12
Out 13

Juro dos depósitos baixa fasquia dos 2%, um mínimo de quase três anos

Rendibilidade oferecida pelas aplicações comercializadas pela banca recuou em Agosto. Taxa média caiu para 1,99%.

Os bancos portugueses estão a pagar juros cada vez mais baixos nos depósitos a prazo. Em Agosto, a taxa média oferecida nas aplicações até um ano baixou a fasquia dos 2%, fixando um mínimo de quase três anos. No espaço de apenas dois anos, o juro encolheu para menos de metade.

 

De acordo com os dados revelados hoje pelo Banco de Portugal, a taxa média praticada nas aplicações com um prazo até um ano baixou, em Agosto, para 1,99%, depois de se ter fixado em 2,06% no mês de Julho. É preciso recuar até Setembro de 2010 para encontrar um juro mais baixo (1,91%).

 

A rendibilidade dos depósitos acentuou a tendência de quebra nos últimos meses, sendo que desde o final de 2011 que tem vindo gradualmente a baixar. A queda das taxas de mercado, o “travão” à oferta de taxas altas, associada às menores necessidades de liquidez dos bancos explicam a descida.

 

O último pico nos juros dos depósitos registou-se em Outubro de 2011, quando a taxa média ascendeu a 4,57%. Desde então, ou seja, em menos de dois anos, a rendibilidade das aplicações comercializadas pelas instituições financeiras em Portugal encolheu para menos de metade.

 fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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22
Set 13

Famílias perderam 256 milhões de euros em juros dos depósitos

As taxas de juro dos depósitos disponíveis em Portugal não param de cair.

Longe vão os tempos em que sair de uma agência bancária com um depósito a prazo com uma remuneração atractiva era uma missão bastante simples. Depois da "época dourada" que levou os juros dos depósitos a prazo para níveis recorde no final de 2010, hoje os tempos que se vivem são mais de "vacas magras". A gradual diminuição dos juros oferecidos nos depósitos a que temos assistido - consequência dos níveis historicamente baixos dos juros de referência e à falta de pressão para a banca captar recursos - resulta numa queda considerável de retornos para os depositantes. Tendo em conta o saldo actual de aplicações a prazo, só este ano, a perda cifra-se em mais de 250 milhões de euros.

Segundo dados do Banco de Portugal, no final de 2012, existiam aproximadamente 63,1 mil milhões de euros aplicados em depósitos até dois anos e 37,76 mil milhões de euros em prazos superiores. A cada um dos segmentos correspondia uma taxa de juro média de 2,9% e 3,04%, respectivamente. Contas feitas, ao ‘stock' de 100,87 mil milhões de euros em depósitos a prazo existente nesse mês correspondia um bolo de juros de 2,98 mil milhões de euros. Já no final de Julho deste ano, os juros associados aos 101,69 mil milhões de euros de depósitos a prazo existentes- 62,17 mil milhões em depósitos até dois anos e 39,52 mil milhões de euros em aplicações de prazos superiores- totalizam 2,72 mil milhões de euros. Ou seja, menos 256,38 milhões de euros face ao valor que se verificava no final de 2012.

Este corte resulta sobretudo da queda da taxa de juro média das aplicações para prazos inferiores a dois anos que passou a ser de 2,42%. A diminuição do retorno oferecido nos depósitos com prazos mais curtos levou, aliás, os portugueses a transferir aplicações de curto e médio prazo para maturidades superiores a dois anos, procurando garantir a melhor taxa de juro por um período mais alargado. De salientar que, nos prazos superiores a dois anos, a taxa de juro média tem-se mantido estável ao longo dos últimos meses, ligeiramente acima do 3%.

Estarão os bancos a mudar de estratégia na remuneração dos depósitos?

