31
Out 13
31
Out 13

Desconfie dos depósitos para os mais pequenos

Nem sempre os depósitos para o segmento infantil são os mais rentáveis. Mas, há ofertas interessantes no mercado.

Os depósitos a prazo são, por excelência, o produto de investimento escolhido pelos portugueses para poupar para as crianças. Na hora de escolher não se deixe seduzir pelos símbolos e brindes infantis. A melhor oferta é a remuneração.

Nem sempre as taxas de juro oferecidas para a gama infantil são as mais atractivas. Mas, há excepções. Alguns produtos para os mais jovens apresentam rendibilidades bastante interessantes e que concorrem com as taxas dos melhores depósitos no mercado.

É o caso do Depósito Eu POUPO, comercializado pelo Popular, com uma remuneração de 3,65%. Uma taxa superior à actualmente em vigor nos depósitos a prazo. Com um montante mínimo de investimento de 300 euros, este produto é uma aplicação a três anos. Ainda assim, este produto é ideal para quem já tenha alguma poupança acumulada, uma vez que não permite reforços.

Nos casos em que ainda não exista uma poupança, o ideal é optar por uma conta júnior tradicional, privilegiando o efeito "mealheiro".

 

Existem várias contas com estas características, com os juros a rondarem os 2%, aos quais acrescem prémios de permanência, que em alguns casos podem chegar a 1%.

"Os depósitos para menores têm normalmente uma vantagem associada, face aos depósitos tradicionais, que são os prémios de permanência, que premeiam o reforço regular ou a simples permanência da poupança durante o tempo", realça o Best.


fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 22:46 | comentar | favorito
26
Out 13
26
Out 13

Depósitos de famílias e empresas caem 3 mil milhões em Setembro

Os depósitos das famílias e empresas em Espanha caíram quase 3.000 milhões de euros em Setembro, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Espanha.

Em concreto, a queda foi de 2.938 milhões de euros para um total de 935.188 milhões de euros, segundo o balanço mensal do supervisor.

As sociedades não financeiras reduziram os seus depósitos em 1.180 milhões de euros, para os 198.007 milhões, enquanto no caso das famílias a redução foi de 1.758 milhões de euros para 737.181 milhões de euros.

Os depósitos do total de residentes em Espanha diminuíram para os 1,461 biliões de euros em Setembro, face aos 1,469 biliões do mês anterior.

Já os depósitos em Espanha dos residentes em outros estados da UE subiram em Setembro para os 38.162 milhões de euros, mais 2.148 milhões de euros do que no mês anterior.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

publicado por adm às 00:39 | comentar | favorito
14
Out 13
14
Out 13

Millennium IB: Novos certificados são “uma ameaça directa aos depósitos nos bancos”

Banco de investimento alerta para a possibilidade do sector financeiro não conseguir atrair poupanças dos portugueses dada a elevada rentabilidade oferecida pelo produto do Estado.

O BPI já tinha alertado. Agora, é a vez do BCP, através da sua unidade de “research”, vir avisar para o risco que os novos certificados do Tesouro representam para a estabilidade do sector financeiro. A elevada rentabilidade do produto do Estado poderá ter um impacto na margem financeira dos bancos, alerta a analista Vanda Mesquita.

 

“Este produto é atractivo e constitui uma ameaça directa aos depósitos nos bancos, que nos últimos tempos têm pago menos pelos recursos de clientes”, nota o “research” do Millennium IB. Em Agosto, segundo os dados do Banco de Portugal, a taxa média nas aplicações até um ano caiu para 1,99%.

 

“Assim, a taxa atractiva do novo produto de aforro do Estado pode ser uma ameaça à captação deste tipo de financiamento por parte da banca”, com muitos investidores a preferirem as taxas crescentes do “Certificados do Tesouro Poupança Mais” que chegam a 5%, mas podem ser ainda mais elevadas consoante a evolução do PIB.

 

“Desta forma, os bancos poderão ser forçados a recorrer a alternativas de financiamento mais caros, ou a tornar as taxas dos seus depósitos mais competitivas, o que poderá pressionar a margem financeira”, remata a analista Vanda Mesquita, na nota de “research” publicada hoje.

 

Já na semana passada, no dia seguinte à divulgação do lançamento deste produto do Estado, o BPI afirmava ver este novo produto “como uma ameaça potencial à margem financeira dos bancos e à melhoria da rentabilidade em 2014”, receando que o sector suba os juros para tentar competir com os certificados do Tesouro. 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 22:53 | comentar | favorito
12
Out 13

Depósitos até 2,9%

As melhores taxas para depósitos até um ano são oferecidas a novos clientes ou novos montantes e em instituições de menor dimensão.


