27
Ago 10

Montepio Super Poupança 2010 - 3ª Série

Montepio Super Poupança 2010 - 3ª Série é um depósito a prazo a 4 anos, com taxas de juros crescentes e pagamento anual de juros. 

Período de comercialização:

De 2 de Agosto a 30 de Setembro. 
O Montepio reserva-se o direito de terminar o período de comercialização antes da data prevista.

Montantes
Montante Mínimo: 5.000 euros, com múltiplos de 50 euros.
Montante Máximo: 500.000 euros

Prazo
4 anos, não renovável.

Remuneração
Os juros são calculados anualmente, de acordo com as seguintes taxas de juro (Taxa Anual Nominal Bruta):

Anos

1º ano

2º ano

3º ano

4º ano

Taxa de Juro (TANB)

2,00%

2,25%

2,75%

4,00%


TANB: Taxa Anual Nominal Bruta

 

TANB Média de 2,75%, para o prazo total do Depósito (4 Anos).

Os juros são creditados anualmente na conta de depósito à ordem associada.

Reforços
Não são admitidos.

Levantamentos antecipados
Podem ser efectuados levantamentos a qualquer momento, total ou parcialmente, sem penalização de juros se ocorrer nas datas de vencimento anual de juros. Fora destas datas, os levantamentos efectuados são sujeitos a penalização total dos juros sobre o capital mobilizado relativos ao período anual em curso. Nos levantamentos parciais é obrigatória a manutenção de um montante igual ao mínimo de constituição (5.000 euros).

 

Artigos relacionados:

Em Agosto quanto posso ganhar com os Certificados do Tesouro?

Depósitos que dependem da bolsa

Os melhores depósitos

publicado por adm às 19:21 | comentar | favorito
27
Ago 10

Soluções de baixo risco para as suas poupanças

A população portuguesa é muito avessa ao risco. Cada português tem, em média, cerca de 7.900 euros em depósitos a prazo, 2.600 euros em seguros de capitalização, 1.500 euros em certificados de aforro, 920 euros em fundos de investimento imobiliário e 190 euros em fundos de tesouraria e do mercado monetário.

Não há qualquer problema em se ser conservador, desde que se procure o melhor rendimento entre as soluções de baixo risco.

Para ajudar os seus leitores mais alheios a instrumentos arriscados, o Negócios foi medir o pulso aos principais produtos de baixo risco. Não conte com rendibilidades elevadas, mas beneficie da probabilidade diminuta de perda.





Depósitos a prazo com a popularidade em queda 

O estrangulamento do mercado interbancário impede que as taxas de juro oferecidas pelos depósitos a prazo dos bancos portugueses acompanhem a escalada das Euribor. Em Maio, a taxa média concedida foi de 1,26 por cento, menos 0,10 pontos percentuais do que em Abril, mostram as estatísticas divulgadas pelo Banco de Portugal. Por isso, é apenas natural que os aforradores apliquem cada vez menos dinheiro nos depósitos a prazo. Em Maio, o montante amealhado nestes produtos foi de 5.940 milhões de euros, o valor mais baixo desde o Verão de 2006, quando as Euribor cotavam ao dobro dos níveis actuais.

Os depósitos até 100 mil euros continuam a ser produtos de baixíssimo risco, porque estão protegidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos, auditado pelo Banco de Portugal. Se está à procura de uma aplicação a prazo generosa, comece a busca junto da oferta "on-line" do seu banco. Regra geral, os depósitos constituídos através do serviço de banca à distância pagam juros mais elevados, embora o melhor nos prazos até 12 meses entre os maiores bancos seja o Poupança Nova Vida que pode ser contratado numa agência do Banif.




Depósitos promocionais: aproveite se puder 

Em algumas situações pontuais, é possível encontrar depósitos promocionais com elevadas taxas de juro. Às vezes isso acontece porque o banco necessita de reunir fundos e não há quem lhe empreste no mercado interbancário. Outras vezes ocorre porque a instituição financeira quer captar novos clientes. O Depósito Crescente 2-3-4 BBVA, disponível até ao final de Agosto, é um bom exemplo. Os novos clientes ou os actuais que aumentem os seus activos junto do BBVA têm acesso a este depósito a três anos que paga uma taxa de juro de dois por cento no primeiro ano, três por cento no segundo e 4,1 por cento no terceiro.

Feitas as contas, a taxa média líquida é de 2,38 por cento. Há outros depósitos que, à partida, parecem ser promocionais pelos juros que prometem, mas que, na verdade, são depósitos arriscados. No início de Agosto, o Santander Totta lançou o Depósito Valor Mundial a três anos, que pode pagar uma taxa anual bruta até 4,93 por cento. Porém, também poderá pagar apenas 0,33 por cento - tudo dependerá da evolução de um cabaz de 14 acções. Para que não restem dúvidas, antes de constituir um depósito exija a ficha de informação normalizada. 

