25
Jun 12
25
Jun 12

Aplicações para emigrantes não compensam

A remuneração das contas emigrante não compensa face às restantes aplicações.

Já faz parte da tradição. Com a chegada do Verão e o previsível regresso de muitos emigrantes à terra natal, a banca tem por hábito lançar campanhas com vista a "seduzir" novos clientes. É que muitos emigrantes escolhem as férias de Verão para encontrar alternativas de investimento para as suas poupanças. A CGD, por exemplo, já está a levar a cabo uma campanha com esse objectivo. Ao visitar no ‘site' do banco estatal a área específica para residentes no estrangeiro encontra-se em grande destaque uma campanha onde são promovidos dois depósitos a prazo, para subscrições que decorram entre 1 de Junho e 31 de Agosto.

A maioria dos restantes bancos nacionais também disponibiliza soluções de poupança específicas para emigrantes. Contudo, a partir da análise da oferta das cinco maiores instituições financeiras lusas, é possível comprovar que no caso das contas poupança emigrante as remunerações oferecidas não compensam. Em termos brutos, a taxa de juro oferecida ronda os 0,5% ao ano. Na prática, isto significa que quem aplicar dinheiro nestes produtos vai perder dinheiro, tendo em conta a taxa de inflação. Recorde-se que para 2012, o Banco de Portugal prevê uma inflação de 3,2%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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21
Jun 12
21
Jun 12

Depósitos caem 256 milhões

Os depósitos dos particulares desceram em 256 milhões de euros em Abril para 131.072 milhões, após 19 meses consecutivos a subir, segundo o Boletim Estatístico do Banco de Portugal.

 

Os depósitos das famílias portuguesas nos bancos a operar em Portugal estavam a crescer desde Setembro de 2010, no entanto, tiveram em Abril a primeira quebra, de 256 milhões de euros face a Março, o equivalente a 0,19 por cento.

Já face ao mesmo mês de 2011, em Abril, os depósitos dos portugueses subiram 10.209 milhões de euros, numa variação percentual de 8,45 por cento.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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19
Jun 12
19
Jun 12

DECO: Bancos ingnoram perfil dos clientes e só aconselham investimentos em produtos de campanha

Os bancos estão a ignorar o perfil ou desejo de investimento dos clientes, independentemente do prazo que estes pretendam investir. Em vez disso, a banca sugere aos clientes o investimento em produtos de campanha, recainda a sugfestão sobretudo em depósitos a prazo. A conclusão é dos analistas da revista Proteste Investe, da Deco.

"Perante um pedido de aconselhamento para investir 5.000 euros, os cinco maiores bancos a operar em Portugal ignoraram os desejos e os perfis dos potenciais clientes. A maioria dos funcionários limitou-se a propor produtos financeiros em campanha", adianta a Deco Proteste.

A associação de defesa do consumidor utilizou clientes-mistério para o estudo, tendo sido visitadas 70 agências - espalhadas por Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Porto e Viseu - dos cinco maiores bancos: Caixa Geral de Depósitos. BCP, BES, BPI e Santander Totta.

Para avaliar os conselhos dados pelos bancos, foram criados dois cenários simples: os clientes-mistério pretendiam investir 5.000 euros durante 1 ano ou 5.000 euros até 5 anos.

"Independentemente do prazo apontado pelo cliente, os produtos sugeridos foram basicamente os mesmos, recaindo sobretudo em depósitos a prazo", refere a Deco. 

Além disso, o estudo destaca que, nos bancos, “os funcionários limitaram-se a aconselhar os produtos ‘estrela’ que estavam a ser alvo de promoção comercial mais ativa. Os funcionários até apontaram para depósitos a prazo que rendem menos do que os depósitos mais generosos no próprio banco”.

Os analistas da revista referem ainda que "nalguns casos, os produtos sugeridos foram totalmente desadequados. Por exemplo, num balcão do BES foi proposto um plano de poupança-reforma e, no Santander Totta, um depósito não mobilizável cujo rendimento depende de um cabaz de ações".

"A atitude mecânica dos funcionários, que venderam os produtos em campanha sem olhar ao perfil do cliente, foi avaliada negativamente pela publicação da associação de defesa do consumidor: os bancos prestaram um mau serviço”, adianta a Deco.

Desta forma, a associação de defesa do consumidor salienta que vai informar o Banco de Portugal, entidade de supervisão bancária, dos resultados deste estudo, esperando que esta exija mais qualidade no serviço que os bancos prestam. "Na prática, pretende-se que as recomendações tenham em conta o perfil e objetivos do cliente", conclui.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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14
Jun 12
14
Jun 12

Poupanças com rendimento em ponto pequeno

Na melhor das hipóteses, as contas poupança e depósitos a prazo para os mais jovens rendem 4% brutos, o que nem cobre a inflação.

