23
Ago 13
23
Ago 13

Portugueses nunca tiveram tanto dinheiro aplicado a longo prazo

São quase 40 mil milhões de euros que continuam a ser remunerados acima dos 3%, e estão a esmagar as margens do sector bancário.

O montante aplicado pelas famílias portuguesas em depósitos de longo-prazo ultrapassou, pela primeira vez, os 39 mil milhões de euros em Junho. E já representa mais de 38% do total de depósitos, de acordo com os dados ontem publicados pelo Banco de Portugal. Desde o final de 2011 que os portugueses têm vindo a transferir aplicações de curto e médio prazo para maturidades superiores a dois anos, procurando garantir a melhor taxa de juro por um período mais alargado. E se num primeiro momento estas aplicações serviram os interesses dos bancos - que aumentaram consideravelmente a oferta dada a necessidade de liquidez estável - agora são uma fonte de pressão para as margens das instituições financeiras. 

Com as taxas de juro de mercado deprimidas, os bancos estão a receber juros de crédito a taxa variável mas a pagar taxas fixas contratadas há vários meses. A forte contracção nos juros oferecidos nos depósitos a prazo desde final de 2011 está a surtir efeitos nos saldos de depósitos com maturidade inferior a dois anos, onde a taxa de juro média está agora nos 2,49%, mais de 100 pontos base abaixo do pico atingido em Março de 2012. Nas novas aplicações a prazo os bancos oferecem agora 2%, o valor mais baixo desde Setembro de 2010. No entanto, o efeito dos cortes de juro ainda não se fez sentir nas aplicações de longo prazo, onde a taxa de juro média dos saldos continua a subir, atingindo mesmo em Junho o valor mais alto dos últimos 10 anos: 3,12%. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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11
Ago 13
11
Ago 13

Depósitos de particulares atingem 3º valor mais alto de sempre

Os depósitos de particulares junto dos bancos em Portugal subiram 338 milhões de euros em julho, atingindo o valor mais alto dos últimos 11 meses e também o terceiro valor mais alto de sempre, revelam dados do Banco de Portugal divulgados esta terça-feira.

Um aumento registado apesar da queda da rendibilidade dos depósitos. De acordo com os dados do banco central, a taxa média para aplicações até um ano voltou a recuar em junho, para 2%. É o valor mais baixo desde setembro de 2010.

No final do mês passado, os portugueses tinham um total de 132.137 milhões de euros depositados junto da banca.

Desde agosto do ano passado que o montante dos depósitos não superava os 132 mil milhões de euros. 

Nesse mês, os depósitos dos portugueses atingiu o valor mais alto desde que há registo, nos 132.475 milhões de euros.

Os dados do Banco de Portugal mostram também um novo corte no crédito concedido a famílias e empresas e ainda uma descida do malparado.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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07
Ago 13

Valor aplicado em depósitos atinge máximo de quase um ano

Famílias têm privilegiado as aplicações a prazo, apesar da queda da remuneração dos depósitos por parte dos bancos. Poupanças no balanço das instituições aumentaram pelo nono mês consecutivo.

Os portugueses continuam a aumentar o valor aplicado junto das instituições financeiras, em depósitos a prazo. De acordo com os dados do Banco de Portugal, as famílias tinham, em Junho, investidos 132,1 mil milhões de euros nestas aplicações, um máximo de quase um ano.

 

O saldo dos depósitos dos particulares aumentou pelo nono mês consecutivo, segundo os dados estatísticos do regulador do sector financeiro. Ascendeu a 132,1 mil milhões, face aos 131,8 mil milhões registados em Maio, superando a fasquia dos 132 mil milhões pela primeira vez desde Julho de 2012.

 

Houve um aumento de 338 milhões de euros no saldo das aplicações dos particulares, revela o Banco de Portugal. Já no caso das empresas, o saldo caiu em 232 milhões de euros, com o montante total aplicado pelas sociedades não financeiras junto dos bancos a recuar para os 27,4 mil milhões.

 

Esta evolução positiva nos depósitos realizados pelas famílias revela a confiança que os portugueses mantêm no sector financeiro, já que a rendibilidade obtida com estas aplicações tem vindo a deteriorar-se. Segundo o Banco de Portugal, a taxa média dos depósitos até um ano caiu em Junho para 2%, um mínimo de 2010.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

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07
Ago 13

Mais de 80% dos depósitos comercializados tem um prazo inferior a um ano

Taxas de juro têm vindo a cair. Juros mais elevados são conseguidos nas aplicações de mais longo prazo onde, alerta o Banco de Portugal, a oferta é bastante escassa.

