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Dez 11

OS MELHORES DEPÓSITOS A PRAZO DE DEZEMBRO 2011

As penalizações impostas pelo Banco de Portugal no início deste mês já fizeram alguns bancos, como o Banif, o BiGonline e o Banco Popular reduzir as suas taxas. A excepção à regra é o Activo Bank que reforçou a sua oferta. Existem boas oportunidades, aproveita-as.

NESTE NATAL OFEREÇA-SE ALGO REALMENTE ÚTIL... DEPÓSITOS A PRAZO

 

Este Natal não é um Natal como os outros. É um Natal mais contido, mais discreto e menos consumista. Mas, ao mesmo tempo talvez seja uma forma de nos recentrarmos no motivo pelo qual celebramos esta data e menos na festa em si. Talvez seja melhor mesmo dar mais amor àqueles de quem gostamos e com a nossa presença os fazermos felizes do que desperdiçarmos dinheiro em prendas compradas à pressa de que  não precisam. No fundo é sermos mais pastores humildes e menos reis magos.

É verdade que alguns de nós - os sortudos - apenas iremos receber 50% do subsídio de Natal, mas é importante que este rendimento extra não seja mal gasto, pelo que deve ser feito um esforço para imediatamente após ele ser recebido, ele ser aplicado num depósito a prazo, pois longe da conta à ordem, longe da tentação. E ao contrário das outra prendas, um depósito a prazo nunca se estraga e nunca é demais.
 

QUAL O PRAZO IDEAL?

Provavelmente o melhor prazo deverá de 6 meses, pois é o prazo que permite obter as melhores taxas neste momento. Como os bancos irão reagir no próximo ano é ainda díficil de perspectivar, sendo expectável que os bancos maiores provavelmente a alinharem pelas taxas recomendadas pelo Banco de Portugal e os bancos mais sólidos ao nível de rácio Tier 1 a oferecerm um pouco mais. Tal como já se pode constatar o investimento em campanhas de publicidade irá ser uma das armas que os bancos irão utilizar, mais uma vez os bancos maiores saem beneficiados. Mas, não se deixe enganar - foque-se mais nas taxas e menos em cromos da bola.

 

Os melhores depósitos a prazo de Dezembro de 2011

 

TANB - Taxa anual nominal Bruta

 

 

Até 10.000 € :

 

3 Meses:

 

ActivoBank DP Poupança Start1 (6,00%)
Banif Super DP Banif@st (3,15%)
BIG DP 3 meses (3
,15%)

 

6 Meses:

 

BIG Super DP (5,00%)
ActivoBank DP Poupança Start1 (4,50%)
Banco Popular DP Ouro2 (4,50%)

 

 

12 Meses:

 

ActivoBank DP Poupança Start1 (4,50%)
Banco Popular DP Ouro (4,00%)
Banif Super Banif@st (3,75%)

 

 

 Até 50.000 €:

 

3 Meses:

 

ActivoBank DP Poupança Start1 (6,00%)
Banif Super DP Banif@st (3,90%)
BIG DP 3 meses TOP (3,50%)

 

6 Meses:

 

BIG Super DP1 (5,00%)
ActivoBank DP Poupança Start1 (4,50%)
Banif Super Banif@st (4,35%)

 

12 Meses:

 

Banif DP não mobilizável4 (4,60%)
ActivoBank DP Poupança Start1 (4,50%)
BIG DP 12 Meses Top (4,50%)

 

Até 100.000 €:

 

3 Meses:

 

Banco Finantia DP 3 Meses 2 (5,00%)
Banif Super DP Banif@st (3,90%)
BPN Mais Poupança (3,50%)

 

6 Meses:

 

Banco Finantia DP 6 Meses2 (6,00%)
Banif DP não mobilizável4 (4,60%)
BPN Mais Poupança (4,25%)

 

12 Meses:
Banco Finantia DP 1 ano2 (6,00%)
Banif DP não mobilizável4 (4,80%)
BIG DP 12 meses Top II (4,75%)

 

Mais de 100.000€:

 

3 Meses:

 

Banco Finantia DP 3 Meses 2 (5,00%)
Banif Super DP Banif@st (3,90%)
BPN Mais Poupança (3,50%)

 

6 Meses:
Banco Finantia DP 6 Meses2 (6,00%)
Banif DP não mobilizável4 (4,60%)
Banco Popular DP Ouro2 (4,50%)

 

12 Meses:
Banco Finantia DP 1 ano2 (6,00%)
Banif DP não mobilizável4 (5,00%)
BIG DP 12 meses Top II (4,75%)

 

 

 

Fonte: Sites dos bancos em 25/11/2011
1Exclusivo para novos clientes.
2Exclusivo para novos recursos.
3O prazo mínimo destes depósitos é superior ao prazo desejado, mas de acordo com as condições dos produtos é possível desmobilizá-os antes do prazo com penalização de 100% sobre os juros não pagos. Assim, poderá desmobilizar-se o capital após o pagamento de juros do período desejado.
4 Não é permitida a mobilização antecipada.
Fonte:http://www.moneygps.pt/
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01
Nov 11

OS MELHORES DEPÓSITOS A PRAZO DE NOVEMBRO 2011

Os dois últimos meses do ano são a melhor altura para fazer depósitos a prazo. Aproveite as melhores oportunidades antes que o Banco de Portugal as faça desaparecer.

