26
Fev 17

Depósitos com juros de 1,8% utilizados como engodo

Há depósitos a prazo a render juros de 1,8% mas, segundo a Deco, podem não ser a melhor opção para investir as poupanças

Na era do zero à esquerda, é preciso pensar duas vezes antes de aplicar as poupanças no banco. A taxa de remuneração dos depósitos a prazo nunca esteve tão baixa. Segundo o último boletim estatístico do Banco de Portugal, um depósito rendia em média 0,34% em dezembro do ano passado. Um valor muito abaixo da inflação prevista para este ano em Portugal, que segundo as estimativas do governo rondará 1,5%, depois dos 1,3% registados em janeiro. O que significa que cada euro aplicado em depósitos vai perder valor na economia real.

Ainda assim, uma ronda pelo catálogo dos bancos que operam em Portugal permite verificar que existem instituições a oferecer taxas de remuneração de 1,8% nos depósitos a prazo. São sobretudo bancos online ou de menor dimensão, e a taxa máxima aplica-se em depósitos com prazo de três meses. Será que vale a pena investir? Não sem antes olhar para os asteriscos: "Este tipo de produtos geralmente destina-se apenas a novos clientes ou a novos montantes. São taxas promocionais que funcionam como chamariz", explica ao DN/Dinheiro Vivo António Ribeiro, economista da Deco. A posição é reforçada por Eduardo Silva, gestor da consultora XTB. "O banco assume um custo inicial maior, com a expectativa de vender produtos mais lucrativos no futuro. São produtos de engodo, sem interesse no longo prazo, e não devem ser considerados quando decidimos com que instituição queremos trabalhar", diz.

Na maior parte dos bancos, a remuneração cai para valores próximos de 0,5% quando o depósito é renovado. "Antes de optar por esses produtos é importante ver quais as taxas de juro praticadas na instituição. Neste momento achamos que o mais aceitável é optar por um depósito com prazo de um ano, já que há bancos a oferecer juros de 1,3%", observa o economista da Deco.

O BNI Europa é o único banco com atividade em Portugal que oferece uma taxa de 1,8% num depósito a cinco anos. Mas também aqui os especialistas continuam de pé atrás. "Não recomendamos depósitos com um prazo tão longo. As taxas estão muito baixas e é provável que venham a subir dentro de um ano ou dois, e nessa altura o mercado terá ofertas bem mais interessantes", destaca António Ribeiro. O gestor da XTB corrobora. "Resgatar estes depósitos antes do prazo resulta em penalizações proibitivas. Pode implicar a liquidação ou a perda total dos juros. É um compromisso pouco interessante. O investidor tem de ter a certeza de que não vai precisar do capital", explica.

Apesar do contexto adverso, a associação de defesa do consumidor continua a recomendar a aposta em depósitos. "Deve ter-se sempre um montante em ativos líquidos e de capital garantido. Quanto mais não seja um fundo de maneio para fazer face a imprevistos, em produtos facilmente transformáveis em dinheiro. Os depósitos são a primeira opção porque são a mais simples", conclui.

No final de 2016, os portugueses tinham 142 mil milhões de euros aplicados em depósitos.

fonte:http://www.dn.pt/

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08
Abr 14

Taxa dos depósitos recua em Fevereiro para 1,88%

Rendibilidade média das aplicações a prazo chegou aos 2% em Janeiro, mas os bancos voltaram a cortar as taxas no mês de Fevereiro.

Os bancos portugueses voltaram a reduzir as taxas praticadas nos depósitos a prazo até um ano. Depois da subida para 2% no arranque deste ano, após dois meses de descida dos juros, a tendência voltou a inverter-se no segundo mês de 2014, tornando as aplicações a prazo cada vez menos atractivas face aos produtos do Estado.

 

De acordo com os dados do Banco de Portugal, a taxa média oferecida pelas instituições financeiras nos depósitos com um prazo até um ano recuou para 1,88%. Depois da subida para 2% no primeiro mês do ano, a taxa caiu em Fevereiro para o nível baixo desde Novembro (quando estava em 1,9%).