Está a encolher a oferta de depósitos a prazo de taxa fixa, com a banca a apostar mais nos de taxa variável. Os primeiros continuam, no entanto, a dominar o mercado, sendo que a aposta recai quase exclusivamente sobre aplicações com prazos inferiores a um ano, revela o Banco de Portugal. Apesar da queda das taxas oferecidas, ainda há juros atractivos, mas só nos depósitos de longo prazo que quase não existem.

 

“Em Maio de 2013 estavam em comercialização 365 depósitos a prazo a taxa fixa”, refere o Relatório de Acompanhamento dos Mercado Bancários de Retalho, referente a 2012. “Cerca de 83% são depósitos com prazos de até um ano, observando-se, face a Dezembro de 2011, uma redução da importância relativa dos depósitos com prazos mais longos”, sublinha o Banco de Portugal.

 

A taxa média das aplicações com prazo até um ano tem vindo a baixar significativamente. Encolheu para menos de metade do pico registado em Outubro de 2011, quando chegou aos 4,57%. De acordo com os dados estatísticos revelados esta terça-feira pelo Banco de Portugal, a taxa média praticada pelas instituições financeiras em Junho era de 2%, um mínimo de Setembro de 2010.

 

Apesar da queda acentuada das taxas de juro, fruto da intervenção do regulador do sector financeiro mas também dadas as menores necessidades de liquidez das instituições, ainda há taxas atractivas. “Verificou-se uma diminuição do número relativo dos que apresentam TANB superiores a 4% em todos os prazos, não se observando, em Maio de 2013, taxas superiores a 5%.

 

“Taxas superiores a 4% registam-se apenas nos prazos iguais ou superiores a um ano”, sublinha o regulador. Contudo, a análise aos quadros que acompanham o relatório hoje divulgado permite perceber que as remunerações mais elevadas são conseguidas através dos depósitos com prazo de quatro anos. Esse prazo é, segundo o Banco de Portugal, o menos representativo no leque de ofertas dos bancos. Há menos de 10 depósitos.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

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06
Ago 13
06
Ago 13

Juro dos depósitos a prazo cai para mínimo desde 2010

Rendibilidade média das aplicações a prazo comercializadas pelas instituições financeiras nacionais recuou pelo segundo mês consecutivo. Em Junho, fixou-se nos 2%.

As taxas praticadas pelas instituições financeiras nos depósitos a prazo continuam a cair. Em Junho, de acordo com os dados do Banco de Portugal, o juro médio oferecido nas aplicações até um ano fixou-se em 2%. É preciso recuar até ao final de 2010 para encontrar uma rendibilidade média tão baixa.

 

Depois de ter caído para 2,18% em Maio, a taxa média praticada pelos bancos nos depósitos com um prazo até um ano baixou ainda mais. Caiu para 2%, o nível mais baixo desde Setembro de 2010, altura em que o retorno oferecido por este produto de poupança estava nos 1,91%.

 

Desde o último pico, em Outubro de 2010, quando a taxa média chegou aos 4,57%, o juro oferecido pelos bancos encolheu para menos de metade. Um movimento despoletado pela intervenção do Banco de Portugal com a imposição de “limites” às taxas para proteger a rentabilidade do sector.

 

A redução das necessidades de liquidez por parte dos bancos, por estarem a aproximar-se do objectivo de ter um rácio entre depósitos e crédito concedido de 120%, tem levado também muitos bancos a reduzirem as taxas, contribuindo para a descida da remuneração destas aplicações.

 

Certificados arrasam depósitos

 

Num contexto marcado pela queda das taxas oferecidas nos depósitos a prazo, verifica-se um aumento da rendibilidade de outro produto de poupança, neste caso do Estado. Os certificados de aforro estão cada vez mais atractivos, oferecendo um prémio elevado face às aplicações dos bancos: 118,9 pontos-base.

 

A taxa bruta anual que vigorará nos próximos três meses está agora nos 3,189%, para quem subscrever estes títulos em Agosto. Os juros oferecidos por este produto dispararam desde que em Setembro o Governo decidiu introduzir um prémio de 275 pontos-base, elevando a taxa de mínimos históricos para mais de 3%.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

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