25
Mai 13
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Mai 13

Depósitos: O que é abrangido? Os 100 mil euros são por pessoa? Saiba tudo sobre o fundo de garantia

O dinheiro que tem depositado no banco está protegido?
Apesar de a crise ter feito muitas vítimas no sector financeiro internacional, em Portugal nenhum banco entrou em falência. Ainda assim, caso uma situação de colapso acontecesse, existe um Fundo de Garantia de Depósitos que garante o reembolso da totalidade do valor dos saldos em dinheiro de cada cliente até 100 mil euros.

Todos os bancos estão abrangidos pelo fundo de garantia de depósitos?
Sim. Todas as instituições financeiras cuja atividade inclua a receção de depósitos têm de participar obrigatoriamente no Fundo de Garantia de Depósitos, com exceção das Caixas de Crédito Agrícola Mútuo e da Caixa Central, que fazem parte do Sistema Integrado do Crédito Agrícola Mútuo, as quais são abrangidas pelo Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo – que tem também como montante máximo de garantia os 100 mil euros por depositante e por instituição.

O montante assegurado pelo fundo é por pessoa ou por banco?
Os 100 mil euros garantidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos referem-se a saldos por conta e por banco. Quer isto dizer, que se tiver, por exemplo 150 mil euros na mesma instituição apenas terá direito ao reembolso de 100 mil euros. Já se tiver os 150 mil euros divididos em contas de dois bancos diferentes (75 mil euros em cada um) conseguirá receber a totalidade do montante.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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20
Mai 13
20
Mai 13

Os depósitos que rendem mais

Os depósitos a prazo rendem cada vez menos. Nem os novos clientes ou os novos montantes aplicados conseguem boas taxas, cujo rendimento líquido fica atualmente entre os 2,2% e os 2,9% quando há um ano era possível encontrar superdepósitos com taxas anuais brutas de 6% (4,5% depois de impostos).

Hoje, os depósitos mais generosos que premeiam os novos clientes e os novos montantes oferecem taxas anuais líquidas de 2,9%. Podem ser constituídos no Banco Big, no Banco Invest, no Best Bank e no Finantia.

Há três razões para esta diminuição das taxas de juro dos depósitos: a contínua descida das taxas de juro de referência do mercado, como a Euribor; depois o facto de o Banco de Portugal ter voltado a apertar os limites às taxas de juro, agravando as penalizações aos bancos que apresentassem remunerações superiores a um determinado patamar; e, por último, a subida da taxa de imposto sobre o rendimento que se verificou no início deste ano, que passou de 21,5% para 28%.

A DECO PROTESTE tem no seu site um simulador para ver qual o melhor depósito, consoante o montante aplicado e o prazo do investimento.Faça aqui a simulação.

No computador ou ao balcão
Já existiram diferenças significativas nas taxas de juro entre a banca que funciona maioritariamente através da Internet e a banca tradicional. Se, no passado, eram os bancos on-line que mais ofereceriam aos novos clientes ou novos montantes, atualmente já não é regra. Agora, entre os bancos mais generosos estão o Banco Invest e o Finantia, duas instituições mais orientadas para o atendimento presencial, ainda que tenham uma rede reduzida de agências. As suas propostas são para o prazo de 12 meses.

 

Já o Banco Big e o Best Bank são bancos que trabalham essencialmente pela Internet. A taxa anual líquida de 2,9% é oferecida nas aplicações com a duração de 3 meses.

Na lista dos mais generosos seguem-se o BBVA e o Banco BIC, ambos da rede tradicional, que propõem 2,5% aos novos clientes ou novos recursos. Menos interessante, o ActivoBank oferece o mesmo rendimento dos Certificados de Aforro (2,3%) nas aplicações a prazo de 1 ano.

Especiais para além da taxa
Alguns destes depósitos têm características especiais. Por exemplo, o Depósito 4% Já do Best Bank paga os juros antecipadamente, mas não permite a mobilização do dinheiro durante os 3 meses da aplicação. O Depósito a Prazo 4% do Finantia é apenas para montantes superiores a 50 mil euros.

 

A Poupança Start do ActivoBank é um depósito com duas opções de prazo: a 6 meses rende uma taxa anual líquida de 2,2% e para o prazo de 12 meses rende 2,3 por cento. Na abertura de conta junto do ActivoBank, o cliente recebe um cartão Poupança Star. Esse cartão dá direito a constituir o depósito homónimo. No entanto, o novo cliente pode oferecer o cartão a outros clientes. É permitida a utilização máxima de dois cartões por cliente. O cartão é válido por 3 meses após a data da emissão, que coincide com a abertura da conta de depósitos à ordem.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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18
Mai 13

BCE testa impacto de taxa de depósitos negativa

O BCE tem estado a avaliar o grau de preparação da banca para lidar com uma eventual redução da taxa de depósitos para valores negativos, disseram ‘traders' à agência Reuters.

