09
Nov 14

Melhores depósitos por prazos

Três meses

As melhores taxas de juro tendem a ser oferecidas nos prazos de aplicação mais curtos. Normalmente são depósitos que pretendem captar novos clientes que não são renováveis. A banca ‘online' e os bancos mais pequenos são tradionalmente os que tendem a apostar mais neste tipo de depósitos.

Seis meses

Para este prazo, as remunerações oferecidas tendem a ser um pouco inferiores às aplicações a três meses. O "Invest Choice Novos Depósitos" é o que oferece a taxa de juro mais elevada neste prazo: TANB de 3% (2,16% líquidos).

12 meses

O PrivatBank é a instituição que nas aplicações a um ano oferece a taxa de juro mais elevada: TANB de 3,25% (2,34% líquidos). Contudo convém referir que os depósitos desta instituição são assegurados pelo fundo de garantia de depósitos da Letónia e não pelo português.

Dois anos

Para conseguir uma TANB de 3% (2,16% líquidos) neste prazo é necessário o aforrador fazer uma aplicação de pelo menos 50 mil euros no Finantia. Neste horizonte temporal, o PrivatBank volta a ser uma das instituições a oferecer os juros mais elevados.

Acima de dois anos

Mesmo em prazos mais alargados, os bancos de menor dimensão continuam a ser as instituições que oferecem as taxas de juros mais elevadas. Do ‘ranking' dos 10 maiores bancos o Popular é o único que salta para a tabela dos mais rentáveis.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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27
Jan 14

Bancos tão bons como mealheiros

Há taxas muito próximas de zero. São mais os bancos que reduzem do que os que aumentam os juros dos depósitos

Ano novo, vida nova, mas apenas o Banco BPI e o Banco Finantia aumentaram ligeiramente as remunerações que oferecem nos seus depósitos a 12 meses. Do lado oposto, 5 instituições financeiras desceram as taxas de juro, enquanto os restantes 13 bancos mantiveram as condições dos depósitos. Se o que pretende é um depósito a 12 meses, poderá encontrar dezenas de propostas no mercado - como pode confirmar no nosso comparador de depósitos no portal financeiro. No entanto, lembre-se que a taxa de inflação prevista para 2014 pelo Banco de Portugal é de 0,8%. Logo, não deve aceitar propostas de depósitos com remuneração líquida inferior ou igual a 0,8% (1,1%, em termos brutos), caso contrário, as suas poupanças estarão a perder valor real.


Não tem um fundo de emergência?
Uma das regras para bem gerir as suas finanças é começar por criar um fundo de emergência, colocando até seis salários em aplicações sem risco com elevada liquidez. Os depósitos a prazo estão entre os melhores candidatos para colocar estas reservas. Não aplique todas as suas poupanças em depósitos. Para o excedente invista a médio e longo prazo através de aplicações mais rentáveis. Em segundo lugar, escolha o prazo que mais se adequa aos seus propósitos. Para um fundo de emergência, uma aplicação de 3, 6 ou 12 meses é razoável. Atenção que alguns depósitos não permitem mobilização antecipada e, em caso de necessidade, não pode levantar esse capital e terá sempre de esperar até à data de vencimento. Por último, é muito importante escolher as melhores taxas, especialmente no período atual, em que os juros estão baixos.


Procure as melhores taxas
Outro erro comum é não reparar na remuneração do depósito. E, apesar das taxas estarem baixas e estagnadas, há diferenças significativas, que atingem quase os 2,5%. Há instituições a remunerar depósitos a 1 ano com taxas muito próximas de zero, como se pode ver no quadro ao lado. Cada banco tem, geralmente, mais do que uma oferta de depósito para o prazo de 12 meses. Se pretender consultar a oferta total dos depósitos, consulte o nosso portal, no qual encontra quase uma centena de depósitos para o prazo de 1 ano. Cerca de 40 desses depósitos apresentam remuneração líquida inferior a 1%. Contudo, no quadro da página seguinte, consta apenas o depósito a 1 ano mais rentável em cada uma das instituições. É cada vez mais comum encontrar exigências nas contas que oferecem as melhores taxas de juro do mercado, desde a domicialição de ordenado ou da pensão, a exclusividade para novos montantes ou os montantes mínimos muito elevados. Por exemplo, o Banco Popular é o que oferece a melhor taxa de juro para um depósito a 1 ano (2,5%, depois de descontados os impostos), mas exige a domiciliação de ordenado ou da pensão e o montante máximo permitido neste depósito é igual ao triplo do ordenado ou pensão domiciliado e limitado a 15 mil euros. Também o Banco Invest oferece uma taxa anual líquida de 2,5 % por um depósito a 1 ano, mas é uma conta exclusiva para novos montantes e está limitada ao máximo de 75 mil euros. Alguns bancos utilizam artifícios mais elaborados no esquema de remuneração. Estes artifícios servem mais os propósitos publicitários do que o rendimento das aplicações dos clientes. É o caso do Santander Totta, no Depósito Plano Programado, em que as entregas mensais superiores a 250 euros não são remuneradas. Por isso, é um depósito que interessa apenas a quem faça entregas mensais entre 25 e 250 euros. É uma conta de poupança e não um depósito para aplicar um montante considerável. Longe vão os tempos em que a oferta da banca online era superior à da banca tradicional. Apenas em sétimo lugar surge uma conta online (do Banco Big), que rende 2,2% e paga juros mensais. Contudo, não permite mobilização antecipada.

