24
Set 13

Descubra os depósitos que rendem mais

O Diário Económico analisou os depósitos a prazo nos preçários de 21 instituições financeiras a operar em Portugal.

banco best
Depósito 4% Já 

Trata-se de um depósito a 3 meses disponibilizado pelo Banco Best. Destina-se a montantes entre 2.500 e 30 mil euros e é remunerado com uma TANB de 4% (2,88%, líquidos). É exclusivo a novos clientes da instituição e não permite a mobilização antecipada dos capitais aplicados nem reforços. Os juros são pagos antecipadamente na altura da subscrição.
2,88%


banco popular
DP Ordenado

Ao domiciliar o ordenado no Banco Popular pode subscrever o "DP Ordenado", um depósito a 12 meses que é remunerado com uma TANB de 3,9% (2,808% líquidos). Não mobilizável antecipadamente, este produto destina-se a montantes entre 500 e 15 mil euros e não são permitidos reforços. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,81%


banco big
Superdepósito

Para o prazo de 3 meses, o "Superdepósito" do banco BiG remunera a uma TANB de 3,75% (2,74% líquidos). Este produto é válido apenas para novos clientes e novos montantes entre 500 e 60 mil euros. A mobilização antecipada é possível pelo montante total, com penalização de 25% dos juros. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,74%


banco popular
Depósito Eu Poupo!

Este depósito a 3 anos destina-se apenas a clientes com idade até 30 anos que adiram às contas para jovens do Popular. Está disponível para montantes entre 300 e 25 mil euros não sendo possível a mobilização antecipada. É remunerado com uma TANB de 3,65% (2,63% líquidos), com pagamento de juros no vencimento.
2,63%


banco invest
Novos Depósitos

Esta aplicação a 1 ano é exclusiva a novos montantes que entrem no banco. É remunerada com uma TANB de 3,5% (2,52% líquidos) e válida para montantes entre 2 mil e 75 mil euros. São permitidas mobilizações antecipadas totais ou parciais com penalização de 50% dos juros.
2,52%


finantia
Depósitos a prazo

Na subscrição dos seus depósitos a 12 meses e a 2 e 3 anos, o Finantia oferece aos novos clientes uma TANB de 3,5% (2,52% líquidos). Contudo, estas aplicações destinam-se apenas a montantes acima de 50 mil euros. A mobilização antecipada implica a penalização total dos juros sobre o capital mobilizado.
2,52%


banco Bic
DP Performance

Neste depósito a 3 anos, o Banco BIC remunera com uma TANB de 3,4% (2,45% líquidos). O "DP Performance" destina-se aos clientes do banco que apliquem montantes entre 2.500 e 250 mil euros. As mobilizações antecipadas também são penalizadas com o não pagamento de juros. Esta penalização varia consoante os montantes.
2,45%


banif
Poupança Nova Vida

Este depósito pode ser subscrito apenas por clientes com mais de 50 anos e admite montantes acima de 100 euros. As aplicações para prazos entre 365 dias e dois anos oferecem uma TANB de 3,35% (2,41% líquidos). As mobilizações antecipadas são penalizadas com o não pagamento de juros. Esta penalização varia consoante os montantes e tempo decorrido.
2,41%


banif
Banco Rendimento Maxi

Com um mínimo de constituição de 5 mil euros este depósito não mobilizável, pode ser constituído por 12 meses. A taxa de juro é aplicada de acordo com o montante de constituição do depósito e pode variar desde uma TANB de 3,3% (até 50 mil euros) até 3,4% (acima de 100 mil euros)
2,38%


banco Bic
Depósito Extra

O "Depósito Extra" destina-se exclusivamente a novos recursos, é válido para montantes entre 5 mil e 100 mil euros e remunerado com uma TANB de 3,3% (2,38% líquidos). Nesta aplicação a 12 meses não são aceites mobilizações parciais, pelo que o resgate antecipado implica a sua liquidação, com penalização de juros.
2,38%


banco BiG
Depósito a 5 anos

Este depósito a 5 anos disponibilizado pelo BiG oferece uma TANB de 3,3% (2,38% líquidos) e destina-se a todos os clientes do banco. É válida para montantes acima de 500 euros e possibilita a mobilização antecipada pelo montante total, com penalização de 85% dos juros. Os juros são pagos no vencimento da aplicação.
2,38%

 

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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11
Nov 12

Certificados de Aforro ganham nova vida em 2013

Em Setembro, o Governo aumentou a remuneração destes títulos, para valores superiores a 3%.