"Ouvimos que o Banco Central Europeu tem estado a verificar se os bancos estão preparados para taxas [de depósitos] negativas, o que, creio, não deve ser surpresa para ninguém", disse um ‘trader' à Reuters, para quem a descida dessa taxa "é provavelmente a mais acessível" jogada de política monetária dento "das medidas não convencionais".

O mercado levou a sério estes rumores, que desencadearam quase automaticamente um pico da ‘bund' alemã na sessão de hoje.

Na última conferência de imprensa, a 2 de Maio, Mario Draghi, após ter anunciado uma descida da taxa refi para o mínimo histórico de 0,5%, disse que o conselho de governadores do BCE está de "mente aberta" quanto a uma eventual redução para valores negativos da taxa de depósitos, admitindo contudo tratar-se de um território nunca explorado.

Se a taxa de juro da facilidade permanente de depósitos, actualmente em 0%, descer para valores negativos, os bancos vão, na prática, passar a pagar para depositar fundos no BCE, que tenta assim desincentivar a alocação de fundos no banco central em favor do financiamento da economia.

 fonte-:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 19:21 | comentar | favorito
18
Mai 13

Há razões para temer pelos seus depósitos?

Está em pânico por causa dos seus depósitos? Relaxe. Hoje, os seus depósitos até 100 mil euros estão formalmente mais protegidos do que alguma vez estiveram. E acima desse valor garantido – que, até 2008, estava fixado em Portugal num patamar bem mais baixo, em 25 mil euros – o seu dinheiro está tão em perigo quanto sempre esteve. Porque (certo ou errado, essa é outra questão, relevante) os depositantes não são clientes, mas credores, porque fornecedores de financiamento aos bancos.

Essa grande, enorme, diferença sobre o que são, afinal, os depositantes na sua relação com os bancos saltou para o espaço mediático a reboque das discussões em curso na Europa sobre como deverão actuar reguladores e Estados perante uma instituição financeira em risco de insolvência, sem optar pelas vias extremas que estão – e estarão – disponíveis: deixá-la cair; ou meter-lhe dinheiro dos contribuintes nas veias, como se tornou quase regra ao longo desta crise, até à grande excepção (que agora se quer transformar em regra) do resgate aos bancos de Chipre, em que foram os accionistas dos bancos, mas também os seus credores, os chamados a assumir as perdas reais e potenciais, no lugar dos contribuintes.

 

Na Europa, a discussão prossegue em torno da hierarquia dos credores nesse processo e de saber se a participação dos depositantes não garantidos na recapitalização de um banco deve ser explicitamente sempre uma opção de último recurso. As opiniões sobre o impacto da concessão desses "privilégios creditórios" aos depositantes são divergentes, com os países do Norte, entre os quais a Alemanha, a alegarem que podem afectar os custos de financiamento dos bancos e que esse efeito nefasto poderia ter atenuado se fossem apenas, mas absolutamente, salvaguardados os depósitos garantidos, abaixo de 100 mil euros.

 

Mas em Portugal, a legislação está mais avançada do que possa parecer. Até há bem pouco tempo, só a liquidação judicial de instituições já insolventes estava regulada. Isso significava que, perante uma instituição de crédito em desequilíbrio financeiro grave e sem perspectivas de recuperação, ou o Banco de Portugal lhe retirava a autorização para o exercício da actividade e o banco entrava em liquidação; ou o Estado entrava em campo e nacionalizava o banco. Na história recente, o BPP percorreu o primeiro caminho; o BPN, o segundo.

 

O Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras foi entretanto profundamente alterado para contemplar uma espécie de “terceira via”: hoje o regulador (ainda o Banco  de Portugal, mas em breve será o BCE o responsável último por essa função)  pode intervir numa fase mais prematura, sugerir medidas correctivas e, no limite, impor mecanismos com vista à resolução ordeira de bancos em pré-falência, que podem passar pela sua alienação total ou parcial.

 

Não excluindo a necessidade de “recursos exógenos” (leia-se, designadamente, dinheiro dos contribuintes), o princípio orientador desse processo, como estabelece o artigo 145º do RGICSF, assenta em “assegurar que os accionistas e os credores da instituição de crédito assumem prioritariamente os prejuízos da instituição em causa, de acordo com a respectiva hierarquia e em condições de igualdade dentro de cada classe de credores”. A salvo, esclarece-se logo no seu nº1, ficam os depositantes garantidos (até 100 mil euros) que têm prioridade na execução da massa insolvente (excepto sobre créditos laborais dos trabalhadores da instituição e créditos fiscais) e que contam com o respaldo do Fundo de Garantia de Depósitos. Os depositantes não garantidos são o que eram, são e serão: não garantidos.

 

Assustador de verdade, é ver quão fértil é a desinformação na Europa e sobre a Europa, onde até quando se semeia protecção para contribuintes e garantias e transparência para aforradores o que se colhe é desconfiança, quando não pânico.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 19:17 | comentar | favorito
14
Mai 13
14
Mai 13

Gaspar garante que depósitos abaixo dos 100 mil euros são "sagrados"

Debate sobre os depósitos ganhou acuidade durante o resgate de Chipre, cujo governo quis penalizar igualmente as contas mais baixas.