Tal como acontece com as crianças, os novos clientes também não se medem aos palmos. Por essa razão, não será de estranhar que os bancos a operar em Portugal disponibilizem um vasto leque de produtos financeiros destinados a captar as poupanças dos mais jovens e garantir um maior leque de clientes no futuro. A notícia menos boa é que face a muitos produtos de poupança que existem no mercado, a remuneração oferecida para os "clientes de palmo e meio" é muito baixa. O Diário Económico analisou um total de 23 contas poupança e depósitos a prazo vocacionados para os clientes mais jovens disponíveis nos 10 maiores bancos a operar em Portugal. Na melhor das hipóteses, a rentabilidade oferecida é de 4%, em termos brutos. Existem vários depósitos a prazo destinados à generalidade dos clientes a garantir retornos brutos superiores.

Para algumas aplicações, as remunerações oferecidas são mesmo muito baixas. É o que se passa, por exemplo, com a "ABConta", do BPI, e a "Poupança Geração Jovem", do Crédito Agrícola. A aplicação do BPI oferece uma taxa de juro anual bruta (TANB) de 0,55%, ao fim de um ano, enquanto que no caso do produto do Crédito Agrícola, a remuneração bruta na melhor das hipóteses chega aos 0,95%, no mesmo período.

Entre as aplicações para clientes de palmo e meio melhor remuneradas, figuram "Caixa PopPrazo (não mobilizável)", da CGD, a "Conta Rendimento CR Júnior", do BES, e a "Super Poupança a Crescer", do Santander Totta. Qualquer destes produtos apresenta uma TANB de 4%. Ou seja, se considerarmos a taxa de inflação de 3,2% prevista para 2012 pelo Banco de Portugal, o aforrador acaba por perder dinheiro .

fonte:http://economico.sapo.pt/


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12
Jun 12
12
Jun 12

Remuneração dos depósitos cai para o nível mais baixo desde Abril de 2011

Em Abril, as taxas recuaram para os 3,42%.

O reforço, em Abril, das regras do Banco de Portugal na limitação dos juros oferecidos pelas instituições financeiras nos depósitos a prazo já está a surtir efeitos. Os dados ontem divulgados pelo regulador mostram que, nesse mês, os bancos portugueses desceram a remuneração média destas tradicionais aplicações para os 3,42%. Trata-se do valor mais baixo desde Abril de 2011.

Os valores mostram que a guerra pelos depósitos está a dar sinais de abrandamento. Recorde-se que, desde o eclodir da crise da dívida soberana, os bancos têm-se batido pelas poupanças dos seus clientes - já que estas, a par das cedências de liquidez do BCE, são das poucas fontes de financiamento da banca portuguesa. Nesta guerra, o trunfo escolhido pelas instituições foi acenar aos clientes com taxas atractivas, que chegaram a atingir os 6%.Temendo que a subida desmesurada dos juros dos depósitos deixasse os bancos numa situação desequilibrada, o Banco de Portugal interveio em Novembro passado, estabelecendo tectos das remunerações nestas aplicações. Em Abril, o regulador liderado por Carlos Costa voltou a reforçar as regras sobre juros de depósitos, limitando ainda mais os juros das aplicações de curto prazo. Como consequência, logo nesse mês as taxas médias praticadas pela banca caíram.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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11
Jun 12
11
Jun 12

Depósitos a prazo em moeda estrangeira

No banco encontra depósitos que guardam e remuneram moedas estrangeiras.

Já alguma vez equacionou manter poupanças numa moeda que não o euro? Os bancos incluem na sua oferta de depósitos a prazo soluções que passam por contas ligadas às principais moedas internacionais. Com o euro a perder valor face às outras divisas, provavelmente já pensou se não poderia ganhar dinheiro com as outras moedas.

Dólares norte-americanos, dólares canadianos, francos suíços, libras esterlinas, ienes ou coroas norueguesas são algumas das moedas que podem fazer parte das suas poupanças. Mas, se nos depósitos a prazo tradicionais a remuneração em juros é o que o mais importa, neste tipo de depósitos a prazo em moeda estrangeira, os câmbios podem ter uma palavra forte a dizer.

1ª etapa: Estar consciente dos câmbios

Por exemplo, 1 euro vale hoje cerca de 0,8063 libras inglesas. Se fizer um depósito a prazo no valor equivalente a 100 euros, o mínimo exigido em alguns destes depósitos, terá de trocar os 100 euros por 80,63 libras.