O mais antigo produto de aforro do Estado voltou a entrar na corrida pelas poupanças dos portugueses. Numa manobra de reanimação por parte do Governo, um dos mais icónicos produtos de aforro dos portugueses passou a pagar, desde Setembro, uma taxa de juro bruta superior a 3%. Uma remuneração que fica acima da maioria dos depósitos a prazo comercializados actualmente pelas instituições bancárias, os concorrentes mais directos dos Certificados de Aforro.

Depois de uma fuga de capitais que durou 41 meses consecutivos, a instituição que gere o crédito público decidiu finalmente agir aumentando a remuneração associada aos Certificados de Aforro. O IGCP introduziu assim um prémio de 2,75% (275 pontos base) para os certificados da série C, a única actualmente em comercialização, para vigorar até final de 2016. Um prémio que coloca os juros brutos deste produto em 3,17%, para as novas subscrições em Novembro, o que compara com os 0,42% que estes certificados pagariam mediante as regras antigas.

E se no primeiro mês em que a medida vigorou não foi suficiente para voltar a captar investimento líquido, pelo menos convenceu muitos investidores a não resgatarem os seus certificados. Em Setembro o Estado perdeu "apenas" 38 milhões de euros com este produto, quando desde Julho de 2010 registava saídas líquidas mensais superiores a 100 milhões de euros.

Os certificados da série C não foram os únicos beneficiados com esta medida. O IGCP aumentou também a remuneração associada aos produtos da série B, concedendo-lhes um prémio adicional de 100 pontos base. Embora já não se encontre em comercialização, esta série representa 94% do total investido em certificados - a série C representa apenas 1,59% - o que significa que era urgente estancar a fuga de capitais desta série. Ainda mais porque, dos 9,7 mil milhões de euros que continuam investidos neste produto, quase 4,2 mil milhões correspondem a juros a serem pagos pelo Estado aos aforradores no momento do resgate. Juros que estão concentrados, quase na totalidade, nesta série B. Trata-se de dinheiro do qual o país não dispõe, o que obrigaria Portugal a aumentar o nível de financiamento por outras vias, nomeadamente nos mercados de dívida de curto-prazo.

O início da fuga dos Certificados de Aforro começou com a comercialização da série C e com a revisão da série B, no início de 2008. Na altura o Governo alterou a fórmula de cálculo de juros deste produto, baixando abruptamente a sua remuneração. Desde então, mais de 230.000 subscritores abandonaram este produto, resgatando quase 8,5 mil milhões de euros. Uma conjuntura que foi ainda agravada nos últimos anos, dada a necessidade de muitas famílias recorrerem a poupanças, mas principalmente devido à concorrência dos depósitos a prazo até meados deste ano.

Com a introdução dos prémios de remuneração, o Governo não antecipa entradas de capital significativas em 2013, mas também já não prevê resgates líquidos na ordem dos dois mil milhões de euros anuais como até então. De acordo com o Orçamento do Estado, o Governo prevê captar 141 milhões de euros com este produto em 2013.

Trabalho publicado na edição de 31 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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06
Nov 12

Famílias retiram dinheiro dos depósitos a prazo

Os bancos estão a emprestar mais dinheiro para consumo e outros fins do que para comprar casa. Em setembro, o crédito destinado a financiar a aquisição de habitação rondou 140 milhões de euros, sendo este o valor mais baixo desde que o Banco de Portugal divulga estes dados. Já a fatia destinada aos outros segmentos ascendeu a 352 milhões de euros.