Se houver a indicação "produto financeiro complexo" é porque não é um depósito tradicional, isto é, é um produto com risco.



Certificados de Aforro vs. Certificados do Tesouro 

Teoricamente, os Certificados de Aforro e os Certificados do Tesouro não têm risco, porque são garantidos pelo Estado. Porém, não são substitutos perfeitos: enquanto os primeiros pagam juros variáveis, os segundos têm os rendimentos fixos. Assim, quando o investidor adquire Certificados do Tesouro sabe exactamente quanto irá ganhar. Nos Certificados de Aforro, fica-se dependente da evolução da Euribor a três meses, que serve de referência para o cálculo dos juros trimestrais.

Embora ambos tenham a vida limitada a uma década, à partida, os Certificados do Tesouro são os produtos mais indicados para aplicações de longo prazo. Quem comprou 1.000 euros de Certificados do Tesouro em Agosto sabe que, se não pedir o reembolso antes da maturidade, receberá juros anuais que somam cerca de 420 euros. Quem subscreveu Certificados de Aforro apenas sabe que, à taxa de Agosto, obteria 174 euros em juros no final do prazo, se a taxa se mantivesse durante os dez anos. Porém, isso não acontecerá: se a Euribor a três meses subir, como tem acontecido desde Março, o rendimento dos Certificados de Aforro irá atrás. Para que os Certificados de Aforro rendam mais do que os Certificados do Tesouro nos dez anos é preciso que, em média, a Euribor a três meses fique acima de 3,75 por cento. Nos últimos cinco anos, isso só aconteceu ao longo de dois anos.



Fundos mobiliários só de tesouraria, mas com cuidado 

Aforrar através de fundos de investimento é cómodo, mas são poucos os produtos de baixo risco nesta indústria. Apenas um em cada 73 fundos comercializados em Portugal pode ser classificado como de risco baixo, mostra a base de dados da Morningstar, que reúne mais de cinco mil produtos. Tradicionalmente, os fundos de tesouraria e do mercado 
monetário são as soluções mais conservadoras. Porém, isso não quer dizer que não se pode perder dinheiro.

Os fundos de tesouraria e do mercado monetário são recomendados pelas sociedades gestoras como alternativas aos depósitos a prazo. Normalmente, o prazo mínimo de investimento recomendado são três meses. Embora sejam produtos de risco baixo, nos últimos três meses oito dos 20 fundos de curto prazo geridos em Portugal perderam dinheiro. Aliás, a rendibilidade média nesses três meses foi nula.

O Postal Tesouraria, administrado pela sociedade gestora de fundos da Caixa Geral de Depósitos e comercializado pelos CTT, foi o que mais se desvalorizou: caiu 0,61 por cento nos três meses. O resultado do último ano também foi ligeiramente negativo.






Seguros de capitalização não valem a pena 

O Planode Estabilidade e Crescimento eliminou a dedução à colecta dos seguros de vida, logo parte da vantagem fiscal dos seguros de capitalização desapareceu. A taxa de imposto sobre o rendimento reduzida mantém-se, mas foi alvo de um aumento. Na melhor das hipóteses (após oito anos de aforro, se 35 por cento das entregas forem feitas até metade do prazo), o fisco fica com 8,6 por cento do rendimento. Contudo, isso não é suficiente para se recomendar os seguros de capitalização.

"Os elevados custos e a falta de liquidez são as maiores desvantagens. Mas, para estes prazos [superiores a cinco ou oito anos], já tem uma alternativa mais rentável, segura e sem custos: os Certificados do Tesouro", explicam os especialista da Deco Proteste.

Segundo a associação de defesa dos consumidores, os seguros de capital garantido e rendimento variável ganharam, em média, 2,6 por cento antes de impostos em 2009. As comissões absorvem uma grande fatia da rendibilidade: na entrega paga-se, em média, 1,2 por cento. Além disso a Deco Proteste alerta que, "em caso de falência ou fraude, o mecanismo protector do investidor é claramente inferior ao de outras aplicações financeiras". Nos seguros de capitalização são as reservas técnicas que servem de garantia ao investidor. "Contudo, estas poderão não ser suficientes", dizem os analistas.



Imobiliário já deu o que tinha a dar mas fundos continuam a render 

Os últimos dados do Índice Imométrica/IPD revelam uma descida do retorno do imobiliário. Nos dois últimos anos, a queda ultrapassa os 12 por cento. "Actualmente subsistem muitas dúvidas sobre quanto tempo será necessário para recuperar o valor perdido e os níveis de retorno do passado e se esta é uma meta ao alcance de todos os activos", escrevem os especialistas da Cushman & Wakefield, a maior empresa privada de serviços imobiliários do mundo, num estudo sobre o mercado português em tempos de crise. O Banco de Pagamentos Internacionais, uma organização supranacional que serve de banco aos bancos centrais, concluiu que o envelhecimento da população impedirá que os imóveis portugueses ofereçam um ganho real até 2050. Aliás, entre 22 países, Portugal é o que deverá sofrer mais com o envelhecimento populacional.