 

 

 

Melhores depósitos
Limitados a 2,5%


Estes são os depósitos a 12 meses mais generosos em cada instituição financeira. O Deutsche Bank paga quase zero

 

  

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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12
Out 13

Depósitos até 2,9%

As melhores taxas para depósitos até um ano são oferecidas a novos clientes ou novos montantes e em instituições de menor dimensão.


É importante escolher as melhores taxas, especialmente no período atual, em que os juros estão baixos. Ainda assim, há diferenças significativas, que atingem quase os 3%. Há instituições a remunerar muito próximo de zero e outras que chegam quase aos 3% líquidos para depósitos até um ano. É verdade que a inflação prevista para este ano é próxima de zero (0,4%, segundo o Banco de Portugal), o que não provoca demasiados danos no rendimento real das poupanças.

Mantenha em depósitos apenas o montante que pretende para fundo de maneio (recomendamos cerca de seis salários). Para o excedente invista a médio e longo prazo através de aplicações mais rentáveis.

  • Banco Best: 2,9% aos novos clientes (3 meses) 
    O Depósito 4% Já paga os juros antecipadamente, contudo não é possível mobilizar o montante durante o período do depósito (três meses). É exclusivo para novos clientes. Para montantes entre 2500 e 30 000 euros.
  • Popular: 2,8% pelo ordenado (12 meses) 
    Ao domiciliar o seu ordenado ou pensão poderá constituir o Depósito Ordenado, que apresenta uma taxa bruta de 3,9% pelo prazo de um ano. Paga os juros no vencimento. O mínimo é de 500 euros e o máximo é igual ao triplo do ordenado/pensão, limitado a 15 000 euros. Não mobilizável.
  • Banco Big: 2,7% aos novos clientes (3 meses) 
    O Super Depósito 3,75% é exclusivo para novos clientes que abram conta no Banco Big. Poderão optar pelo prazo de seis meses mas, nesse caso, a taxa de juro é inferior (3,25% bruta, ou seja, 2,3% líquida). Disponível para montantes entre 500 e 60 000 euros.
fonte:http://www.deco.proteste.pt/


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06
Ago 13

Juro dos depósitos a prazo cai para mínimo desde 2010

Rendibilidade média das aplicações a prazo comercializadas pelas instituições financeiras nacionais recuou pelo segundo mês consecutivo. Em Junho, fixou-se nos 2%.

As taxas praticadas pelas instituições financeiras nos depósitos a prazo continuam a cair. Em Junho, de acordo com os dados do Banco de Portugal, o juro médio oferecido nas aplicações até um ano fixou-se em 2%. É preciso recuar até ao final de 2010 para encontrar uma rendibilidade média tão baixa.

 

Depois de ter caído para 2,18% em Maio, a taxa média praticada pelos bancos nos depósitos com um prazo até um ano baixou ainda mais. Caiu para 2%, o nível mais baixo desde Setembro de 2010, altura em que o retorno oferecido por este produto de poupança estava nos 1,91%.

 

Desde o último pico, em Outubro de 2010, quando a taxa média chegou aos 4,57%, o juro oferecido pelos bancos encolheu para menos de metade. Um movimento despoletado pela intervenção do Banco de Portugal com a imposição de “limites” às taxas para proteger a rentabilidade do sector.

 

A redução das necessidades de liquidez por parte dos bancos, por estarem a aproximar-se do objectivo de ter um rácio entre depósitos e crédito concedido de 120%, tem levado também muitos bancos a reduzirem as taxas, contribuindo para a descida da remuneração destas aplicações.

 

Certificados arrasam depósitos

 

Num contexto marcado pela queda das taxas oferecidas nos depósitos a prazo, verifica-se um aumento da rendibilidade de outro produto de poupança, neste caso do Estado. Os certificados de aforro estão cada vez mais atractivos, oferecendo um prémio elevado face às aplicações dos bancos: 118,9 pontos-base.

 

A taxa bruta anual que vigorará nos próximos três meses está agora nos 3,189%, para quem subscrever estes títulos em Agosto. Os juros oferecidos por este produto dispararam desde que em Setembro o Governo decidiu introduzir um prémio de 275 pontos-base, elevando a taxa de mínimos históricos para mais de 3%.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

publicado por adm às 22:59 | comentar | favorito
24
Jun 13

No império dos depósitos a prazo

Quase dois terços dos portugueses têm contas a prazo. O estudo da PROTESTE INVESTE comparou quatro países europeus e os lusos são os mais conservadores, o que afeta negativamente a sua acumulação de riqueza.

