30
Mai 11
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Mai 11

Depósitos em Portugal "estão muito seguros"

O administrador financeiro do BCP, Paulo Macedo, afirmou hoje que os depósitos em Portugal estão "muito seguros".

"Creio que os depósitos estão seguros (...). Aconteça o que acontecer não digo de certeza, mas face ao contexto actual os depósitos estão muito seguros", afirmou o responsável numa conferência organizada esta tarde pelo Jornal de Negócios em Lisboa.

"É importante que as pessoas saibam isto e que também tenham o seu património investido de forma diversificada", afirmou o gestor do BCP na mesma ocasião.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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27
Mai 11

Bancos estão maisgenerosos nos depósitos

As crises provocam sempre desequilíbrios que favorecem uns e prejudicam outros. Agora, os clientes estão a ser beneficiados pela banca

A actual crise tem sido extremamente penalizadora para os bancos portugueses, com estes a verem subir exponencialmente os seus custos de financiamento pois o mercado interbancário internacional deixou de lhes emprestar dinheiro. A principal solução utilizada pelos bancos, para combater este problema, tem sido a oferta de taxas cada vez mais generosas nos depósitos a prazo.

Mas o valor total de depósitos dos portugueses é limitado. Segundo o Banco de Portugal, os depósitos de particulares em instituições financeiras aumentaram 3,3% no último ano, o que demonstra que, apesar de as condições estarem extremamente atractivas, não é fácil para os portugueses aumentarem as suas poupanças. Assim, a disputa pelos mesmos depósitos tem provocado uma guerra de taxas, sem provavelmente as quotas de mercado de depósitos se alterarem muito. No fundo, tal como na história de Alice no País das Maravilhas, os bancos estão numa corrida para se manter no mesmo sítio.

Este mês, foram novamente vários os bancos a rever as suas taxas e a tornar-se ainda mais generosos, destacando-se o Banco Big e o Activo Bank. Alguns também lançaram ou melhoraram as suas taxas para os depósitos a prazo a vários anos. Estes depósitos de longo prazo são bons para os bancos, mas para os clientes poderão não ser assim tão bons se necessitarem do dinheiro antecipadamente e existirem penalizações para essa mobilização antecipada, como no caso do Santander Rendimento Taxa+. Assim, é extremamente importante, antes de subscrever um destes depósitos, consultar bem se o depósito paga juros intercalares e, no caso de não o fazer, quais as condições de penalização pela mobilização antecipada.

A generosidade da banca é algo extremamente raro, só sendo possível neste momento devido às condições anormais por que Portugal está a passar. Por isso, se possui dinheiro poupado, consulte bem quais os bancos que oferecem as taxas mais generosas e aproveite!

Qual o prazo ideal? Neste momento, o prazo ideal deverá ser de seis meses, pois é provável que mais perto do fim do ano os bancos ainda façam um esforço suplementar, ou então optar-se por depósitos a vários anos.

Quais os melhores depósitos a prazo? Apesar de existirem depósitos com taxas superiores, alguns depósitos a vários anos possuem uma importante vantagem, pois com pagamento periódico de juros, em que os clientes podem sair sem qualquer penalização após o pagamento dos juros, os clientes ficam com a opção de sair, se encontrarem um depósito melhor. Os melhores exemplos destes depósitos são o Finantia Rendimento 4,00%, o DP Rendimento CR do BES e os DP Crescentes do Banif.

E é sempre importante não esquecer que o máximo coberto pelo Fundo de Garantia de Depósitos é de 100 mil euros por titular até 31 de Dezembro de 2011 e de 25 mil euros após esta data. Apesar de aquele valor só estar coberto até ao final do ano, seria muito surpreendente se o próximo governo não prolongar este período.

Aviso importante: Não dispensa a consulta das condições completas dos produtos junto das respectivas instituições financeiras.

fonte:http://www.dn.pt/

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IGCP mantém juro dos Certificados do Tesouro nos 7,1%

É o quarto mês consecutivo em que os juros dos Certificados do Tesouro para aplicações a 5 e a 10 anos não mudam.

O Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) acabou de divulgar as taxas de juro aplicáveis às subscrições de Certificados do Tesouro efectuadas em Junho, tendo optado por reiterar as remunerações definidos no último mês.

Este é assim o quarto mês consecutivo em que as taxas de juro dos Certificados do Tesouro, para aplicações a cinco e 10 anos, não sofrem alterações. Assim, para aplicações a cinco anos o tecto máximo é fixado à taxa anual ilíquida de 6,8%. Já para aplicações a 10 anos, o limite volta a ser colocado nos 7,1%. Também no caso das subscrições por um período até quatro anos do investimento, e que tem como referência a taxa Euribor a 12 meses, a remuneração oferecida será a mesma do mês anterior: 2,1% em termos brutos.

Recorde-se que as taxas de juro dos Certificados do Tesouro estão congelados por tempo indeterminado. Uma instrução publicada no final de Abril pelo IGCP definiu que "enquanto se mantiverem as condições de mercado" serão estes os tectos máximos a aplicar à remuneração dos Certificados do Tesouro.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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Conheça os novos certificados que apostam nas obrigações do Estado

Os certificados OT são negociados em bolsa e oferecem aos investidores mais uma opção para investirem na dívida pública.

Para lá de todas as sérias contingências que a crise soberana na zona euro teve sobre a economia da região, é indiscutível que a crise teve o condão de ressuscitar o apetite por produtos de dívida do Estado, que há muito estavam esquecidos pelos investidores mais agressivos. Não era para menos: até Julho do ano passado a única alternativa que os pequenos investidores tinham para ganhar exposição directa à divida do Estado português resumia-se aos certificados de aforro. Mas essa realidade mudou.

Hoje, além dos certificados de aforro, as famílias têm à sua disposição certificados do Tesouro, cuja remuneração está directamente ligada à ‘yield' das obrigações do Tesouro a 5 e 10 anos. Além disso, desde a semana passada existem três certificados OT cotados na bolsa de Lisboa, que acompanham a evolução de algumas obrigações do Tesouro. "Com o lançamento deste novo produto e a sua admissão na NYSE Euronext Lisbon, os investidores particulares e institucionais terão agora acesso, de forma eficiente, às rendibilidades geradas pelas Obrigações do Tesouro emitidas pelo Estado Português", referiu Miguel Geraldes, director de Mercados da NYSE Euronext Lisbon, na apresentação dos certificados OT na semana passada.

 

Identidade dos certificados
Desenvolvidos pelo Commerzbank os certificados OT são produtos financeiros complexos que replicam o desempenho de um índice construído pelo banco alemão que tem como activo subjacente uma série de obrigações do Tesouro. O preço dos certificados OT será determinado com base nas oscilações da cotação das respectivas obrigações soberanas no mercado secundário mas também com base na procura e na oferta dos próprios certificados em bolsa. Além disso, a cotação destes certificados terá ainda em conta uma comissão anual cobrada de 0,75%.

O Commerzbank revelou que, numa primeira fase, serão apenas disponibilizados aos investidores três certificados OT, que terão como activo subjacente as obrigações do Tesouro com maturidade em 2013, 2016 e 2018.

Do ponto de vista do pequeno investidores, estes produtos revelam-se numa alternativa interessante para apostar na dívida do Estado, desde logo porque os juros decorrentes do pagamento da taxa de cupão das obrigações não são retidos sem sede de IRS à taxa de 21,5% e são reinvestidos, permitindo assim tirar proveito do efeito de capitalização dos juros. O senão é que para comprar e vender estes produtos é preciso fazer contar às comissões de negociação e de guarda de títulos que, quando se trata de montantes de investimento reduzidos, é fácil essas comissões "comerem" grande parte da rendibilidade. Algo que não acontece com os certificados do Tesouro, nem com os certificados de Aforro.