 

Com este corte, a remuneração oferecida pela banca nos depósitos ficou ainda menos atractiva quando comparada com a apresentada pelo Estado nos certificados de aforro que pagam 3,265%. E bastante aquém da taxa média de 4,25% apresentada pelos Certificados do Tesouro Poupança Mais.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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30
Jan 14

Saída dos depósitos volta a intensificar-se em Dezembro

Famílias e empresas retiraram mais de 600 milhões de euros líquidos de depósitos a prazo no último mês. Total de aplicações em 2013 desceu para mínimos de quatro anos.

Os depósitos a prazo parecem ter saído definitivamente das boas graças dos portugueses, que retiraram mais de 600 milhões de euros líquidos destas aplicações só em Dezembro, segundo dados divulgados ontem pelo Banco Central Europeu. Isto depois de no mês anterior as novas aplicações neste produto terem registado o valor mais baixo dos últimos oito anos. A concorrer para isso estará por um lado o ligeiro aumento do consumo, mas principalmente a pressão da concorrência.


Do ponto de vista do retorno a maioria destas aplicações perdeu interesse no último ano, com a taxa de juro média dos novos depósitos a rondar 1,9% para as famílias, ou no caso das empresas, 1,4%. A remuneração dos depósitos atingiu o pico em Outubro de 2011, nos 4,5%, e desce desde então. Os juros oferecidos actualmente nos depósitos comparam mal com a concorrência mais directa. Os Certificados de Aforro pagam cerca de 3%, assim como os seguros de capitalização, enquanto a rentabilidade média dos novos Certificados do Tesouro atinge 4,25% ao final dos cinco anos. Mesmo a 12 meses a taxa de juro deste novo produto bate a taxa média dos depósitos, oferecendo 2,75%.


O ‘stock' de depósitos a prazo das famílias diminuiu em 120 milhões de euros em Dezembro, a segunda maior retirada do ano, enquanto as empresas resgataram 516 milhões, o valor mais alto dos últimos 12 meses.


A tendência não é nova mas parece estar a ganhar tracção. Depois do aumento expressivo do investimento das famílias nestas aplicações em 2011 - quase 13 mil milhões de euros - o ‘stock' de depósitos estabilizou na casa dos 103 mil milhões de euros desde Setembro de 2012. No acumulado do último ano a carteira de depósitos dos bancos aumentou apenas 705 milhões de euros, o que é o pior registo desde 2009.


A verdade é que a recente conjuntura é propícia ao reforço da tendência descrecente dos depósitos nos próximos meses: as taxas de juro oferecidas pelos bancos estão em mínimos de 40 meses e deverão continuar a corrigir; a confiança dos consumidores portugueses está aumentar e começam a surgir sinais de preferência pelo consumo em detrimento da poupança; e os Certificados do Tesouro Poupança Mais, que começaram a ser comercializados em Novembro, apresentam taxas atractivas a curto e a longo-prazo.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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27
Jan 14

Bancos tão bons como mealheiros

Há taxas muito próximas de zero. São mais os bancos que reduzem do que os que aumentam os juros dos depósitos

Ano novo, vida nova, mas apenas o Banco BPI e o Banco Finantia aumentaram ligeiramente as remunerações que oferecem nos seus depósitos a 12 meses. Do lado oposto, 5 instituições financeiras desceram as taxas de juro, enquanto os restantes 13 bancos mantiveram as condições dos depósitos. Se o que pretende é um depósito a 12 meses, poderá encontrar dezenas de propostas no mercado - como pode confirmar no nosso comparador de depósitos no portal financeiro. No entanto, lembre-se que a taxa de inflação prevista para 2014 pelo Banco de Portugal é de 0,8%. Logo, não deve aceitar propostas de depósitos com remuneração líquida inferior ou igual a 0,8% (1,1%, em termos brutos), caso contrário, as suas poupanças estarão a perder valor real.


