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Out 12

Saiba quais são os melhores depósitos a prazo

É grande a oferta de depósitos. Os bancos têm aplicações para praticamente todos os prazos, mas é nas de menor duração que tendem a publicitar taxas mais elevadas para atrair os investidores.
São uma opção, se quiser rentabilizar rapidamente o capital disponível, mas para quem vê os depósitos como uma verdadeira poupança, a opção deve recair sobre os prazos mais longos que lhe vão permitir encaixar mais juros.

Regras para escolher os melhores depósitos

Comparar ofertas
Nos depósitos, comparar pode ser a diferença entre ganhar muito, ou muito pouco. Se vai constituir um depósito, analise os juros que lhe oferecem no seu banco, mas compare com outros bancos. Às vezes, vale mais mudar.

Cuidado com as taxas altas 
Um depósito com uma taxa de juro de 4% é bom? Depende. Se for de um ano, é. Permite obter um ganho líquido de 147 euros por cada cinco mil. Se for um depósito a três meses o retorno será baixo. Os bancos anunciam sempre a taxa bruta anual que, neste caso, é aplicada apenas durante três meses. Neste caso, cinco mil rendem 36,75 euros.

Prefira prazos mais longos
Para atraírem novos clientes, os bancos oferecem aplicações promocionais, com taxas altas, mas que duram pouco tempo. Como tal, o retorno é limitado. Prefira aplicações a dois, três e cinco anos. Garante que o seu dinheiro vai estar sempre a render e assegura já remunerações elevadas para o futuro.

Mais dinheiro, mais juros 
Num depósito, os bancos pagam-lhe pelo seu dinheiro. Quanto mais "emprestar" à instituição, regra geral, mais elevada será a taxa. 
Os juros publicitadas são para depósitos até cinco mil euros. Quem aplicar mais de dez mil ou 25 mil euros tem juros mais altos.

Diversificar riscos 
Os depósitos têm baixo risco. Estão protegidos até 100 mil euros pelo Fundo de Garantia de Depósitos. Mas em caso de falência do banco, ainda que o reembolso seja, em teoria, rápido, mais vale não ter todo o dinheiro na mesma instituição.
































































































































Fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=587301
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Conheça os melhores produtos de poupança para 2013

Oito bancos escolheram 17 aplicações para os portugueses aplicarem as suas poupanças.

O próximo ano será provavelmente um dos períodos mais exigentes de sempre para os portugueses e para as suas poupanças. Já há muitas famílias sem margem ao fim do mês que lhes permita compor um "pé-de-meia", enquanto outras necessitam de fazer um grande "aperto" ao orçamento para conseguir colocar algum dinheiro de parte para fazer face a eventuais imprevistos.

Por essa razão, o Diário Económico pediu aos dez maiores bancos a nível nacional que indicassem os seus produtos de poupança de eleição para ajudar os portugueses a "fermentar" as suas poupanças durante o próximo ano. Entre os bancos contactados, apenas a CGD e o Barclays não apresentaram recomendações de produtos. Obtivemos respostas do Millennium bcp, BES, Santander Totta, BPI, Montepio Geral, Crédito Agrícola, Banif e Banco Popular.

Aquilo que foi pedido foi a sugestão de produtos de poupança vocacionados para clientes conservadores e com perfil de risco moderado, tendo em conta a oferta actualmente disponível em cada uma das instituições ou de produtos que ponderem introduzir em 2013. Em termos das recomendações, os depósitos a prazo sobressaíram como uma das principais apostas, seguindo-se algumas contas poupança. Entre as instituições consultadas apenas o Montepio não incluiu nas suas recomendações depósitos a prazo, preferindo aconselhar produtos de poupança específicos para associados e que não são abrangidos pelo fundo de garantia dos depósitos.

Em termos de remuneração, 4% brutos, foi a taxa de juro mais elevada que nos foi recomendada e que fica consideravelmente abaixo às que eram alcançáveis há um ano, altura em que a "guerra pelos depósitos" levou os bancos a oferecerem juros que em alguns casos chegaram aos 7%. Apesar de hoje a realidade ser bastante diferente, a aposta em depósitos a prazo ainda parece ser uma alternativa vantajosa.