Os depósitos inferiores a 100 mil euros são intocáveis, mas acima desse valor podem ser usados no resgate de bancos em dificuldades, embora apenas como último recurso. 

Este foi o sentimento expresso pela maioria dos ministros das Finanças dos 27 países da União Europeia no debate que decorreu esta terça-feira em Bruxelas sobre a nova directiva de resolução de bancos. 

O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, garantiu que "para depósitos acima desse limite, a possibilidade de existência de perdas não é peremptoriamente excluída, mas apenas ocorrerá, na perspectiva da esmagadora maioria dos intervenientes, em último recurso e se for absolutamente necessário". 

A questão do estatuto dos depósitos ganhou acuidade durante o resgate de Chipre, cujo governo quis penalizar igualmente as contas mais baixas. 

Agora, os responsáveis europeus não perdem uma oportunidade para repetir onde ficou traçada a linha. "Foi absolutamente claro que a garantia de depósitos abaixo dos 100 mil euros é sacrossanta", garantiu Vítor Gaspar. 

Governos, Comissão e Parlamento Europeu parecem assim convergir para a possibilidade de os depósitos mais elevados serem abrangidos pelo resgate de bancos. 

A discussão prossegue e um dos pontos em aberto é a entrada em vigor das novas regras. 2015 ou 2018 são os cenários em cima da mesa. Portugal privilegia a opção mais tardia.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

publicado por adm às 23:12 | comentar | favorito
08
Mai 13
08
Mai 13

"Depósitos acima dos 100 mil estão a salvo por enquanto"

Ex-governador do Banco de Portugal desaconselha a retirada do dinheiro dos bancos portugueses mas admite que o cenário possa ser diferente dentro de três ou quatro anos.

Os depósitos dos portugueses, acima dos 100 mil, estão a salvo, por agora. 

Silva Lopes, diz que “em teoria”, os resgates bancários semelhantes aos do Chipre, podem ser possíveis em Portugal, “embora não num tempo próximo”. 

Questionado sobre essa possibilidade, denunciada pelo eurodeputado Nuno Melo, depois de ter pedido explicações à comissão europeia sobre esta matéria, o ex-governador do Banco de Portugal garante que “em Portugal não há, por agora, bancos em risco e onde isso seja uma ameaça”. 

Silva Lopes é claro, quando diz que “não vai tirar o seu dinheiro de parte nenhuma, embora admita não saber como estará a situação de Portugal e dos bancos portugueses daqui a três ou quatro anos”, no entanto, diz Silva Lopes, “o dinheiro dos portugueses está a salvo, mediante as indicações que temos por agora”. 

Não querendo alongar-se muito em cenários, o antigo governador do Banco de Portugal reconhece que a solução preconizada pela Comissão Europeia, de que os depósitos das instituições em dificuldades acima de 100 mil euros possam vir a ser reduzidos ou convertidos em acções, “é uma solução que pode vir a vingar”. 

O actual governador, em meados de Março dizia o mesmo. Em plena crise dos depósitos de Chipre, Carlos Costa afirmava que os depósitos em Portugal não estão ameaçados: 

“O nosso sistema bancário está muito mais capitalizado, tem mais liquidez, está muito mais sólido, portanto os nossos visitantes podem estar muito tranquilos, têm dos sistemas financeiros mais estáveis e mais capitalizados neste momento na Europa”, afirmou Carlos Costa a 19 de Março deste ano. 

Contactado pela Renascença, o ministério das Finanças não faz qualquer comentário.

fonte:http://rr.sapo.pt/

publicado por adm às 21:22 | comentar | favorito
03
Mai 13
03
Mai 13

Draghi admite taxa de depósito negativa

Mario Draghi disse hoje estar de "mente aberta" quanto à possibilidade de descer a taxa de depósito para valores negativos.

Sublinhando que se trata de "território desconhecido", o presidente do Banco Central Europeu (BCE) abriu hoje a porta a, a par da refi, que desceu para um mínimo histórico de 0,5%, proceder também a uma redução da taxa, actualmente em zero, a que os depósitos das instituições financeiras comerciais no banco central são remunerados.

Com uma descida da taxa de juro da facilidade permanente de depósito para valores negativos, os bancos teriam, na prática, de pagar para depositar fundos no BCE, o que poderia servir como um desincentivo para ‘estacionar' dinheiros no banco central em vez de o fazer circular pela economia. 

Na habitual conferência de imprensa que se segue à reunião mensal de definição de política monetária, que este mês decorreu em Bratislava, Mario Draghi sinalizou que o Conselho de Governadores está de "mente aberta" em relação a descer a taxa de depósito para valores negativos.

"Analisaremos todos os dados e permanecermos prontos a agir se for necessário", disse o presidente do BCE. Questionado directamente sobre uma eventual redução da taxa de depósitos, Draghi respondeu que "abordaremos esse assunto de mente aberta".

Perante estas palavras, o euro deprecia contra a divisa norte-americana, cotando nos 1,3075 dólares (-0,8%).

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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