Não surpreende descobrir que os portugueses são aforradores conservadores. No mais recente inquérito da PROTESTE INVESTE, 64% dos portugueses afirmaram ter dinheiro aplicado em depósitos a prazo. No universo do estudo, que incluiu a Bélgica, a Espanha e a Itália, apenas uma percentagem superior de belgas disse ter depósitos (73,2%). Porém, os belgas, como revela o quadro da página ao lado, investem bastante mais em ativos de maior risco, como ações, obrigações, fundos de investimento e produtos estruturados.

Em Portugal, além dos depósitos a prazo, os veículos de investimento favoritos são os fundos de pensões (o que inclui planos de poupança-reforma) e os Certificados de Aforro. As estatísticas oficiais corroboram esta apetência: no início de 2013, os depósitos a prazo abarcavam 102,1 mil milhões de euros, os fundos de pensões reuniam 14,4 mil milhões de euros e os Certificados de Aforro 9,7 mil milhões de euros, segundo o Banco de Portugal, o Instituto de Seguros de Portugal e a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública. 

Aversão ao risco impera 

O perfil conservador dos portugueses é bem notório quando dois terços dos inquiridos afirma que não está disposto a correr qualquer risco com o seu capital, uma proporção superior à dos belgas (52%) espanhóis (50%) e italianos (41%). Além disso, apenas 6% dos lusos aceitam um risco baixo no capital investido (perda máxima de 10%).

Na maior parte dos casos, a postura dos investidores nacionais não é a que permite o melhor rendimento. Embora resultados passados não forneçam garantias quanto ao futuro, os ativos de maior risco têm gerado rendimentos históricos mais elevados no longo prazo.

Como pode testemunhar na figura em baixo, a rentabilidade real (depois de descontada a inflação) do investimento em ações mundiais foi de 5% por ano desde 1900, bem acima dos 1,8% das obrigações e dos 0,9% de produtos de dívida de curto prazo. Estes números comprovam o que a teoria económica defende há muito tempo: para ganhar mais, é preciso arriscar mais.

Ideias para o seu dinheiro

A diferença entre ganhar 5% ou 0,9% é crucial no longo prazo. Um euro aplicado diariamente numa aplicação que renda 5% por ano (como renderam as ações nos últimos 113 anos) acumula 12 224 euros em 20 anos, por exemplo. Um investimento que dê 0,9% por ano (como as aplicações de baixo risco desde 1900), acumula 7888 euros no mesmo período. A confirmarem-se estas rentabilidades históricas no futuro, arriscar gera mais 55% de poupança em 2 décadas.

Antes de começar a arriscar um pouco mais as suas poupanças, há algumas regras que deve seguir. A primeira é que deve ter um pé-de-meia para enfrentar imprevistos.

Deve ter o equivalente a cerca de seis meses de gastos do agregado familiar. Como o objetivo é conservar esta poupança, os produtos de baixo risco, como os depósitos a prazo e os Certificados de Aforro, são os instrumentos ideais para parquear esse pé-de-meia.

As outras duas regras são também simples: sempre que possa, invista para o longo prazo e procure diversificar os seus investimentos. Para o ajudar a diversificar os investimentos e a aplicar bem o seu dinheiro, pode contar com a nossa ajuda. A nossa carteira neutra de fundos, que pode conhecer na página 21, alcançou uma rentabilidade média anual de 6,4% na última década, bem acima da inflação de 2,3% por ano nesse intervalo temporal.

Portugueses investem pouco

Além da aversão ao risco, outra conclusão que se retira do inquérito é que os portugueses investem pouco. Apenas 47% fizeram pelo menos um investimento (incluindo a aplicação em depósitos) nos últimos 5 anos. Entre os subscritores da PROTESTE INVESTE, a percentagem sobe para 68%, mas, ainda assim, é inferior à dos outros 3 países, onde pelo menos 80% dos respetivos subscritores das publicações financeiras homólogas realizaram investimentos nos últimos 5 anos.

A principal razão para esta menor apetência por investimentos tem a ver com a falta de dinheiro para investir (resposta de 87% dos inquiridos nacionais), a que certamente não será alheia a má conjuntura económica nacional dos últimos anos. Aliás, apenas 9% dos portugueses dizem ter uma situação financeira confortável ou muito confortável (contra 48% na Bélgica e 16% em Espanha) e 40% consideram mesmo difícil, muito difícil ou problemática a sua realidade a nível financeiro. Além disso, os portugueses têm menos dinheiro disponível para investir: dos que investem, 61% têm aplicados menos de 25 mil euros, contra 48% em Espanha, 34% em Itália e 35% na Bélgica.

Ficha técnica

O inquérito aos investidores, realizado pela DECO PROTESTE em conjunto com as organizações nossas congéneres da Bélgica, de Espanha e de Itália, reuniu 8055 respostas, das quais 1533 de Portugal. A idade média dos inquiridos é de 54 anos e 53% são homens. O questionário foi enviado em Março de 2012.

 

 

 

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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