BANCO DE PORTUGAL LEGALIZA CARTEL NOS DEPÓSITOS A PRAZO

Faça Depósitos a Prazo e relaxe...É mesmo verdade. O Banco de Portugal legalizou um Cartel para que os bancos ofereçam todos as mesmas taxas no depósitos a prazo, penalizando aqueles que ofereçam uma taxa superior a 3% à da Euribor para o mesmo período de referência.

Ao contrário das medidas a que nos habituou e que visavam a protecção dos consumidores, como por exemplo a regulamentação das condições de crédito habitação, a fixação das taxas de usura ou a supervisão prudencial, o Banco de Portugal vem agora intervir no mercado, favorecendo os maiores bancos em deterimento dos consumidores e impedindo o livre funcionamento do mercado,

Esta medida infeliz apenas irá beneficiar os maiores bancos que assim ficam protegidos das ofertas mais agressivas dos bancos mais pequenos e irá prejudicar os consumidores, pois em vez de obrigar os bancos a competirem por taxa irá levá-los a competirem por orçamento de publicidade. E aí os bancos de maior dimensão poderão rentabilizar o seu investimento muito mais facilmente que os bancos mais pequenos ou sem balcões.

Felizmente bancos como o Banco Big e o Banco Finantia poderão continuar a oferecer taxas superiores às que o Banco de Portugal recomenda pois os seus rácios de capital excedem significativamente o mínimo exigido de 9% até ao final de 2011. No entanto, a medida irá prejudicar bancos como o ActivoBank, o Banif e o Best que eram bancos bastante competitivos ao nível das taxas. 

QUAL O PRAZO IDEAL?

Provavelmente o melhor prazo deverá de 6 meses ou mesmo 1 ano, pois é o prazo que permite obter as melhores taxas neste momento. Como os bancos irão reagir no próximo ano é ainda díficil de perspectivar, sendo expectável que os bancos maiores provavelmente a alinharem pelas taxas recomendadas pelo Banco de Portugal e os bancos mais sólidos ao nível de rácio Tier 1 a oferecerm um pouco mais. Quanto aos bancos que não se encaixem em nenhuma das categorias atrás referidas o ano de 2012 será certamente um ano muito difícil, sendo a sua única alternativa aumentar o orçamento de Marketing ou quem sabe fazer à Espanhola e oferecer Televisões ou outros objectos de consumo a quem faça depósitos elevados.

 

Os melhores depósitos a prazo de Novembro de 2011:
Até 10.000 € 
3 meses 
ActivoBank DP Poupança Start1 (5,50%)
BIG Super DP1 (4,50%)
Banif Super DP Banif@st (3,15%)
6 meses
BEST DP Blue1 4 (6,00%)
BIG Super DP1 2 (5,50%)
Banco Popular DP Ouro2 (5,00%)
12 meses
ActivoBank DP Poupança Start1 (4,50%)
Banco Popular DP Ouro (4,50%)
BIG Deposito a Prazo (3,75%)
Até 50.000 €
3 meses
ActivoBank DP Poupança Start1 (5,50%)
BIG Super DP1 (4,50%)
Banif Super DP Banif@st (3,90%)
6 meses
BEST DP Blue1 4 (6,00%)
BIG Super DP1 (5,50%)
Banco Popular DP Ouro2 (5,00%)
12 meses
Banif DP não mobilizável4 (4,0%)
Banco Popular DP Ouro (4,50%)
BIG DP Top (4,50%)
Até 100.000 €
3 meses
Banco Finantia DP 3 Meses 2 (5,00%)
BIG Super DP1 (4,50%)
Banif Super DP Banif@st (3,90%)
6 meses
Banco Finantia DP rend. Mensal24 (6,00%)
Banco Popular DP Ouro2 (5,00%)
Banif DP não mobilizável4 (5,00%)
12 meses
Banco Finantia DP 1 ano2 (6,00%)
Banif DP não mobilizável (5,30%)

BIG DP Top II (4,75%)
Mais de 100.000€
3 meses
Banco Finantia DP Novos Recursos 2 (5,00%)
Banif Super DP Banif@st (3,90%)
BIG DP Top II (3,75%)
6 meses
Banco Finantia DP rend. Mensal24 (6,00%)
Banif DP não mobilizável4 (5,40%)
Banco Popular DP Ouro2 (5,00%)
12 meses 
Banco Finantia DP 1 ano2 (6,00%)
Banif DP não mobilizável4  (5,65%)
BIG DP Top II (4,75%)
Fonte: Sites dos bancos em 28/10/2011
1Exclusivo para novos clientes.
2Exclusivo para novos recursos.
3O prazo mínimo destes depósitos é superior ao prazo desejado, mas de acordo com as condições dos produtos é possível desmobilizá-os antes do prazo com penalização de 100% sobre os juros não pagos. Assim, poderá desmobilizar-se o capital após o pagamento de juros do período desejado.
4 Não é permitida a mobilização antecipada.
Fonte:http://www.moneygps.pt/
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12
Jul 11