Famílias retiram dinheiro dos depósitos a prazo
Os portugueses depositaram nos cofres dos bancos, em setembro, somente 6,96 mil milhões de euros, contra os 9,9 mil milhões registados um ano antes. É uma quebra de 29,7% no espaço de apenas um ano, de acordo com os dados publicados ontem pelo Banco de Portugal. A comparação mensal também revela que há menos dinheiro a ser canalizado em poupança, já que em agosto, o montante de novos depósitos tinha ascendido a 8,4 mil milhões. Por tudo isto, não surpreende que o saldo global do dinheiro depositado nos bancos tenha somado 130,5 mil milhões de euros em setembro, uma descida de nada menos 894 milhões de euros em relação ao mês anterior.

 

 

Taxa média de depósitos é a mais baixa desde 2010
A subida do desemprego e a quebra do rendimento das famílias, a reduzida remuneração e os sucessivos aumentos das taxas liberatórias são alguns dos fatores que ajudam a explicar que a fatia de dinheiro que as famílias têm aplicada em depósitos bancários tenha registado uma descida em setembro. Segundo o Banco de Portugal, a taxa média oferecida aos depósitos até um ano rondou, em setembro, os 2,6%, sendo a mais baixa desde dezembro de 2010. Esta fraca rentabilidade contrasta com o reforço do prémio de permanência dos certificados de aforro, que praticamente garante uma taxa de juro superior a 3% para as aplicações realizadas a partir de setembro.

Crédito às famílias e empresas em queda
O travão na concessão de novos empréstimos - situação que reflete a dificuldade dos bancos em se financiarem no exterior e as também a quebra de investimento por parte das famílias e empresas - tem levado a que seja cada vez menor o volume total do dinheiro que as empresas e famílias devem aos bancos. Em setembro, os particulares deviam às instituições financeiras 135,47 mil milhões de euros (menos 2,7 mil milhões do que há um ano), sendo que deste total, a maior fatia (110,7 mil milhões) está no segmento do financiamento de habitação. Junto das empresas o valor dos empréstimos caiu, no mesmo período, de 116,4 mil milhões para 108 mil milhões.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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03
Nov 12

Especial poupança: 10 melhores depósitos

Os dados do Banco de Portugal (BdP) concluiu que o número total de depósitos aplicados pelas famílias portuguesas ascendeu 103,3 mil milhões de euros em agosto, ou seja, mais 6,3 mil milhões de euros face a igual período do ano passado. Assim, o Dinheiro Vivo apresenta-lhe os melhores depósitos, segundo os dados disponibilizados no site da Deco.

 

Os melhores depósitos


1 - O PrivatBank apresenta o depósito mais rentável - "E-Pé de Meia" - com uma taxa anual nominal bruta (TANB) de 5,45%, retirando os impostos, a taxa líquida do depósito é de 4,09%. A subscrição é feita online e o prazo do produto é de um ano.


2 - A subscrição do "E-Depósito a Prazo a 1 ano" do PrivatBank é por um prazo de 12 meses. O montante mínimo de investimento é de 500 euros. A taxa anual nominal bruta (TANB) é de 5,45% e a taxa líquida do depósito (TANL) é de 4,09%.


3 - Já o "Depósito a Prazo a 1 ano" também do PrivatBank surge na terceira posição e rende uma taxa bruta de 5,25%, o que corresponde a uma taxa líquida de 3,94%. Para subscrever este produto terá que ter, no mínimo 500 euros para investir.


4 - O depósito "E-Depósito Plus a 1 ano” do PrivatBank é aquele que exige 500 euros de montante mínimo para subscrição e o investimento é feito a 1 ano. Com uma TANB de 4,95% e uma TANL de 3,71% e pode ser subscrito pela internet.


- O "Depósito Plus a 1 ano" apresenta uma taxa bruta de 4,75% e uma taxa livre de impostos de 3,56%. O montante mínimo para investir são 500 euros.


6 - A subscrição do "Invest Novos Depósitos a 1 ano" do Banco Invest é por um prazo de 12 meses. O montante mínimo de investimento é de 2000 euros. A taxa anual nominal bruta (TANB) é de 4,50% e a taxa líquida do depósito (TANL) é de 3,38%.