Não tem um fundo de emergência?
Uma das regras para bem gerir as suas finanças é começar por criar um fundo de emergência, colocando até seis salários em aplicações sem risco com elevada liquidez. Os depósitos a prazo estão entre os melhores candidatos para colocar estas reservas. Não aplique todas as suas poupanças em depósitos. Para o excedente invista a médio e longo prazo através de aplicações mais rentáveis. Em segundo lugar, escolha o prazo que mais se adequa aos seus propósitos. Para um fundo de emergência, uma aplicação de 3, 6 ou 12 meses é razoável. Atenção que alguns depósitos não permitem mobilização antecipada e, em caso de necessidade, não pode levantar esse capital e terá sempre de esperar até à data de vencimento. Por último, é muito importante escolher as melhores taxas, especialmente no período atual, em que os juros estão baixos.


Procure as melhores taxas
Outro erro comum é não reparar na remuneração do depósito. E, apesar das taxas estarem baixas e estagnadas, há diferenças significativas, que atingem quase os 2,5%. Há instituições a remunerar depósitos a 1 ano com taxas muito próximas de zero, como se pode ver no quadro ao lado. Cada banco tem, geralmente, mais do que uma oferta de depósito para o prazo de 12 meses. Se pretender consultar a oferta total dos depósitos, consulte o nosso portal, no qual encontra quase uma centena de depósitos para o prazo de 1 ano. Cerca de 40 desses depósitos apresentam remuneração líquida inferior a 1%. Contudo, no quadro da página seguinte, consta apenas o depósito a 1 ano mais rentável em cada uma das instituições. É cada vez mais comum encontrar exigências nas contas que oferecem as melhores taxas de juro do mercado, desde a domicialição de ordenado ou da pensão, a exclusividade para novos montantes ou os montantes mínimos muito elevados. Por exemplo, o Banco Popular é o que oferece a melhor taxa de juro para um depósito a 1 ano (2,5%, depois de descontados os impostos), mas exige a domiciliação de ordenado ou da pensão e o montante máximo permitido neste depósito é igual ao triplo do ordenado ou pensão domiciliado e limitado a 15 mil euros. Também o Banco Invest oferece uma taxa anual líquida de 2,5 % por um depósito a 1 ano, mas é uma conta exclusiva para novos montantes e está limitada ao máximo de 75 mil euros. Alguns bancos utilizam artifícios mais elaborados no esquema de remuneração. Estes artifícios servem mais os propósitos publicitários do que o rendimento das aplicações dos clientes. É o caso do Santander Totta, no Depósito Plano Programado, em que as entregas mensais superiores a 250 euros não são remuneradas. Por isso, é um depósito que interessa apenas a quem faça entregas mensais entre 25 e 250 euros. É uma conta de poupança e não um depósito para aplicar um montante considerável. Longe vão os tempos em que a oferta da banca online era superior à da banca tradicional. Apenas em sétimo lugar surge uma conta online (do Banco Big), que rende 2,2% e paga juros mensais. Contudo, não permite mobilização antecipada.

 

 

 

Melhores depósitos
Limitados a 2,5%


Estes são os depósitos a 12 meses mais generosos em cada instituição financeira. O Deutsche Bank paga quase zero

 

  

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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08
Jan 14

Certificados atiram novos depósitos para mínimos de 2006

Os novos depósitos das famílias portuguesas caíram para o valor mais baixo em oito anos, no mês que ficou marcado pelo lançamentos dos novos Certificados.

Os novos depósitos das famílias portuguesas caíram, em Novembro, para o valor mensal mais baixo desde Abril de 2006, de acordo com os dados ontem publicados pelo Banco de Portugal. Em conjunto, famílias e empresas depositaram mesmo o mínimo desde que existem registos, ou seja, Janeiro de 2003. Uma tendência que surge precisamente no mês em que os novos Certificados do Tesouro começaram a ser comercializados, mas que pode não se esgotar aqui. "Penso que existe um factor de concorrência, dos novos Certificados mas não só. Mas acredito também que o aumento da confiança das famílias tem levado a uma preferência por consumo em detrimento da poupança", comenta Filipe Garcia, presidente da IMF. 

