14
Ago 12

Bancos cortam juros nos depósitos mais longos

Os bancos estão a baixar os juros a quem tem depósitos a longo prazo. Esta forma de poupança é das que costumam render mais, mas está agora a render menos. 

Depois, a oferta de aplicações também é menor, sobretudo nos depósitos a quatro e cinco anos.

São também estes a registar a maior descida nos juros, para além do prazo a três anos. Se, em outubro do ano passado, os bancos ofereciam, em média, uma taxa de 3,67% nos depósitos com esta maturidade, agora o juro médio é de 3,1%, segundo disseram ao «Jornal de Negócios» 18 bancos.

Nas aplicações a cinco anos, o recuo é de 0,55 pontos percentuais, mais do que o verificado nos depósitos a quatro anos, cujas taxas recuaram 0,48 pontos. 

A um ano, a redução é mais ligeira, de 0,25 pontos base face ao que vinha sendo praticado. 

Como explicar estas descidas na remuneração atribuída a quem confia o dinheiro aos bancos? Têm muito que ver com a queda dos juros do mercado para mínimos históricos, que tem sido mais acentuada desde que o BCE reduziu o preço do dinheiro, ao cortar a taxa de juro de referência na Zona Euro para 0,75%.

Outro motivo prende-se com o rácio de 120% entre crédito e depósitos. Os bancos já estão perto de alcançar este patamar, sentindo-se menos pressionados a captar mais depósitos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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19
Jun 12

DECO: Bancos ingnoram perfil dos clientes e só aconselham investimentos em produtos de campanha

Os bancos estão a ignorar o perfil ou desejo de investimento dos clientes, independentemente do prazo que estes pretendam investir. Em vez disso, a banca sugere aos clientes o investimento em produtos de campanha, recainda a sugfestão sobretudo em depósitos a prazo. A conclusão é dos analistas da revista Proteste Investe, da Deco.

"Perante um pedido de aconselhamento para investir 5.000 euros, os cinco maiores bancos a operar em Portugal ignoraram os desejos e os perfis dos potenciais clientes. A maioria dos funcionários limitou-se a propor produtos financeiros em campanha", adianta a Deco Proteste.

A associação de defesa do consumidor utilizou clientes-mistério para o estudo, tendo sido visitadas 70 agências - espalhadas por Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Porto e Viseu - dos cinco maiores bancos: Caixa Geral de Depósitos. BCP, BES, BPI e Santander Totta.

Para avaliar os conselhos dados pelos bancos, foram criados dois cenários simples: os clientes-mistério pretendiam investir 5.000 euros durante 1 ano ou 5.000 euros até 5 anos.

"Independentemente do prazo apontado pelo cliente, os produtos sugeridos foram basicamente os mesmos, recaindo sobretudo em depósitos a prazo", refere a Deco. 

Além disso, o estudo destaca que, nos bancos, “os funcionários limitaram-se a aconselhar os produtos ‘estrela’ que estavam a ser alvo de promoção comercial mais ativa. Os funcionários até apontaram para depósitos a prazo que rendem menos do que os depósitos mais generosos no próprio banco”.

Os analistas da revista referem ainda que "nalguns casos, os produtos sugeridos foram totalmente desadequados. Por exemplo, num balcão do BES foi proposto um plano de poupança-reforma e, no Santander Totta, um depósito não mobilizável cujo rendimento depende de um cabaz de ações".

"A atitude mecânica dos funcionários, que venderam os produtos em campanha sem olhar ao perfil do cliente, foi avaliada negativamente pela publicação da associação de defesa do consumidor: os bancos prestaram um mau serviço”, adianta a Deco.

Desta forma, a associação de defesa do consumidor salienta que vai informar o Banco de Portugal, entidade de supervisão bancária, dos resultados deste estudo, esperando que esta exija mais qualidade no serviço que os bancos prestam. "Na prática, pretende-se que as recomendações tenham em conta o perfil e objetivos do cliente", conclui.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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14
Mai 12

Maiores bancos captam 17 mil milhões em depósitos

Os cinco maiores bancos a operar em Portugal captaram 17 mil milhões de euros em depósitos nos 12 meses terminados em março, apesar de uma conjuntura adversa com queda nos rendimentos das famílias e empresas.