7 - O depósito "Invest Next a 1 ano” do Banco Invest exige como montante mínimo de subscrição 2000 euros, oferecendo uma TANB de 4,35%, que corresponde a uma TANL de 3,26%. Trata-se de um depósito exclusivo para novos clientes.


8 - O “Super Depósito Invest Crescente a 1 ano”, do Banco Invest apresentauma taxa anual nominal bruta (TANB) de 4,13%, retirando os impostos, a taxa líquida do depósito é de 3,10%. Trata-se de um valor médio da taxa, uma vez que os juros crescem trimestralmente. Para investir necessita no mínimo de 2000 euros.


9 - O "Poupança Extra a 1 ano”, do ActivoBank apresenta uma taxa bruta de 4,10% e uma taxa livre de impostos de 3,08%, podendo ser subscrito online. O montante mínimo para investir são 3000 euros, no entanto para valores superiores a 25 mil euros a taxa é superior.


10 - O "Depósito Renda Mensal a 1 ano", do Banco Big oferece uma taxa bruta de 4,05%, a que corresponde a uma taxa líquida de 3,04%. O montante mínimo para investir são 10 mil euros.

 

Fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Mercados/Artigo/CIECO067340.html?page=0

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31
Out 12

Fundos dão juros até nove por cento

Todos os euros poupadinhos devem estar a render e não numa conta à ordem." O conselho é do analista financeiro da Deco, para assinalar hoje o Dia Mundial da Poupança, que salienta haver agora "um esforço acrescido de poupança e menos consumo devido às medidas de austeridade".

Os depósitos a prazo continuam a ser uma das opções mais seguras mas, face à inflação, os fundos de obrigações ou mistos, com risco limitado, estão a tornar-se cada vez mais atractivos para os portugueses.

Para Jorge Duarte, da Deco, "se antigamente era preciso uma fortuna para investir, hoje com 500 euros pode-se aplicar o dinheiro em bons fundos". Por exemplo, esses fundos dedicados a obrigações suecas tiveram um ganho líquido de 8,8 por cento no ano passado. Para quem estiver disposto a correr um maior risco, o investimento directo em acções pode dar bons resultados

Os depósitos a prazo são das opções menos arriscadas para investir o dinheiro, e há bancos a oferecerem uma taxa anual nominal líquida (TANL) de 4,09% para depósitos a um ano.

O especialista da Deco alerta, contudo, para a necessidade de se ter paciência no retorno do investimento: "Para o dia seguinte, só o Euromilhões." Para Jorge Duarte, quem ganhe dois mil euros por mês e queira investir até cinco mil euros "deve fazer um depósito a prazo, para servir de pé-de-meia a que pode recorrer".

GRANDE QUEBRA DO RENDIMENTO DISPONÍVEL 

Os portugueses têm cada vez menos dinheiro disponível no fim do mês. Segundo os dados do Banco de Portugal, em 2012 a quebra do rendimento disponível foi de seis pontos percentuais face a 2011. A pressionar o orçamento familiar estiveram "as medidas de consolidação orçamental", particularmente "a nível da carga fiscal", refere o supervisor. A perspectiva do Banco de Portugal, antes do novo Orçamento do Estado, era de uma melhoria em 2013.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


publicado por adm às 20:34 | comentar | favorito
19
Out 12

Cinco estratégias para garantir juros mais altos

Apesar da descida da remuneração dos depósitos, alguns cuidados podem ajudá-lo a garantir o melhor retorno.

A "guerra pelos depósitos" já faz parte do passado, pelo que garantir taxas de juro atractivas se tornou uma missão mais difícil. De qualquer forma ainda existem aplicações a oferecer taxas atractivas, bastando para tal uma pesquisa mais cuidada, mas também saber jogar com algumas estratégias.