As famílias portuguesas depositaram 5.530 milhões de euros em Novembro, em mínimos de mais de oito anos, e o segundo valor mensal mais baixo em 11 anos de registos. Somando os novos depósitos de empresas, as aplicações totais atingiram os 11.032 milhões de euros, o valor mais baixo desde 2003. Filipe Garcia aponta a concorrência dos Certificados do Tesouro Poupança Mais como um factor de peso nesta tendência. Mas adianta: "Também a concorrência de outros produtos de poupança e investimento deve ser pesado. A bolsa tem subido e os fundos de investimento também têm tido algum sucesso. Os fundos de tesouraria, por exemplo, têm estado muito activos a tentar captar novos investidores".

As ordens de bolsa dos investidores de retalho residentes caíram 24% em Novembro face ao mês anterior, mas isto depois de terem disparado 70% em Outubro. Por outro lado, os fundos de investimento registaram subscrições líquidas negativas de 298 milhões de euros em Novembro mas continuavam positivos no ano. No entanto, a principal novidade nesse mês foi mesmo o início da comercialização dos novos Certificados do Tesouro, que captaram mais de 450 milhões de euros em Novembro, enquanto os Certificados de Aforro continuam também a recuperar terreno.

O efeito concorrência ganha ainda uma dimensão acrescida quando analisadas as rendibilidades dos diversos produtos. A taxa de juro média dos novos depósitos das famílias voltou a cair em Novembro, para 1,92%, a mais baixa desde Junho de 2010. Os juros oferecidos pela banca nos novos depósitos está em queda há dois anos. Já a taxa média para os depósitos das empresas subiu em Novembro, para 1,37%. Valores que ficam muito aquém da concorrência mais directa, com os Certificados de Aforro a oferecerem quase 3,2%, e os novos Certificados do Tesouro a pagarem uma taxa média de 4,25%, ao final dos cinco anos.

Além disso, alguns dados relativos à confiança dos consumidores e mesmo a levantamentos no multibanco levam Filipe Garcia a considerar que as famílias portuguesas estão a voltar a consumir. "Penso que está a existir alguma predisposição para o consumo por oposição à poupança, mas teremos de esperar pelos dados para confirmar isso", diz.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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12
Nov 13

Portugueses tiraram mais 300 milhões em depósitos

O volume de depósitos de particulares junto dos bancos diminuiu em mais de 1200 milhões de euros em dois meses. Depois de um recuo de 969 milhões de euros, os bancos a operar em Portugal voltaram a assistir a uma fuga de 305 milhões de euros em Setembro, ao contrário do que aconteceu com os depósitos de empresas.

Ao recuarem para 131.768 milhões de euros, os depósitos de particulares estão em queda pelo segundo mês consecutivo, o que acontece pela primeira vez desde Outubro do ano passado, segundo dados publicados nesta terça-feira pelo Banco de Portugal.

Este passivo das instituições financeiras estava a crescer de mês para mês desde aí. Em Janeiro registou-se uma quebra, mas a tendência de crescimento regressou nos meses seguintes até se registar agora uma descida em Agosto e Setembro.

A descida coincide com um reforço das subscrições de Certificados de Aforro e um abrandamento dos resgates destes produtos de poupança, que em Setembro passaram a ter uma taxa de remuneração substancialmente melhor. Em Setembro, foram subscritos 157 milhões de euros e retirados 58 milhões de euros, permitindo ao Estado um saldo positivo de 99 milhões de euros nesse mês. Um aumento que aconteceu antes do lançamento de um novo produto de poupança que veio reforçar a concorrência directa com os bancos – a criação dos Certificados do Tesouro Poupança Mais por parte do Governo gerou críticas imediatas por parte da banca, que ameaçou tornar o crédito mais caro.

A queda nos depósitos coincide ainda com uma descida das taxas de juro pagas pelas instituições financeiras. Em Setembro, a rendibilidade oferecida para as novas operações (de depósitos até um ano) estava nos 1,95%, longe do pico de 4,5% registado em Outubro de 2011, segundo os dados do Banco de Portugal.

No caso das empresas, os depósitos aumentaram em 304 milhões de euros de Agosto para Setembro, mês em que o volume passou para 28.389 milhões. Já quanto aos empréstimos, registou-se em Setembro uma nova quebra. O mesmo aconteceu com o total do crédito malparado, mas não com o peso suficiente para travar a percentagem de empréstimos de cobrança duvidosa, que atingiu um novo recorde, aproximando-se dos 12%.