A liquidez destes produtos é outro ponto forte. Hélio Cláudio, responsável do departamento de distribuição internacional do banco alemão em Portugal, referiu, também na apresentação do produto, que o preço de compra e de venda destes produtos deverão apresentar um diferencial de 3%. Na sexta-feira, o ‘spread' entre o ‘bid' e o ‘ask' era de 2%. Além disso, ao contrário dos certificados de aforro e do Tesouro, que têm um período mínimo de investimento de três e seis meses, respectivamente, os certificados OT são negociados em bolsa podendo ser comprados e vendidos em segundos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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27
Mai 11

Saiba como a reestruturação da dívida iria afectar as suas poupanças

Numa situação de renegociação da dívida os seus investimentos seriam bastante penalizados. Saiba como.

Qualquer que seja o tipo de reestruturação que possa ser realizada trata-se sempre de um sinal de fraqueza da economia doméstica com efeitos negativos juntos no comportamento dos agentes económicos. A começar pelo lado dos credores que restringirão o crédito ao sector privado (nomeadamente ao sector bancário), pelo que o País corre o risco de, certa forma, ficar limitado na expansão do crédito bancário, "o que não é necessariamente negativo num país com os níveis de endividamento de Portugal", refere Ricardo Valente. Fique a conhecer como uma eventual reestruturação da dívida poderá influenciar as suas poupanças.

 

1. Depósitos
Os bancos portugueses são dos principais investidores de dívida pública e por isso não é de estranhar que os banqueiros sejam das principais vozes contra a uma eventual reestruturação. Isto porque, uma situação de renegociação da dívida pública "poderia levar também a uma reestruturação do sector financeiro, e isso seria grave", comenta Álvaro Santos Pereira, lembrando que hoje "há bancos bastante expostos à dívida pública". Contudo, isso não significa que os depósitos das famílias estejam em risco de desaparecerem. Pelo contrário, a solvabilidade da banca nacional não está em causa e o Fundo de Garantia de Depósitos garante até um montante de 100 mil euros por depositante.

 

2. Certificados de Aforro e do Tesouro
Os produtos de dívida desenhados para as famílias podem também vir a ressentir os efeitos de uma reestruturação. No caso dos certificados do Tesouro (CT), o prolongamento do prazo de investimento das emissões existentes seria uma possibilidade, com a maturidade dos mesmos a passar de 10 para 15 anos, por exemplo. O mesmo poderia suceder à taxa de remuneração, dado que qualquer reestruturação às obrigações do Tesouro a 5 e a 10 anos teriam implicações directas na rendibilidade dos CT. No caso dos certificados de Aforro (CA) existentes, os efeitos de uma reestruturação seriam menos profundos dado que a sua remuneração está indexada à taxa Euribor a três meses.

 

3. Acções portuguesas
Seria quase impossível que numa situação de reestruturação da dívida nacional as empresas portuguesas não sofressem. Não por culpa própria mas por contágio de uma onda de pessimismo em redor da economia nacional e dos seus agentes económicos que acabaria por reflectir-se no resultados dos seus negócios, pelo menos no curto prazo. Além disso, num cenário destes as empresas teriam de contar com um acesso ao crédito mais limitado e, por ventura, bem mais caro, dado que os bancos seriam fortemente afectados.

fonte:http://economico.sapo.pt

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19
Mai 11
19
Mai 11

Depósitos das famílias disparam para recorde

O valor depositado pelos particulares subiu pelo sexto mês consecutivo em Março e para um valor recorde. As famílias portuguesas pouparam mais 494 milhões de euros face a Fevereiro, segundo os dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal.

O valor depositado pelos particulares, incluindo emigrantes, nos bancos residentes em Portugal subiu de 119.864 milhões de euros em Fevereiro para os 120.358 milhões de euros em Março.

Este é o valor mais elevado de sempre, desde que o Banco de Portugal recolhe estes dados.