É importante escolher as melhores taxas, especialmente no período atual, em que os juros estão baixos. Ainda assim, há diferenças significativas, que atingem quase os 3%. Há instituições a remunerar muito próximo de zero e outras que chegam quase aos 3% líquidos para depósitos até um ano. É verdade que a inflação prevista para este ano é próxima de zero (0,4%, segundo o Banco de Portugal), o que não provoca demasiados danos no rendimento real das poupanças.

Mantenha em depósitos apenas o montante que pretende para fundo de maneio (recomendamos cerca de seis salários). Para o excedente invista a médio e longo prazo através de aplicações mais rentáveis.

  • Banco Best: 2,9% aos novos clientes (3 meses) 
    O Depósito 4% Já paga os juros antecipadamente, contudo não é possível mobilizar o montante durante o período do depósito (três meses). É exclusivo para novos clientes. Para montantes entre 2500 e 30 000 euros.
  • Popular: 2,8% pelo ordenado (12 meses) 
    Ao domiciliar o seu ordenado ou pensão poderá constituir o Depósito Ordenado, que apresenta uma taxa bruta de 3,9% pelo prazo de um ano. Paga os juros no vencimento. O mínimo é de 500 euros e o máximo é igual ao triplo do ordenado/pensão, limitado a 15 000 euros. Não mobilizável.
  • Banco Big: 2,7% aos novos clientes (3 meses) 
    O Super Depósito 3,75% é exclusivo para novos clientes que abram conta no Banco Big. Poderão optar pelo prazo de seis meses mas, nesse caso, a taxa de juro é inferior (3,25% bruta, ou seja, 2,3% líquida). Disponível para montantes entre 500 e 60 000 euros.
fonte:http://www.deco.proteste.pt/


publicado por adm às 22:17 | comentar | favorito
12
Out 13

Juro dos depósitos baixa fasquia dos 2%, um mínimo de quase três anos

Rendibilidade oferecida pelas aplicações comercializadas pela banca recuou em Agosto. Taxa média caiu para 1,99%.

Os bancos portugueses estão a pagar juros cada vez mais baixos nos depósitos a prazo. Em Agosto, a taxa média oferecida nas aplicações até um ano baixou a fasquia dos 2%, fixando um mínimo de quase três anos. No espaço de apenas dois anos, o juro encolheu para menos de metade.

 

De acordo com os dados revelados hoje pelo Banco de Portugal, a taxa média praticada nas aplicações com um prazo até um ano baixou, em Agosto, para 1,99%, depois de se ter fixado em 2,06% no mês de Julho. É preciso recuar até Setembro de 2010 para encontrar um juro mais baixo (1,91%).

 

A rendibilidade dos depósitos acentuou a tendência de quebra nos últimos meses, sendo que desde o final de 2011 que tem vindo gradualmente a baixar. A queda das taxas de mercado, o “travão” à oferta de taxas altas, associada às menores necessidades de liquidez dos bancos explicam a descida.

 

O último pico nos juros dos depósitos registou-se em Outubro de 2011, quando a taxa média ascendeu a 4,57%. Desde então, ou seja, em menos de dois anos, a rendibilidade das aplicações comercializadas pelas instituições financeiras em Portugal encolheu para menos de metade.

 fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

publicado por adm às 00:21 | comentar | favorito
11
Out 13
11
Out 13

Estado lança novo produto de poupança para particulares

Certificados do tesouro têm juros crescentes até 5% no quinto ano e um investimento mínimo de mil euros.

O Estado lançou um novo produto de poupança destinado a investidores particulares com menor necessidade de liquidez. Os Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM) podem ser subscritos a partir de 31 deste mês. 

Os CPTM podem ser adquiridos por prazos de cinco anos, e amortizados na respectiva data de vencimento ou antecipadamente, nas condições fixadas na resolução publicada em “Diário da República”, esta quinta-feira.

As taxas de juro fixadas para os CTPM na data da sua subscrição são garantidas até à sua amortização, e esta é feita ao valor nominal na data do seu vencimento, mas o Governo, através do Ministério das Finanças, tem a prerrogativa de alterar as taxas de juro dos CTPM que venham a ser emitidos após a data de entrada em vigor do despacho hoje publicado. 

"A opção por instrumentos de dívida pública de médio e longo prazo, tal como os CTPM, permite ao investidor beneficiar de uma maior remuneração, aproximando-a da rendibilidade de instrumentos de dívida pública transaccionados no mercado por grosso", sublinha o texto da resolução. 

Os certificados são emitidos ao valor nominal de um euro por unidade, o montante mínimo de subscrição é de mil unidades e o máximo de um milhão de unidades. O prazo é então de cinco anos, a partir da respectiva data-valor da subscrição, e as taxas de juro fixadas para esta série de CTPM, fixas para cada ano, é de 2,75%, no primeiro ano, 3,75% no segundo, 4,75% no terceiro e 5% nos quarto e quinto anos. 

O valor dos juros é líquido de IRS e não há capitalização de juros.


fonte:http://rr.sapo.pt

publicado por adm às 23:31 | comentar | favorito