31
Mai 12
31
Mai 12

Famílias portuguesas levantam depósitos para financiar empresas

Preferência dos investidores por obrigações de empresas poderá estar na origem da primeira perda efectiva de depósitos desde 2010.

O sector das famílias retirou 544 milhões de euros, em termos líquidos, dos depósitos a prazo no mês Abril, de acordo com os dados publicados pelo Banco Central Europeu. Um movimento que terá subjacente uma nova onda de realocação de activos, numa óptica de diversificação de risco, desta vez para obrigações de empresas. Em Abril, a EDP colocou obrigações no valor de 200 milhões de euros, já depois de a Semapa ter emitido 300 milhões de euros, liquidados a 30 de Março. Também a Zon tem em curso uma operação semelhante no montante de 100 milhões de euros. Estas colocações têm sido realizadas através de bancos e subscritas quase na totalidade por particulares, de acordo com Pedro Lino, CEO da Dif Broker.

Já em Novembro de 2011, as famílias tinham retirado 534 milhões de euros de depósitos a prazo - algo que não acontecia desde Setembro de 2010 - no entanto, nesse mês a entrada líquida de 988 milhões de euros em depósitos à ordem compensou a saída das aplicações a prazo. Mas em Abril, os fluxos líquidos para depósitos à ordem, de 286 milhões de euros, não conseguiram a compensar a saída verificada nos depósitos a prazo. Ou seja, no mês passado, os bancos perderam efectivamente depósitos de particulares, no montante de 258 milhões de euros, pela primeira vez em 19 meses.

Se numa primeira fase, os depósitos a prazo ganharam com a realocação de activos, nomeadamente provenientes de fundos de investimento, fundos de pensões e dos certificados de aforro, parece agora estar em marcha o efeito inverso. Neste caso com o dinheiro a ser realocado em obrigações de empresas e até mesmo em dívida pública. "As taxas dos depósitos a prazo baixaram com a introdução de limites por parte do Banco de Portugal e as pessoas procuram outros activos seguros, até para diversificarem o risco", diz Pedro Lino. O responsável da Dif Broker acrescenta que a recente discussão em torno da criação de um fundo de garantia de depósitos em termos europeus, trouxe novamente o limite dos 100.000 euros à memória dos investidores, que tendo um património superior, procuram diversificá-lo.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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29
Mai 12

8 maneiras de melhorar a sua saúde financeira

Especialistas em finanças deram, em entrevista à «TIME», conselhos sobre a forma de sanear as suas finanças e adiantam que, em muitos casos, seguir apenas um dos itens é suficiente para conseguir um equilíbrio nas suas contas a longo prazo. Veja aqui.

1) Aumente o seu fundo de emergência

Se ainda não tem um fundo de emergência, é uma boa ideia começar um, mesmo que seja com pouco. Se já tem um, tanto melhor, mas é natural que não tenha o suficiente para uma emergência. Por isso, toca a poupar e a guardar, todos os meses! Retire uma fatia do seu salário e deposite logo numa conta-poupança. E, viva como se esse dinheiro não exitisse. 

Não há nada como ter dinheiro de parte, caso a má sorte lhe bata à porta. «A chave é ser capaz de gerir situações de emergência, ao invés de refugiar-se em créditos, com taxas de juro muito altas», disse Jim Wang, criador do blogue Bargaineering.com, adiantando que «tentar resolver uma emergência com um cartão de crédito pode levar a um caminho perigoso de dívidas». 

2) Pague a dívida do cartão de crédito

Livre-se desta dívida o mais rápido que puder: «pague a dívida do cartão nem que para isso tenha de recorrer a todas as suas economias», disse Tom Gilovich, professor universitário. 

Se não tem qualquer poupança, vai ter que tomar algumas decisões orçamentais pertinentes. Suponha isto: o saldo no seu cartão de crédito é de 5.000 euros e a TAEG está na média nacional. Se paga o mínimo a cada mês, significa que vai estar «preso» a essa dívida durante 24 anos! São duas décadas a pagar uma dívida que se traduz em mais de 7.000 euros de juros.

3) Faça um PPR ou coloque 10% do seu salário numa conta reforma

«Poupe, pelo menos, 10% do seu salário e guarde-o numa conta-reforma ou faça um PPR e, não importa o quanto ganha», aconselha Steve Vernon, especialista financeiro. «Quanto mais cedo começar a poupar, mais riqueza vai ser capaz de construir».

Mesmo que sejam pequenas quantidades, estas podem ir aumentando com o tempo. 

4) Pague a hipoteca da casa antes de se reformar

«O prazo da sua hipoteca não deve ser maior que o número de anos que pretende trabalhar», alerta Richard Thaler, professor na Universidade de Chicago.

Depois de se reformar, a sua renda vai estar mais baixa, mas o seu custo de vida não. Despesas, como as de saúde, por exemplo, provavelmente, vão subir. Se puder eliminar essa carga mensal, será mais fácil lidar com quaisquer custos crescentes.

5) Controle os seus gastos

«Controlar os gastos é um bloco de construção básico do sucesso financeiro, mas muitas pessoas não o fazem», disse Gail Cunningham, economista. Um meio para fazer isto é aderir a um «diário financeiro», onde deve escrever tudo o que gasta diariamente. Assim ganha consciência do dinheiro que gasta e percebe aquilo de que pode prescindir.

Numa pesquisa recente, mais de 20% dos entrevistados não sabem quanto gastam em alimentação, habitação e lazer. 