Numa tendência de captação de depósitos crescente, o BPI foi o banco que recebeu menos depósitos dos seus clientes, tendo estes aumentado 1,5 mil milhões de euros entre março de 2011 e o mesmo mês deste ano para 24,1 mil milhões de euros, o que representa um crescimento de 6,6 por cento.

Valor semelhante ao do BPI foi captado pelo Santander Totta: 1,6 mil milhões de euros. Neste caso, face a março de 2011 o aumento é de 9,4 por cento, tendo o banco fechado o primeiro trimestre com depósitos de 18,8 mil milhões de euros.

Já o BCP aumentou os depósitos em 3,9 mil milhões de euros (mais 8,8 por cento) para 48,8 mil milhões de euros. Na Caixa Geral de Depósitos, os clientes entregaram mais 4,6 mil milhões de euros (7,6 por cento), aumentando o saldo total dos depósitos para 65 mil milhões de euros.

O BES foi o banco que liderou a captação de depósitos nos últimos 12 meses, ao aumentar em 5,4 mil milhões estes recursos captados, de acordo com fonte do setor bancário. 

Os resultados do banco liderado por Ricardo Salgado referentes ao primeiro trimestre só serão divulgados terça-feira, mas tendo em conta este valor a instituição deverá ter fechado março com um crescimento dos depósitos de 17,7 por cento para 36 mil milhões de euros.

O último ano foi marcado por um crescimento da remuneração dos depósitos, face às dificuldades dos bancos em se financiarem nos mercados, o que levou o Banco de Portugal a penalizar nos rácios de capital os bancos que ofereçam taxas de juro elevadas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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13
Nov 11

Bancos recomendam depósitos e acções

O Diário Económico visitou como cliente-mistério cinco balcões de bancos para saber onde aplicar 20.000 euros. Descubra o que as instituições estão a recomendar.

Joga no euromilhões? É uma forma de ter muito dinheiro para investir. Olhe, eu cada vez que aposto fico mais pobre, porque ainda não ganhei nada", disse o bancário do Santander com um sorriso nervoso. Numa época em que os bancos travam uma "guerra" pelos depósitos dos clientes, até o humor (ou tentativa disso) pode servir para desanuviar o ambiente durante a negociação das taxas de juro.

As negociações decorrem num espaço privado, só terminam por iniciativa do cliente e a mesa de trabalho enche-se de documentos impressos do computador sobre produtos financeiros. As armas secretas não se guardam para o fim da conversa. Assim que o cliente se senta, e explica ao que vem, poderá ouvir: "Temos aqui um depósito que não está publicitado em lado nenhum."

Com os mercados interbancários praticamente fechados aos bancos portugueses, as instituições financeiras só têm neste momento duas grandes fontes de liquidez: os empréstimos que o BCE vai concedendo e os depósitos dos clientes. Por isso, nunca como agora, os bancos portugueses estiveram tão empenhados em atrair poupanças.

O Diário Económico visitou como cliente mistério as agências de cinco bancos portugueses na zona da Grande Lisboa - Caixa Geral de Depósitos, Banco Espírito Santo, Millenium BCP, BPI e Santander- e comprovou isso mesmo. A missão era clara: saber quais os melhores produtos financeiros disponíveis para um montante de 20 mil euros, investido a dois anos, e com um perfil de risco moderado.

Esta semana, a meio da manhã, o cliente mistério entrou na CGD, o primeiro banco a ser confrontado com esta pergunta. Foi atendido por um comercial, que não estando a par de todas as ofertas, o encaminhou para um segundo funcionário. Mesmo sem perguntar qual o perfil do investidor, este bancário começou por sugerir um depósito a prazo com capital garantido (Depósito Crescente Mais a 3 Anos).