Agora imagine que no final de um ano de depósito o câmbio do euro face à libra passa para 1 euro (EUR)=0,85 libras (GBP). Neste caso, as 80,63 libras iniciais valerão apenas 94,8 euros, isto sem contar com os potenciais juros destas contas. Neste caso perderia dinheiro, mas se a taxa de câmbio passasse por exemplo para os 1 euro (EUR)=0,75 libras (GBP) então ficaria com cerca de 107,5 euros quando fizesse a conversão no final do depósito, sem contar com os custos relacionados com o câmbio.

Pouca preocupação pode ter com os câmbios quem vai usar a moeda estrangeira sem a precisar de trocar por euros. Aliás, este depósito servirá de proteção aos altos e baixos das moedas. Por exemplo, se as suas poupanças se destinarem a suportar o seu sonho de estudar numa universidade inglesa ou norte-americana então a moeda do seu depósito será a moeda que será exigida e não haverá perda na conversão para euros (caso a taxa de câmbio fosse mais penalizadora para os euros).

2ª etapa : Ter conta à ordem

Para poupar em moeda estrangeira, tem de ter primeiro uma conta à ordem associada em moeda estrangeira. Este é o primeiro passo e para tal precisará de ter moeda estrangeira numa quantidade que alcance, pelo menos, o valor mínimo exigido pelos bancos neste tipo de produtos.

Se for o equivalente a 100 euros, terá de ter, por exemplo (e no dia em que este artigo está a ser escrito): 80,63 libras, 124,85 dólares dos EUA ou 120 francos suíços para a abertura de conta.

Atenção que há que contar com a comissão de compra de notas estrangeiras a que acresce o imposto de selo.

3ª etapa: Definir prazo e regime de capitalização

Para passar a ter um depósito a prazo em moeda estrangeira, e depois de já ter aberto conta à ordem na mesma moeda, tem de movimentar o montante de abertura para o depósito a prazo nessa moeda. Tenha em conta que existe normalmente um montante mínimo exigido (equivalente a 500 euros na Caixa) e que depois é hora de escolher o prazo (entre 7 e 366 dias) e o regime de capitalização, isto é, se quer os juros pagos reinvestidos na sua conta.

4ª etapa: Como pagam juros?

A taxa de juro que poderá ganhar nestes depósitos de moeda estrangeira está associada à Libor (London Interbank Offered Rate), taxa que representa a referência diária das taxas dos empréstimos interbancários no mercado londrino e que é anunciada pela British Banker’s Association. Todos os dias são anunciadas taxas Libor para diferentes prazos e para diferentes moedas. Como exemplo, a 6 de junho, a taxa Libor a 1 ano para dólares australianos andava pelos 4,595 por cento.Em dólares, a taxa rondava os 1,07 por cento.

5ª etapa: Exemplo de um depósito de 10000 francos suíços

O João quer abrir uma conta em francos suíços porque acredita que o euro vai perder mais valor e que o franco suíço se vai valorizar face ao euro. Faz a abertura da conta à ordem, trocando hoje 8328 euros (EUR) por 10000 francos suíços (CHF) e pagando a comissão acrescida de imposto de selo (4%). Aberta a conta à ordem, transfere uma parte para a abertura do depósito a prazo em francos suíços, num prazo de 1 ano com a taxa Libor de 0,38617 por cento, a taxa fixada no dia 6 de junho.

No final do prazo, o João teria qualquer coisa como 10029 francos suíços. Se o euro perder valor face ao franco suíço durante este período, o João além dos juros fica com mais euros do que precisou para constituir o depósito, se o euro ganhar valor ao franco suíço então vai ficar com menos euros do que os que precisou inicialmente.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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07
Jun 12
07
Jun 12

A melhor forma de fazer crescer as poupanças dos seus filhos

Para além dos depósitos a prazo, os especialistas aconselham os fundos de investimento, produtos ‘unit linked’ e seguros de capitalização.

Quando nasce uma criança é habitual os pais fazerem duas coisas pelo futuro dos filhos. Uma delas é tornar a criança sócia do clube de futebol preferido dos pais. A outra, é abrir uma conta poupança para o recente membro da família. Contudo, aquilo que se tem constatado nos últimos anos é que as contas poupança e os depósitos a prazo específicos para clientes mais jovens não são vantajosos quando comparados com a oferta de produtos destinados à generalidade dos clientes. As remunerações de muitos produtos nem são suficientes para cobrir a inflação. Foi por essa razão, e a propósito do "Dia Mundial da Criança" que hoje se celebra, que o Diário Económico contactou as equipas de gestão de activos de quatro bancos portugueses para lhes pedir recomendações de carteiras de investimento vocacionadas para os clientes de "palmo e meio", partindo de um investimento inicial de 3.000 euros. As instituições contactadas foram o Activobank, o Best, o BiG e o banco Carregosa.