Dos 100.670 milhões de empréstimos já concedidos às empresas, 11,7% eram considerados pelos bancos como de difícil cobrança, de acordo com estatísticas ontem divulgadas pelo Banco de Portugal. É o valor mais alto desde, pelo menos, 1997, ano a partir do qual a instituição tem registo destes dados mensais.

A construção é o ramo de actividade que mais contribui para a escalada do malparado nas empresas, estando bem acima da percentagem global. Dos créditos concedidos a este sector, 23% eram de cobrança duvidosa, contra 10,3% na indústria, 9,6% nos serviços e 5,1% na agricultura, silvicultura e pesca, segundo dados compilados pelo gabinete de estudos e estratégia do Ministério da Economia, relativos a Agosto.

 

fonte:http://www.publico.pt/e

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09
Nov 13

Depósitos indexados nem sempre dão mais

Há cada vez mais portugueses que, perante a queda das taxas de juro nos depósitos "normais", estão a "apostar" em depósitos indexados. São produtos financeiros complexos, de capital garantido, que têm atraído pequenos investidores com a promessa de rendibilidades de dois dígitos. Em 2012, foram aplicados 1.300 milhões de euros.

Há cada vez mais portugueses que, perante a queda das taxas de juro nos depósitos "normais", estão a "apostar" em depósitos indexados. São produtos financeiros complexos, de capital garantido, que têm atraído pequenos investidores com a promessa de rendibilidades de dois dígitos. Em 2012, foram aplicados 1.300 milhões de euros.

Nestes depósitos, ao contrário dos "normais" em que são pagos os juros acordados à cabeça, a rendibilidade resulta do desempenho de outros activos, essencialmente cabazes de acções, matérias-primas e divisas. Na maioria dos produtos, a taxa mínima é nula. A máxima pode superar dois dígitos.

"Nos 23 depósitos indexados vencidos em 2012, o comportamento dos indexantes de referência para o cálculo da remuneração determinou que, em sete dos casos, não fosse paga qualquer remuneração e, em sete outros, tivesse sido paga a mínima prevista", revelou o Banco de Portugal. Só num caso "foi paga a remuneração máxima", rematou. "A probabilidade de as taxas máximas potenciais serem atingidas é muito reduzida", alerta Luís Pinto. "Tivemos casos em que a probabilidade de receber a taxa máxima era de 5% a 8%", diz o analista da Proteste Investe.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

publicado por adm às 19:28 | comentar | favorito
03
Nov 13

Acerte no melhor depósito a prazo

Em vez de taxas de juro altas, bancos apostam em aplicações a prazo que se adaptam às suas necessidades.

Encontrar uma boa aplicação a prazo não é fácil, nos dias que correm. Longe vão os tempos em que as instituições financeiras se digladiavam para atrair as poupanças pelas taxas mais elevadas, para gáudio dos pequenos aforradores. Actualmente, os juros oferecidos nos tradicionais depósitos estão em mínimos – embora haja excepções que podem valer a pena ponderar. Os bancos procuram, agora, conquistar os euros com ofertas "à medida".

A escalada das taxas das aplicações, que chegaram a superar os 4,5% para prazos a um ano, fez soar os alarmes. O Banco de Portugal interveio criando "limites" às remunerações para defender a margem do sector. Conjugados com a queda das taxas de mercado, mas também com o aliviar da pressão da banca para captar poupanças, a rendibilidade deste produto tem vindo a cair. Em Agosto – os últimos dados oficiais – em média, os bancos estavam a pagar 1,99%. Um mínimo de três anos.

Apesar da queda da rendibilidade os depósitos continuam a ser o principal "porto de abrigo" das poupanças das famílias. O montante total aplicado neste produto está perto de recorde (acima dos 130 mil milhões de euros), algo explicado pelo perfil mais conservador de poupança dos portugueses, mas para o qual o tem também contribuído a adopção de uma nova estratégia por parte das instituições financeiras. Se não conseguem captar pelos juros, captam pela conveniência para o cliente.