No decorrer da conversa, o funcionário revelou também que com um investimento superior, na ordem dos 100 mil euros, conseguiria negociar uma taxa de juro a rondar os 4,5%, mas apenas por um período de seis meses. Uma estratégia pouco persuasiva para quem tinha apenas disponível um quinto desse valor para investir.

Ao contrário do que o cliente-mistério estava à espera, foi também aconselhado o investimento em bolsa. "As acções bateram no fundo e esta é uma boa altura para investir parte do capital. Pode comprar da EDP", acrescentou.

Apesar dos mercados financeiros estarem em queda, os funcionários do Millenium BCP e do BES também tentaram convencer o cliente mistério a investir uma fatia dos 20 mil euros em acções dos respectivos bancos.

Deixando o valor à responsabilidade do cliente, disseram que a rentabilidade na acções poderia ser mais interessante do que a conseguida num depósito a prazo. "Vale a pena porque as acções do BCP são as mais transaccionadas", disse o funcionário do banco liderado por Carlos Santos Ferreira. "Os títulos do Banco Espírito Santo vão subir", sublinhou a funcionária do BES.

De qualquer forma, tanto num banco como no outro, o cliente foi avisado que, pelo menos 10 mil euros, deveriam ir para um depósito com capital garantido.

Ao contrário do que se passou no balcão da Caixa Geral de Depósitos, no BCP e no BES foram apresentados trunfos mais convincentes para cativar o cliente. "Temos aqui um depósito que não está publicitado em lado nenhum", revelou o bancário do BCP, ao mesmo tempo que consultava um dossiê. "Chama-se depósito Traga + e, entre os 10 e os 24 mil euros, oferece uma TANB de 4%", continuou.

Este é um valor que está em linha com os números mais recentes do Banco de Portugal. Os dados mostram que em Setembro os bancos ofereceram em média um juro anual de 4,03% para os novos depósitos. Tratou-se do valor mais elevado desde Novembro de 2008.

No caso do BES, a estratégia passou pela sugestão da Nova Conta Rendimento CR e de outro produto financeiro mais complexo: títulos de dívida senior do BES, com uma rentabilidade anual bruta mínima de 6% e um máximo de 8%.

"Mas que garantias dá este produto?", perguntou o cliente-mistério, lendo no documento informativo que existe o risco de perda total ou parcial do capital investido em caso de evento de crédito. "No caso do BES há uma história com 140 anos", tranquilizou a funcionária.

Os bancários do BPI e do Santander têm uma opinião diferente. Esta é uma época em que se deve investir todos os ovos no mesmo cesto. Ou seja, aplicar o dinheiro em depósitos com capital garantido. "Os portugueses deviam poupar mais, nem que seja 50 euros por mês", diz o funcionário do BPI. A seguir, olhou para o ecrã do computador. "Podemos negociar uma taxa bruta entre os 3% e os 4% ao ano. Mas se subscrever um PPR, com 250 euros, até podemos dar mais qualquer coisa", ressalvando que estas promoções não estão visíveis no site ou balcões. Na expectativa de o cliente ainda ter mais dinheiro para investir, o bancário lançou o isco. "Nós privilegiamos os clientes com 20 mil euros, mas se tivesse 50 ou 100 mil...", deixando a entender que a taxa de juro para este valor seria mais alta.

Desde o dia 1 de Novembro que estão em vigor as novas regras do Banco de Portugal para a remuneração de depósitos. O regulador português quer evitar que os bancos tomem demasiado risco ao praticarem juros muito elevados nos depósitos. Por isso, impôs penalizações às instituições que pratiquem juros nestas aplicações, acima de um determinado patamar.

"Joga no euromilhões?", perguntou o bancário do Santander, quando o cliente-mistério explicou que não tinha mais de 20 mil euros para investir. Ao ouvir uma resposta negativa, adiantou que a "aposta do banco é no capital garantido." Depois, sugeriu dois depósitos a prazo (Poupança Garantida e Protecção Garantida) e aconselhou a esperar mais um ou dois meses para quem desejar investir na bolsa. "Isto ainda vai cair mais."

