22
Nov 12

Novos depósitos das famílias caem para quase metade

As famílias estão a pôr menos dinheiro nos bancos a cada mês que passa. Em Setembro foram investidos 6,9 mil milhões de euros em depósitos, menos 45% do que em Janeiro. O montante total aplicado está também a diminuir. Uma evolução justificada pela menor capacidade para poupar.
As famílias estão a pôr menos dinheiro nos bancos a cada mês que passa. Em Setembro foram investidos 6,9 mil milhões de euros em depósitos, menos 45% do que em Janeiro. O montante total aplicado está também a diminuir. Uma evolução justificada pela menor capacidade para poupar.

Setembro foi o sexto mês consecutivo de quebra homóloga nos montantes depositados, de acordo com os dados disponibilizados pelo Banco de Portugal. E foi a descida mais pronunciada neste período, com uma variação negativa de 29% face a Agosto.

A menor captação de depósitos está a contribuir para a diminuição do saldo total. As famílias tinham 130,5 mil milhões de euros aplicados em Setembro, menos 893 milhões do que no mês anterior. Foi o segundo mês consecutivo em que os portugueses retiraram dinheiro das contas poupança. Em dois meses saíram 1,97 mil milhões, o que representa uma diminuição de 1,5% no saldo.

Se em cadeia a evolução é negativa, em termos homólogos continua a observar-se um crescimento do saldo, mas que é agora menor. O aumento em Setembro foi de 2,3%, o que compara com o ritmo de 9% observado nos primeiros meses do ano.

"Existe uma maior dificuldade em constituir poupança por parte das famílias, que resulta da conjuntura mais restritiva em termos de emprego e de rendimento", explica Paula Carvalho, economista do BPI. "Apesar de a incerteza conduzir a uma maior propensão para poupar, a capacidade para o fazer é decrescente", assinala. 

Esta menor capacidade, verificada nos últimos meses, não aparece espelhada nos dados do INE. A taxa de poupança das famílias no final de Junho era de 10,9%, o que corresponde ao nível mais alto desde 2003.

Depósitos pagam cada vez menos

Não é só a capacidade para poupar que é menor. A remuneração dos depósitos também tem vindo a baixar. A taxa média aplicada nas contas dos particulares com prazo até um ano foi de 2,6% em Setembro. É a taxa mais baixa desde Dezembro de 2010. Recorde-se que o pico na remuneração foi atingido em Outubro do ano passado, quando a banca pagou 4,57%.

Paula Carvalho desvaloriza o papel da menor remuneração na evolução da captação de depósitos. "Na actual conjuntura penso que esse factor pese menos na altura de aforrar. Equacionando o risco e as alternativas, os depósitos continuam a oferecer uma boa rentabilidade", considera.

Melhores depósitos pagam até 4%

Ainda que a média tenha baixado, ainda é possível encontrar produtos com taxas entre 3,75% e 4% nos diversos prazos, segundo uma recolha efectuada pelo Negócios. Os depósitos passaram a partir de Setembro a ter concorrência acrescida dos certificados de aforro, depois do Governo ter melhorado os juros, que se situam acima dos 3% nas séries "B" e "C". "Os certificados de aforro são agora um produto mais concorrencial com os depósitos", reconhece a economista do BPI.

(Notícia publicada inicialmente a 5 de Novembro, quando foram divulgadas as estatísticas pelo Banco de Portugal)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=591689

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22
Nov 12

Juros dos depósitos em mínimos de quase dois anos

As taxas de juro dos depósitos a prazo não param de cair.

Segundo o último boletim estatístico do Banco de Portugal, no mês de Setembro, a taxa de juro dos depósitos das famílias desceu para os 2,71%, o que representa o valor mais baixo desde Dezembro de 2010 e que compara com o pico máximo de 4,53% registado em Outubro de 2011.

A diminuição da remuneração dos depósitos a prazo acaba por ser o resultado conjugado de três situações. Por um lado, reflecte a quebra das taxas Euribor que se acentuou no final do ano passado depois do Banco Central Europeu ter descido por duas ocasiões a sua taxa de juro de referência até ao actual mínimo histórico de 0,75%.