Susana Albuquerque, secretária-geral e coordenadora do programa de educação financeira da Associação de Sociedades Financeiras para Aquisições a Crédito (ASFAC), explica: "Ainda vale a pena [investir em depósitos a prazo], pois a base da nossa poupança deve ser constituída por produtos sem risco de perda de capital", acrescentando que "ainda é possível obter taxas de remuneração superiores à inflação". No próximo ano, a confirmarem-se as previsões para inflação por parte do Governo e da ‘troika' - de 0,9% - o retorno dos depósitos a prazo não será tão penalizado, mesmo tendo em conta que o Governo prevê agravar a tributação sobre este tipo de aplicações já no próximo ano, com a taxa liberatória a passar dos actuais 25% para 28%.

Outra das tendências que se constatou foi a recomendação de depósitos a prazo, cujo pagamento dos juros é efectuado logo na altura da subscrição: caso do "Depósito Já" do Millennium bcp e o "Depósito Rendimento Imediato" do Banif. O principal inconveniente é o facto de qualquer destes produtos não possibilitar a mobilização antecipada dos montantes aplicados. As condições necessárias para poder mobilizar antecipadamente são, aliás, um dos factores que Susana Albuquerque considera ser mais relevante de avaliar antes da subscrição de um depósito a prazo. "Por vezes é possível mobilizar antecipadamente, mas isso implica uma perda total de juros. Se a pessoa prevê que possa ter de levantar o dinheiro antes do prazo, apesar das remunerações mais atractivas, esse produto pode deixar de ser interessante, sendo melhor um produto que remunere abaixo mas com possibilidade de mobilização antecipada", recomenda a especialista.

Outra das tendências recentes, e que está incluída no conjunto de produtos recomendados pelo BES (conta "Micro Poupança"), é o incentivo aos arredondamentos e à micro poupança. "Considero que são bons incentivos, sobretudo para aquelas pessoas que têm alguma resistência a tratar da poupança como uma despesa [...] Mais importante do que quanto se poupa é a regularidade com que se poupa", frisa a responsável da ASFAC.


Produtos de eleição dos bancos para 2013

Millennium BCP
O banco indica quatro produtos para vários tipos de clientes. O "Depósito Soma +" (1 ano) tem TANB base de 0,5% mas que pode atingir 4%, consoante o envolvimento do cliente com o banco. O banco sugere ainda o "Depósito Estrela" (seis meses), com TANB média entre 1% e 2,588%, variando a taxa por tranches (mínimo de 2.500 euros). Já o "Depósito Já" é não mobilizável antecipadamente, oferecendo TANB entre 1,5% (seis meses) e 2% (um ano). A "Poupança Prémio" com mínimo de dez de euros e reforços a partir do mesmo valor tem uma TANB de 1,25% ou 2,5%.

Santander Totta
O Santander Totta destaca duas aplicações entre a sua oferta actual. Os "Depósitos Planos Programados" destinam-se à poupança periódica programada, com montantes mensais entre 25 euros e 2.000 euros e cuja remuneração oscila entre 3,5% e 4%, em termos brutos, consoante o valor da poupança mensal. O Santander também elege a conta poupança "Aforro + Prémio", disponível a partir de 100 euros e remunerada com uma TANB de 2,25% durante três anos, a que acresce um prémio de 1,75% sobre o saldo verificado nessa altura.

Montepio Geral
O Montepio recomenda duas aplicações exclusivas a associados. Uma delas é a modalidade mutualista de poupança "Montepio Capital Certo", com prazo de cinco anos e um dia, e cuja subscrição é efectuada através da emissão de séries de prazo definido. O mínimo de subscrição são 150 euros, aplicando-se uma taxa de juro crescente de 4,6%, em termos médios (caso da série do mês de Outubro). A instituição recomenda ainda a "Montepio Poupança Complementar".

Banif
O Banif tem em campanha, até 9 de Novembro, o "Depósito Rendimento Imediato" permitindo nesse período a sua constituição por um prazo de 183 dias (seis meses). Este produto pode ser subscrito a partir dos 1.000 euros, sendo o pagamento de juros efectuado na data da constituição do depósito, por crédito na conta de depósitos à ordem associada. Em termos de remuneração, é oferecida uma TANB de 3,1%. O principal inconveniente é que não pode ser mobilizado antes da data de vencimento.