A conclusão que é possível retirar é que as recomendações das instituições são bastante divergentes. Contudo, há uma ideia que sobressai: a de que a aposta exclusiva em depósitos a prazo nem sempre é a melhor via para maximizar as poupanças dos mais pequenos no longo prazo.

Como refere a direcção de marketing do Activobank, "de modo geral, os depósitos a prazo proporcionam remunerações que cobrem apenas a taxa de inflação, razão pela qual no longo prazo não proporcionam a valorização real do investimento". É por essa razão que este banco aconselha o investimento em produtos financeiros expostos às acções. As recomendações deste banco recaem sobre fundos de investimento, certificados sobre índices de acções ou o investimento directo em acções. "A história demonstra que as acções são a classe de activos que ao longo das décadas tem proporcionado os melhores retornos (cerca de 10%/ano), muito acima da dívida pública e privada, dos tradicionais depósitos e prazo, e claro, da própria taxa de inflação", lembra o Activobank. Já o banco BiG refere que a carteira de investimento não deve ser vista de uma forma estática. De acordo com Rui Broega da direcção de gestão de activos do BiG, "uma alocação de activos diversificada e dinâmica ao longo do tempo garantir-lhe-á uma maior estabilidade na sua carteira de investimentos". No início do investimento a aposta deverá concentrar-se em classes de activos com retorno-volatilidade mais elevados (exemplo das acções e dívida de alto rendimento), sendo progressivamente substituídas por outras mais conservadoras de forma a garantir a liquidez pretendida. Neste cenário, o banco ‘online' sugere como melhores instrumentos os produtos ‘unit-linked' (produtos financeiro de longo prazo, sob a forma de seguro de vida, cujo património é aplicado em fundos de investimento) ou os fundos de investimento.

Por sua vez, Filipe Silva, gestor de activos do banco Carregosa, refere que em teoria, as poupanças de uma criança devem ser rentabilizadas através de uma carteira de activos diversificada: 20% a 30% em acções, e o restante repartido entre depósitos a prazo e obrigações. Contudo, o especialista em gestão de activos recorda que a fraca performance das acções na última década deita por terra esta teoria. "Uma década é o tempo de a criança atingir a idade adulta...". Por isso, considera que o melhor é investir em produtos de capital garantido. No mesmo sentido vai a opinião do Banco Best. Segundo este banco, "produtos com risco de perda de capital não permitem garantir o património das crianças no futuro". Por isso o Best aconselha a aposta numa conta poupança ou num seguro de capitalização.


As sugestões de quatro bancos

Banco BiG - carteira de fundos
Para o banco BiG, a poupança dos mais jovens deve ter uma alocação de activos diversificada e dinâmica ao longo do tempo, para garantir uma maior estabilidade na carteira. São recomendados fundos de obrigações de empresas, de acções globais e de empresas com dividendos elevados.

Banco Best - aposta conservadora
O Banco Best desaconselha o investimento em produtos com risco de perda de capital por não garantirem o património das crianças. A sua aposta incide sobre a "Primeira Conta Poupança", uma aplicação a um ano renovável até cinco anos, com uma TANB média de 2,5%. Outra sugestão é o seguro de capitalização "Valor Garantido" que é remunerado com uma taxa de 3% ao ano.

Banco Carregosa - activos diversificados
Para este banco, a constituição de uma carteira deve, em teoria, ser diversificada da seguinte forma: 20% a 30% alocada em acções, e o remanescente repartido entre depósitos a prazo e obrigações. Contudo, para um montante de 3.000 euros aconselha um depósito a prazo que remunere acima de 5%.

Activobank - investir num fundo
O Activobank sugere um fundo misto flexível da BlackRock: o BGF Global Allocation (Eur Hedge) E2. O banco explica que neste fundo a exposição a acções pode variar entre 30% e 70%. Em termos geográficos, privilegia as acções norte-americanas, com um peso acima de 50% da carteira. O facto de se tratar de uma versão ‘hedged' permite ainda a cobertura do risco cambial para euros.

Trabalho publicado na edição de 1 de Junho de 2012 do Diário Económico

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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06
Jun 12
06
Jun 12

Grandes bancos abandonam guerra pelos depósitos

Taxa média para as empresas caiu 100 pontos base e juros para as famílias estão em mínimos de um ano.