Apesar da concorrência e das estratégias comerciais para a captação de depósitos serem diferentes entre os funcionários dos bancos, há uma característica comum a todos eles: simpatia, cartões-de-visita e a promessa de um telefonema para saber se já decidiu em que bancos vai investir. Em tempo de crise, a perseverança é a melhor técnica para conquistar os clientes com dinheiro.

BES
No caso do BES as sugestões de investimento passaram por três produtos diferentes: o depósito ‘Nova Conta CR'; uma aplicação em dívida sénior do próprio banco e em acções... do BES. "Os títulos do BES vão subir", sublinhou a funcionária.

Millennium BCP
O funcionário do BCP recomendou ao cliente-mistério a aplicação de uma parte dos 20 mil euros em acções do BCP. "Vale a pena porque as acções do BCP são as mais transaccionadas", garantiu o bancário.

CGD
A CGD sugeriu ao cliente-mistério o investimento em dois produtos com níveis de risco totalmente opostos: um depósito a prazo a três anos e acções da EDP. "As acções bateram no fundo e esta é uma boa altura para investir parte do capital", referiu o bancário.

BPI
Depósitos e um PPR foram as sugestões dadas pelo BPI. "Podemos negociar uma taxa bruta entre os 3% e os 4% ao ano. Mas se subscrever um PPR, com 250 euros, até podemos dar mais qualquer coisa", afirmou o funcionário.

Santander Totta
As recomendações do Santander Totta foram focadas apenas em produtos de poupança com capital garantido. Tendo por isso sugerido o investimento em dois depósitos a prazo do banco.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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06
Nov 11

Bancos apelam às pequenas poupanças das famílias

As instituições estão a criar novas soluções que procuram incentivar os portugueses a aumentarem as suas poupanças.

Os orçamentos das famílias portuguesas começam a sofrer uma das maiores pressões de que há memória. Por essa razão adquirir hábitos de poupança tornou-se imperativo, mesmo para quem não disponha de muita margem de manobra para amealhar. Quem está especialmente atento a esta realidade, são os bancos. Nas últimas semanas surgiram algumas soluções bancárias que têm como objectivo facilitar as pequenas poupanças do dia-a-dia dos portugueses. Primeiro foi o BES, que na semana passada lançou a "Micro Poupança", uma solução que permite através do arredondamento dos montantes dos débitos directos, reverter o valor do arredondamento para uma conta poupança. Já esta semana, foi a vez da Caixa Geral de Depósitos, apostar no "Plano Automático de Poupança" (PAP), que inclui nove medidas de incentivo à poupança dos seus clientes e que funcionam com base em alguns mecanismos automatismos.

Neste ‘pack' de soluções da CGD, não estão propriamente em causa novos produtos. Como explicou o vice-presidente da comissão executiva do banco estatal: "O foco foi ter uma proposta assente na funcionalidade e na criação de automatismos que facilitem a poupança", esclareceu António Nogueira Leite. Ou seja, com base nos produtos que a CGD já disponibiliza, é possível associar-lhes mecanismos que permitam automaticamente reter e reencaminhar recursos para poupança. Arredondar o valor das compras, canalizar directamente para a conta poupança a percentagem do valor das compras realizadas com o cartão de crédito que é devolvido pelo banco ('cash back') ou, simplesmente, transferir para a conta poupança o valor que fica na conta à ordem no final do dia são algumas das soluções propostas pelo banco. "Poupar é um mecanismo que para a maioria das pessoas é um acto de sacrifício, mas não tem que ser assim", referiu a este propósito Armando Santos director de marketing da CGD.