Embora os preços dos imóveis estejam em queda, os fundos imobiliários continuam a render. 
No último ano, o ganho médio dos fundos mais acessíveis aos investidores foi de 3,03 por cento, ligeiramente menos do que a rendibilidade anual média de 3,40 por cento no último quinquénio. Antes de investir é preciso ter em atenção às comissões, que podem anular uma grande parte dos ganhos. Por exemplo, o Fundimo, o maior e mais antigo fundo gerido em Portugal, rendeu 2,87 por cento no último ano, mas a sua comissão de subscrição é de 1,75 por cento para quem aplicar menos de cerca de 40 mil euros e a de resgate é de dois por cento.














Deixe o seu dinheiro ir para a Letónia

 



É possível ganhar perto de três por cento por ano num depósito coberto por fundos de garantia.

Dificilmente um banco estacionado na Zona Euro terá margem para remunerar um depósito a prazo a uma taxa muito superior às Euribor. Contudo, é possível obter uma rendibilidade duas vezes superior a essas taxas em território nacional, basta que seja através de uma sucursal de banco com sede num país de juros mais elevados.

É o que acontece com a sucursal portuguesa do letão PrivatBank.

Ao abrirem uma conta a prazo na única agência do PrivatBank em Portugal, na Rua dos Anjos, 67-A, em Lisboa, os aforradores conseguem ganhar até 3,75 por cento por ano, uma percentagem que desce para 2,94 por cento depois da administração fiscal ficar com 21,5 por cento do rendimento por conta de IRS. Esse ganho anual é aplicado nos depósitos a um, dois e três anos. Nos prazos mais curtos, a taxa anual líquida varia entre 2,36 por cento e 2,75 por cento. Os que não podem, ou não querem, abrir uma conta-corrente no PrivatBank podem constituir à distância o EuroDeposit através de transferência bancária.

Na maturidade da aplicação, o capital e os juros líquidos de impostos são devolvidos à conta da qual foi realizada a transferência inicial.

Tal como os aforros nos bancos nacionais, os depósitos do PrivatBank têm uma garantia de reembolso até 100 mil euros em caso de indisponibilidade dos capitais por razões directamente relacionadas com a situação financeira do banco. Os primeiros 50 mil euros estão protegidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos da República da Letónia e os restantes 50 mil euros pelo Fundo de Garantia de Depósitos português.




publicado por adm às 18:43 | comentar | favorito
19
Ago 10

Onde investir? Depósitos ou investimentos cambiais?

As taxas praticadas em alguns depósitos a prazo em moeda estrangeira são sedutoras, mas orisco cambial que acarretam torna-os perigosos.

Os depósitos a prazo são conhecidos pela segurança e garantia de capital, mas perante as taxas de juro praticadas, a maioria não permite ganhos reais. A situação tornar-se ainda mais complicada para quem pretende poupar para uma escapadela ao estrangeiro. Com o valor do euro em tendência decrescente, devido à crise no mercado de dívida e às dúvidas em relação ao crescimento económico dos países da Zona Euro, o prejuízo pode tornar-se duplo.

 

Os depósitos a prazo em moeda estrangeira comercializados na banca nacional podem ser um bom instrumento de aforro para evitar perdas maiores. No Banif, o banco que mais depósitos em moeda estrangeira comercializa, um depósito a prazo em dólares australianos pode render 4,44%, já líquidos de impostos. É, sem dúvida, uma remuneração sedutora mas, devido ao risco cambial, os euros investidos não são garantidos. É que, ao fazer um depósito a prazo em moeda estrangeira, a taxa de remuneração é um dado secundário. O principal é a evolução do cambial entre o euro e a moeda em que é realizada a aplicação.

Perspetivas cambiais

 

Apesar do euro acumular uma perda de 13% face ao dólar desde o início do ano, os especialistas do mercado cambial acreditam que a moeda norte-americana pode valorizar mais 6% face ao euro até ao final do ano. A libra esterlina e o franco suíço também têm boas perspetivas. A primeira, com forte correlação com o dólar americano, já valorizou mais de 8% desde do início do ano, enquanto a moeda suíça cresceu 10% face ao euro. Segundo as estimativas dos bancos de investimento compiladas pela Bloomberg, ambas moedas irão continuar a valorizar nos próximos 12 meses, embora de forma mais modesta, entre o 0% e os 2%.