Banco Espírito Santo
O BES elegeu soluções de poupança para 2013 vocacionadas para fomentar as pequenas poupanças. A conta "Poupança Programada" permite reforços a partir de dez euros mensais e é remunerada com TANB de 3% (um ano). Já a "Micro Poupança" é uma solução que permite aos clientes arredondarem (por múltiplos de um, dois, cinco ou dez euros) o valor dos pagamentos realizados na conta à ordem e reencaminhar esse montante para uma conta poupança à escolha.

BPI
O BPI recomenda duas soluções alternativas. Para as pequenas poupanças, o banco destaca as Contas Poupança BPI (seis ou 12 meses) que permitem, a partir de 25 euros, a programação de entregas mensais a partir de um euro. A sua remuneração é equivalente a uma parcela da Euribor. Já os depósitos a prazo "BPI Valor" estão disponíveis a partir de cinco mil euros para prazos de três, seis ou 12 meses, sendo que a respectiva remuneração depende "do envolvimento comercial com o BPI".

Crédito Agrícola
O CA elege dois depósitos com prazos distintos. O "Depósito Super Crescente Mais", a três anos com prémios de permanência e pagamento de juros semestrais, que oferece uma TANB média de 1,5% para montantes acima de 750 euros. É permitida a mobilização antecipada parcial ou total mediante condições como o não pagamento de juros sobre o capital mobilizado. Já o "DP Net" é um depósito a um ano, para montantes acima de 250 euros e remunerado a uma TANB de 2,75%. Este depósito apenas pode ser subscrito pela Internet.

Banco Popular
O Popular recomenda o "DP Ouro a 18 meses" para os aforradores conservadores. Trata-se de um depósito por um prazo de 18 meses, remunerado no vencimento com uma TANB de 3,6% e válido para montantes acima de 300 euros. É mobilizável antecipadamente, com penalização de juros, sendo que o montante da mobilizações parciais não pode ultrapassar o mínimo de constituição. Para clientes de perfil moderado, é recomendo o investimento em obrigações a 18 meses emitidas pelo próprio Banco Popular Portugal.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Conheça os depósitos mais rentáveis para os mais pequenos

Nem sempre os produtos direccionados para o segmento infantil são os melhores. Ainda assim, há ofertas interessantes. Não se esqueça de escolher uma conta que possa servir de "mealheiro".
Todos os pais têm a preocupação de poupar para o futuro dos seus filhos. E, os depósitos a prazo são, por excelência, o produto de investimento escolhido pelos portugueses para poupar para as crianças. Na hora de escolher, não se esqueça que o melhor brinde é a remuneração.

Nem sempre as taxas de juro oferecidas para a gama infantil são as mais atractivas. Ainda assim, há produtos direccionados aos mais pequenos com rendibilidades bastante interessantes e que concorrem com as taxas dos melhores depósitos no mercado.

É o caso do CaixaPopPrazo não mobilizável do banco estatal, com uma remuneração fixa de 4,25%. Ainda assim, este produto é ideal para quem já tenha alguma poupança acumulada e não necessite de utilizar esse montante nos próximos anos, uma vez que o produto não permite reforços, nem o levantamento das poupanças antes do final do prazo de quatro anos.

À excepção do depósito do Santander, as contas com as melhores remunerações também não permitem aumentar o valor aplicado durante o prazo do depósito. Deste modo, quem está a começar do zero uma poupança deve eleger uma conta "júnior" mais básica, para ter o efeito de "mealheiro". Embora as remunerações sejam bastante inferiores, poderá ir reforçando a poupança, de modo a mais tarde aplicar o capital num produto mais rentável.

"Regra geral, as contas juniores têm montantes mínimos de abertura reduzidos e, em alguns casos, um euro é suficiente para fazer um reforço na aplicação", realça um artigo de Junho publicado na revista da Deco Proteste. 

Além dos tradicionais depósitos a prazo, há outras alternativas de investimento. Certificados de Aforro ou seguros de capitalização são algumas das soluções recomendadas pelos especialistas. Estes últimos têm a vantagem de terem uma taxa de IRS mais baixa no resgate, desde que mantidos por um período superior a cinco anos. Mas preste atenção às comissões, que tendem a ser elevadas.

Glossário:

Capitalização de juros

Este é um termo que seguramente ouvirá falar muito no caso das contas para os mais pequenos. Mas, afinal o que é capitalizar os juros? Não é mais do que incorporar o valor dos juros na poupança já existente, aumentando assim o valor do capital e do valor a receber em termos de remuneração no pagamento de juros seguinte. 