Para além destes mecanismos, a CGD disponibiliza ainda um conjunto de ferramentas para ajudar os clientes a monitorizar a gestão das suas poupanças. Nomeadamente, simuladores de poupança ou a informação nos extractos dos cartões com o valor dos arredondamentos e dos ‘cash back' efectuados.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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20
Out 11

BCP aposta em Mourinho para atrair depósitos dos clientes

Os bancos portugueses estão a protagonizar uma verdadeira corrida aos depósitos para garantir financiamento.

Os bancos portugueses estão a protagonizar uma verdadeira corrida aos depósitos para garantir financiamento, numa altura em que o mercado internacional lhes continua vedado. As instituições esforçam-se por oferecer taxas cada vez mais atractivas nos depósitos a prazo, e têm utilizado todas as armas possíveis para os publicitar. E como ‘no amor e na guerra vale tudo', as financeiras parecem decididas a trazer o futebol para o campo de batalha.

Depois de Cristiano Ronaldo (que dá a cara pela ‘Nova Conta Rendimento CR', do BES) foi a vez de o Millennium BCP tirar da cartola a figura de José Mourinho. O treinador português, que tem sido o rosto das campanhas publicitárias da instituição este ano, empresta agora também a sua alcunha ao depósito a prazo ‘Special One' e ao recém-apresentado ‘Special One +'. Segundo o folheto deste último, este depósito a quatro anos, de taxas crescentes, oferece uma TANB média de 5%, o que significa que está entre os que maior rentabilidade proporcionam aos depositantes, segundo os dados compilados pela DECO.

No entanto, o ‘Special One +' só compensa, face aos seus concorrentes directos, a partir do segundo ano pelo que, se não puder ter seu o capital - a adesão a este depósito pressupõe um capital mínimo de 1.000 euros - preso durante 24 meses, o melhor será optar por um depósito a dois anos de taxa fixa, de forma a não perder os juros na altura da retirada do capital. Não exclua também a hipótese de fazer um depósito a prazo a quatro anos, de taxa fixa. Além de garantir que poderá retirar o dinheiro em caso de emergência, muitos deles permitem a adesão com um mínimo de capital mais baixo do que os pedidos nos produtos a taxa crescente. É o caso do ‘Depósito a longo prazo' do PrivatBank (depósito a quatro anos com taxa fixa), que exige o depósito de 500 euros e oferece uma TANB de entre 5,5% e 5,7%. No entanto, se não for uma pessoa avessa ao risco, poderá ainda apostar nos Certificados de Depósitos. Só terá que ter em conta que o investimento inicial não poderá ser inferior a 2.500 euros. Já num Certificado de Depósito a dois anos, por exemplo, a TANB oferecida é de 5,5% a 5,8%, mostram também os dados da DECO. No caso do prazo a quatro anos, a taxa sobe para entre os 6% e 6,3%. Não se esqueça, no entanto, que os Certificados de Depósito não lhe dão a mesma segurança, visto não estarem cobertos pelo Fundo de Garantia de Depósito. Para quem está a pensar apostar numa estratégia de rentabilização das poupanças a um prazo mais alargado, considere também os Certificados do Tesouro a 5 anos que garantem uma taxa anual de 6,8%.


Os melhores depósitos

- Se vai optar por um depósito de taxa crescente a quatro anos, analise o ‘Super Poupança 2011 - 8.ª série' do Banif ou ao ‘Depósito Crescente 4 Anos' do Montepio.

- Se optar por um depósito a dois anos, a DECO aponta o ‘DP Crescente 24 Meses' do BPN e o ‘Depósito a Prazo Special One' do BCP como os mais rentáveis.

- No caso dos depósitos a taxa fixa, a quatro anos, o ‘Depósito a Longo Prazo' do PrivatBank é o que oferece uma rentabilidade superior.

- Já no prazo a dois anos, com taxa fixa, opte entre o ‘Depósito a Prazo' do PrivatBank ou o ‘DP Não Mobilizável' do Banif, que a DECO aponta como sendo os mais rentáveis.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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05
Set 11

Bancos atraem 2 mil milhões em depósitos num só mês

O valor dos depósitos das famílias portuguesas junto dos bancos totalizava em Julho 126,9 mil milhões de euros, evidenciando uma subida de 1,92% face ao mês anterior.