O valor dos depósitos beneficia de aumentos nos depósitos a prazo, (até um ano, de um a dois anos e a mais de dois anos), mas baixou nos segmentos com pré-aviso e responsabilidades à vista.

O mais representativo continua a ser o segmento de depósitos até um ano. Neste indicador encaixaram 60.190 milhões de euros no final de Março.

Ainda assim, o maior aumento neste período foi contabilizado no prazo de um a dois anos, com uma subida de 430 milhões de euros.

O Banco de Portugal revelou ainda dados sobre o crédito às famílias e empresas disponibilizado pela banca. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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16
Mai 11

Depósitos são o único produto a atrair a poupança dos portugueses

Os aforradores estão a sair de produtos do Estado e dos fundos, e a refugiarem-se nos depósitos.

Os produtos de poupança tradicionalmente preferidos pelos portugueses estão a perder aforradores e dinheiro. A excepção a esta tendência são os depósitos a prazo e, em muito menor dimensão, os Certificados do Tesouro.

Dados do Banco de Portugal revelam que, só no primeiro trimestre de 2011, os bancos lusos conseguiram cativar 28 mil milhões de euros em novos depósitos, mais 42% do que os 19,6 mil milhões arrecadados em igual período de 2010. Aquela que parece ser uma "corrida aos depósitos" estará relacionada com a aposta dos bancos na melhoria da remuneração destas aplicações já que estas representam uma fonte de financiamento privilegiada da banca. Em termos médios, a taxa de juro dos depósitos a 12 meses é de 3%, mas já não é muito difícil encontrar aplicações que oferecem remunerações de 4%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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16
Mai 11

Está nas suas mãos ter uma boa reforma. Saiba como

Perguntas e respostas que ajudam a “salvar” e “engordar” a sua reforma. Por exemplo, sabia que se tomar o pequeno-almoço em casa pode poupar até 50 mil euros?

 

A população está a envelhecer e os novos reformados vão trabalhar e descontar mais, mas ganhar menos. A Renascença falou com um dos autores do livro “Como salvar a minha reforma”, David Almas (que assina a obra com Joaquim Madrinha). Ambos traçam o retrato de uma Segurança Social que vive no “fio da navalha” e lembram uma estimativa da Comissão Europeia, segundo a qual, em 2020, as pensões vão ser equivalentes a 50% do último vencimento.

A reforma deixou de ser um bem garantido? 
A Segurança Social não vai desaparecer por completo, mas as pessoas vão acabar por trabalhar mais e ter pensões mais baixas. Para compensar essa perda de poder de compra, devem pegar nas suas reformas e investir. 

Dizem que os Planos Poupança Reforma (PPR) não são a melhor solução. Porquê? 
Da análise que fizemos a 600 produtos, concluímos que são caros: têm comissões demasiado elevadas e não renderam o suficiente para justificar essas comissões. Na análise que fizemos entre 1990 e 2009, os PPR renderam cerca de 1,5% acima da inflação. Ora, é um valor baixo tendo em conta que produtos de baixo risco - os certificados de aforro, por exemplo, renderam mais. 

Isso quer dizer que as pessoas foram mal aconselhadas? 
A culpa não é só das instituições financeiras – apesar de continuarem a cobrar comissões demasiado altas –, mas é também das pessoas, que não fizeram o estudo devido, já que se trata do seu dinheiro. O último inquérito do Banco de Portugal refere que mais de metade dos inquiridos apenas confia nas recomendações dos funcionários bancários para fazer o seu investimento. 

Os portugueses podem desistir dos seus PPR? 
Com as mudanças legislativas inseridas pelo Orçamento do Estado, os titulares dos PPR podem abandonar os PPR, devolvendo 1% do capital investido ao Fisco. Além disso, podem ter de pagar comissões de reembolsos às sociedades que gerem os produtos. 

Dependendo da idade da pessoa e quanto tempo falta para a reforma, têm duas opções: 
- Se estiverem próximos da reforma, ou mantêm os PPR ou transferem para outros melhores. 
- Em alternativa, podem pedir o reembolso e elegem um produto alternativo que lhes dê mais rendimento no futuro. 