Por outro lado, acaba por ser uma consequência da imposição de tectos para a remuneração dos depósitos a prazo pelo banco central português, acima dos quais as instituições financeiras vêem os seus rácios de actividade penalizados. Para além disso, os próprios bancos não se sentem tão pressionados a captar depósitos já que estão próximos de atingir as metas para os seus rácios de transformação de depósitos em crédito.

Em termos dos novos depósitos a prazo constituídos pelas famílias, a tendência de quebra também é uma realidade. Em Setembro, o montante de novas aplicações a prazo situou-se em 6,96 mil milhões de euros, o que representa o valor mais baixo desde Junho de 2010, bem como se trata do terceiro mês consecutivo em que os bancos arrecadam menos depósitos Junho.

Para além da perda de atractividade deste tipo de produto de poupança, a dificuldade das famílias em colocar dinheiro de parte justifica essa tendência de quebra.

A menor captação de depósitos já está a ter efeitos no saldo total, que em Setembro caiu pelo segundo mês consecutivo para os 135,5 mil milhões de euros.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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17
Nov 12
17
Nov 12

Os 10 melhores depósitos a prazo atualmente no mercado

O Dinheiro Vivo apresenta-lhe os melhores depósitos, segundo os dados disponibilizados no site da Deco


Os dados do Banco de Portugal (BdP) concluiu que o número total de depósitos aplicados pelas famílias portuguesas ascendeu 103,3 mil milhões de euros em agosto, ou seja, mais 6,3 mil milhões de euros face a igual período do ano passado. Assim, o Dinheiro Vivo apresenta-lhe os melhores depósitos, segundo os dados disponibilizados no site da Deco.

Os melhores depósitos

 

1 - O PrivatBank apresenta o depósito mais rentável - "E-Pé de Meia" - com uma taxa anual nominal bruta (TANB) de 5,45%, retirando os impostos, a taxa líquida do depósito é de 4,09%. A subscrição é feita online e o prazo do produto é de um ano.


2 - A subscrição do "E-Depósito a Prazo a 1 ano" do PrivatBank é por um prazo de 12 meses. O montante mínimo de investimento é de 500 euros. A taxa anual nominal bruta (TANB) é de 5,45% e a taxa líquida do depósito (TANL) é de 4,09%.


3 - Já o "Depósito a Prazo a 1 ano" também do PrivatBank surge na terceira posição e rende uma taxa bruta de 5,25%, o que corresponde a uma taxa líquida de 3,94%. Para subscrever este produto terá que ter, no mínimo 500 euros para investir.


4 - O depósito "E-Depósito Plus a 1 ano” do PrivatBank é aquele que exige 500 euros de montante mínimo para subscrição e o investimento é feito a 1 ano. Com uma TANB de 4,95% e uma TANL de 3,71% e pode ser subscrito pela internet.


- O "Depósito Plus a 1 ano" apresenta uma taxa bruta de 4,75% e uma taxa livre de impostos de 3,56%. O montante mínimo para investir são 500 euros.


6 - A subscrição do "Invest Novos Depósitos a 1 ano" do Banco Invest é por um prazo de 12 meses. O montante mínimo de investimento é de 2000 euros. A taxa anual nominal bruta (TANB) é de 4,50% e a taxa líquida do depósito (TANL) é de 3,38%.


7 - O depósito "Invest Next a 1 ano” do Banco Invest exige como montante mínimo de subscrição 2000 euros, oferecendo uma TANB de 4,35%, que corresponde a uma TANL de 3,26%. Trata-se de um depósito exclusivo para novos clientes.


8 - O “Super Depósito Invest Crescente a 1 ano”, do Banco Invest apresentauma taxa anual nominal bruta (TANB) de 4,13%, retirando os impostos, a taxa líquida do depósito é de 3,10%. Trata-se de um valor médio da taxa, uma vez que os juros crescem trimestralmente. Para investir necessita no mínimo de 2000 euros.


9 - O "Poupança Extra a 1 ano”, do ActivoBank apresenta uma taxa bruta de 4,10% e uma taxa livre de impostos de 3,08%, podendo ser subscrito online. O montante mínimo para investir são 3000 euros, no entanto para valores superiores a 25 mil euros a taxa é superior.