Nos casos em que há capitalização de juros, o valor da poupança está sempre a aumentar, mesmo que não faça qualquer reforço do depósito. Em contas poupança para prazos muito longos, este factor pode permitir adicionar um montante significativo ao depósito. Se à capitalização juntar ainda reforços pontuais ou programados poderá maximizar ainda mais a poupança. Regra geral, apenas os depósitos com taxas mais baixas permitem capitalizar.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=587309
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31
Out 12

Fundos dão juros até nove por cento

Todos os euros poupadinhos devem estar a render e não numa conta à ordem." O conselho é do analista financeiro da Deco, para assinalar hoje o Dia Mundial da Poupança, que salienta haver agora "um esforço acrescido de poupança e menos consumo devido às medidas de austeridade".

Os depósitos a prazo continuam a ser uma das opções mais seguras mas, face à inflação, os fundos de obrigações ou mistos, com risco limitado, estão a tornar-se cada vez mais atractivos para os portugueses.

Para Jorge Duarte, da Deco, "se antigamente era preciso uma fortuna para investir, hoje com 500 euros pode-se aplicar o dinheiro em bons fundos". Por exemplo, esses fundos dedicados a obrigações suecas tiveram um ganho líquido de 8,8 por cento no ano passado. Para quem estiver disposto a correr um maior risco, o investimento directo em acções pode dar bons resultados

Os depósitos a prazo são das opções menos arriscadas para investir o dinheiro, e há bancos a oferecerem uma taxa anual nominal líquida (TANL) de 4,09% para depósitos a um ano.

O especialista da Deco alerta, contudo, para a necessidade de se ter paciência no retorno do investimento: "Para o dia seguinte, só o Euromilhões." Para Jorge Duarte, quem ganhe dois mil euros por mês e queira investir até cinco mil euros "deve fazer um depósito a prazo, para servir de pé-de-meia a que pode recorrer".

GRANDE QUEBRA DO RENDIMENTO DISPONÍVEL 

Os portugueses têm cada vez menos dinheiro disponível no fim do mês. Segundo os dados do Banco de Portugal, em 2012 a quebra do rendimento disponível foi de seis pontos percentuais face a 2011. A pressionar o orçamento familiar estiveram "as medidas de consolidação orçamental", particularmente "a nível da carga fiscal", refere o supervisor. A perspectiva do Banco de Portugal, antes do novo Orçamento do Estado, era de uma melhoria em 2013.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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19
Out 12

Cinco estratégias para garantir juros mais altos

Apesar da descida da remuneração dos depósitos, alguns cuidados podem ajudá-lo a garantir o melhor retorno.

A "guerra pelos depósitos" já faz parte do passado, pelo que garantir taxas de juro atractivas se tornou uma missão mais difícil. De qualquer forma ainda existem aplicações a oferecer taxas atractivas, bastando para tal uma pesquisa mais cuidada, mas também saber jogar com algumas estratégias.


1. Aproveitar os depósitos promocionais: 
Muitas instituições levam a cabo campanhas em que oferecem taxas de juro mais elevadas do que a média praticada pelo mercado aos novos clientes ou aos que entreguem novos recursos. A maior parte destes depósitos são de curto prazo (três meses). Neste campo um dos produtos mais atractivos é o "Depósito 5% Já", disponibilizado pelo Banco Best. Trata-se de um depósito a três meses, que remunera o capital dos novos clientes com uma taxa de juro bruta de 5%. Já no "Super Depósito 4,5%", o Banco BiG oferece uma TANB de 4,5% aos novos clientes que subscrevam este produto por um prazo de três meses. A mesma remuneração é oferecida pelo Banco Invest a quem coloque novos recursos no "Invest Novos Depósitos" por um prazo de 12 meses. Ainda assim, a imposição de limites aos juros dos depósitos pelo Banco de Portugal restringiu a margem dos bancos na oferta dos "superdepósitos". Por outro lado, há campanhas que pagam os juros de um depósito logo no acto da subscrição, o que permite escapar à subida da tributação, que acontecerá no próximo ano.


