28
Ago 12
28
Ago 12

Fuga de depósitos? Banca espanhola perde 74 milhões

Maior descida desde setembro de 1997

Os bancos espanhóis perderam em julho 4,6% dos depósitos, ou seja cerca de 74.228 milhões de euros, num universo de 1,508 biliões de euros, segundo dados consolidados do Banco Central Europeu (BCE).

Trata-se, segundo análises da Europa Press, da maior descida nos depósitos desde setembro de 1997 e da quarta queda mensal consecutiva para o nível mais baixo desde maio de 2008, quando os depósitos somavam 1,507 biliões de euros.

Esta retirada de depósitos é mais do dobro da que era, até aqui, a maior retirada mensal - quando em maio saíram 33.157 milhões de euros, nota a Lusa.

Em termos anuais, a queda nos depósitos atinge os 206.990 milhões de euros ou menos 12%.

Fontes do Banco de Espanha explicam que do total da queda de depósitos em julho, cerca de dois terços correspondem a outras instituições financeiras, especialmente a fundos de titularização.

Esses fundos, perante a dificuldade de realizar novas emissões, recorreram à retirada de depósitos.

A contribuir para o valor total estiveram também fatores sazonais, com o inicio da época estival para muitas famílias espanholas.

Apesar dos dados, o secretário de Estado da Economia e Apoio à Empresa, Fernando Jiménez Latorre, afirmou hoje que o Governo não detetou «uma retirada significativa» de depósitos de Espanha.

Segundo afirmou esta terça-feira aos jornalistas, pode ter havido é mudanças em alguns instrumentos concretos ou desvios de uns instrumentos para outros. «Mas não me consta que a nível agregado se tenha produzido uma retirada significativa do sistema».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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22
Ago 12
22
Ago 12

Bancos nunca tiveram tantos depósitos de famílias

As famílias portuguesas nunca depositaram tanto dinheiro no banco como em junho. Neste mês o valor dos depósitos atingiu o valor mais alto de sempre.

Segundo o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, os depósitos aumentaram 1.356 milhões de euros face ao mês anterior, para 132.264 milhões.

Um valor assinalável depois de, em maio, os depósitos terem caído 164 milhões para 130.908 milhões de euros. 

O Banco de Portugal publica estes dados, que incluem os depósitos provenientes de emigrantes, desde 1979, e nunca se tinha alcançado um valor tão elevado como o de junho.

Só nos últimos 12 meses, o dinheiro guardado no banco cresceu 7.750 milhões de euros. Ou seja, mais 6,2% do que em junho de 2011.

Já os depósitos das empresas nos bancos emagreceram 564 milhões de euros, para 29.877 milhões de euros. 

A instituição liderada por Carlos Costa divulgou também que omalparado baixou entre as famílias, mas bateu um novo recorde entre empresas e que os bancos estão a apertar na concessão de empréstimos em todas as frentes.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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21
Ago 12
21
Ago 12

Banca poupa 122 milhões nos depósitos com descida dos juros

Queda das taxas de juro fez com que, em três meses, a remuneração dos depósitos a prazo tenha caído mais de 120 milhões.

Após a época de "vacas gordas" motivada pela "guerra pelos depósitos" dos bancos, os tempos que se vivem são mais de "vacas magras" para os aforradores portugueses. Há vários meses que as instituições financeiras vêm a cortar os juros oferecidos nos depósitos a prazo. Uma diminuição que para os bancos tem resultado numa poupança considerável. Face à remuneração paga pelos bancos em Março e comparando-a com os dados de Junho, essa "poupança" cifrou-se em mais de 120 milhões de euros.

Segundo dados do Banco de Portugal, em Março de 2012, existiam perto de 68 mil milhões de euros em depósitos até dois anos e 34,4 mil milhões de euros em prazos superiores. Essa altura coincide com o pico de taxas aplicadas ao ‘stock' de depósitos a prazo. A cada um dos segmentos, em Março, correspondia uma taxa de juro média de 3,59% e 3,07%, respectivamente. Contas feitas, o ‘stock' de 102,4 mil milhões de euros em depósitos a prazo existente nesse mês acarretava para os bancos encargos de 3,50 mil milhões de euros em juros.

