29
Nov 14
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Nov 14

Depósitos no Novo Banco já subiram dois mil milhões de euros

Stock da Cunha reagia ao caso dos dois directores tornados arguidos no âmbito do caso BES quando tornou público o número.

Os depósitos do Novo Banco já subiram dois mil milhões de euros. O valor foi divulgado pelo presidente Eduardo Stock da Cunha esta sexta-feira, 28 de Novembro.

 

"O Novo Banco continua a recuperar, assim como tem feito o seu nível de depósitos", afirmou à saída de uma conferência que se debruçava sobre formas de financiamento alternativas para pequenas e médias empresas (PME).

 

O responsável reagia à informação dos dois directores do Novo Banco que foram constituídos arguidos no âmbito do caso BES. "Não vou perder quinze minutos do meu tempo a discutir duas pessoas em mais de seis mil", referiu.

 

Foi no meio do discurso que revelou o número, embora sem adiantar qual o horizonte temporal se refere o valor dois mil milhões de euros.

 

Os depósitos do Novo Banco já foram considerados uma arma para conquistar clientes, depois do colapso do Banco Espírito Santo que lhe deu origem.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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15
Nov 14
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Nov 14

Taxas dos depósitos a prazo em mínimos de quatro anos

Remuneração dos depósitos das empresas atinge mesmo mínimo histórico, em 0,63%.

Vários factores parecem concorrer para justificar o actual nível de remunerações oferecidas pelos bancos nas aplicações a prazo de empresas e famílias. Apesar da tendência de descida das taxas de juro durar já há três anos, os últimos dois meses acentuaram este comportamento. A taxa de juro média dos depósitos de empresas caiu de 1,03% em Julho, para 0,72% em Agosto e, novamente, para 0,63% em Setembro. Ou seja, dois novos mínimos históricos. Por outro lado, a remuneração dos depósitos das famílias tocou um novo mínimo de quatro anos, nos 1,34%, o que compara com uma taxa média de 1,51% no mês anterior.

Se por um lado a tendência de longo-prazo de descida dos juros prende-se essencialmente com a necessidade dos bancos nacionais alargarem a margem financeira, Agosto e Setembro trouxeram ainda duas novas realidades. A falência do BES em Agosto provocou uma transferência na ordem dos seis mil milhões de euros em depósitos para CGD, BCP, BPI e Santander. Ou seja, a pressão da procura terá dado margem aos bancos para negociarem taxas mais baixas. Por outro lado, recorde-se que o BCE agravou a taxa de depósitos na instituição, de -0,1% para -0,2% em Setembro, o que significa que os bancos pagam 0,2% para parquear os seus depósitos no BCE, em vez de receberem.

O mesmo acontece aliás com os depósitos interbancários até duas semanas. A Euribor a uma semana segue negativa, em -0,016%, enquanto a Euribor a duas semanas cota em -0,009%. Ou seja, os bancos não recebem por depositar dinheiro, antes têm custos, o que acaba por se reflectir na taxa oferecida ao consumidor final. Apesar da fraca remuneração destes produtos, o montante total de depósitos de famílias e empresas continua a aumentar. Em Setembro, o total de depósitos de famílias cresceu 188 milhões de euros, para quase 100,5 mil milhões. Enquanto as aplicações a prazo das empresas aumentaram em 688 milhões de euros, para um total de 14,7 mil milhões. Também os novos depósitos, constituídos em Setembro, permanecem dentro da média mensal do último ano, com as empresas a aplicarem 5,4 mil milhões de euros nesse mês, enquanto as famílias depositaram a prazo 6,2 mil milhões de euros.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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09
Nov 14

Superdepósito do Novo Banco não bate juros dos bancos mais pequenos

O Novo Banco arrancou no início desta semana com uma grande campanha publicitária, com o objectivo de promover um novo depósito a prazo. "O rendimento voltou" é a frase que serve de inspiração para tentar cativar recursos junto dos particulares através do "Depósito a Prazo NB a 92 dias". Numa altura em que a redenominada instituição financeira luta para conseguir recuperar da sangria que nos últimos meses esvaziou mais de 10 mil milhões de euros dos seus depósitos a prazo, esta aplicação a três meses acena com remunerações acima da média praticada pelo sector. Facto que sobressai tendo em conta a tendência de descida que se regista nas taxas de juros dos novos depósitos a prazo e que está a gerar alguma contestação por parte da concorrência. Se este produto do Novo Banco bate as propostas da concorrência directa, entre os bancos mais pequenos a situação não é tão líquida. Ainda é possível encontrar propostas com retornos mais atraentes para o mesmo prazo entre as instituições financeiras menos representativas.