1. Aproveitar os depósitos promocionais: 
Muitas instituições levam a cabo campanhas em que oferecem taxas de juro mais elevadas do que a média praticada pelo mercado aos novos clientes ou aos que entreguem novos recursos. A maior parte destes depósitos são de curto prazo (três meses). Neste campo um dos produtos mais atractivos é o "Depósito 5% Já", disponibilizado pelo Banco Best. Trata-se de um depósito a três meses, que remunera o capital dos novos clientes com uma taxa de juro bruta de 5%. Já no "Super Depósito 4,5%", o Banco BiG oferece uma TANB de 4,5% aos novos clientes que subscrevam este produto por um prazo de três meses. A mesma remuneração é oferecida pelo Banco Invest a quem coloque novos recursos no "Invest Novos Depósitos" por um prazo de 12 meses. Ainda assim, a imposição de limites aos juros dos depósitos pelo Banco de Portugal restringiu a margem dos bancos na oferta dos "superdepósitos". Por outro lado, há campanhas que pagam os juros de um depósito logo no acto da subscrição, o que permite escapar à subida da tributação, que acontecerá no próximo ano.


2. Depósitos ‘online' mais rentáveis: 
É uma tendência que se tem vindo a esbater, mas na qual ainda existem oportunidades. Ao comparar a oferta dos bancos ao balcão e nas plataformas ‘online' verifica-se que as subscrições de depósitos efectuadas através da internet tendem a apresentar retornos mais compensadores. É o que se passa por exemplo, com vários depósitos do Privatbank. Por exemplo, o depósito a um ano E-"Pé de Meia" é de subscrição exclusiva através da plataforma ‘online' do Privatbank e oferece uma TANB de 5,45%. Ao subscrever o "Pé-de-Meia" ao balcão a taxa bruta oferecida já é de 5,25%. Mas existem outros casos similares.


3. Bancos pequenos mais generosos: 
Basta analisar a tabela ao lado para comprovar que os bancos de menor dimensão tendem a oferecer melhores remunerações nos depósitos a prazo. Mas esta tendência é transversal à generalidade dos prazos. Segundo o ‘ranking' de depósitos da Proteste Investe, Privatbank, Banco Invest, Activobank, BiG, Best, BPN/BIC ou o Banif ocupam na maior parte dos prazos as posições cimeiras em termos de retornos.


4. Montantes mais elevados melhor remunerados: 
Quanto maior for o "bolo" do seu investimento, maiores são as probabilidades de conseguir uma remuneração mais elevada. Ao analisar os preçários dos bancos é possível constatar que muitos deles fazem uma discriminação da taxa de juro oferecida em função do montante aplicado. É o que se passa, por exemplo, com o "Invest Depósito a Prazo" do Bank Invest , em que a remuneração bruta para uma aplicação a 12 meses é de 3,75% para montantes entre 2.000 e 20.000 euros, mas pode chegar aos 3,9% para valores acima de 75 mil euros.


5. Garantir a taxa no médio prazo: 
Uma das formas das pessoas se protegerem da tendência de descida dos juros dos depósitos é colocar o dinheiro em aplicações com prazos mais alargados, já que assim garantem a remuneração por um determinado período, mesmo que as Euribor estejam a cair.

Trabalho publicado na edição de 12 de Outubro de 2012 do Diário Económico


publicado por adm às 23:00 | comentar | favorito

Saiba como conseguir os depósitos mais rentáveis

Numa altura em que sobem os impostos e os bancos pagam cada vez menos pelos depósitos, garantir o melhor retorno é uma missão que exige cuidados redobrados.

Os números não deixam margem para dúvidas. Um dos produtos de poupança mais queridos dos portugueses está a perder gradualmente o seu brilho. Segundo os últimos dados do Banco de Portugal, em Agosto, a taxa de juro média dos novos depósitos situou-se nos 2,93%. Trata-se do nível de juros mais baixo desde Fevereiro de 2011. Nessa altura, a remuneração média era de 4%. Na prática, um depósito de 20 mil euros subscrito em Agosto de 2011, renderia ao fim de 12 meses 800 euros. A mesma aplicação efectuada em Agosto deste ano, já renderia apenas 583 euros. Mas a expectativa é de que os juros continuem a baixar. Apesar disso, ainda é possível encontrar algumas aplicações com remunerações atractivas. Para as encontrar é necessário aos aforradores um maior exercício de busca e a adopção de algumas estratégias que lhes permitam tirar partido das tendências do mercado.