No entanto, ao olhar para a oferta dos bancos constata-se que os depósitos disponíveis para novas aplicações não aparentam dar seguimento a essa tendência. Neste momento, as taxas de juro mais atractivas estão a ser oferecidas nos prazos mais curtos. Ao analisar a oferta de 21 instituições financeiras a operar em Portugal (ver caixas abaixo), o Diário Económico identificou 14 depósitos a prazo a remunerar com taxas de juro brutas a partir de 3,3% (TANB), sendo que desse conjunto apenas quatro são para períodos superiores a dois anos, enquanto oito são até 12 meses. Essa situação deve-se possivelmente a uma mudança de estratégia dos bancos. Se num primeiro momento as aplicações com prazos longos serviram os interesses dos bancos - que aumentaram consideravelmente a sua oferta dada a necessidade de manterem níveis de liquidez estáveis - agora são uma fonte de pressão para as margens das instituições financeiras. Tendo em conta as taxas de juro de mercado deprimidas, os bancos estão a receber juros de crédito a taxa variável mas a pagar taxas fixas contratadas há vários meses. Dessa forma, têm toda a vantagem em reduzir a sua exposição a aplicações com prazos mais alargados, preferindo privilegiar as de períodos mais curtos.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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08
Jan 13

Taxa dos depósitos recua para mínimo de mais de dois anos

Rendibilidade das aplicações comercializadas pela banca continua a descer. Em Novembro, a taxa média nos depósitos até um ano recuou para 2,44%, fixando um mínimo desde Outubro de 2010.

Após dois meses inalterada, a taxa oferecida pelos bancos nos depósitos para as famílias voltou a ceder, de acordo com os dados do Banco de Portugal. Caiu de 2,6% em Outubro para apenas 2,44% no mês de Novembro.

 

O juro médio encolheu mais de dois pontos percentuais face ao último máximo de 4,57%, fixado em Outubro de 2011, altura em que se deu início à tendência de queda das taxas praticadas pelos bancos nos depósitos a prazo.

 

Foi em Novembro do ano passado que entrou em vigor a “limitação” de juros definida pelo Banco de Portugal, no sentido de travar a “guerra nos depósitos”. Esta é uma das explicações para a tendência de queda das taxas nestas aplicações.

 

A contribuir para a descida da rendibilidade destas aplicações está também o facto de, desde então, as taxas de mercado (as Euribor) terem afundado para mínimos históricos, seguindo os cortes de juros realizados pelo BCE.

 

Além disso, a descida acentuada dos juros oferecidos pelos bancos nos depósitos reflecte também a menor necessidade de recursos do sector. Algumas instituições cumprem já com a exigência de um rácio de 120% entre depósitos e crédito.

 

A queda da taxa praticada pelos bancos nacionais nos depósitos acompanha a tendência registada na Zona Euro. O juro médio oferecido nestas aplicações recuou de 2,74% para 2,73% em Novembro, segundo o BCE. Está acima dos juros oferecidos em Portugal.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

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22
Nov 12

Juros dos depósitos em mínimos de quase dois anos

As taxas de juro dos depósitos a prazo não param de cair.

Segundo o último boletim estatístico do Banco de Portugal, no mês de Setembro, a taxa de juro dos depósitos das famílias desceu para os 2,71%, o que representa o valor mais baixo desde Dezembro de 2010 e que compara com o pico máximo de 4,53% registado em Outubro de 2011.

A diminuição da remuneração dos depósitos a prazo acaba por ser o resultado conjugado de três situações. Por um lado, reflecte a quebra das taxas Euribor que se acentuou no final do ano passado depois do Banco Central Europeu ter descido por duas ocasiões a sua taxa de juro de referência até ao actual mínimo histórico de 0,75%.

Por outro lado, acaba por ser uma consequência da imposição de tectos para a remuneração dos depósitos a prazo pelo banco central português, acima dos quais as instituições financeiras vêem os seus rácios de actividade penalizados. Para além disso, os próprios bancos não se sentem tão pressionados a captar depósitos já que estão próximos de atingir as metas para os seus rácios de transformação de depósitos em crédito.