O "Depósito a Prazo NB a 92 dias" é uma aplicação a três meses cuja remuneração varia consoante o montante depositado pelos clientes. Para aplicações entre 500 e cinco mil euros, oferece uma taxa de juro anual bruta (TANB) de 1,75% ( 1,26% líquidos). No intervalo de montantes entre cinco mil e 15 mil euros, a TANB situa-se em 2% (1,44% líquidos). Já nas aplicações acima de 15 mil euros, a TANB sobe para 2,5% (1,8% líquidos). Este depósito foi ainda desenhado para não permitir a mobilização do capital investido antes do fim do prazo, mas por outro lado oferece a vantagem de pagar os juros antecipadamente na altura da subscrição.

Tendo em conta os dados compilados pela Proteste Investe em 22 bancos e os respectivos preçários, entre os depósitos com o mesmo prazo (três meses) existem várias instituições financeiras de menor dimensão a oferecer remunerações mais altas quando comparadas com o novo produto da entidade liderada por Stock da Cunha. Considerando o patamar de investimento mais modesto - entre 500 e cinco mil euros - quer o Banco Best, como o Banco Privado do Atlântico Europa, o Banco Invest, o Banco BiG e o Deutsche Bank dispõe de depósitos com juros acima desse patamar para o mesmo prazo de investimento. O "Depósito 3,75% Já" do Banco Best é o que neste caso lidera o ‘ranking' de remunerações. Este produto oferece uma taxa de juro bruta de 3,75% (2,7% líquidos) para aplicações entre 2.500 e 30 mil euros e da mesma forma que o "Depósito a Prazo NB a 92 dias" também paga os juros antecipadamente e não permite a mobilização antecipada. A principal diferença é que o depósito do Best se destina apenas a novos clientes. No intervalo entre cinco mil e 15 mil euros e acima desse valor, qualquer das instituições anteriormente referidas mantém taxas de juro superiores à do produto do Novo Banco. A excepção é o Deutsche Bank que no "Depósito a Prazo dbStart" já iguala a TANB de 2% oferecida pelo Novo Banco em aplicações entre cinco mil e 15 mil euros. Nos montantes superiores a esse montante esse depósito deixa de ser competitivo face ao "Depósito a Prazo NB a 92 dias".

Já quando comparado com os bancos de maior dimensão, de facto a remuneração do "Depósito a Prazo NB a 92 dias" não encontra paralelo. A três meses, o Santander Totta, entre os grandes bancos, é o que melhor remunera os aforradores. O banco oferece uma TANB de 0,75%, seguido pela CGD ( 0,6%), BPI (0,55%). Apenas o BCP consegue oferecer uma taxa mais elevada que pode chegar a 1%. Mas para tal é necessário aplicar mais de 100 mil euros.

De salientar que a campanha do Novo Banco tem gerado alguma discussão, apesar do Banco de Portugal ter aprovado o novo depósito. Convém relembrar que a taxa de juro média oferecida nos novos depósitos a prazo recuou em Setembro para 1,34%, o nível mais baixo desde Maio de 2010, acompanhando o sentido descendente das taxas Euribor. O presidente do Santander Totta, António Vieira Monteiro, é uma das vozes críticas . Este responsável considerou que a remuneração oferecida aos aforradores no novo depósito a prazo lançado pelo Novo Banco está "fora do mercado", mostrando-se apreensivo em relação à mesma.

Caso os bancos concorrentes directos entrem na corrida pela captação de depósitos dos particulares, a aposta do Novo Banco em recuperar a sua carteira de depósitos a prazo pode até vir a ter um impacto positivo no bolso dos portugueses. No entanto é necessário ter em conta que face à descida das taxas Euribor a margem de manobra das instituições financeiras parece muito reduzida.