Os dados disponibilizados pelo Banco de Portugal indicam que em apenas um mês, os portugueses aplicaram cerca de 2,4 mil milhões de euros em depósitos bancários.

Em contrapartida, outro tipo de activos, como os fundos de investimento têm registado perdas. E o mesmo se passa com os Certificados de Aforro, onde a fórmula de cálculo das taxas de juro tem sido incapaz de estancar a saida de activos. Em Julho este título de dívida perdeu 415 milhões de euros.

Também os Certificados do Tesouro não têm conseguido captar investidores: em Julho entraram 54 milhões e saíram 51 milhões de euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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12
Jul 11

Famílias depositaram 45 milhões por dia em Maio

Particulares estão a resgatar outros produtos de poupança e a reinvestir em depósitos que atingiram um nível recorde acima dos 122 mil milhões

 

Os depósitos dos particulares voltaram a fixar um novo máximo histórico em Maio, reflexo da aposta dos bancos na subida da remuneração destes produtos. Mas também não restam dúvidas que grande parte dos montantes resgatados pelos aforradores de outros instrumentos de poupança, como fundos de investimento, certificados de aforro e até Planos Poupança Reforma, estão a ser canalizados para os "superdepósitos" que a banca está empenhada em promover.

De acordo com as estatísticas do Banco de Portugal, o valor depositado pelas famílias atingiu um valor mais elevado desde que há registos. O saldo dos depósitos disparou de 120.863 milhões em Abril para 122.249 milhões em Maio, ou seja, a poupança dos particulares subiu, num só mês, a um ritmo de 44,7 milhões de euros por dia. Face às necessidades de liquidez que a banca atravessa, numa altura em que o acesso aos mercados continua congelado, a estratégia de financiamento das instituições recai no aumento da remuneração dos depósitos dos clientes. Ao mesmo tempo, a banca reduz a dependência dos empréstimos do Banco Central Europeu cujo valor desceu 7% para 43,88 mil milhões de euros em Junho.

A taxa de juro média dos depósitos subiu de 3,33% em Abril para 3,54% em Maio, reflectindo também o aumento das taxas Euribor. A guerra pelos depósitos é visível neste 12º aumento consecutivo da taxa de juro média que, no mês em análise, atingiu para o valor mais elevado desde Dezembro de 2008.

Os "superdepósitos", com taxas crescentes de remuneração, estão a "roubar" a poupança dos portugueses de outros instrumentos, sobretudo do Estado. O pedido de ajuda externa e o receio de incumprimento ditaram uma fuga de quase dois mil milhões de euros dos certificados de aforro este ano. Também os fundos de investimento registam um saldo acumulado (subscrições menos resgates) negativo de 1.381 milhões de euros. 

O Conselho Nacional de Supervisores Financeiros explicou, em comunicado divulgado ontem, que a estratégia dos bancos incide também na "recomposição da carteira de aplicações de particulares, em resultado de um aumento da aversão ao risco, num quadro de agravamento das tensões nos mercados financeiros". Isto significa que o aumento da captação de depósitos está a ser acompanhado pela redução na concessão de crédito. 

Em Maio, o financiamento à economia (particulares e empresas) recuou para 4,86 mil milhões, menos 61 milhões face a Abril. Ainda assim, a compra de casa e o financiamento às pequenas e médias empresas escaparam ao corte de crédito. As taxas de juro subiram em todos os destinos e segmentos, o que traduz o aumento dos spreads e das taxas Euribor, traduzindo também uma tentativa para travar a procura de crédito. 