A gradual perda de atractividade dos depósitos a prazo é consequência sobretudo de três factores. Um deles é a redução dos juros de referência- as taxas Euribor- que se encontram em níveis historicamente baixos. Outro, é o facto de os bancos não se sentirem tão pressionados para captar depósitos já que estão próximos de atingir as metas para os respectivos rácios de crédito/depósitos . A estes acresce ainda um outro factor importante, a imposição - pelo Banco de Portugal - a partir de Novembro de 2011 de penalizações aos bancos que pratiquem taxas de juro acima de um determinado patamar. Uma medida que acabou por limitar a oferta dos bancos.

É expectável que a remuneração dos depósitos se continue a degradar. "É natural que durante os próximos meses essa descida se mantenha, até porque se antevê que as Euribor continuem a descer, sendo que os bancos costumam acompanhar essa tendência", refere António Ribeiro, economista da Deco. A agravar ainda mais a situação, os portugueses passarão a ter de contar no próximo ano com mais uma penalização na remuneração das suas aplicações a prazo, já que a taxa liberatória de tributação para os depósitos a prazo passará para 26,5%, em vez dos actuais 25%.

Contudo, tal não significa que todos os depósitos a prazo tenham deixado de ser atractivos. António Ribeiro alerta para isso mesmo. "Nos depósitos a um ano, por exemplo, as remunerações líquidas vão desde os 0,1% aos 4%. Isto significa que é possível encontrar algumas alternativas que compensam, por isso aconselhamos as pessoas a fazerem muita pesquisa e comparar as taxas oferecidas", frisa, recomendando para tal a utilização dos simuladores da Deco. Ao analisar o ‘ranking' de depósitos realizado pela associação de consumidores, bem como os sites de 18 bancos, o Diário Económico constatou isso mesmo. Para o prazo de um ano, por exemplo, foram identificadas 15 aplicações a oferecer juros brutos acima de 3,75% (2,81%, em termos líquidos), sendo que o melhor depósito chega a render em termos líquidos acima de 4%.

O Diário Económico identificou cinco estratégias diferentes que poderão ajudá-lo na missão de encontrar os depósitos a prazo mais atractivos do mercado. Uma das mais populares passa por aproveitar as taxas de juro promocionais que os bancos oferecem aos novos clientes do banco ou aos novos recursos . Outra técnica poderá passar pela subscrição de depósitos pela internet, uma vez que geralmente rendem mais do que os tradicionais depósitos feitos ao balcão. Por outro lado, se fizer um depósito a prazo investindo um elevado montante terá maiores probabilidades de conseguir junto do seu banco um juro mais elevado. Segundo António Ribeiro, a opção por aplicações com prazos mais alargados também é uma forma de contornar a expectativa da descida dos juros dos depósitos a prazo. "A quem dispõe de capital que não precisa no curto prazo, aquilo que na Deco recomendamos é colocá-lo em depósitos a três anos. Assim pelo menos nesse prazo, a taxa está garantida", salienta este responsável.

Trabalho publicado na edição de 12 de Outubro de 2012 do Diário Económico

publicado por adm às 08:25 | comentar | favorito
18
Out 12

Depósitos: Quanto vai entregar ao Fisco

Entre as várias más notícias que a proposta do Orçamento do Estado prevê para o próximo ano está a subida da taxa liberatória para 28%. Recorde-se que este é o imposto que incide sobre os juros dos depósitos à ordem e a prazo e que, atualmente, se encontra nos 25%. Até ao final do ano, esta taxa vai aumentar para os 26,5%. Contas feitas, significa que em 2013, quando o seu depósito a prazo vencer irá receber, em termos líquidos, menos euros por via do aumento do imposto sobre os juros destas aplicações.