Famílias depositaram 45 milhões por dia em Maio

Particulares estão a resgatar outros produtos de poupança e a reinvestir em depósitos que atingiram um nível recorde acima dos 122 mil milhões

 

Os depósitos dos particulares voltaram a fixar um novo máximo histórico em Maio, reflexo da aposta dos bancos na subida da remuneração destes produtos. Mas também não restam dúvidas que grande parte dos montantes resgatados pelos aforradores de outros instrumentos de poupança, como fundos de investimento, certificados de aforro e até Planos Poupança Reforma, estão a ser canalizados para os "superdepósitos" que a banca está empenhada em promover.

De acordo com as estatísticas do Banco de Portugal, o valor depositado pelas famílias atingiu um valor mais elevado desde que há registos. O saldo dos depósitos disparou de 120.863 milhões em Abril para 122.249 milhões em Maio, ou seja, a poupança dos particulares subiu, num só mês, a um ritmo de 44,7 milhões de euros por dia. Face às necessidades de liquidez que a banca atravessa, numa altura em que o acesso aos mercados continua congelado, a estratégia de financiamento das instituições recai no aumento da remuneração dos depósitos dos clientes. Ao mesmo tempo, a banca reduz a dependência dos empréstimos do Banco Central Europeu cujo valor desceu 7% para 43,88 mil milhões de euros em Junho.

A taxa de juro média dos depósitos subiu de 3,33% em Abril para 3,54% em Maio, reflectindo também o aumento das taxas Euribor. A guerra pelos depósitos é visível neste 12º aumento consecutivo da taxa de juro média que, no mês em análise, atingiu para o valor mais elevado desde Dezembro de 2008.

Os "superdepósitos", com taxas crescentes de remuneração, estão a "roubar" a poupança dos portugueses de outros instrumentos, sobretudo do Estado. O pedido de ajuda externa e o receio de incumprimento ditaram uma fuga de quase dois mil milhões de euros dos certificados de aforro este ano. Também os fundos de investimento registam um saldo acumulado (subscrições menos resgates) negativo de 1.381 milhões de euros. 

O Conselho Nacional de Supervisores Financeiros explicou, em comunicado divulgado ontem, que a estratégia dos bancos incide também na "recomposição da carteira de aplicações de particulares, em resultado de um aumento da aversão ao risco, num quadro de agravamento das tensões nos mercados financeiros". Isto significa que o aumento da captação de depósitos está a ser acompanhado pela redução na concessão de crédito. 

Em Maio, o financiamento à economia (particulares e empresas) recuou para 4,86 mil milhões, menos 61 milhões face a Abril. Ainda assim, a compra de casa e o financiamento às pequenas e médias empresas escaparam ao corte de crédito. As taxas de juro subiram em todos os destinos e segmentos, o que traduz o aumento dos spreads e das taxas Euribor, traduzindo também uma tentativa para travar a procura de crédito. 

Banca compra dívida pública Em Maio, os empréstimos ao Estado diminuíram 4%, graças ao recuo de 24% no valor total empréstimos concedidos à administração central. Mas a banca reforçou em 7% o montante de dívida pública detida. O sector investiu 1570 milhões de euros, tendo provavelmente participado nos leilões de bilhetes do tesouro realizados em Maio.

fonte:http://www.ionline.pt

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27
Abr 11

Melhores depósitos rendem o triplo dos Certificados de Aforro

Em Maio os juros dos certificados vão voltar a subir. Mas os melhores depósitos oferecem mais.

Quem subscrever Certificados de Aforro em Maio vai beneficiar da taxa mais elevada em dois anos: 1,386%. Mas este facto poderá não ser suficiente para atrair o interesse dos investidores. Isto porque no mercado existem depósitos a prazo a oferecer o triplo da remuneração-os melhores depósitos estão a praticar uma taxa anual bruta acima dos 4%. Os dados compilados pela Deco mostram que para um depósito a 12 meses, por exemplo, o BiG tem um produto com uma TANB de 4,25%, o Banif tem uma aplicação que oferece 4,15% e o ActivoBank tem um juro bruto de 4% para um depósito a 12 meses.

Além disso, a subida da inflação torna menos atractivas as taxas oferecidas pelos Certificados de Aforro. As previsões do Banco de Portugal apontam para que a taxa de inflação se situe este ano nos 3,6%. Ou seja, ao aplicar o seu dinheiro em Certificados de Aforro, a estas taxas, não estará a fazer crescer as suas poupanças. 

fonte:http://economico.sapo.pt

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