No final de Junho, os juros associados aos 102,5 mil milhões de euros de depósitos a prazo existentes- 65,3 mil milhões em depósitos até dois anos e 37,2 mil milhões de euros em aplicações de prazos superiores- totalizavam 3,38 mil milhões de euros. Ou seja, menos 122 milhões de euros face ao que se verificava em Março. Um corte que resultou sobretudo da diminuição da taxa de juro média das aplicações para prazos inferiores a dois anos que passou a ser de 3,42%, enquanto que nos prazos superiores a taxa de juro se situou nos 3,07%. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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16
Ago 12
16
Ago 12

Montepio foi o banco que mais cresceu em depósitos

O lucro da instituição caiu 6% entre Janeiro e Junho deste ano para 4,8 milhões de euros.

Foi o sétimo entre os oito maiores bancos nacionais a "levantar o véu" sobre as suas contas. O Montepio anunciou terça-feira ao final da tarde, em comunicado enviado à CMVM, que fechou o primeiro semestre do ano com um lucro de 4,8 milhões de euros, o que representa uma quebra de 6% face a período homólogo. Antes de impostos, a Caixa Económica Montepio Geral garantiu resultados de 9,54 milhões de euros.

A instituição liderada por Tomás Correia foi a que mais depósitos captou entre Janeiro e Junho - de entre os sete grandes bancos que já apresentaram as contas - registando um aumento de 9,6% nesta rubrica. O Montepio ultrapassou assim o Santander Totta de António Vieira Monteiro, que viu aumentar em 9,4% os depósitos de clientes no mesmo período de tempo. Em linha com o que aconteceu com as outras instituições, o Montepio registou uma quebra de 2,6% na carteira de crédito, para 17 mil milhões de euros.

Em comunicado, o Montepio revelou também que o produto bancário subiu 9,9% para 256,7 milhões de euros durante o primeiro semestre, tendo a margem financeira caído 3% para 153,3 milhões de euros. A instituição justifica este recuo com a "vincada descida das taxas de juro de referência". E acrescenta que "esta descida foi substancialmente compensada pelas comissões, que registaram uma subida de 10,9%, reflectindo a aposta estratégica do grupo na expansão da gama e qualidade dos serviços disponibilizados aos seus clientes", lê-se no mesmo documento. 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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14
Ago 12
14
Ago 12

Bancos cortam juros nos depósitos mais longos

Os bancos estão a baixar os juros a quem tem depósitos a longo prazo. Esta forma de poupança é das que costumam render mais, mas está agora a render menos. 

Depois, a oferta de aplicações também é menor, sobretudo nos depósitos a quatro e cinco anos.

São também estes a registar a maior descida nos juros, para além do prazo a três anos. Se, em outubro do ano passado, os bancos ofereciam, em média, uma taxa de 3,67% nos depósitos com esta maturidade, agora o juro médio é de 3,1%, segundo disseram ao «Jornal de Negócios» 18 bancos.

Nas aplicações a cinco anos, o recuo é de 0,55 pontos percentuais, mais do que o verificado nos depósitos a quatro anos, cujas taxas recuaram 0,48 pontos. 

A um ano, a redução é mais ligeira, de 0,25 pontos base face ao que vinha sendo praticado. 

Como explicar estas descidas na remuneração atribuída a quem confia o dinheiro aos bancos? Têm muito que ver com a queda dos juros do mercado para mínimos históricos, que tem sido mais acentuada desde que o BCE reduziu o preço do dinheiro, ao cortar a taxa de juro de referência na Zona Euro para 0,75%.

Outro motivo prende-se com o rácio de 120% entre crédito e depósitos. Os bancos já estão perto de alcançar este patamar, sentindo-se menos pressionados a captar mais depósitos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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09
Ago 12
09
Ago 12

PPR «emagrecem» 22%: dinheiro foge para depósitos

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) divulgou esta quinta-feira os resultados do primeiro semestre, das empresas que operam em Portugal, que tiveram resultados positivos, superiores em 19% ao alcançado no mesmo período do ano passado, apesar da transferência da poupança para outros setores, sobretudo para produtos bancários.

O destaque, neste caso, vai para os PPR (Planos Poupança Reforma), que caíram 22,1%, com os clientes a preferirem as taxas de rendibilidade dos depósitos a prazo, por exemplo.

Já o ramo Não Vida teve uma quebra mais moderada, de 4%, fruto da redução da atividade económica e das dificuldades das famílias e empresas, segundo a associação. A produção nos acidentes de trabalho caiu 10,3% e no automóvel 4,6 por cento. Estável manteve-se a produção nos seguros de doença.