A título de exemplo: uma família que tenha um depósito no valor de 25.000 euros a uma taxa de juro bruta anual de 3,5%, os juros brutos gerados por esta aplicação renderiam 875 euros. Em termos líquidos, ou seja descontando o efeito fiscal, esta família irá obter hoje um rendimento de 656,25 euros, sendo que os restantes 218,75 euros vão diretos para os cofres do Estado. No entanto, no próximo ano esta fatia fiscal será maior. A uma taxa liberatória de 28%, o mesmo depósito renderá em termos líquidos a esta família 630 euros. Ou seja, há uma perda de rendimento de 26,25 euros por via do aumento da fiscalidade sobre estas aplicações.

Em termos simplificados, significa que por cada 50 euros de juros brutos obtidos nos depósitos a prazo, os aforradores vão entregar em 2013 ao fisco 14 euros, quando em 2012 o valor actual é de 12,5 euros. Perante cenário é certo que as poupanças das famílias serão penalizadas.

Como fintar o aumento da carga fiscal

Apesar deste panorama, os aforradores têm ao seu dispor algumas formas de fintar a subida da fiscalidade sobre as poupanças. Por exemplo, quem estiver a equacionar fazer um depósito a prazo brevemente pode optar por um depósito que ofereça os juros logo no início da subscrição do produto. Se o fizer, os juros serão tributados à taxa atualmente em vigor (25%), mesmo que o depósito só vença em 2013. Estes depósitos têm, no entanto, um inconveniente: regra geral, os aforradores ficam impedidos de mobilizar o dinheiro ali aplicado. Por isso, antes de subscrever um depósito com estas particularidades certifique-se de que não irá precisar do seu capital até à maturidade da aplicação.

Mais-valias de ações, dividendos e obrigações também são penalizadas pelo fisco

O aumento da taxa liberatória não afeta apenas a rendibilidade dos depósitos. Também os investimentos feitos em certificados de aforro, certificados do tesouro vão sentir o mesmo agravamento. O aumento da taxa liberatória em 2013 para 28% vai também aplicar-se aos rendimentos provenientes do investimento em obrigações, às mais-valias obtidas com a venda de ações e aos dividendos recebidos pelos investidores.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt 

publicado por adm às 23:44 | comentar | favorito
10
Out 12

Saiba como fazer crescer as suas poupanças

O Diário Económico fez algumas simulações que o podem ajudar a delinear uma estratégia de poupança mais sustentada.

Não existe uma receita infalível para conseguir "fermentar" as poupanças, sobretudo em períodos económicos conturbados como o actual. As famílias vivem com orçamentos cada vez mais apertados e muitas nem conseguem esticar o dinheiro até ao final do mês. Algumas acabam por ter de recorrer às suas poupanças para fazer face a um imprevisto ou às simples despesas do dia-a-dia. É precisamente por causa de situações como estas que há muito tempo os especialistas em finanças pessoais recomendam os portugueses a recuperar os hábitos de poupança nem que estejam em causa quantias muito pequenas. A própria sabedoria popular aconselha-o: "Poupa nos tostões, terás milhões".

"Poupar é cada vez mais uma actividade fulcral para quem se preocupa com o seu futuro. Tentar garantir um ‘pé-de-meia' confortável significa tentar assegurar um nível de liquidez que satisfaça as suas necessidades financeiras num momento específico, que não tem necessariamente de se cingir ao período de reforma de cada investidor", salienta Rui Broega, director da gestão de activos do banco BiG. Para além do exemplo da reforma, pode estar em causa amealhar dinheiro para fazer uma viagem, estudar, comprar uma casa ou simplesmente para fazer face a imprevistos. Mas o exercício de poupança não deve ser limitado à reserva de uma parte do rendimento auferido. Tal como explica Rui Broega, "poupar pressupõe uma relação de três factores: dinheiro, tempo, objectivo. Os três têm de estar em constante sintonia para que o resultado final seja próximo do desejado", acrescentando que "como poupamos pode ser tão importante como quanto poupamos".