Banca compra dívida pública Em Maio, os empréstimos ao Estado diminuíram 4%, graças ao recuo de 24% no valor total empréstimos concedidos à administração central. Mas a banca reforçou em 7% o montante de dívida pública detida. O sector investiu 1570 milhões de euros, tendo provavelmente participado nos leilões de bilhetes do tesouro realizados em Maio.

fonte:http://www.ionline.pt

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10
Jul 11

Bancos nacionais captaram 7,4 mil milhões em novos depósitos

Novos depósitos duplicaram em 2010, com aposta dos bancos.

Numa altura em que os mercados financeiros lhes continuam de portas cerradas, os bancos portugueses estão a apostar em força na captação de depósitos dos clientes. Este esforço teve início no último trimestre do ano passado, tal como comprova o relatório da Associação Portuguesa de Bancos (APB), que mostra que os novos depósitos duplicaram em 2010.

De acordo com o documento, em 2010 registou-se um aumento de 4% no valor dos depósitos dos clientes dos bancos nacionais para 190.510 milhões de euros. "Este crescimento traduziu-se numa captação líquida de fundos da ordem dos 7.400 milhões de euros, o que é tão mais importante quanto representa, como já referido anteriormente, cerca do dobro dos fundos captados em 2009", aponta a APB.

"Para esta evolução foi determinante o aumento das taxas de remuneração sobre depósitos que a generalidade das instituições financeiras associadas começou a praticar a partir do quarto trimestre de 2010, e que se traduziu num importante atractivo de captação deste tipo de aplicação", acrescenta o documento da associação presidida por António de Sousa.

A APB considera, de resto, que, no actual contexto, a prossecução desta estratégia de desalavancagem - com aumento dos depósitos e uma travagem no crédito - é vital para a banca nacional. Até porque a dependência do Banco Central Europeu - a única porta que tem estado aberta para os bancos portugueses - para obtenção de financiamento não poderá eternizar-se.

"Sendo os recursos de clientes um factor fundamental de estabilidade estrutural da actividade bancária, a prossecução de estímulos à captação destes recursos é hoje de uma importância vital para a sobrevivência do sector bancário, e uma condição indispensável, em conjunto com medidas de outra natureza, para a recuperação da confiança dos investidores e para o regresso ao financiamento, em condições normais, aos mercados financeiros internacionais de dívida e de capital por parte das instituições financeiras associadas", refere a APB.

"A continuidade da dependência do Banco Central Europeu, como forma alternativa de superar as dificuldades de obtenção de financiamento nos mercados internacionais por grosso, é insustentável", adverte a associação.

Recorde-se que, no âmbito dos planos entregues na semana passada ao Banco de Portugal, os bancos nacionais se comprometeram a reduzir o rácio de transformação - crédito sobre depósitos - para um valor máximo de 120% até ao final de 2013, de forma a recuperar a confiança dos mercados de capitais. A descida deste rácio implica um modelo de negócio mais saudável e tradicional, assente na concessão de crédito com recurso às poupanças dos clientes. Quanto mais baixo for, menos o banco depende de dívida para financiar a sua actividade.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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04
Jun 11

Grandes bancos aumentam depósitos em 9,4 mil milhões

Dos cinco principais bancos, só o BCP viu os depósitos baixarem no primeiro trimestre.

Os cinco principais bancos portugueses contabilizavam depósitos no valor de 171 mil milhões de euros no final do primeiro trimestre do ano. Este valor corresponde a um aumento de 9,4 mil milhões de euros, ou 5,8%, face ao montante que a Caixa, BCP, BES, Totta e BPI registavam a 31 de Março de 2010.

Segundo os relatórios e contas trimestrais dos bancos em questão, no mesmo período teve lugar uma descida de 494 milhões nos activos de clientes fora do balanço - onde se inserem os fundos de investimento e os seguros de capitalização.

Dos cinco grandes, em termos relativos, o BES foi o líder no aumento dos depósitos, com uma subida de 15% para 30,5 mil milhões de euros. Segue-se o Totta, com uma subida de 14% para 17,1 milhões de euros, bem como o BPI, com um aumento de 6,15% para 18,5 mil milhões de euros. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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