 

Já nas moedas mais afastadas do conhecimento geral, o destaque vai para dois dólares, o canadiano e o australiano. No primeiro, a moeda valorizou 14% face ao euro e, no caso australiano, o ganho foi de 12%, desde do início do ano. No entanto, a previsão do Banco Central Europeu (BCE) é que a tendência se vai inverter. No caso canadiano, o BCE prevê que o euro cresça 1,5% nos próximo 12 meses, e no dólar australiano, essa subida poderá ser de quase 5%. O dólar neozelandês, resvalou quase 9% desde de 1 de janeiro, no entanto, as perspetivas do BCE é que a moeda recupere cerca de 5% face ao euro

 

Entre as restantes moedas que figuram no Velho Continente, praticamente todas valorizaram face ao euro desde do início do ano. As coroas da Escandinávia (dinamarquesa, norueguesa e sueca) valorizaram em média 4,21%. A coroa checa também valorizou quase 6% e o zloti polaco subiu 3%. Já o forint húngaro perdeu quase 4% face ao euro devido à crise que país sofreu durante o primeiro semestre do ano. Para todas estas moedas, exceto para a moeda polaca, a estimativa do BCE é que o euro valorize durante os próximos 12 meses, recuperando o valor perdido desde Janeiro. Para a moeda polaca, a estimativa da autoridade monetária europeia aponta para uma valorização de 5% face ao euro.

 

Depósitos em moeda estrangeira
Banco - Depósito TANB Moeda
Banif - DP Standard 5,65% Dólar australiano
Banif - DP Standard 3,75% Zloti polaco
Banif - DP Standard 3,75% Forint húngaro
BES - DP normal 365 3,20% Dólar neozelandês
Banif - DP Standard 2,70% Coroa norueguesa
Banif - 90x4 2,48% * Dólar americano
Banif - DP Standard 2,25% Dólar canadiano
Banif - 90x4 2,25% * Libra esterlina
Banif - 90x4 2,25% ** Dólar americano
Banif - DP Standard 1,75% Libra esterlina
Banif - DP Standard 1,50% Coroa sueca
Banif - DP Standard 1,45% Coroa checa
Banif - DP Standard 1,15% Coroa dinamarquesa
Banif - DP Standard 0,95% Franco suiço
BES - DP normal 365 0,28% Franco suiço
Nota:* Montante mínimo: Equivalente a 250 mil dólares; ** Montante Mínimo: Equivalente a 10 mil dólares. Fonte: Bancos. Ordenação da maior taxa de juro para a menor TANB: Taxa Anual Nominal Bruta.

fonte:Expresso

 

Leia também o artigo:Depósitos que dependem da bolsa

publicado por adm às 23:55 | comentar | favorito
19
Ago 10

Saiba como investir nos novos Certificados do Tesouro

Os Certificados do Tesouro são uma alternativa para os portugueses aplicarem o seu dinheiro.

O Governo pretende convencer os aforradores portugueses, "prometendo" ganhos próximos dos juros pagos pelas obrigações do Tesouro.

 

1. Onde os posso subscrever?
Os Certificados do Tesouro estão disponíveis apenas em cerca de um terço dos balcões dos CTT e no Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), instituição junto da qual terá de abrir uma conta, sendo a subscrição feita via Internet.

 

2. Quais os montantes de investimento?
O montante mínimo que poderá subscrever são 1.000 euros (cada título tem o valor nominal de um euro) e o máximo é um milhão de euros. O período máximo de permanência são 10 anos, à semelhança do que acontece nos Certificados de Aforro.

 

3. Como são calculados os juros?
O cálculo dos juros obedece a diferentes fases de vida do produto e varia mensalmente. Assim, na primeira fase, ou seja, durante os primeiros cinco anos, irá receber um juro que terá como referência a taxa de juro dos Bilhetes do Tesouro ou a Euribor a 12 meses, praticadas à data de subscrição. Para este mês, o IGCP definiu juros brutos de 1,40% (1,10% líquidos). No quinto ano, o aforrador é ressarcido do diferencial de juros entre o que estava a receber e o valor fixado com base nos juros das Obrigações do Tesouro a cinco anos no momento da subscrição (4,30% brutos ou 3,38% líquidos). A partir desta data passará a receber anualmente esta taxa até ao nono ano. No décimo ano voltará a ser feito o acerto entre os juros que está a ganhar e a taxa de juro anual garantida para uma aplicação a 10 anos: os 5,35% (4,20% líquidos).

 

4. Quanto rende o investimento?
Os juros são distribuídos ao final de cada ano e depositados na conta do investidor. Quem, por exemplo, aplicar 1.000 euros em Certificados do Tesouro em Agosto, ao fim de 10 anos, poderá contar com um retorno acumulado de 419,98 euros em juros. Caso o resgate seja efectuado no final dos cinco anos, a remuneração será de 168,78 euros. 
Face aos Certificados de Aforro, esta aplicação só compensa a partir do quinto ano de permanência.

 

5. A partir de quando posso resfatar o dinheiro?
Poderá fazê-lo seis meses após a subscrição, podendo também recorrer ao resgate antecipado, total ou parcial, nas datas anuais de pagamentos de juros. Fora dessas datas perderá direito ao juro correspondente ao período entre o último pagamento e a data de resgate.

fonte:Economico

 

Leia também o artigo: Os portugueses investiram 158 milhões de euros nos Certificados do Tesouro

publicado por adm às 23:47 | comentar | favorito
18
Ago 10
18
Ago 10

Os portugueses investiram 158 milhões de euros nos Certificados do Tesouro

Portugueses aplicam 158 milhões de euros em PPR do Estado

 

Os portugueses investiram 158 milhões de euros nos Certificados do Tesouro, um novo instrumento de poupança também conhecido como PPR do Estado, em apenas um mês. Julho foi o primeiro mês em que este produto esteve disponível.