Qual é a melhor maneira de poupar?

A APS defende que os PPR são a melhor forma de poupar para a reforma, argumentando com um estudo que demonstra a melhor rentabilidade destes produtos, apesar da descida verificada na subscrição. 

Se nos centrarmos apenas no ano de 2011, com forte instabilidade nos mercados, poucos produtos remuneraram os investidores a taxas superiores à inflação, com destaque para os produtos com rentabilidade garantida. 

Os novos depósitos a prazo foram os que mais remuneraram os seus clientes (3,6%), seguidos dos PPR não ligados a fundos de investimento (3,2%).

Mas se a análise sobre a rentabilidade incidir sobre um período de três anos, neste caso de 2009 a 2011, verificamos que osPPR são os quartos produtos com maior rentabilidade(3,3%).

E, a cinco anos, (entre 2007 e 2011), os PPR são os produtos mais bem remunerados, (3,4%).

O presidente da APS, Seixas Vale, faz notar que o estudo demonstra que os PPR tradicionais são dos melhores produtos para poupar a longo prazo. 

E isso acontece sobretudo se o objetivo for aforrar capital para a reforma. É que mesmo em contextos de instabilidade dos mercados, estes produtos mantêm a rentabilidade e, geralmente, acima da taxa de inflação.

«Não quer dizer que as pessoas não possam fazer investimentos arriscados, mas sobretudo quando poupam para a reforma é preciso ter cuidados especiais na gestão dessas poupanças».

O responsável disse ainda que a preocupação da APS é evitar que, quando chegam ao momento de levantar o dinheiro, os aforradores sejam surpreendidos com uma desvalorização do capital investido.

Sobre se deveriam retomados os benefícios fiscais que foram retirados aos PPR, Seixas Vale entende que «nos primeiros cinco a dez anos do surgimento dos PPR [fim dos anos 80] as benesses fiscais tiveram importância, nos últimos anos é a maior orientação para a reforma, os benefícios fiscais passaram a ter uma importância relativa menor».

Quanto à solvência das seguradoras, a APS garante que esta está assegurada, com o rácio de solvência a subir para 224 por cento no final do primeiro semestre, mais do dobro do exigidos pelos supervisores e com os capitais próprios das seguradoras a fixarem-se em 4,4 mil milhões de euros. 

Foi ainda revelado que metade da dívida que as seguradoras detêm é nacional. 

Sobre a privatização da Caixa Seguros, o presidente da APS disse que espera que o Estado «faça bem» a venda da área seguradora do banco público. O acordo com a troika prevê a alienação até ao fim do ano.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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06
Ago 12
06
Ago 12

Portugueses depositam menos 1.500 milhões na banca

Os portugueses estão a depositar menos dinheiro nos bancos. Em junho, as famílias depositaram 7,1 mil milhões de euros, menos 1.500 milhões (ou menos 18,13%) que em maio. 

Este é o quinto mês consecutivo de queda mas, mesmo assim, o saldo total dos depósitos das famílias aumentou para 132,26 mil milhões, segundo dados publicados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal.

Pelo contrário, as empresas estão a entregar mais dinheiro aos bancos: em junho, foram mais 585 milhões de euros, ou seja, uma subida de 6,5% face a maio. Em termos acumulados, no entanto, o valor total dos depósitos das empresas caiu para 29,9 mil milhões de euros. 

O Banco de Portugal revela ainda que, no mês de junho, e pelo terceiro mês consecutivo, a taxa de juro oferecida pelos bancos nos depósitos até um ano, desceu, situando-se nos 3%. Desde o início de 2011 que não atingia um valor tão baixo.

O Banco de Portugal revela ainda um novo aumento domalparado e uma queda no crédito concedido às famílias.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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05
Ago 12
05
Ago 12

OS MELHORES DEPOSITOS A PRAZO DE AGOSTO DE 2012

Qual o prazo ideal?

Neste momento e considerando que a Banca Portuguesa possa voltar a um estado mais normal, é expectável que as taxas praticadas continuem a descer até ao final de Setembro, sendo expectável que no último trimestre do ano se inicie a época de caça aos depósitos a prazo, com vista a passar o ano. Assim, neste momento a melhor estratégia será optar por um depósito a 3 meses e depois fazer outro no final do ano, ou optar por fazer depósitos por vários anos, mas com pagamento períodico de juros e a possibilidade de mobilização antecipada do depósito sem penalização nas datas de pagamento dos juros. São exemplos destes depósitos a prazo: O depósito a 2 anos do Banco Invest (4,60% TANB), o DP a 2 anos CR do BES (3,81% TANB) e o DP Crescente a 2 anos do Banif (3,75%) .