Em termos dos novos depósitos a prazo constituídos pelas famílias, a tendência de quebra também é uma realidade. Em Setembro, o montante de novas aplicações a prazo situou-se em 6,96 mil milhões de euros, o que representa o valor mais baixo desde Junho de 2010, bem como se trata do terceiro mês consecutivo em que os bancos arrecadam menos depósitos Junho.

Para além da perda de atractividade deste tipo de produto de poupança, a dificuldade das famílias em colocar dinheiro de parte justifica essa tendência de quebra.

A menor captação de depósitos já está a ter efeitos no saldo total, que em Setembro caiu pelo segundo mês consecutivo para os 135,5 mil milhões de euros.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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20
Set 12

Juros de depósitos sobem pela primeira vez em quatro meses

As taxas de juro dos depósitos a prazo voltaram a subir em Julho, depois de três meses a cair.

Segundo dados do Boletim Estatístico, a taxa de juro praticada pelas instituições financeiras sobre os novos depósitos foi de 3,16% em Julho, um ligeiro aumento face ao mês de Junho (3,13%). Foi a primeira vez desde Março que os juros registaram uma subida.

Recorde-se que em Novembro de 2011 a imposição de um limite nos juros praticados pelos bancos, nos depósitos, fez com que estas taxas caíssem abaixo dos 4% logo nesse mês. O regulador aprovou uma medida que prevê que os bancos que ofereçam uma taxa de juro superior em 300 pontos base à taxa de mercado serão penalizados no seu rácio de capital de base.

A acompanhar a suvida das taxas de juro esteve o montante depositado pelos clientes, que subiu de 7.121 milhões em Junho, para 9.116 milhões de euros em Julho. Dados que comparam com a quebra de cerca de mil milhões de euros registada entre Maio e Junho no montante depositado por particulares.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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21
Mar 12

Taxas dos depósitos sobem pelo segundo mês consecutivo

As taxas de juro pagas pelos depósitos a prazo voltaram a subir pelo segundo mês consecutivo.. Em janeiro, as taxas subiram para o valor mais elevado desde novembro, segundo os dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal, divulgados hoje.

A imposição de um limite nos juros praticados pelos bancos nos depósitos, que entrou em vigor em novembro de 2011 esteve na origem da quebra dos juros para valores abaixo dos 4%. No entanto, os dados mostram que, em média, a taxa de juro praticada pelas instituições financeiras nos depósitos foi de 3,87%. Um aumento face aos 3,65% do mês anterior, mas ainda longe dos 4,53% de outubro, ou seja, o último mês antes da entrada em vigor da limitação das taxas.

Desde o dia 1 de novembro, os bancos passaram a estar limitados nos juros pagos nos depósitos e já era previsível que a remuneração destes instrumentos de poupança recuasse.
O regulador aprovou uma medida que prevê que os bancos que ofereçam uma taxa de juro superior em 300 pontos base à taxa de mercado serão penalizados no seu rácio de capital de base. 

Com a nova regra, passou a estar prevista uma dedução aos fundos próprios que relevam para o cômputo do rácio 'core tier 1', em relação com os depósitos contratados com taxa de remuneração acima de um dado limiar.
Essa taxa de referência que os bancos não deverão ultrapassar corresponde à aplicação de um spread de 300 pontos base sobre o valor da taxa Euribor relevante para o período de referência da operação, apresentada sob a forma de percentagem.

Isto significa que se o depósito for a três meses, a taxa de referência resultará do somatório da Euribor a três meses acrescida de 300 pontos base. Já se, por exemplo, o depósito for a seis meses, é tida como referência a Euribor a seis meses mais um spread de 300 pontos base.
Desta forma, os bancos que ultrapassarem esse limite serão penalizados no seu rácio de capital, ou seja, no 'core tier 1'. 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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05
Mar 12

Taxas de juro dos depósitos voltam a subir

Os bancos estão novamente a aumentar a taxa de juro oferecida nos depósitos a prazo. A remuneração média subiu, pelo segundo mês consecutivo, em Janeiro e atingiu os 3,75%.

