. Dados que comparam com a quebra de cerca de mil milhões de euros registada entre Maio e Junho no montante depositado por particulares.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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19
Set 12

Conheça as melhores alternativas aos depósitos a prazo

As remunerações dos depósitos a prazo têm vindo a cair ao longo dos últimos meses e já não são tão atractivas face ao ano passado.

O último ano pode equiparar-se ao "El Dorado" para os adeptos dos depósitos a prazo. A escalada das remunerações que chegaram a atingir os 7% em alguns casos, levou a que os aforradores portugueses se rendessem a este tipo de aplicações. Mesmo num ano de crise económica, os bancos conseguiram angariar em 2011 o segundo valor mais elevado de sempre em novos depósitos a prazo: perto de 117 mil milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal. Contudo, a realidade actual é bastante diferente. Há vários meses que a remuneração dos depósitos a prazo vem a cair. Em Julho, a média das taxas de juro das novas aplicações a prazo foi de 3,16%, consideravelmente abaixo dos 4,53% que se verificava em Outubro do ano passado, altura em que estas bateram máximos. Perante essa evolução, há uma pergunta que se impõe colocar: Face à recente quebra nas remunerações dos depósitos a prazo, terá terminado o reinado dos depósitos a prazo e será a altura dos aforradores portugueses focarem as suas atenções noutro tipo de aplicações? Os números e as opiniões dos especialistas mostram que o investimento em depósitos continua a fazer sentido, mas a concorrência de aplicações com retornos atractivos é cada vez maior.

"Assistimos nos últimos meses a uma diminuição da remuneração deste tipo de activos, o que é essencialmente explicado pelas regras impostas às instituições financeiras pelo Banco de Portugal desde o final do ano passado", lembra Diogo Serras Lopes, Director de investimentos do Banco Best para justificar a recente quebra na remuneração dos depósitos a prazo. Recorde-se que ao longo de 2011, as instituições financeiras, sem meios para obter financiamento no mercado e perante a necessidade de baixar os respectivos rácios de créditos/depósitos para 120% até ao final de 2014, centraram as atenções na captação de recursos junto dos seus clientes. Apostaram no lançamento de aplicações a prazo com taxas elevadas, sendo que estas chegaram a ultrapassar os 4%, 5% e em alguns casos atingiram os 7%. O receio de que esta "explosão" nas remunerações dos depósitos pudesse resultar num risco para as instituições financeiras, levou o Banco de Portugal a definir tectos para os juros oferecidos a partir de Novembro de 2011 e penalizações às instituições que ultrapassassem esses limites. Isto acabou por obrigar os bancos a recuar na "guerra pelos depósitos".

Hoje em dia, quem for ao banco para subscrever um depósito a prazo na melhor das hipóteses consegue uma taxa de juro bruta de 5,45%. E as expectativas apontam para que as remunerações dos depósitos a prazo continuem a baixar. Em parte como consequência da redução dos juros de referência, mas também por que os bancos não se sentem tão pressionados para captar depósitos já que estão próximos de atingir as metas para os respectivos rácios de créditos/depósitos. "Nesse sentido, outras alternativas tornaram-se relativamente mais interessantes, nomeadamente obrigações de curto prazo, fundos de investimento que possam investir neste tipo de activos (fundos de tesouraria e mercado monetário) e seguros de capitalização", defende o responsável do Banco Best. Para um perfil conservador onde predominam activos de baixo risco, o especialista do Best elege ainda as obrigações de elevada qualidade creditícia, governamentais ou de empresas, para incluir na carteira.

A perda de atractividade das remunerações dos depósitos a prazo coincide com o surgimento de novas alternativas de investimento e a melhoria das condições oferecidas por produtos existentes destinadas aos pequenos aforradores. Um dos casos de maior relevo são as obrigações para o retalho emitidas por empresas nacionais e que estão a captar bastante interesse por parte dos aforradores portugueses. Desde o final do ano passado milhares de investidores particulares já apostaram em obrigações de empresas portuguesas, que acenam com taxas de juro anuais brutas atractivas (entre os 6% e os 7%). EDP, Semapa, Zon, Brisa, Sonae e a PT são algumas das empresas que já realizaram emissões de dívida especialmente dirigidas para o mercado de retalho. Até 18 de Setembro é possível subscrever títulos de dívida emitidos pela REN, sendo que a empresa liderada por Rui Cartaxo está a oferecer juros brutos de 6,25%. Mas, é necessário ter em consideração que dificilmente será possível conseguir uma remuneração deste ordem. Os custos associados a este tipo de produto podem mesmo tronar negativa a remuneração oferecida.