2. Depósitos ‘online' mais rentáveis: 
É uma tendência que se tem vindo a esbater, mas na qual ainda existem oportunidades. Ao comparar a oferta dos bancos ao balcão e nas plataformas ‘online' verifica-se que as subscrições de depósitos efectuadas através da internet tendem a apresentar retornos mais compensadores. É o que se passa por exemplo, com vários depósitos do Privatbank. Por exemplo, o depósito a um ano E-"Pé de Meia" é de subscrição exclusiva através da plataforma ‘online' do Privatbank e oferece uma TANB de 5,45%. Ao subscrever o "Pé-de-Meia" ao balcão a taxa bruta oferecida já é de 5,25%. Mas existem outros casos similares.


3. Bancos pequenos mais generosos: 
Basta analisar a tabela ao lado para comprovar que os bancos de menor dimensão tendem a oferecer melhores remunerações nos depósitos a prazo. Mas esta tendência é transversal à generalidade dos prazos. Segundo o ‘ranking' de depósitos da Proteste Investe, Privatbank, Banco Invest, Activobank, BiG, Best, BPN/BIC ou o Banif ocupam na maior parte dos prazos as posições cimeiras em termos de retornos.


4. Montantes mais elevados melhor remunerados: 
Quanto maior for o "bolo" do seu investimento, maiores são as probabilidades de conseguir uma remuneração mais elevada. Ao analisar os preçários dos bancos é possível constatar que muitos deles fazem uma discriminação da taxa de juro oferecida em função do montante aplicado. É o que se passa, por exemplo, com o "Invest Depósito a Prazo" do Bank Invest , em que a remuneração bruta para uma aplicação a 12 meses é de 3,75% para montantes entre 2.000 e 20.000 euros, mas pode chegar aos 3,9% para valores acima de 75 mil euros.


5. Garantir a taxa no médio prazo: 
Uma das formas das pessoas se protegerem da tendência de descida dos juros dos depósitos é colocar o dinheiro em aplicações com prazos mais alargados, já que assim garantem a remuneração por um determinado período, mesmo que as Euribor estejam a cair.

Trabalho publicado na edição de 12 de Outubro de 2012 do Diário Económico


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19
Out 12

Saiba como conseguir os depósitos mais rentáveis

Numa altura em que sobem os impostos e os bancos pagam cada vez menos pelos depósitos, garantir o melhor retorno é uma missão que exige cuidados redobrados.

Os números não deixam margem para dúvidas. Um dos produtos de poupança mais queridos dos portugueses está a perder gradualmente o seu brilho. Segundo os últimos dados do Banco de Portugal, em Agosto, a taxa de juro média dos novos depósitos situou-se nos 2,93%. Trata-se do nível de juros mais baixo desde Fevereiro de 2011. Nessa altura, a remuneração média era de 4%. Na prática, um depósito de 20 mil euros subscrito em Agosto de 2011, renderia ao fim de 12 meses 800 euros. A mesma aplicação efectuada em Agosto deste ano, já renderia apenas 583 euros. Mas a expectativa é de que os juros continuem a baixar. Apesar disso, ainda é possível encontrar algumas aplicações com remunerações atractivas. Para as encontrar é necessário aos aforradores um maior exercício de busca e a adopção de algumas estratégias que lhes permitam tirar partido das tendências do mercado.

A gradual perda de atractividade dos depósitos a prazo é consequência sobretudo de três factores. Um deles é a redução dos juros de referência- as taxas Euribor- que se encontram em níveis historicamente baixos. Outro, é o facto de os bancos não se sentirem tão pressionados para captar depósitos já que estão próximos de atingir as metas para os respectivos rácios de crédito/depósitos . A estes acresce ainda um outro factor importante, a imposição - pelo Banco de Portugal - a partir de Novembro de 2011 de penalizações aos bancos que pratiquem taxas de juro acima de um determinado patamar. Uma medida que acabou por limitar a oferta dos bancos.

É expectável que a remuneração dos depósitos se continue a degradar. "É natural que durante os próximos meses essa descida se mantenha, até porque se antevê que as Euribor continuem a descer, sendo que os bancos costumam acompanhar essa tendência", refere António Ribeiro, economista da Deco. A agravar ainda mais a situação, os portugueses passarão a ter de contar no próximo ano com mais uma penalização na remuneração das suas aplicações a prazo, já que a taxa liberatória de tributação para os depósitos a prazo passará para 26,5%, em vez dos actuais 25%.