 

Os Certificados do Tesouro (CT) rivalizam com os Certificados de Aforro (CA) na captação da poupança dos portugueses e, claramente, estão a levar vantagem. É que no mesmo mês, os portugueses retiraram, em termos líquidos, 125 milhões de euros dos Certificados de Aforro.

 

Na verdade, no mês em causa foram retirados 171 milhões de euros mas ainda foram aplicados 46 milhões, o que resulta num saldo líquido negativo de 125 milhões, revelam dados do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), divulgados no boletim mensal.

A explicação para a fuga dos Certificados de Aforro CA e para a entrada nos Certificados do Tesouro CT é uma e a mesma: a rentabilidade. Os primeiros, cuja rentabilidade está indexada à Euribor a três meses, que andou em mínimo no último ano, têm rendido cada vez menos, sendo que apenas em Julho se deu uma ligeiríssima subida.

 

Os segundos têm uma rentabilidade mais elevada. Para quem os subscreveu em Julho, a taxa anual pode chegar as 5,5%, desde que o investimento seja mantido até ao prazo da maturidade, ou seja, por 10 anos. Para as subscrições neste mês de Agosto a taxa está já mais baixa, mas apenas ligeiramente: 5,35%. Mesmo para quem pretende aplicar o dinheiro por pouco tempo, a taxa anual de 1,40%.

Desde o início do ano, saíram já, em termos líquidos, 570 milhões de euros dos Certificados de Aforro, um produto que, ainda assim, continua a concentrar 16.301 milhões de euros das poupanças dos portugueses.

fonte: Agencia Financeira

 

Leia também o artigo: Os bancos com as melhores ofertas para depósitos a prazo

publicado por adm às 23:16 | comentar | favorito
17
Ago 10
17
Ago 10

Os depósitos a prazo com as melhores taxas até um ano

Abaixo de um ano, as melhores taxas são a três meses.

 

Os depósitos a prazo continuam a ser um dos produtos de poupança favoritos dos portugueses. Em Maio, o valor total aplicado neste produto ascendia a 117.248 milhões de euros, de acordo com dados do Banco de Portugal.

Mas o que continua a atrair este investimento?

Será apenas a segurança que os depósitos oferecem ou será que a rentabilidade pode ser também um factor de atracção

Na verdade, a taxa de remuneração dos depósitos a prazo já viu melhores dias. A queda prolongada das Euribor, que só agora começam a recuperar, é o principal factor a explicar essa realidade. Em média, os depósitos com prazos até um ano não rendem mais de 1,37% (dados de Junho). Mas as taxas até já começaram a subir, acompanhando a recuperação das Euribor. A maioria dos bancos subiu as taxas, ainda que apenas ligeiramente e superam a inflação. 

Invista a 3 meses ou vários anos

«Para quem quer investir a curto prazo (dois ou três anos), os depósitos são mesmo a única opção», disse o analista da Deco, Jorge Duarte, à Agência Financeira

Os bancos oferecem depósitos para todos os gostos: uns podem ser subscritos com qualquer montante, outros só a partir de 60 mil euros, uns a um mês, outros a vários anos. 

«As melhores taxas são normalmente as oferecidas nos depósitos contratados através da Internet», avisou o especialista. E confirma-se. Analisámos os depósitos oferecidos em Julho pela banca nacional para os vários prazos e descobrimos os melhores.

Se quiser aplicar o seu dinheiro a apenas um mês, as taxas mais elevadas estão no depósito a prazo (DP) do netB@nco do Santander Totta, cuja taxa anual nominal líquida (TANL) é de 1,01%, e no depósito a prazo do Big, cuja taxa é de 0,79%. O primeiro só exige 250 euros, o segundo só está disponível para quem tem 500 euros ou mais. 

Actualmente, o prazo onde as taxas oferecidas são mais interessantes é o de três meses. Vão vencer perto do final do ano, altura em que os bancos procuram reorganizar o seu balanço. Ou seja, é possível reinvestir o dinheiro numa altura em que os bancos precisam de captar mais recursos dos clientes, e oferecem melhores condições.

Para quem está disposto a investir por três meses, o Totta oferece mais uma vez a melhor taxa: o DP 5 oferece uma TANL de 3,93% (montante mínimo de 250 euros). Segue-se o Best, com o Depósito a Prazo Blue e o Depósito Novos Clientes, ambos com 3,14% (mínimo de 2.500 euros). 

