24
Set 13
24
Set 13

Descubra os depósitos que rendem mais

O Diário Económico analisou os depósitos a prazo nos preçários de 21 instituições financeiras a operar em Portugal.

banco best
Depósito 4% Já 

Trata-se de um depósito a 3 meses disponibilizado pelo Banco Best. Destina-se a montantes entre 2.500 e 30 mil euros e é remunerado com uma TANB de 4% (2,88%, líquidos). É exclusivo a novos clientes da instituição e não permite a mobilização antecipada dos capitais aplicados nem reforços. Os juros são pagos antecipadamente na altura da subscrição.
2,88%


banco popular
DP Ordenado

Ao domiciliar o ordenado no Banco Popular pode subscrever o "DP Ordenado", um depósito a 12 meses que é remunerado com uma TANB de 3,9% (2,808% líquidos). Não mobilizável antecipadamente, este produto destina-se a montantes entre 500 e 15 mil euros e não são permitidos reforços. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,81%


banco big
Superdepósito

Para o prazo de 3 meses, o "Superdepósito" do banco BiG remunera a uma TANB de 3,75% (2,74% líquidos). Este produto é válido apenas para novos clientes e novos montantes entre 500 e 60 mil euros. A mobilização antecipada é possível pelo montante total, com penalização de 25% dos juros. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,74%


banco popular
Depósito Eu Poupo!

Este depósito a 3 anos destina-se apenas a clientes com idade até 30 anos que adiram às contas para jovens do Popular. Está disponível para montantes entre 300 e 25 mil euros não sendo possível a mobilização antecipada. É remunerado com uma TANB de 3,65% (2,63% líquidos), com pagamento de juros no vencimento.
2,63%


banco invest
Novos Depósitos

Esta aplicação a 1 ano é exclusiva a novos montantes que entrem no banco. É remunerada com uma TANB de 3,5% (2,52% líquidos) e válida para montantes entre 2 mil e 75 mil euros. São permitidas mobilizações antecipadas totais ou parciais com penalização de 50% dos juros.
2,52%


finantia
Depósitos a prazo

Na subscrição dos seus depósitos a 12 meses e a 2 e 3 anos, o Finantia oferece aos novos clientes uma TANB de 3,5% (2,52% líquidos). Contudo, estas aplicações destinam-se apenas a montantes acima de 50 mil euros. A mobilização antecipada implica a penalização total dos juros sobre o capital mobilizado.
2,52%


banco Bic
DP Performance

Neste depósito a 3 anos, o Banco BIC remunera com uma TANB de 3,4% (2,45% líquidos). O "DP Performance" destina-se aos clientes do banco que apliquem montantes entre 2.500 e 250 mil euros. As mobilizações antecipadas também são penalizadas com o não pagamento de juros. Esta penalização varia consoante os montantes.
2,45%


banif
Poupança Nova Vida

Este depósito pode ser subscrito apenas por clientes com mais de 50 anos e admite montantes acima de 100 euros. As aplicações para prazos entre 365 dias e dois anos oferecem uma TANB de 3,35% (2,41% líquidos). As mobilizações antecipadas são penalizadas com o não pagamento de juros. Esta penalização varia consoante os montantes e tempo decorrido.
2,41%


banif
Banco Rendimento Maxi

Com um mínimo de constituição de 5 mil euros este depósito não mobilizável, pode ser constituído por 12 meses. A taxa de juro é aplicada de acordo com o montante de constituição do depósito e pode variar desde uma TANB de 3,3% (até 50 mil euros) até 3,4% (acima de 100 mil euros)
2,38%


banco Bic
Depósito Extra

O "Depósito Extra" destina-se exclusivamente a novos recursos, é válido para montantes entre 5 mil e 100 mil euros e remunerado com uma TANB de 3,3% (2,38% líquidos). Nesta aplicação a 12 meses não são aceites mobilizações parciais, pelo que o resgate antecipado implica a sua liquidação, com penalização de juros.
2,38%


banco BiG
Depósito a 5 anos

Este depósito a 5 anos disponibilizado pelo BiG oferece uma TANB de 3,3% (2,38% líquidos) e destina-se a todos os clientes do banco. É válida para montantes acima de 500 euros e possibilita a mobilização antecipada pelo montante total, com penalização de 85% dos juros. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,38%

 

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 22:45 | comentar | favorito
22
Set 13
22
Set 13

Famílias perderam 256 milhões de euros em juros dos depósitos

As taxas de juro dos depósitos disponíveis em Portugal não param de cair.