Ao lado conheça para diferentes prazos, quais os depósitos que oferecem as taxas de juro mais elevadas.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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09
Nov 14

Melhores depósitos por prazos

Três meses

As melhores taxas de juro tendem a ser oferecidas nos prazos de aplicação mais curtos. Normalmente são depósitos que pretendem captar novos clientes que não são renováveis. A banca ‘online' e os bancos mais pequenos são tradionalmente os que tendem a apostar mais neste tipo de depósitos.

Seis meses

Para este prazo, as remunerações oferecidas tendem a ser um pouco inferiores às aplicações a três meses. O "Invest Choice Novos Depósitos" é o que oferece a taxa de juro mais elevada neste prazo: TANB de 3% (2,16% líquidos).

12 meses

O PrivatBank é a instituição que nas aplicações a um ano oferece a taxa de juro mais elevada: TANB de 3,25% (2,34% líquidos). Contudo convém referir que os depósitos desta instituição são assegurados pelo fundo de garantia de depósitos da Letónia e não pelo português.

Dois anos

Para conseguir uma TANB de 3% (2,16% líquidos) neste prazo é necessário o aforrador fazer uma aplicação de pelo menos 50 mil euros no Finantia. Neste horizonte temporal, o PrivatBank volta a ser uma das instituições a oferecer os juros mais elevados.

Acima de dois anos

Mesmo em prazos mais alargados, os bancos de menor dimensão continuam a ser as instituições que oferecem as taxas de juros mais elevadas. Do ‘ranking' dos 10 maiores bancos o Popular é o único que salta para a tabela dos mais rentáveis.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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02
Nov 14
02
Nov 14

Novo Banco lança depósito a prazo

O Novo Banco aproveitou o Dia Mundial da Poupança para lançar um novo depósito a prazo, em mais um passo da estratégia de normalização que tem sido posta em prática pela gestão liderada por Eduardo Stock da Cunha.

Trata-se de um "Depósito a Prazo NB" a 92 dias, que paga juros no dia seguinte à sua constituição e tem taxas de acordo com o montante aplicado (de 1,75% TANB para montantes de 500 a 5.000 euros, até 2,5% TANB para montantes a partir de 15.000 euros). A campanha arrancou hoje nas plataformas de rádio, Imprensa, digital e balcões, fazendo parte de uma estratégia mais ampla, de recuperação da confiança dos clientes.

Tal como o Económico noticiou na semana passada, o Novo Banco lançou uma campanha comercial denominada "5 Estrelas", que visa reconquistar a confiança dos clientes, após os conturbadas semanas que se seguiram à resolução do antigo BES. Num vídeo disponibilizado aos colaboradores, Eduardo Stock da Cunha justificou o nome da nova campanha comercial dizendo: "até ao final do ano vamos voltar a ser um banco cinco estrelas".

Nesta comunicação interna, o presidente do Novo Banco explicou que a campanha que vai decorrer até final do ano se destina a "passar uma mensagem de confiança aos clientes".

"Para podermos alcançar os objectivos traçados pusemos à vossa disposição uma oferta muito competitiva de depósitos a prazo", disse ainda o responsável. Eduardo Stock da Cunha admitiu que "existem ainda problemas para resolver" mas assegura que a administração está "a fazer tudo para encontrar soluções em breve para os mesmos".

Normalização em marcha
A nova administração não tem tido mãos a medir nos esforços de normalização da actividade da instituição.

No último mês, a equipa tem procurado normalizar a gestão de crédito com empresas clientes, que esteve bloqueada nas semanas que se seguiram à resolução do BES e à criação do Novo Banco. Stock da Cunha desenvolveu ainda várias acções de contacto directo com a rede comercial, com o objectivo de recuperar a confiança dos clientes e estabilizar os recursos do banco.

O banco chegou entretanto a acordo com o Banco Nacional de Angola (BNA) para recuperação de cerca de 25% da dívida de 3,3 mil milhões de euros do BESA. Houve também um acordo com os reguladores para uma solução para os clientes que investiram em dívida sénior do BES, bem como com os sindicatos, para estabilizar os recursos humanos do banco. Foi ainda lançada a primeira campanha publicitaria para empresas, num ano e meio, com enfoque no sector exportador.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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