Os melhores depósitos a prazo de Agosto de 2012


TANB - Taxa anual nominal Bruta
Montante:
Até 10.000 €:
3 Meses:
BEST DP já14(5,25%)
BIG Online1 (5,00%)
Banco Invest (3,10%)


6 Meses:
Privatbank "Pé de meia"(5,150%)
BIG Online1 (4,50%)
Banco Invest Super DP Crescente (4,00%)

12 Meses:
Privatbank "Pé de meia"(5,250%)
Banco Invest DP2 (5,25%)
Activo DP Poupança Start1(4,10%)
 Até 50.000 €:
3 Meses:
BEST DP já14 (5,25%)
BIG Online1 (5,00%) 
Banco Invest (3,20%)
6 Meses:
Privatbank "Pé de meia"(5,150%)
BIG Online1 (4,50%)
Banco Invest Super DP Crescente (4,00%)


12 Meses:
Privatbank "Pé de meia"(5,250%)
Banco Invest DP2(5,25%)
Activo DP Poupança Start1(4,25%)
Até 100.000 €_:
3 Meses:
Banco Finantia DP Juros Mensais24(4,75%)
Banco BIC Mais Poupança (3,50%)
Banco Invest(3,30%)


6 Meses:
Privatbank "Pé de meia"(5,150%)
Banco Finantia DP 6 Meses2(5,00%)
Banco Invest Super DP Crescente (4,00%)
12 Meses:
Privatbank "Pé de meia"(5,250%)
Banco Invest Super DP Crescente (4,75%)
Banif Rendimento Maxi(4,00%) 
Mais de 100.000€:

3 Meses:
Banco Finantia DP Juros Mensais24(5,75%)
Banco BIC Mais Poupança (3,50%)
Banco Invest (3,30%)
6 Meses:
Privatbank "Pé de meia"(5,150%)
Banco Finantia DP 6 Meses2(5,00%)
Banco Invest Super DP Crescente (4,00%)


12 Meses:
Privatbank "Pé de meia"(5,250%)
Banco Invest Super DP Crescente (4,75%)
Banif Rendimento Maxi(4,00%) 

Fonte: Sites dos bancos em 2/08/2012
1Exclusivo para novos clientes.
2Exclusivo para novos recursos.
3O prazo mínimo destes depósitos é superior ao prazo desejado, mas de acordo com as condições dos produtos é possível desmobilizá-os antes do prazo com penalização de 100% sobre os juros não pagos. Assim, poderá desmobilizar-se o capital após o pagamento de juros do período desejado.
4Não é permitida a mobilização antecipada.

Fonte:http://www.moneygps.pt/
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01
Ago 12
01
Ago 12

Certificados de Aforro e do Tesouro pagam mínimo de sempre

Nunca renderam tão pouco. Os certificados de Aforro e do Tesouro são produtos de poupança cada vez menos aliciantes. As taxas de juro que serão aplicadas nas subscrições feitas em agosto são as mais baixas de sempre.

Segundo as tabelas publicadas no site do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), no caso dos certificados do Tesouro, a taxa ilíquida dos juros distribuídos anualmente do primeiro ao quinto ano já estão abaixo de 1%, nos 0,95%. 

Em julho, o juro pago era de 1,2%. São valores que estão a uma longa distância dos 2,1% pagos em novembro do ano passado.

Já a taxa ilíquida anual para uma aplicação a cinco anos mantém-se nos 6,8%. O mesmo acontece com as aplicações a 10 anos - ficam na mesma, nos 7,1%. 

Certificados de Aforro

Não há memória de um juro tão baixo: 0,635% é a taxa bruta fixada neste mês de agosto.

Em apenas um mês, o de junho, os portugueses retiraram 172 milhões de euros dos certificados de Aforro. Um valor a juntar aos restantes meses que, no total do semestre, somam 1.245 milhões de euros que foram retirados destes títulos de dívida pública.

Como rendem cada vez menos, estes produtos de poupança têm motivado, de facto, uma fuga de investidores, e têm perdido terreno para outras aplicações de poupança como, por exemplo, os depósitos a prazo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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