10 - O "Depósito Renda Mensal a 1 ano", do Banco Big oferece uma taxa bruta de 4,05%, a que corresponde a uma taxa líquida de 3,04%. O montante mínimo para investir são 10 mil euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/


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11
Nov 12

Depósitos menos atractivos para pequenas aplicações

Existem juros atractivos mas exigem montantes elevados.

Os melhores depósitos a prazo continuam a oferecer taxas de juro mais atractivas do que as dos Certificados de Aforro. No entanto, grande parte destes depósitos estão interditos aos pequenos aforradores já que, regra geral, exigem valores mínimos de subscrição superiores a 2.000 euros, chegando em alguns casos aos 10.000 euros, e até 50.000.

Existem pelo menos 15 depósitos a prazo actualmente no mercado com taxas de juros superiores aos 3,17% que os Certificados de Aforro irão pagar em Novembro, com a taxa máxima a chegar aos 5,45%. Apesar da elevada remuneração, este depósito a 12 meses acarreta a perda total de juros em caso de desmobilização antecipada, como é o caso da larga maioria dos depósitos bem remunerados. Já no caso dos Certificados de Aforro é permitida a subscrição com um mínimo de 100 euros. E uma vez que pagam juros trimestralmente, em caso de mobilização antecipada, a perda máxima corresponderá a três meses de juros.

Apesar de existirem no mercado depósitos com taxas mais atractivas, a taxa de juro média dos depósitos até um ano já está abaixo dos 3%, situando-se em Agosto nos 2,77%. O que significa que o aforrador deverá fazer uma análise atenta das ofertas disponíveis do mercado.

Em termos de segurança do investimento, ambos os produtos apresentam um grau de risco reduzido. Enquanto os depósitos a prazo são assegurados pelo fundo de garantia de depósitos que cobre depósitos até 100.000 euros por depositante e por entidade bancária, o investimento em Certificados de Aforro é garantido pelo Estado.

Trabalho publicado na edição de 31 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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11
Nov 12

Certificados de Aforro ganham nova vida em 2013

Em Setembro, o Governo aumentou a remuneração destes títulos, para valores superiores a 3%.

O mais antigo produto de aforro do Estado voltou a entrar na corrida pelas poupanças dos portugueses. Numa manobra de reanimação por parte do Governo, um dos mais icónicos produtos de aforro dos portugueses passou a pagar, desde Setembro, uma taxa de juro bruta superior a 3%. Uma remuneração que fica acima da maioria dos depósitos a prazo comercializados actualmente pelas instituições bancárias, os concorrentes mais directos dos Certificados de Aforro.

Depois de uma fuga de capitais que durou 41 meses consecutivos, a instituição que gere o crédito público decidiu finalmente agir aumentando a remuneração associada aos Certificados de Aforro. O IGCP introduziu assim um prémio de 2,75% (275 pontos base) para os certificados da série C, a única actualmente em comercialização, para vigorar até final de 2016. Um prémio que coloca os juros brutos deste produto em 3,17%, para as novas subscrições em Novembro, o que compara com os 0,42% que estes certificados pagariam mediante as regras antigas.

E se no primeiro mês em que a medida vigorou não foi suficiente para voltar a captar investimento líquido, pelo menos convenceu muitos investidores a não resgatarem os seus certificados. Em Setembro o Estado perdeu "apenas" 38 milhões de euros com este produto, quando desde Julho de 2010 registava saídas líquidas mensais superiores a 100 milhões de euros.

Os certificados da série C não foram os únicos beneficiados com esta medida. O IGCP aumentou também a remuneração associada aos produtos da série B, concedendo-lhes um prémio adicional de 100 pontos base. Embora já não se encontre em comercialização, esta série representa 94% do total investido em certificados - a série C representa apenas 1,59% - o que significa que era urgente estancar a fuga de capitais desta série. Ainda mais porque, dos 9,7 mil milhões de euros que continuam investidos neste produto, quase 4,2 mil milhões correspondem a juros a serem pagos pelo Estado aos aforradores no momento do resgate. Juros que estão concentrados, quase na totalidade, nesta série B. Trata-se de dinheiro do qual o país não dispõe, o que obrigaria Portugal a aumentar o nível de financiamento por outras vias, nomeadamente nos mercados de dívida de curto-prazo.