A seis meses, os depósito a prazo com melhores taxas são da Caixa Galicia e do Big. Na primeira, tem o depósito a prazo Especial On (TANL de 1,96% com montante mínimo de 3 mil euros). No segundo, tem o DP TOP e o DP TOP II, que oferecem TANL de 1,73 e 1,85%, respectivamente (mínimos de 20 e 60 mil euros). 

Nos depósito a prazo a um ano, destaca-se o Banco Popular, com o Depósito Ouro Plus 12 meses (2,36%, a partir de 300 euros), o Santander Totta com o Novo Depósito (1,77% a partir de 500 euros) e o Banif com o Poupança Nova Vida (1,77%, sem montante mínimo).

fonte:Agencia Financeira

 

Leia também o artigo:Os bancos com as melhores ofertas para depósitos a prazo

publicado por adm às 15:59 | comentar | favorito
16
Ago 10
16
Ago 10

Juros dos depósitos sobem 20% num mês

Bancos sem dinheiro procuram cativar clientes. Voltam os depósitos promocionais

 

Devido à crise de liquidez, a banca começa a apostar forte nos depósitos de particulares para captar dinheiro. A subida dos juros e o aparecimento de novos produtos promocionais são a prova desta nova estratégia, numa altura do ano em que tradicionalmente os níveis de poupança aumentam, com o regresso dos emigrantes.

 

Em Junho, os juros médios oferecidos pela banca a quem fez novos depósitos subiu 20,6% face ao mês anterior, parecendo pôr um ponto final no pico mínimo de taxas historicamente baixas, que se registaram entre Março e Maio, de acordo com os dados do Banco de Portugal.

Ainda assim, os 1,52% médios praticados pelos bancos em Junho estão abaixo dos 1,97% pagos há um ano e longe do máximo de 4,66% praticados em Outubro de 2008, em plena euforia de corrida aos depósitos, face ao desmoronar dos mercados de capitais por todo o mundo.

Mas já é possível obter, junto da banca a operar em Portugal, taxas líquidas de 1,8% para depósitos a um ano, para montantes até dez mil euros (ver caixa ao lado). É o regresso em força dos depósitos promocionais, apresentados por algumas instituições, que mantêm estas ofertas em comercialização para novas entradas de dinheiro, durante determinados períodos.

 

Com a crise de liquidez vivida pela banca europeia a agudizar-se a partir de Março, os bancos portugueses voltaram-se inicialmente, na sua estratégia de captação de recursos junto dos seus clientes, para a emissão de obrigações. São títulos de dívida própria, que conseguiam oferecer alguma atractividade, em termos de taxas de juro, face aos níveis baixos dos indexantes, como as taxas Euribor. Essa campanha foi agora posta de parte.

 

Face à redução da liquidez extraordinária injectada pelo Banco Central Europeu (BCE) nos bancos e à consequentemente reanimação do mercado interbancário, com as Euribor a subirem, os bancos voltam-se para os recursos dos clientes e começam a subir as remunerações dos seus depósitos.

Para os consumidores que querem investir alguma poupança nos seguros depósitos a prazo, o ideal será fazer uma prospecção de mercado - o chamado shopping around - e, se for caso disso, até mudar de banco. Isto porque as melhores ofertas, em termos de taxas de juro, são feitas para captar novos clientes.

 

Algumas instituições, como o caso do Banco de Investimento Global (BIG), disponibilizam taxas de juro líquidas de 3,925%, apenas por dois meses, para novos clientes. O Best, do grupo BES, por exemplo, oferece 3,14% líquidos, por três meses.

O acesso às melhores ofertas é feito, de forma generalizada, através dos canais Internet. O tradicional recurso ao balcão dos bancos é de todo desaconselhado, pois os juros pagos a estes depósitos variam de 0,4% a 0,6%, brutos.

Outro aspecto a ter em conta na hora de fazer um depósito é a diferença entre taxas brutas (TANB, taxa anual nominal bruta) e líquidas (TANL). Isto porque a taxa de IRS aplicada a estes produtos subiu de 20% para 21,5%. E atenção que a inflação já está a subir e ameaça correr, em termos reais, o aumento dos juros.

fonte:DN

 

Leia também o artigo:As melhores ofertas de depositos

publicado por adm às 00:55 | comentar | favorito
10
Ago 10
10
Ago 10

Os melhores Depósitos para fazer em férias

Só precisa de ter Internet para aceder ao seu banco e aplicar as poupanças nos melhores mealheiros para o seu dinheiro.