A taxa de juro média oferecida nos novos depósitos a prazo para as famílias caiu em Abril para o valor mais baixo em 12 meses, 3,42%, de acordo com os dados ontem publicados pelo Banco Central Europeu. Já no mesmo mês, os juros oferecidos nas aplicações a prazo das empresas sofreram um corte superior a 100 pontos base, de 3,01% para 1,98%, em mínimos de Agosto de 2010. Se é verdade que existem "bancos de nicho" que continuam a oferecer taxas próximas dos 6%, os bancos ‘core' do sistema parecem ter oficialmente abandonado a guerra pelos depósitos a prazo.

"Acho que estão criadas as condições para isso, pelo menos nos grandes bancos nacionais, a tendência será para abandonar a guerra pelos depósitos", avança fonte do sector ouvida pelo Diário Económico, e adianta: "Neste momento o principal interesse será gerir para manter os actuais volumes de depósitos".

Este foi o segundo grande corte de juros - embora sentido essencialmente do lado das empresas - nos últimos seis meses. O primeiro foi sentido em Outubro, com a introdução de limites às taxas praticadas - cerca de 300 pontos base acima das taxas de mercado - por parte do Banco de Portugal, de modo a salvaguardar a sustentabilidade do sistema. Precisamente em Abril o regulador voltou a reforçar os limites, neste caso apenas para os depósitos inferiores a um ano, sob pena de penalizações no capital dos bancos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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04
Jun 12
04
Jun 12

Depósitos Saiba quais são os melhores

Nem sempre os produtos direccionados para o segmento infantil são os mais rentáveis. Ainda assim, há produtos interessantes no sector

Os depósitos a prazo são, por excelência, a solução de investimento eleita pelos portugueses. Quando se trata de preparar as poupanças para as crianças, são também estes os produtos eleitos na maioria dos casos. Mas, atenção, não se deixe seduzir pelos brindes e escolha apenas os melhores.

Um mealheiro Agatha Ruiz de la Prada, bilhetes para o Badoca Park ou MP4 são alguns dos brindes oferecidos para os mais pequenos, associados a determinadas contas. Embora estas ofertas possam ser aliciantes para as crianças mantenha a razão acima das emoções e escolha os depósitos pelas remunerações. O Negócios seleccionou os melhores depósitos para a gama infantil e comparou-os com os produtos que oferecem taxas mais altas a três anos (ver tabelas abaixo).

SantanderCGD e BES são os bancos que oferecem as melhores remunerações nas soluções para os mais novos, ainda assim, é possível encontrar taxas mais interessantes entre os depósitos comercializados pelos bancos "online".

Escolha uma conta "mealheiro"
Ainda assim, a maior parte destes depósitos não admite reforços, ao contrário do que acontece com os produtos direccionados para o público mais jovem. Por isso, caso ainda esteja numa fase muito inicial da poupança, poderá escolher uma conta júnior para o efeito "mealheiro", de modo a ir reforçando a poupança. 

"Regra geral, as contas juniores têm montantes mínimos de abertura reduzidos e, em alguns casos, um euro é suficiente para fazer um reforço na aplicação", realça um artigo recente publicado na revista da Deco Proteste. 

Ao utilizar uma conta do segmento jovem, os pais podem ainda esperar até constituírem uma poupança mais generosa, para aplicarem o capital noutro tipo de soluções mais rentáveis. "Da mesma forma, pode usar os depósitos para miúdos como ferramenta de acumulação para as outras estratégias: a de dívida pública e a de fundos mistos", destaca o mesmo artigo da Deco.

A associação de defesa dos consumidores aconselha, assim, a juntar aí uma tranche na casa dos 2.500 euros, para depois investir em Obrigações do Tesouro.

Além dos tradicionais depósitos a prazo, os seguros de capitalização são outra das opções de investimento para a gama mais jovem. Face aos depósitos a prazo, estes produtos oferecem vantagens fiscais, para investimentos superiores a oito anos. As melhores taxas rondam os 3%.






Certificados do Tesouro rendem mais de 7% a 10 anos 

Os Certificados do Tesouro são uma das alternativas de investimento para quem está a preparar um pé-de-meia para o futuro dos filhos. Nos casos em que as poupanças apenas serão usadas dentro de mais de 10 anos, este produto oferece taxas de retorno bastante atractivas e mais interessantes que os tradicionais depósitos a prazo. As remunerações superam os 7% a 10 anos. Num artigo recente destinado às poupanças das crianças, a Deco recomenda o investimento em dívida pública nacional. Além dos certificados do tesouro, a associação de defessa dos investidores aconselha ainda a compra de obrigações do tesouro. "Se a criança celebrou recentemente o 9º aniversário, compre a OT que vence em Abril de 2021", realça o artigo.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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