O início da fuga dos Certificados de Aforro começou com a comercialização da série C e com a revisão da série B, no início de 2008. Na altura o Governo alterou a fórmula de cálculo de juros deste produto, baixando abruptamente a sua remuneração. Desde então, mais de 230.000 subscritores abandonaram este produto, resgatando quase 8,5 mil milhões de euros. Uma conjuntura que foi ainda agravada nos últimos anos, dada a necessidade de muitas famílias recorrerem a poupanças, mas principalmente devido à concorrência dos depósitos a prazo até meados deste ano.

Com a introdução dos prémios de remuneração, o Governo não antecipa entradas de capital significativas em 2013, mas também já não prevê resgates líquidos na ordem dos dois mil milhões de euros anuais como até então. De acordo com o Orçamento do Estado, o Governo prevê captar 141 milhões de euros com este produto em 2013.

Trabalho publicado na edição de 31 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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06
Nov 12
06
Nov 12

Famílias retiram dinheiro dos depósitos a prazo

Os bancos estão a emprestar mais dinheiro para consumo e outros fins do que para comprar casa. Em setembro, o crédito destinado a financiar a aquisição de habitação rondou 140 milhões de euros, sendo este o valor mais baixo desde que o Banco de Portugal divulga estes dados. Já a fatia destinada aos outros segmentos ascendeu a 352 milhões de euros.

Famílias retiram dinheiro dos depósitos a prazo
Os portugueses depositaram nos cofres dos bancos, em setembro, somente 6,96 mil milhões de euros, contra os 9,9 mil milhões registados um ano antes. É uma quebra de 29,7% no espaço de apenas um ano, de acordo com os dados publicados ontem pelo Banco de Portugal. A comparação mensal também revela que há menos dinheiro a ser canalizado em poupança, já que em agosto, o montante de novos depósitos tinha ascendido a 8,4 mil milhões. Por tudo isto, não surpreende que o saldo global do dinheiro depositado nos bancos tenha somado 130,5 mil milhões de euros em setembro, uma descida de nada menos 894 milhões de euros em relação ao mês anterior.

 

 

Taxa média de depósitos é a mais baixa desde 2010
A subida do desemprego e a quebra do rendimento das famílias, a reduzida remuneração e os sucessivos aumentos das taxas liberatórias são alguns dos fatores que ajudam a explicar que a fatia de dinheiro que as famílias têm aplicada em depósitos bancários tenha registado uma descida em setembro. Segundo o Banco de Portugal, a taxa média oferecida aos depósitos até um ano rondou, em setembro, os 2,6%, sendo a mais baixa desde dezembro de 2010. Esta fraca rentabilidade contrasta com o reforço do prémio de permanência dos certificados de aforro, que praticamente garante uma taxa de juro superior a 3% para as aplicações realizadas a partir de setembro.

Crédito às famílias e empresas em queda
O travão na concessão de novos empréstimos - situação que reflete a dificuldade dos bancos em se financiarem no exterior e as também a quebra de investimento por parte das famílias e empresas - tem levado a que seja cada vez menor o volume total do dinheiro que as empresas e famílias devem aos bancos. Em setembro, os particulares deviam às instituições financeiras 135,47 mil milhões de euros (menos 2,7 mil milhões do que há um ano), sendo que deste total, a maior fatia (110,7 mil milhões) está no segmento do financiamento de habitação. Junto das empresas o valor dos empréstimos caiu, no mesmo período, de 116,4 mil milhões para 108 mil milhões.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 21:38 | comentar | favorito
03
Nov 12
03
Nov 12

Especial poupança: 10 melhores depósitos

Os dados do Banco de Portugal (BdP) concluiu que o número total de depósitos aplicados pelas famílias portuguesas ascendeu 103,3 mil milhões de euros em agosto, ou seja, mais 6,3 mil milhões de euros face a igual período do ano passado. Assim, o Dinheiro Vivo apresenta-lhe os melhores depósitos, segundo os dados disponibilizados no site da Deco.

 

Os melhores depósitos


1 - O PrivatBank apresenta o depósito mais rentável - "E-Pé de Meia" - com uma taxa anual nominal bruta (TANB) de 5,45%, retirando os impostos, a taxa líquida do depósito é de 4,09%. A subscrição é feita online e o prazo do produto é de um ano.