 

Nos primeiros cinco meses de 2010 os portugueses depositaram menos 21,5 mil milhões de euros nas instituições financeiras nacionais do que no mesmo período de 2009. Juros pouco atrativos (1,37% em média nos depósitos com prazo até um ano, em junho), retenção de impostos superior de 20% para 21,5% e menor capacidade financeira de muitos portugueses, podem ser as variáveis que limitam a popularidade dos depósitos bancários, mas a verdade é que poupar significa hoje praticamente trabalhar para manter o poder de compra face à inflação que atingiu os 1,2% entre junho de 2009 e o mesmo mês de 2010

 

Contudo, e segundo a informação dos bancos, nos últimos dois meses os preçários foram melhorados. Nas soluções à distância, tradicionalmente as mais vantajosas em termos de juros, são muitas as mudanças para melhor. O depósito do Banif, Banifast, que pode ser constituído com €500, subiu os juros (TANB) nas suas aplicações, exemplo do prazo de um ano que subiu dos 2% para os 2,40%, enquanto o BPI subiu a remuneração do seu DP BPI Net Extra, que pode ser constituído com €5000. O depósito deste banco paga agora 1,85% em 12 meses, quando pagava apenas 1,25% em junho.

Subidas de juros alargadas

 

Estas não foram, contudo, as únicas alterações nos principais mealheiros que estão desenhados para os clientes bancários pelas plataformas à distância. Barclays, Banco Espírito Santo, Banco Português de Negócios, Montepio e Caixa Galicia também subiram as suas ofertas para os clientes pela Internet, enquanto a Caixa Geral de Depósitos e o Banco Popular viram os seus depósitos desenhados para os ciberclientes crescerem por via da subida das taxas Euribor.

Para lá das ofertas promocionais de bancos mais conhecidos pela sua aposta na banca à distância, como os depósitos de 3% e 5% a 2 e 4 meses do Banco de Investimento Global, e do depósito a 3 meses com 4% de TANB do Banco Best, as melhores ofertas de depósitos que incluem a designação Net ou que estão principalmente focados no dinheiro dos clientes à distância, e que podem ser constituídos nas suas férias da praia ou do campo, vêm do Banif, da Caixa Galicia, do Finibanco e do Santander Totta.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/d

publicado por adm às 23:36 | comentar | favorito
08
Ago 10

Certificados de aforro, do Tesouro ou depósitos qual a melhor opção?

Dependendo do montante que tem para aplicar e por quanto tempo pretende mantê-lo aplicado, há uma solução rentável e segura para si, Certificados de aforro, do Tesouro ou depósitos qual a melhor opção?

Se sobrar algum dinheiro das férias, e decidir aplicá-lo num produto de poupança, mas não quiser correr grandes riscos, tem várias opções à sua escolha. Se não sabe por qual optar, nós ajudamos a escolher.

Os certificados de aforro já não são um produto atractivo como chegaram a ser. A rentabilidade deste produto está indexada à Euribor a três meses e, apesar de as taxas de juro terem invertido recentemente a tendência de queda e terem começado a subir, a verdade é que os avanços ainda são pequenos e a taxa de juro continua muito baixa.

A rentabilidade subiu para quem fizer novas subscrições este mês, mas mesmo assim, os certificados de aforro vão render ligeiramente menos que 1% ao ano.

Isso explica a fuga massiva dos portugueses em relação a este produto. Só desde o início do ano, mais de 440 milhões de euros saíram dos certificados de aforro, em termos líquidos.

Os especialistas apontam, por isso, duas alternativas, que podem ajudá-lo a aumentar o seu pé-de-meia: os depósitos a prazo e os certificados do Tesouro, o novo produto de investimento criado recentemente pelo Governo.

Dois produtos que podem ser o ideal para si, consoante o caso. Se está a pensar aplicar as suas poupanças por pouco tempo (menos de cinco anos), o mais indicado é um depósito a prazo. Dados recentes da Deco indicam que os depósitos a 12 meses rendem até 2,4% líquidos ao ano.

Mas, se está a pensar deixar o seu dinheiro aplicado por prazos mais longos, os certificados do Tesouro podem ser uma opção interessante. Quem subscrever este novo produto de poupança do Estado durante este mês, e mantiver os títulos até à maturidade, ou seja, durante dez anos, irá auferir no máximo um juro bruto anual de 5,35%. Mas só são atractivos a prazos alargados porque, nos primeiros quatro anos, deverão render apenas cerca de 1% líquidos ao ano.

fonte:www.tvi24.iol.pt

publicado por adm às 22:10 | comentar | favorito
08
Ago 10

Depósitos que dependem da bolsa

Os depósitos indexados oferecem a sensação de estar na bolsa, mas a garantia de capital e os ganhos potenciais mais reduzidos colocam-lhe os pés na terra.

 

Se deseja combinar o seu dinheiro depositado com cenários de desempenhos de ações nas praças financeiras, existem os depósitos indexados. Garantidos até € 100 mil pelo Fundo de Garantia de Depósitos, alguns destes mealheiros mais arriscados permitem ter uma rendibilidade mínima garantida, assumindo normalmente uma ligação a índices bolsistas ou a desempenhos acionistas, mas terá de perceber duas coisas: os cenários de ganhos são potenciais e os retornos, em alguns casos, deixam muito a desejar.

Conheça a oferta que existe no mercado português e veja se algum se ajusta ao seu perfil de risco e à sua capacidade de sofrer por mais algum dinheiro.

