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Jul 12
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Obrigações ou depósitos: sabe o que escolher?

Andam à procura das poupanças das famílias. Não são só os bancos. Também as empresas realizam emissões de dívida e tentam atrair os pequenos investidores com taxas de juro muito apetecíveis.

São sinais dos tempos: o financiamento bancário vive momentos difíceis, que as empresas sentem na pele, procurando assim outra fonte de liquidez.

EDP, PT, Zon, Semapa, Brisa e Continente competem pelas poupanças com taxas de juro brutas mais elevadas do que as dos depósitos a prazo. Mas nem tudo são rosas: há que ter em conta outros custos associados a esta compra de dívida.

A procura pelas obrigações tem estado a superar as expetativas: o Continente, por exemplo, aumentou o montante máximo a vender aos investidores privados, seguindo a opção de outras empresas nacionais; a Semapa também duplicou a sua oferta, tal como a Zon Multimédia. A Brisa aumentou igualmente o limite máximo e a EDP decidiu fazer duas emissões, tendo já anunciado que irá vender mais dívida ao público.

A empresa de Paulo Azevedo passou dos 100 milhões para os 200 milhões de euros e promete uma taxa de juro fixa anual de 7%; no segmento de títulos de dívida dirigidos a pequenos investidores, é a que oferece a maior taxa de juro.

E apesar de a taxa ser insustentável para o financiamento a um país - 7%, foi a meta que o antigo ministro Teixeira dos Santos inscreveu como sendo o limite máximo que o Estado conseguiria aguentar -, para valores como os emitidos pelo Continente a taxa é apetitosa para os investidores e suportável para a empresa.

Mas antes de comprar mais do Continente do que as compras do mês, é preciso analisar os custos deste tipo de investimento. A verdade é que o impacto dos custos gastos em comissões, cobrados pelos intermediários financeiros, pode pesar, sobretudo se decidir investir pequenas quantias.

A análise da Deco sobre esta matéria está disponível no site da associação de defesa do consumidor; há também um precário no site da CMVM.

A compra de obrigações tem associada o pagamento de comissões a um intermediário financeiro, e começa no ato de subscrição. Há ainda uma comissão sobre o pagamento de juros e no reembolso outra comissão bancária. 

A par destes pagamentos, o mais importante a ter em conta e o que lhe sairá mais caro são as comissões cobradas pelos bancos para terem os títulos em carteira. São os custos de custódia e são os mais dispendiosos, caso não tenha já ações ou obrigações. Se é primeira vez que opta por este tipo investimento, então não se espante se pagar algumas centenas de euros na abertura do processo.

Para Luís Gonçalves, do Banco Carregosa, é preciso também pensar que os depósitos a prazo estão garantidos pelo fundo de garantia, mas a rentabilidade de um depósito - mesmo olhando para as melhoras taxas do mercado - está muito longe do juro bruto de 7% oferecido pelo Continente. 

Claro que o risco não é o mesmo, mas «é fácil de acreditar que a Sonae não irá à falência e cumprirá os seus compromissos», sublinha o corretor. É por isso mais «estável» do que investir em ações, tal como os depósitos são, também eles, mais estáveis, já que estão cobertos pelo fundo de garantia.

Como em tudo, mais risco implica maior retorno, menos risco menor reembolso. Tudo depende do perfil de investidor, da perceção do risco e se consegue garantir que não vai mesmo precisar daquele dinheiro: se vender antes do fim da maturidade não é garantido que as venda acima do valor de compra.

À Agência Financeira, um especialista, que não se quis identificar, é taxativo: se não tem ações nem obrigações, o melhor é esquecer este tipo de investimento. Será obrigado a desembolsar até centenas de euros em custos de custódia. Mas se já possui este tipo de instrumento financeiro, então a alternativa pode ser vantajosa, sobretudo se diluir as outras comissões em investimentos mais avultados.

fonte:_http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 21:09 | comentar | favorito
06
Jul 12
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Jul 12

Os melhores depósitos a prazo de Julho de 2012

Os melhores depósitos a prazo de  Julho de 2012
TANB - Taxa anual nominal Bruta
Montante:
Até 10.000 €:
3 Meses:
BEST DP já1 8 (5,25%)
Banif DP Rendimento Imediato1 8 (4,00%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,20%)
6 Meses:
Banco Invest Super DP Crescente (4,00%)
BES DP Rendimento CR3(4,00%)
Banco BIC DP Nova Oportunidade    (4,00%)
12 Meses:
Banco Invest DP2 (5,25%)
Banco Invest DP Next 13 (5,00%)
Banco Popular DP Ordenado7 (5,00%)
 Até 50.000 €:
3 Meses:
BEST DP já18 (5,25%)
Banif DP Rendimento Imediato18 (4,00%)
Banif DP Crescente 2 anos3 (3,20%)
6 Meses:
Banco Invest Super DP Crescente (4,00%)
Banif DP1 Rendimento Maxi(4,00%)
BES DP Rendimento CR3   (4,00%)
12 Meses:
Banco Invest DP2 (5,25%)
Banco Invest DP Next 13 (5,00%)
Banco Popular DP Ordenado7 (5,00%)
Até 100.000 €_:
3 Meses:
Banco Finantia DP Juros Mensais2 9 (5,00%)
Banco Finantia DP 3 Meses (4,50%)
Banco BIC DP4 Mais Poupança (3,50%)
6 Meses:
Banco Finantia DP 6 Meses2 (5,25%)
Banco Finantia DP Juros Mensais2 9 (5,00%)
Banco Invest Super Deposito Crescente (4,00%)
12 Meses:
Barclays Net 5%2 10 (5,00%)
Banco Invest Super Deposito Crescente (4,75%)
Banco Invest DP 2 anos  (4,60%) 
Mais de 100.000€:

3 Meses:
Banco Finantia DP Juros Mensais2 9 (5,00%)
Banco Finantia DP 3 Meses (4,50%)
Banco BIC DP4 Mais Poupança  (3,50%)
6 Meses:
Banco Finantia DP 6 Meses (5,25%)
Banco Finantia DP Juros Mensais2 9  (5,00%) 
Banco Invest Super Deposito Crescente (4,00%)
12 Meses:
Banco Invest Super Deposito Crescente (4,75%)
Banco Invest DP 2 anos (4,60%)
Banco Invest DP3 (4,50%) 
Fonte: Sites dos bancos em 04/05/2012
1Exclusivo para novos clientes.
2Exclusivo para novos recursos.
3O prazo mínimo destes depósitos é superior ao prazo desejado, mas de acordo com as condições dos produtos é possível desmobilizá-os antes do prazo com penalização de 100% sobre os juros não pagos. Assim, poderá desmobilizar-se o capital após o pagamento de juros do período desejado.
4 Não é permitida a mobilização antecipada.
8Não é permitida a mobilização antecipada do depósito.
9Os juros serão pagos mensalmente, por crédito na conta de depósitos à ordem associada. Não é permitida a  mobilização antecipada do capital depositado, excepto na data de pagamento de juros referente ao 6º mês.
Fonte:http://www.moneygps.pt/
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