Contudo, tal não significa que todos os depósitos a prazo tenham deixado de ser atractivos. António Ribeiro alerta para isso mesmo. "Nos depósitos a um ano, por exemplo, as remunerações líquidas vão desde os 0,1% aos 4%. Isto significa que é possível encontrar algumas alternativas que compensam, por isso aconselhamos as pessoas a fazerem muita pesquisa e comparar as taxas oferecidas", frisa, recomendando para tal a utilização dos simuladores da Deco. Ao analisar o ‘ranking' de depósitos realizado pela associação de consumidores, bem como os sites de 18 bancos, o Diário Económico constatou isso mesmo. Para o prazo de um ano, por exemplo, foram identificadas 15 aplicações a oferecer juros brutos acima de 3,75% (2,81%, em termos líquidos), sendo que o melhor depósito chega a render em termos líquidos acima de 4%.

O Diário Económico identificou cinco estratégias diferentes que poderão ajudá-lo na missão de encontrar os depósitos a prazo mais atractivos do mercado. Uma das mais populares passa por aproveitar as taxas de juro promocionais que os bancos oferecem aos novos clientes do banco ou aos novos recursos . Outra técnica poderá passar pela subscrição de depósitos pela internet, uma vez que geralmente rendem mais do que os tradicionais depósitos feitos ao balcão. Por outro lado, se fizer um depósito a prazo investindo um elevado montante terá maiores probabilidades de conseguir junto do seu banco um juro mais elevado. Segundo António Ribeiro, a opção por aplicações com prazos mais alargados também é uma forma de contornar a expectativa da descida dos juros dos depósitos a prazo. "A quem dispõe de capital que não precisa no curto prazo, aquilo que na Deco recomendamos é colocá-lo em depósitos a três anos. Assim pelo menos nesse prazo, a taxa está garantida", salienta este responsável.

Trabalho publicado na edição de 12 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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18
Out 12
18
Out 12

Depósitos: Quanto vai entregar ao Fisco

Entre as várias más notícias que a proposta do Orçamento do Estado prevê para o próximo ano está a subida da taxa liberatória para 28%. Recorde-se que este é o imposto que incide sobre os juros dos depósitos à ordem e a prazo e que, atualmente, se encontra nos 25%. Até ao final do ano, esta taxa vai aumentar para os 26,5%. Contas feitas, significa que em 2013, quando o seu depósito a prazo vencer irá receber, em termos líquidos, menos euros por via do aumento do imposto sobre os juros destas aplicações.

A título de exemplo: uma família que tenha um depósito no valor de 25.000 euros a uma taxa de juro bruta anual de 3,5%, os juros brutos gerados por esta aplicação renderiam 875 euros. Em termos líquidos, ou seja descontando o efeito fiscal, esta família irá obter hoje um rendimento de 656,25 euros, sendo que os restantes 218,75 euros vão diretos para os cofres do Estado. No entanto, no próximo ano esta fatia fiscal será maior. A uma taxa liberatória de 28%, o mesmo depósito renderá em termos líquidos a esta família 630 euros. Ou seja, há uma perda de rendimento de 26,25 euros por via do aumento da fiscalidade sobre estas aplicações.

Em termos simplificados, significa que por cada 50 euros de juros brutos obtidos nos depósitos a prazo, os aforradores vão entregar em 2013 ao fisco 14 euros, quando em 2012 o valor actual é de 12,5 euros. Perante cenário é certo que as poupanças das famílias serão penalizadas.

Como fintar o aumento da carga fiscal

Apesar deste panorama, os aforradores têm ao seu dispor algumas formas de fintar a subida da fiscalidade sobre as poupanças. Por exemplo, quem estiver a equacionar fazer um depósito a prazo brevemente pode optar por um depósito que ofereça os juros logo no início da subscrição do produto. Se o fizer, os juros serão tributados à taxa atualmente em vigor (25%), mesmo que o depósito só vença em 2013. Estes depósitos têm, no entanto, um inconveniente: regra geral, os aforradores ficam impedidos de mobilizar o dinheiro ali aplicado. Por isso, antes de subscrever um depósito com estas particularidades certifique-se de que não irá precisar do seu capital até à maturidade da aplicação.