Invest Europa Autocallable

 

Banco Banco Invest
Prazo 18 meses (máximo)
Rendibilidade mínima garantida não possui
Período de subscrição até 15 de Agosto de 2010

Este depósito tem a sua rendibilidade associada ao índice EuroStoxx 50 , sendo que o prazo do depósito pode variar. Caso o índice passado seis, doze ou dezoito meses, tenha uma cotação superior à cotação inicial, o mesmo irá render, respetivamente, 4,89%, 4,93% ou 4,92%. Se em nenhuma destas datas o índice estiver superior à cotação inicial, o depósito não terá qualquer rendibilidade, ficando o cliente com o dinheiro que depositou inicialmente. Este depósito poderá ver o seu prazo encurtado, caso se verifique passado os seis ou os doze meses que o índice está a um valor superior ao inicial. As taxas apresentadas são anuais, logo no caso de o depósito terminar no final dos primeiros seis meses, o cliente recebe um juro de 2,5% (brutos).

Valorização 5 USD - 3ª Série

 

Banco Santander Totta
Prazo 3 anos
Rendibilidade mínima garantida 0,49%
Período de subscrição até 20 de Agosto de 2010

O valor dos juros pagos por este depósito do Santander Totta está diretamente associado à valorização bolsista de cinco empresas americanas: Abbott, General Electric, Coca-Cola, Procter & Gamble e Exxon Mobil. Caso a cotação das cinco ações, no final do prazo do depósito, seja superior ou igual à inicial, o depositante recebe uma remuneração de 2,96% ao ano. Caso apenas quatro das cinco ações tenham um comportamento bolsista positivo ou neutro, o depositante irá receber uma remuneração de 1,48% ao ano. Caso contrário irá receber os 0,49% indicados na descrição do depósito. De realçar que este depósito está denominado em dólares norte-americanos e avisa o cliente que "o capital inicialmente investido em dólares norte-americanos (USD) está integralmente garantido no vencimento também em dólares norte-americanos (USD)". O facto de ser efetuado em dólares é mais um fator de incerteza neste depósito, sendo que o depositante irá beneficiar caso o dólar veja o seu valor subir em relação ao euro.

Eurovalor Setembro 2011

 

Banco Caixa Geral de Depósitos
Prazo 12 meses
Rendibilidade mínima garantida não possui
Período de subscrição até 1 de Setembro de 2010

A rendibilidade deste depósito depende do dólar, não do norte-americano como é habitual, mas sim do australiano. De acordo com o prospeto, "este depósito pressupõe que o investidor tem a expectativa de depreciação moderada do euro face ao dólar australiano durante o prazo do mesmo", ou seja, o investidor irá obter uma rendibilidade elevada caso o valor do dólar australiano em relação ao euro aumente. No entanto, o depositante é informado no prospeto que a taxa máxima de remuneração será de 3,205%. Caso aconteça o contrário, o valor do euro em relação ao dólar australiano aumente, o investidor não irá receber qualquer valor de juros. Em termos históricos, nos últimos doze meses o euro tem perdido alguma da sua força em relação ao dólar australiano, valendo atualmente 1,44 dólares australianos, quando atingiu um máximo em 26 de Agosto de 2009, de 1,71 dos mesmos dólares.

Valorização Europa Top 50 - Agosto 2010

 

Banco Santander Totta
Prazo 5 anos e 1 dia
Rendibilidade mínima garantida 0,49%
Período de subscrição até 3 de Setembro de 2010

Este depósito também tem a sua rendibilidade associada ao índice EuroStoxx 50 , índice que contem, entre outras, empresas como a Total, o Banco Santander, a Siemens, a Telefónica e a Sanofi-Aventis. O depositante tem garantido que irá receber 0,49% por ano (brutos), sendo que o máximo que poderá receber é metade da média das variações mensais do índice. A lista total de empresas e o peso que as mesmas têm no índice encontram-se disponíveis no propecto informativo. Neste propecto também se encontram as variações históricas deste índice, que permitem ao cliente verificar o comportamento do índice e tentar perceber o futuro do seu depósito. Veja o exemplo deste depósito.

Exemplo prático: durante os 60 meses que duram os depósitos as variações do índice podem oscilar entre valores negativos ou positivos. No final do prazo do depósito é verificada a variação que cada mês teve e é efectuada a média dessas variações. Caso a mesma seja negativa ou inferior a 0,98%, o depositante recebe 0,49% de juros. Caso seja um valor superior, por exemplo uma valorização média de 2% ao longo dos 60 meses, o cliente recebe 1%, metade da média calculada.

Os quatro depósitos indexados aqui indicados não são re-embolsáveis antecipadamente, tendo o depositante que manter o depósito até ao final do prazo contratado. Deste modo, apenas deverá colocar o seu dinheiro nestes depósitos caso preveja que não irá necessitar do mesmo a curto prazo.

fonte:http://aeiou.expresso.pt

publicado por adm às 22:04 | comentar | favorito