O Diário Económico recorreu a algumas simulações no portal de literacia financeira "Todos Contam" para ilustrar isso mesmo. Foi estabelecido um objectivo final de poupança de 50 mil euros, um montante de aplicação inicial de 1.000 euros e reforços mensais periódicos de 75 euros. Depois foi simulado o tempo que seria necessário esperar para atingir o objectivo, consoante o dinheiro fosse aplicado em produtos com diferentes níveis de retornos (0,5%, 3% e 6%).

No primeiro cenário (0,5%), que equivaleria a colocar simplesmente o dinheiro numa conta à ordem ou numa conta poupança, seria necessário esperar 49 anos até atingir o objectivo traçado. No segundo cenário (3%) que corresponderia a aplicar o dinheiro num depósito a prazo, o tempo de espera seria de 35 anos. No último cenário (6%), que poderia equivaler ao investimento em acções ou em obrigações teríamos de esperar apenas 27 anos para conseguir atingir o mesmo objectivo. Ou seja, entre deixar o dinheiro praticamente "parado" numa conta bancária ou aplicá-lo num produto com uma remuneração de 6%, distam mais de 20 anos para alcançar o mesmo objectivo. Uma prova de que menos tempo pode ser sinónimo de mais dinheiro.


Três formas de amealhar 50 mil euros

Remuneração de 0,5%
Quem conseguiu amealhar algum dinheiro, o pior que pode fazer é deixá-lo "parado" na conta bancária. Apesar do esforço de poupança mensal só ao fim de 49 anos é possível alcançar o objectivo inicialmente traçado. Para tal será necessário poupar 75 euros por mês ao longo deste período. E os juros acumulados por esta poupança render-lhe-ão apenas 4.515 euros.

49 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 0,5%.

Remuneração de 3%
Quem for ao banco consegue com relativa facilidade aplicar o dinheiro em depósitos a prazo remunerados a 3%. Outra opção, são os certificados de aforro que estão a oferecer uma taxa de 3,204%. Apesar de assim conseguir "fermentar" as suas poupanças mais cedo, o mais provável é que a inflação acabe por "comer" o retorno acumulado. Neste cenário, e para atingir o objectivo final, será necessário fazer poupanças regulares no total de 31.650 euros, sendo que os restantes 17.362 euros referem-se a juros.

35 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 3%. Para tal, terá de poupar 75 euros por mês.

Remuneração de 6%
A aposta em produtos remunerados com este nível de taxas pode encurtar para metade o tempo de espera até atingir o objectivo de poupança de 50 mil euros. Neste caso, bastarão 27 anos. Para tal, terá de efectuar poupanças regulares de 75 euros por mês (no total, 24.300 euros), sendo que os restantes 24.729 euros referem-se a juros acumulados neste período. No longo prazo, este nível de remunerações pode ser alcançado através do investimento em acções, obrigações ou fundos de investimento.

27 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 6%.

Trabalho publicado na edição de 4 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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Set 12

Juros de depósitos sobem pela primeira vez em quatro meses

As taxas de juro dos depósitos a prazo voltaram a subir em Julho, depois de três meses a cair.

Segundo dados do Boletim Estatístico, a taxa de juro praticada pelas instituições financeiras sobre os novos depósitos foi de 3,16% em Julho, um ligeiro aumento face ao mês de Junho (3,13%). Foi a primeira vez desde Março que os juros registaram uma subida.

Recorde-se que em Novembro de 2011 a imposição de um limite nos juros praticados pelos bancos, nos depósitos, fez com que estas taxas caíssem abaixo dos 4% logo nesse mês. O regulador aprovou uma medida que prevê que os bancos que ofereçam uma taxa de juro superior em 300 pontos base à taxa de mercado serão penalizados no seu rácio de capital de base.

A acompanhar a suvida das taxas de juro esteve o montante depositado pelos clientes, que subiu de 7.121 milhões em Junho, para 9.116 milhões de euros em Julho. Dados que comparam com a quebra de cerca de mil milhões de euros registada entre Maio e Junho no montante depositado por particulares.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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