2 - A subscrição do "E-Depósito a Prazo a 1 ano" do PrivatBank é por um prazo de 12 meses. O montante mínimo de investimento é de 500 euros. A taxa anual nominal bruta (TANB) é de 5,45% e a taxa líquida do depósito (TANL) é de 4,09%.


3 - Já o "Depósito a Prazo a 1 ano" também do PrivatBank surge na terceira posição e rende uma taxa bruta de 5,25%, o que corresponde a uma taxa líquida de 3,94%. Para subscrever este produto terá que ter, no mínimo 500 euros para investir.


4 - O depósito "E-Depósito Plus a 1 ano” do PrivatBank é aquele que exige 500 euros de montante mínimo para subscrição e o investimento é feito a 1 ano. Com uma TANB de 4,95% e uma TANL de 3,71% e pode ser subscrito pela internet.


- O "Depósito Plus a 1 ano" apresenta uma taxa bruta de 4,75% e uma taxa livre de impostos de 3,56%. O montante mínimo para investir são 500 euros.


6 - A subscrição do "Invest Novos Depósitos a 1 ano" do Banco Invest é por um prazo de 12 meses. O montante mínimo de investimento é de 2000 euros. A taxa anual nominal bruta (TANB) é de 4,50% e a taxa líquida do depósito (TANL) é de 3,38%.


7 - O depósito "Invest Next a 1 ano” do Banco Invest exige como montante mínimo de subscrição 2000 euros, oferecendo uma TANB de 4,35%, que corresponde a uma TANL de 3,26%. Trata-se de um depósito exclusivo para novos clientes.


8 - O “Super Depósito Invest Crescente a 1 ano”, do Banco Invest apresentauma taxa anual nominal bruta (TANB) de 4,13%, retirando os impostos, a taxa líquida do depósito é de 3,10%. Trata-se de um valor médio da taxa, uma vez que os juros crescem trimestralmente. Para investir necessita no mínimo de 2000 euros.


9 - O "Poupança Extra a 1 ano”, do ActivoBank apresenta uma taxa bruta de 4,10% e uma taxa livre de impostos de 3,08%, podendo ser subscrito online. O montante mínimo para investir são 3000 euros, no entanto para valores superiores a 25 mil euros a taxa é superior.


10 - O "Depósito Renda Mensal a 1 ano", do Banco Big oferece uma taxa bruta de 4,05%, a que corresponde a uma taxa líquida de 3,04%. O montante mínimo para investir são 10 mil euros.

 

Fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Mercados/Artigo/CIECO067340.html?page=0

publicado por adm às 19:13 | comentar | favorito
02
Nov 12
02
Nov 12

Famílias levantam valor recorde de depósitos a prazo

É a maior retirada mensal em três anos e meio e pode marcar o início de uma inversão de tendência.

As famílias portuguesas levantaram 725 milhões de euros dos seus depósitos a prazo em Setembro, segundo os dados divulgados pelo Banco Central Europeu. Trata-se da maior retirada mensal desde Maio de 2009 e, na opinião de um especialista do sector ouvido pelo Diário Económico, pode mesmo marcar o início de uma inversão de tendência. Na sua quinta avaliação, o FMI justificava a ligeira redução que se vinha a observar nos depósitos de clientes nos últimos meses com a concorrência de obrigações de empresas direccionadas para o retalho. Em última análise, a simples quebra no crescimento de depósitos levará os bancos a procurar atingir um rácio de transformação de 120%, no final de 2014, por via de cortes adicionais na concessão de crédito.

Considerando também os depósitos à ordem, os particulares retiraram no total 851 milhões dos bancos, depois de já terem levantado mais de mil milhões de euros em Agosto. Enquanto nesse mês as famílias recorreram principalmente às aplicações à ordem, das quais levantaram 980 milhões de euros, em Setembro os portugueses recorreram às poupanças a prazo. Um analista do sector nota que Agosto e Setembro têm um efeito sazonal associado. Por um lado, englobam o efeito de final de férias, um período menos favorável à poupança, e por outro Setembro marca o regresso às aulas, o que para muitas famílias significa recorrer ao aforro. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:41 | comentar | favorito
01
Nov 12
01
Nov 12

OS MELHORES DEPOSITOS A PRAZO DE NOVEMBRO DE 2012

Estamos a entrar na recta final antes do fim do ano que é a altura em que os bancos mais disputam entre si os depósitos a prazo, estando dispostos a oferecer taxas mais elevadas para captar mais dinheiro ou garantir que ele não foge. Aproveite enquanto dura...