Desde depósitos com juros antecipados, passando por aplicações de muito curto prazo para que não deixe o dinheiro parado, até contas que creditam os juros mensalmente, várias têm sido as formas dos bancos conquistarem o dinheiro dos seus clientes. Os juros mensais vieram dar resposta aos cortes de salários, já as aplicações que incentivam as famílias a poupar um pouco todos os meses têm tido sucesso dado que muitos portugueses passaram a receber os subsídios em duodécimos. Assim, podem investi-lo.

Pequenos com taxas grandes

Esta tendência de queda das taxas oferecidas nas aplicações a prazo tem sido visível em praticamente todas as instituições financeiras. Nas "gigantes" do mercado nacional com mais expressão, no entanto, do que noutros bancos de menor dimensão que têm tentado ganhar conquistar o seu espaço no panorama financeiro nacional. Bancos como o BIC, Banco Invest, ou os "on-line", como o Best, BIG ou o Activobank, conseguem "fugir" às taxas baixas.

É nestas instituições que se encontram ainda juros atractivos, que fazem frente, por exemplo, aos oferecidos actualmente pelos certificados de aforro. O Negócios recolheu as melhores ofertas de 18 bancos para três prazos diferentes (um, três e cinco anos), sendo que invariavelmente as taxas oferecidas pelo Banco Invest e o BIG apresentaram-se como as melhores. O primeiro é o campeão nos depósitos a um ano, pagando 3,5%, já o segundo conquista as poupanças com taxas de 3,1% e 3,3% a três e cinco anos, respectivamente. Estes períodos devem ser tidos em conta pelos investidores já que assim poderão garantir uma rendibilidade elevada para os próximos ano.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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31
Out 13

Desconfie dos depósitos para os mais pequenos

Nem sempre os depósitos para o segmento infantil são os mais rentáveis. Mas, há ofertas interessantes no mercado.

Os depósitos a prazo são, por excelência, o produto de investimento escolhido pelos portugueses para poupar para as crianças. Na hora de escolher não se deixe seduzir pelos símbolos e brindes infantis. A melhor oferta é a remuneração.

Nem sempre as taxas de juro oferecidas para a gama infantil são as mais atractivas. Mas, há excepções. Alguns produtos para os mais jovens apresentam rendibilidades bastante interessantes e que concorrem com as taxas dos melhores depósitos no mercado.

É o caso do Depósito Eu POUPO, comercializado pelo Popular, com uma remuneração de 3,65%. Uma taxa superior à actualmente em vigor nos depósitos a prazo. Com um montante mínimo de investimento de 300 euros, este produto é uma aplicação a três anos. Ainda assim, este produto é ideal para quem já tenha alguma poupança acumulada, uma vez que não permite reforços.

Nos casos em que ainda não exista uma poupança, o ideal é optar por uma conta júnior tradicional, privilegiando o efeito "mealheiro".

 

Existem várias contas com estas características, com os juros a rondarem os 2%, aos quais acrescem prémios de permanência, que em alguns casos podem chegar a 1%.

"Os depósitos para menores têm normalmente uma vantagem associada, face aos depósitos tradicionais, que são os prémios de permanência, que premeiam o reforço regular ou a simples permanência da poupança durante o tempo", realça o Best.


fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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26
Out 13

Depósitos de famílias e empresas caem 3 mil milhões em Setembro

Os depósitos das famílias e empresas em Espanha caíram quase 3.000 milhões de euros em Setembro, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Espanha.

Em concreto, a queda foi de 2.938 milhões de euros para um total de 935.188 milhões de euros, segundo o balanço mensal do supervisor.

As sociedades não financeiras reduziram os seus depósitos em 1.180 milhões de euros, para os 198.007 milhões, enquanto no caso das famílias a redução foi de 1.758 milhões de euros para 737.181 milhões de euros.

Os depósitos do total de residentes em Espanha diminuíram para os 1,461 biliões de euros em Setembro, face aos 1,469 biliões do mês anterior.

Já os depósitos em Espanha dos residentes em outros estados da UE subiram em Setembro para os 38.162 milhões de euros, mais 2.148 milhões de euros do que no mês anterior.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

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