Mais-valias de ações, dividendos e obrigações também são penalizadas pelo fisco

O aumento da taxa liberatória não afeta apenas a rendibilidade dos depósitos. Também os investimentos feitos em certificados de aforro, certificados do tesouro vão sentir o mesmo agravamento. O aumento da taxa liberatória em 2013 para 28% vai também aplicar-se aos rendimentos provenientes do investimento em obrigações, às mais-valias obtidas com a venda de ações e aos dividendos recebidos pelos investidores.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt 

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11
Out 12
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Out 12

Dívida pública foi o investimento mais rentável dos últimos 10 anos

As Obrigações do Tesouro foram os instrumentos mais rentáveis entre 2001 e 2011. A conclusão faz parte do Relatório Anual sobre a Atividade da CMVM e sobre os Mercados de Valores Mobiliários publicado hoje relativo a 2011.

"De entre os instrumentos financeiros, as obrigações do Tesouro (com maturidade residual a 10 anos) ter-se-iam revelado como o investimento mais compensador para um investidor que tivesse adquirido esse tipo de instrumento financeiro em finais de 2001", revela o documento.

Na análise constam o investimento no PSI Geral, no PSI 20 Total Return, PSI 20, as Obrigações do Tesouro e os Certificados de Aforro.

Por cada euro investido em obrigações do Tesouro no final de 2001 um investidor teria obtido uma rentabilidade acumulada de 54 cêntimos durante os 10 anos subsequentes.

Já se o investimento tivesse sido feito em ações do mercado nacional, a rentabilidade obtida em idêntico período, respetivamente para o PSI Geral e para o PSI20 TR (índices que incorporam o efeito dos dividendos distribuídos), seria de apenas 4 cêntimos no primeiro caso e, no segundo índice, um valor simétrico, isto é, um euro investido em 2001 valeria apenas 96 cêntimos no final de 2011.

Na mesma linha de análise, um investimento em certificados de aforro teria proporcionado um retorno de 25 cêntimos por cada euro investido, enquanto o poder de compra de um euro no final de 2011 seria de 74 cêntimos considerando a taxa de inflação dos últimos 10 anos. Assim, o poder de compra de um euro investido no final de 2001 em certificados de aforro seria de apenas 99 cêntimos no final de 2011.

"Em suma, não considerando os efeitos da fiscalidade, nos últimos 10 anos apenas o investimento em obrigações do Tesouro teria proporcionado uma rentabilidade acumulada superior à erosão monetária causada pelo aumento do nível geral de preços", conclui.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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10
Out 12
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Out 12

Saiba como fazer crescer as suas poupanças

O Diário Económico fez algumas simulações que o podem ajudar a delinear uma estratégia de poupança mais sustentada.

Não existe uma receita infalível para conseguir "fermentar" as poupanças, sobretudo em períodos económicos conturbados como o actual. As famílias vivem com orçamentos cada vez mais apertados e muitas nem conseguem esticar o dinheiro até ao final do mês. Algumas acabam por ter de recorrer às suas poupanças para fazer face a um imprevisto ou às simples despesas do dia-a-dia. É precisamente por causa de situações como estas que há muito tempo os especialistas em finanças pessoais recomendam os portugueses a recuperar os hábitos de poupança nem que estejam em causa quantias muito pequenas. A própria sabedoria popular aconselha-o: "Poupa nos tostões, terás milhões".

"Poupar é cada vez mais uma actividade fulcral para quem se preocupa com o seu futuro. Tentar garantir um ‘pé-de-meia' confortável significa tentar assegurar um nível de liquidez que satisfaça as suas necessidades financeiras num momento específico, que não tem necessariamente de se cingir ao período de reforma de cada investidor", salienta Rui Broega, director da gestão de activos do banco BiG. Para além do exemplo da reforma, pode estar em causa amealhar dinheiro para fazer uma viagem, estudar, comprar uma casa ou simplesmente para fazer face a imprevistos. Mas o exercício de poupança não deve ser limitado à reserva de uma parte do rendimento auferido. Tal como explica Rui Broega, "poupar pressupõe uma relação de três factores: dinheiro, tempo, objectivo. Os três têm de estar em constante sintonia para que o resultado final seja próximo do desejado", acrescentando que "como poupamos pode ser tão importante como quanto poupamos".