O valor, revelado pelo Banco Central Europeu (BCE), e citado pelo «Jornal de Negócios», representa uma subida de 19 pontos base face aos 3,56% registados em Dezembro.

Estas subidas representam também uma inversão da tendência registada entre Outubro e Novembro, em que os bancos reduziram bastante a remuneração dos depósitos a prazo (em Outubro estava nos 4,57%). Na altura, os bancos baixaram a taxa de juro oferecida devido aos novos limitem impostos pelo Banco de Portugal.

O regulador definiu em Outubro que os bancos que oferecessem taxas que superem em 300 pontos base a taxa de referência para o mercado (Euribor), seriam penalizados em termos de rácios de capital. O objetivo do banco central é garantir a sustentabilidade do setor, mas isso obrigou as instituições financeiras a moderarem a política de remuneração dos depósitos, para não serem penalizadas.

Os bancos estão a esforçar-se para captar mais depósitos de clientes, devido às exigências da troika, que obrigam a banca a reduzir o rácio entre crédito e depósitos para 120% até 2014. A estratégia está a resultar, já que, de acordo com os últimos dados do Banco de Portugal, em Dezembro, as famílias portuguesas tinham 130,5 mil milhões de euros depositados na banca.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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03
Fev 12

Juros dos depósitos vão ser abrangidos pelo Fundo de Garantia

O Banco de Portugal vai obrigar ao reforço do Fundo de Garantia de Depósitos (FGD), tendo os bancos de contabilizar os juros dos depósitos corridos até à data de indisponibilidade do levantamento, uma alteração que entra em vigor em 2013.

O FGD garante o reembolso dos depósitos constituídos nas instituições de crédito autorizadas a receber depósitos do público e pode colaborar «em acções destinadas a restabelecer as condições de solvabilidade e de liquidez das mesmas instituições», segundo a informação disponível na página da Internet do Fundo.

Num aviso publicado esta sexta-feira em Diário da República, o Banco de Portugal estipula que devem ser incluídos nos saldos dos depósitos «os respectivos juros corridos [juros acumulados desde o último dia de pagamento de juros] contados até à data da indisponibilidade dos depósitos em causa».

O Banco de Portugal sublinha que «o cálculo das contribuições das instituições participantes para o Fundo de Garantia de Depósitos deve ter em conta as potenciais responsabilidades do mesmo, nomeadamente no que diz respeito aos juros corridos associados aos depósitos».

Num outro aviso, o Banco de Portugal define que as mesmas regras devem ser aplicadas ao cálculo das contribuições da Caixa Central de Crédito Agrícola Mútuo, e das caixas de crédito agrícola mútuo suas associadas, para o Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo.

A alteração só será válida para o cálculo do valor das contribuições anuais para o ano de 2013.

O Fundo garante o reembolso da totalidade do valor global dos saldos em dinheiro de cada depositante, até cem mil euros.

O Fundo dispõe de diversos recursos, entre os quais as contribuições das instituições de crédito, as contribuições periódicas (anuais), as contribuições especiais, os rendimentos provenientes da aplicação dos seus activos, importâncias provenientes de empréstimos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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09
Jan 12

Juros para os novos depósitos afundam com novas regras

Em Novembro, e pela primeira vez em 14 meses, a remuneração da banca para os novos depósitos caiu.

Os dados hoje divulgados pelo site do Banco de Portugal revelam que a taxa média oferecida pelas instituições financeiras para as famílias que fizeram um depósito a prazo naquele mês situou-se nos 3,64%. Trata-se de um juro bastante aquém do oferecido no mês anterior, em que a remuneração média praticada atingiu os 4,53%. Ou seja, no espaço de um mês os juros destas aplicações encolheram perto de 20%.