Quais são as melhores alternativas para fazer um bom pé-de-meia? 
Uma combinação entre fundos de investimento – que são instrumentos de investimento colectivo, mas em geral não têm comissões elevadas – com certificados de aforro e de tesouro, que são títulos de dívida pública de fácil acesso e podem ser adquiridos nos correios a partir de montante de 100 euros. 

Antes de decidir por um instrumento financeiro, que deve fazer um aforrador? 
Deve-se informar e ter conhecimento do funcionamento do produto. É fundamental que leia os prospectos do produto e tirar dúvidas. Além disso, deve fazer análise comparativa. Não se deve prender aos produtos que o seu próprio banco comercializa: se existirem outros mais atraentes e que tenham um potencial de rentabilidade mais elevado até à sua reforma, devem ponderar abrir conta noutra instituição. 

Quando é que se deve começar a poupar para reforma? 
Um euro poupado aos 20 anos gera tanto na idade da reforma como dez euros poupados aos 40 anos. Quanto mais cedo começar, menor será o esforço ao longo da vida e mais garantidamente se chega a um complemento de reforma suficiente. 

Como é que se pode poupar de forma eficiente? 
Assim que recebem o seu rendimento, devem dirigir uma parte para a poupança. Há até algumas instituições financeiras que permitem fazer uma poupança automática mensal. Nesta fase mais difícil do país, é possível cortar no supérfluo: nos pacotes de televisão por subscrição ou começar a tomar pequeno-almoço em casa. Neste último, a poupança é de cerca de 50 mil euros ao fim de 30 anos.

fonte:http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1128&did=155709

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13
Mai 11
13
Mai 11

"Poupança dos portugueses em dívida pública está protegida"

Finanças asseguram que investimentos em certificados de aforro e tesouro estão garantidos.

"A poupança dos Portugueses em dívida pública está integralmente protegida quer no que respeita ao capital quer aos juros", disse fonte oficial do Ministério das Finanças ao Económico.

O esclarecimento vem no seguimento da fuga recorde dos certificados de aforro em Abril, mês em que Portugal pediu ajuda externa. O facto de os portugueses terem retirado 705 milhões de euros dos certificados de aforro em apenas um mês foi interpretado como um reflexo do aumento dos receios dos aforradores quanto à segurança das suas poupanças junto do Estado.

É nesse contexto que as Finanças esclarecem que quer o capital investido quer os juros prometidos estão assegurados.

"A taxa de remuneração dos certificados do tesouro é, actualmente, de 7,10%, sendo, por isso, o investimento melhor remunerado e com menor risco associado", acrescentou a mesma fonte.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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10
Mai 11
10
Mai 11

Depósitos crescem 16 milhões/dia em apenas um mês

Poupanças que portugueses têm no banco fixam novo máximo histórico

 

Só entre Fevereiro e Março, as famílias portuguesas depositaram mais 494 milhões de euros nas suas contas bancárias. Ou seja, a poupança está a crescer a um ritmo de 16 milhões de euros a cada dia que passa. 

Os depósitos dos particulares estão agora fixados em mais de 120 mil milhões de euros, o valor mais alto da séria disponibilizada pelo Banco de Portugal. 

Isto reflecte um sentimento de poupança histórico, pese embora o agravamento do custo de vida e a falta de margem de manobra para esticar o orçamento familiar, com austeridade seguida de mais austeridade. 

Entre Janeiro e Fevereiro os depósitos tinham aumentado 433 milhões de euros para 119.864 milhões. Agora já vão no recorde de 120.358 milhões de euros, segundo a actualização das estatísticas do BdP, citadas na edição desta terça-feira do «Correio da Manhã». 

Se atendermos à comparação anual, entre Fevereiro e Março de 2010, o aumento foi de 3,873 mil milhões de euros ou 10,6 milhões por dia. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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