O Diário Económico recorreu a algumas simulações no portal de literacia financeira "Todos Contam" para ilustrar isso mesmo. Foi estabelecido um objectivo final de poupança de 50 mil euros, um montante de aplicação inicial de 1.000 euros e reforços mensais periódicos de 75 euros. Depois foi simulado o tempo que seria necessário esperar para atingir o objectivo, consoante o dinheiro fosse aplicado em produtos com diferentes níveis de retornos (0,5%, 3% e 6%).

No primeiro cenário (0,5%), que equivaleria a colocar simplesmente o dinheiro numa conta à ordem ou numa conta poupança, seria necessário esperar 49 anos até atingir o objectivo traçado. No segundo cenário (3%) que corresponderia a aplicar o dinheiro num depósito a prazo, o tempo de espera seria de 35 anos. No último cenário (6%), que poderia equivaler ao investimento em acções ou em obrigações teríamos de esperar apenas 27 anos para conseguir atingir o mesmo objectivo. Ou seja, entre deixar o dinheiro praticamente "parado" numa conta bancária ou aplicá-lo num produto com uma remuneração de 6%, distam mais de 20 anos para alcançar o mesmo objectivo. Uma prova de que menos tempo pode ser sinónimo de mais dinheiro.


Três formas de amealhar 50 mil euros

Remuneração de 0,5%
Quem conseguiu amealhar algum dinheiro, o pior que pode fazer é deixá-lo "parado" na conta bancária. Apesar do esforço de poupança mensal só ao fim de 49 anos é possível alcançar o objectivo inicialmente traçado. Para tal será necessário poupar 75 euros por mês ao longo deste período. E os juros acumulados por esta poupança render-lhe-ão apenas 4.515 euros.

49 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 0,5%.

Remuneração de 3%
Quem for ao banco consegue com relativa facilidade aplicar o dinheiro em depósitos a prazo remunerados a 3%. Outra opção, são os certificados de aforro que estão a oferecer uma taxa de 3,204%. Apesar de assim conseguir "fermentar" as suas poupanças mais cedo, o mais provável é que a inflação acabe por "comer" o retorno acumulado. Neste cenário, e para atingir o objectivo final, será necessário fazer poupanças regulares no total de 31.650 euros, sendo que os restantes 17.362 euros referem-se a juros.

35 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 3%. Para tal, terá de poupar 75 euros por mês.

Remuneração de 6%
A aposta em produtos remunerados com este nível de taxas pode encurtar para metade o tempo de espera até atingir o objectivo de poupança de 50 mil euros. Neste caso, bastarão 27 anos. Para tal, terá de efectuar poupanças regulares de 75 euros por mês (no total, 24.300 euros), sendo que os restantes 24.729 euros referem-se a juros acumulados neste período. No longo prazo, este nível de remunerações pode ser alcançado através do investimento em acções, obrigações ou fundos de investimento.

27 anos
Tempo necessário para atingir uma poupança de 50 mil euros através de produtos remunerados a 6%.

Trabalho publicado na edição de 4 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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09
Out 12
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Out 12

Bancos perderam mais de mil milhões em depósitos das famílias

Descida das taxas de juro oferecidas está a corresponder a uma diminuição dos depósitos.

As famílias retiraram dinheiro de depósitos em Agosto, segundo dados divulgados ontem pelo Banco de Portugal. No total, as entidades financeiras perderam 1,1 mil milhões de euros em aplicações deste tipo, que se situam em 161,2 mil milhões de euros. Foi a maior queda mensal desde Outubro de 2010.

Apesar do sistema bancário português ter sido dos poucos a nível europeu que conseguiu atrair depósitos durante a crise de dívida soberana, o Banco de Portugal já interveio por duas vezes para limitar as remunerações oferecidas pelos bancos para captar depósitos. O objectivo era impedir que as elevadas taxas prejudicassem a sustentabilidade das entidades financeiras.

Este factor contribuiu para uma queda das taxas oferecidas pelos bancos. Em Agosto, os juros médios propostos para depósitos passaram, pela primeira vez desde Fevereiro de 2011, abaixo dos 3%.Situam-se em 2,93%. No mês anterior à primeira recomendação do Banco de Portugal, as taxas médias oferecidas pelos bancos situavam-se em 4,53%. Além da menor rendibilidade dos depósitos, os bancos deparam-se ainda com uma maior concorrência doEstado, que aumentou no início de Setembro a remuneração oferecida pelos certificados de aforro.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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