Longe vão os tempos em que sair de uma agência bancária com um depósito a prazo com uma remuneração atractiva era uma missão bastante simples. Depois da "época dourada" que levou os juros dos depósitos a prazo para níveis recorde no final de 2010, hoje os tempos que se vivem são mais de "vacas magras". A gradual diminuição dos juros oferecidos nos depósitos a que temos assistido - consequência dos níveis historicamente baixos dos juros de referência e à falta de pressão para a banca captar recursos - resulta numa queda considerável de retornos para os depositantes. Tendo em conta o saldo actual de aplicações a prazo, só este ano, a perda cifra-se em mais de 250 milhões de euros.

Segundo dados do Banco de Portugal, no final de 2012, existiam aproximadamente 63,1 mil milhões de euros aplicados em depósitos até dois anos e 37,76 mil milhões de euros em prazos superiores. A cada um dos segmentos correspondia uma taxa de juro média de 2,9% e 3,04%, respectivamente. Contas feitas, ao ‘stock' de 100,87 mil milhões de euros em depósitos a prazo existente nesse mês correspondia um bolo de juros de 2,98 mil milhões de euros. Já no final de Julho deste ano, os juros associados aos 101,69 mil milhões de euros de depósitos a prazo existentes- 62,17 mil milhões em depósitos até dois anos e 39,52 mil milhões de euros em aplicações de prazos superiores- totalizam 2,72 mil milhões de euros. Ou seja, menos 256,38 milhões de euros face ao valor que se verificava no final de 2012.

Este corte resulta sobretudo da queda da taxa de juro média das aplicações para prazos inferiores a dois anos que passou a ser de 2,42%. A diminuição do retorno oferecido nos depósitos com prazos mais curtos levou, aliás, os portugueses a transferir aplicações de curto e médio prazo para maturidades superiores a dois anos, procurando garantir a melhor taxa de juro por um período mais alargado. De salientar que, nos prazos superiores a dois anos, a taxa de juro média tem-se mantido estável ao longo dos últimos meses, ligeiramente acima do 3%.

Estarão os bancos a mudar de estratégia na remuneração dos depósitos?

No entanto, ao olhar para a oferta dos bancos constata-se que os depósitos disponíveis para novas aplicações não aparentam dar seguimento a essa tendência. Neste momento, as taxas de juro mais atractivas estão a ser oferecidas nos prazos mais curtos. Ao analisar a oferta de 21 instituições financeiras a operar em Portugal (ver caixas abaixo), o Diário Económico identificou 14 depósitos a prazo a remunerar com taxas de juro brutas a partir de 3,3% (TANB), sendo que desse conjunto apenas quatro são para períodos superiores a dois anos, enquanto oito são até 12 meses. Essa situação deve-se possivelmente a uma mudança de estratégia dos bancos. Se num primeiro momento as aplicações com prazos longos serviram os interesses dos bancos - que aumentaram consideravelmente a sua oferta dada a necessidade de manterem níveis de liquidez estáveis - agora são uma fonte de pressão para as margens das instituições financeiras. Tendo em conta as taxas de juro de mercado deprimidas, os bancos estão a receber juros de crédito a taxa variável mas a pagar taxas fixas contratadas há vários meses. Dessa forma, têm toda a vantagem em reduzir a sua exposição a aplicações com prazos mais alargados, preferindo privilegiar as de períodos mais curtos.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 22:56 | comentar | favorito
10
Set 13
10
Set 13

Novos depósitos acima dos 13 mil milhões em Julho

Os novos depósitos das empresas e das famílias na banca aumentaram em julho, tendo superado no total os 13 mil milhões de euros, segundo os números hoje divulgados pelo Banco de Portugal.

  De acordo com os dados hoje publicados pelo banco central, as famílias depositaram 7.210 milhões de euros em julho, um valor superior ao depositado no mês anterior (5.581 milhões de euros).

Assim, no final de julho, as famílias tinham aplicado 133.042 milhões de euros (valor em 'stock') em depósitos.

Quanto às empresas, estas depositaram 5.837 milhões de euros em julho, depois de em junho terem depositado 5.706 milhões de euros.

Em termos de 'stock', os depósitos das empresas ascendiam aos 27.835 milhões de euros no final de julho.


fonte:Dinheiro Digital com Lusa

publicado por adm às 21:15 | comentar | favorito