Os números, que já tinham sido avançados em primeira mão pelo Diário Económico na semana passada, são um reflexo da entrada em vigor das novas regras do Banco de Portugal sobre esta matéria. Recorde-se que desde 1 de Novembro que o regulador impôs limites máximos nos juros dos depósitos a prazo, numa forma de tentar por ordem na "guerra dos bancos" pela captação de depósitos e evitar que as instituições pratiquem remunerações demasiado exuberantes ao ponto de colocarem em causa a sua solvabilidade. A medida levou os bancos a colocarem um travão nos juros oferecidos.

Talvez como consequência desse facto, as instituições captaram em Novembro menos depósitos do que o verificado nos meses anteriores. Segundo os dados do Banco de Portugal, a captação de novos depósitos de particulares naquele mês situou-se nos 8,6 mil milhões euros. Trata-se do valor mensal mais baixo desde Dezembro 2010. Esta tendência de quebra é também visível no segmento empresarial.

Os números do Banco de Portugal mostram que os depósitos das empresas caíram em Novembro para o valor mais baixo desde Outubro de 2010: 7,8 mil milhões de euros. Já as taxas de juros para estas aplicações no segmento empresarial resvalaram dos 4,49% oferecidos em Outubro para os 3,27% registados em Novembro. Ou seja, neste momento, a banca está a remunerar melhor os depósitos das famílias do que as aplicações feitas pelas empresas.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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29
Dez 11

Juros antecipados para escapar a imposto de 25%

Aumento do imposto vai baixar a rendibilidade líquida das aplicações a prazo. Solução passa por subscrever depósitos que pagam juros antecipados.

 

A partir da próxima semana aumenta a tributação dos rendimentos de capital. Mais-valias bolsistas, dividendos, mas também os juros dos certificados de aforro e do Tesouro, além dos "tradicionais" depósitos, passam a ser taxados a 25%. Para escapar ao agravamento da fiscalidade, há aplicações a prazo que o remuneram de forma antecipada. O imposto aplicado sobre os depósitos subiu de 20% para 21,5% em 2010. Agora vai voltar a aumentar, passado a equivaler a um quarto do retorno obtido com as poupanças que os portugueses têm junto da banca. Esta medida vai afectar as novas, mas também as aplicações já existentes que paguem juros em 2012.

Mas se for ao banco entre hoje e amanhã ainda pode beneficiar da fiscalidade actual. Tem é de escolher as instituições que têm na sua oferta comercial aplicações que entregam os juros de imediato, em vez de no final dos prazos previstos. Entre eles estão o Banco Best, mas também o Millennium BCP que lançou, recentemente, o "Depósito Já".

O Banco Best há muito que permite aos seus novos clientes receber os juros logo no momento da constituição da aplicação, oferecendo, actualmente, uma taxa bruta anual de 5,5% para aplicações a 90 dias. O BCP fê-lo recentemente, com aplicações a 90 dias, 180, 360 e até três anos.

Numa aplicação a um ano, no BCP, a taxa bruta é de 4,5%. Isto significa que se aplicar, por exemplo, 5.000 euros neste depósito irá obter já um retorno de 176,62 euros. Se os juros fossem pagos dentro de um ano, receberia, em termos líquidos, 168,75 euros. Ou seja, ganha mais 7,87 euros.

O investidor que fizer uma aplicação até amanhã beneficia, assim, da taxa de imposto actual, de 21,5%. A diferença entre o resultado líquido da aplicação aumenta à medida que o prazo se estende. No caso deste banco, podem realizar-se aplicações até 1080 dias, sendo o retorno obtido após impostos de 588,75 euros em três anos, mais 26,25 euros do que se os juros fossem pagos ao final de cada ano.

A desvantagem está na mobilização do investimento. Não há. Uma vez que recebe logo os juros, "não é permitida mobilização antecipada, parcial ou total, do montante aplicado durante a vigência do depósito a prazo", refere a ficha do produto comercializado pelo Millennium BCP. 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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