Também os certificados de aforro podem regressar "à moda". Depois da perda de atractividade e de aforradores verificada ao longo dos últimos anos, o Estado alterou as características deste produto de forma a torná-lo mais apelativo para os investidores. Desde o início de Setembro, os certificados de aforro beneficiam de um prémio fixo de 2,75%, em vez de se aplicar os prémios crescentes a partir do segundo ano e que atingiam no máximo 2,5% no décimo ano. Tendo em conta esta alteração, a remuneração oferecida pelo produto do Estado passou a suplantar a da maioria dos depósitos a prazo disponíveis no mercado. Quem em Setembro subscrever certificados de aforro terá uma taxa de juro bruta de 3,268%.

Contudo, isto não significa que os depósitos a prazo devam deixar de integrar as poupanças dos portugueses. Segundo Diogo Serras Lopes, "o investimento não deve ser visto como uma única alocação mais vantajosa sobre as outras. Os depósitos a prazo, na componente de investimento de baixo risco, devem fazer parte de uma alocação mais global que considere outras classes de activos".


Alternativas aos depósitos a prazo

Certificados de Aforro
Após meses e meses a perder dinheiro, as recentes alterações nos certificados de aforro pode fazê-los rivalizar com a maioria dos depósitos a prazo. Até ao final de 2016, este produto beneficia de um prémio fixo de 2,75%, em vez de se aplicar os prémios crescentes a partir do segundo ano e que atingiam no máximo 2,5% no décimo ano. Na prática, isto significa que quem subscrever certificados de aforro em Setembro beneficiará de uma remuneração bruta de 3,268%. O mínimo de subscrição são 100 euros, sendo os juros pagos trimestralmente, o que é uma vantagem face à maioria dos depósitos com remunerações mais elevadas cujos juros são pagos em prazos mais dilatados.

Obrigações de empresas
Apesar do seu risco ser mais elevado face a um vulgar depósito (risco de crédito e de liquidez), as obrigações de empresas prometem retornos vantajosos. Actualmente, a REN é a única empresa nacional a disponibilizar este tipo de produto, sendo oferecida uma taxa de juro bruta até 6,25%. Esta taxa é bastante mais atractiva face à maioria dos depósitos. Contudo, é necessário ter em conta que os custos associados podem "comer" grande parte do retorno. Nomeadamente, as comissões de subscrição, juros, guarda de títulos, etc. A Deco considera que apenas compensa subscrever obrigações da REN para montantes a partir de 2.500 euros.

Fundos de Tesouraria
Os fundos de tesouraria são, tradicionalmente, uma das principais alternativas aos depósitos a prazo, o que se aplica no contexto actual. São fundos de baixo risco, abertos, que fazem essencialmente aplicações em instrumentos financeiros de curto prazo, como papel comercial, depósitos no mercado monetário interbancário, bilhetes do tesouro, etc. Segundo dados da APFIPP, nos últimos 12 meses a rentabilidade anualizada da categoria de fundos de Tesouraria Euro foi de 3,64%, em média, mas chegou a atingir os 5,98% no caso do fundo Banif Euro Tesouraria (classe de risco 1).

Fundos PPR
Mesmo tendo perdido grande parte do brilho após a perda dos benefícios fiscais, os PPR sob a forma de fundo de investimento apresentam um retorno bastante atractivo sobretudo nos últimos 12 meses. Segundo dados da APFIPP, nesse período seis fundos com essas características apresentaram uma rendibilidade anualizada superior a 10%. Para períodos mais dilatados, são sete os que rendem mais de 3% a três anos. Apesar de o risco associado a este tipo de poderão ser uma alternativa aos depósitos a prazo. É possível optar por produtos com diferentes níveis de risco, tendo em conta a sua exposição ao investimento em acções.

Trabalho publicado na edição de 14 de Setembro de 2012 do Diário Económico

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10
Set 12

Depósitos das famílias atingem valor mais elevado de sempre

Depósitos de particulares voltaram a atingir recordes apesar da tendência de descida das taxas de juro oferecidas.

As famílias continuaram a aumentar as suas aplicações em depósitos no mês de Julho, com o montante total a ter uma subida mensal de 211 milhões de euros para 132,5 mil milhões de euros, segundo dados do Banco de Portugal. As subidas nos depósitos surgem numa altura em que a tendência das taxas de juro oferecidas pelos bancos é de queda. Apesar dos juros até terem tido uma ligeira melhoria mensal de 3,13% para 3,16% em Julho estão longe dos 4,53% oferecidos em Outubro do ano passado, altura em que bateram máximos.

Desde o início do ano, o montante aplicado em depósitos dos bancos nacionais aumentou 1,44%, o equivalente a 1,88 mil milhões de euros. Com esta evolução, os bancos nacionais estão a conseguir evitar a tendência de fuga de depósitos observadas noutros países periféricos, como Espanha e Grécia.

O aumento do valor aplicado em depósitos surge ainda num período em que a concorrência para captação das poupanças da família é menor. Um dos exemplos é a opção das maiores empresas portuguesas em conseguirem financiamento através da emissão de obrigações para o retalho.

fonte:http://economico.sapo.pt

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