Este final de ano deverá ser provavelmente o último ano em que os Bancos estarão dispostos a pagar taxas tão acima das taxas Euribor como nos têm habituado no passado recente.

Se nos últimos anos os bancos têm feito um esforço enorme na captação de depósitos e na redução de crédito, é provável que em 2013 essa necessidade já não seja tão forte pois a maioria deles já atingiu o rácio de transformação entre crédito e depósitos que apenas era exigido em 2014.

Para agravar ainda mais as perspectivas, todos os depósitos a prazo cujo vencimento ocorra após 31 de Dezembro de 2012, serão tributados à taxa de 28% (recorde-se que esta é a 3ª subida deste imposto no espaço de cerca de 2 anos quando era de 20%).

 

QUAL O PRAZO IDEAL?
Neste momento o prazo ideal será de 12 meses, pois como referimos acima, é natural que a partir do início do próximo ano as taxas oferecidas pelos bancos se reduzam muito significativamente. Outra alternativa é optar por fazer depósitos por vários anos, mas com pagamento períodico de juros e a possibilidade de mobilização antecipada do depósito sem penalização nas datas de pagamento dos juros. São exemplos destes depósitos a prazo: O depósito a 2 anos do Banco Invest (4,00% TANB), o DP a 2 anos CR do BES (3,55% TANB) e o DP Crescente a 2 anos do Banif (3,438%) .


OS MELHORES DEPÓSITOS A PRAZO DE NOVEMBRO DE 2012







TANB - Taxa anual nominal Bruta

 

Montante:

 

Até 10.000 €:

 

3 Meses:

BEST DP já14 (4,75%)
BIG Online1 (4,50%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,00%)

 

6 Meses:

BIG Super DP(4,00%)
Banco BIC DP Nova Op.(4,00%)
Banco Nova Galicia DP ON2 (3,50%)

 

12 Meses:

Banco Invest Novos DP2 (4,50%)
Activo DP Poupança Start1(3,75%)
BPN DP Crescente
 (3,75%)

 

 Até 50.000 €:

 

3 Meses:

BEST DP já14 (4,75%)
BIG Online1 (4,50%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,00%)

 

6 Meses:

BIG Super DP(4,00%)
Banco BIC DP Nova Op.(4,00%)
Banco Nova Galicia DP ON2 (3,50%)



12 Meses:

Banco Invest Novos DP2(4,50%)
Activo DP Poupança Start1(3,75%)
BPN DP Crescente (3,75%)

 

Até 100.000 €_:

 

3 Meses:

Banco Finantia DP 3 Meses2(3,75%)
Banco BIC DP Mais Poupança (3,50%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,00%)

 

 

6 Meses:

Banco Finantia DP 6 Meses2(4,50%)
Banco BIC DP Nova Op.(4,00%)
Banco Nova Galicia DP ON2 (3,50%)

 

12 Meses:

Banco Finantia DP 12 Meses2(4,50%)
Banco Invest DP (3,90%)

BPN DP Crescente (3,75%)

 

Mais de 100.000€:

3 Meses:

Banco Finantia DP 3 Meses2(3,75%)
Banco BIC DP Mais Poupança (3,50%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,00%)

 

6 Meses:

Banco Finantia DP 6 Meses2(4,50%)
Banco Invest DP (3,40%)
BPN DP Crescente13 (3,25%)

 

 

12 Meses:

Banco Finantia DP 12 Meses2(4,50%)
Banco Invest DP (3,90%)

BPN DP Crescente (3,75%)



Fonte: Sites dos bancos em 26/10/2012
1Exclusivo para novos clientes.
2Exclusivo para novos recursos.
3O prazo mínimo destes depósitos é superior ao prazo desejado, mas de acordo com as condições dos produtos é possível desmobilizá-os antes do prazo com penalização de 100% sobre os juros não pagos. Assim, poderá desmobilizar-se o capital após o pagamento de juros do período desejado.
4Não é permitida a mobilização antecipada.




Fonte:http://www.moneygps.pt/particulares/os-melhores-depositos-a-prazo-de-Novembro-de-2012.html

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