6) Vislumbre o seu futuro

«Desenvolver uma imagem mental de onde se quer estar em cinco anos», é um bom princípio, disse Don Chambers, economista e escritor. «A visualização é uma técnica eficaz de motivação. Pode sentir que está apenas a sonhar, mas na realidade, está a plantar a semente de uma ideia no seu cérebro», disse o especialista.

7) Viva abaixo das suas possibilidades

«Só porque se pode dar ao luxo de comprar algumas coisas isso não significa que as deve comprar», disse Edgar Dworsky, fundador da ConsumerWorld.org porque podem surgir imprevistos, como uma subida nas suas prestações. Mantenha o seu padrão de vida anterior e canalize o que sobra para pagar dívidas ou adicionar ao seu ninho de ovos de ouro.

8) Viva como se não pudesse deitar nada no lixo

Kerry Taylor do blogue Squawkfox.com, admitiu que o seu conselho é um pouco fora do comum: «Viva como se não tivesse caixote do lixo. Se não puder deitar coisas fora, tornar-se-á mais consciente».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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29
Mai 12

Depósitos motivam a maioria das reclamações junto da banca

As queixas ao Banco de Portugal devido a problemas com depósitos continuam a crescer.

O Banco de Portugal (BdP) recebeu, no ano passado, 14.697 reclamações por parte de clientes bancários, um número 3% inferior ao recebido em 2010. Foi o segundo ano consecutivo em que se assistiu a uma redução do número de queixas junto do regulador, revela o relatório de supervisão comportamental da entidade liderada por Carlos Costa. Das reclamações recebidas, 27% correspondem a queixas relacionadas com depósitos, a matéria alvo de mais reclamações.

As reclamações sobre contas de depósito cresceram 8,4% em termos homólogos tendo sido o mais elevado entre os acréscimos registados nas diversas matérias. Em causa estão sobretudo questões relacionadas com a própria abertura de conta ou com a própria movimentação e titularidade das mesmas.

Em relação às reclamações realizadas sobre crédito aos consumidores, registou-se uma queda de 7,6% durante o ano de 2011. Neste campos, a cobrança de valores em dívida e a responsabilidade de crédito foram as questões sobre as quais incidiram a maior parte das reclamações. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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24
Mai 12
24
Mai 12

Investimento dos portugueses em PPR cai 6% no primeiro trimestre

Depois da fuga massiva verificada em 2011, as entregas dos portugueses em PPR começam a dar sinais de estabilização.

Não se pode dizer que depois da tempestade veio a bonança. Mas, ainda assim, os últimos números da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) mostram que as elevadas quebras de entregas de dinheiro que o sector dos PPR estava a registar desde o início de 2011 estão a abrandar de ritmo.

Os dados da instituição, que representa as seguradoras, relativos ao primeiro trimestre deste ano mostram que os portugueses aplicaram 230 milhões de euros em 2012. Trata-se de uma quebra de apenas 5,8% face aos investimentos efectuados pelos portugueses no período homólogo.

Esta é uma descida bem menos acentuada face ao verificado no ano passado. Recorde-se que, só nos primeiros três meses de 2011, os investidores portugueses colocaram menos 750 milhões de euros nestes produtos de poupança para a reforma do que no primeiro trimestre de 2010. Ou seja, nessa altura registou-se uma quebra de 75% dos investimentos, justificada pela redução abrupta dos benefícios fiscais, pela menor disponibilidade de poupança das famílias portuguesas e pela transferência de poupanças para os depósitos a prazo.

fonte_http://economico.sapo.pt/

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22
Mai 12
22
Mai 12

Depósitos: Portugal contraria tendência de queda

Os depósitos bancários em Portugal cresceram entre junho de 2011 e março, ao contrário do que se passou nos restantes países europeus que têm estado sob a mira dos mercados devido à crise da dívida soberana, revelou esta terça-feira o Barclays.

De acordo com o relatório dedicado ao andamento dos depósitos nos países europeus periféricos entre junho de 2011 e meados de março, os depósitos bancários em Portugal aumentaram sensivelmente 2%, enquanto na Irlanda recuaram cerca de 1%, na Itália baixaram 2% e em Espanha regrediram 3%.

Já na Grécia a situação é mais preocupante, com os montantes confiados pelos depositantes às instituições financeiras a baixarem cerca de 24 por cento nos últimos dois anos, uma situação que a equipa de analistas do Barclays liderada por Jonathan Glionna compara ao que se passou na Argentina em 2001.

Em termos agregados, o valor total dos depósitos em Portugal, Espanha, Itália e Irlanda manteve-se estável desde o final do primeiro semestre do ano passado.

Face aos resultados obtidos neste estudo, os responsáveis consideram que «não há evidências de uma tendência de quebra nos depósitos de larga escala nos países europeus periféricos, excluindo a Grécia».

Esta questão assumiu maior relevância nas últimas semanas, em virtude de se comentar, com cada vez maior insistência, a possibilidade de a Grécia deixar a zona euro, o que poderia ter um impacto sobre os depósitos bancários nos restantes países europeus que se debatem com problemas nas finanças públicas.

«Estas preocupações não são novas e as evidências não mostram uma fuga de depósitos em Espanha, Itália, Irlanda e Portugal», concluem os especialistas do Barclays.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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14
Mai 12
14
Mai 12

Maiores bancos captam 17 mil milhões em depósitos

Os cinco maiores bancos a operar em Portugal captaram 17 mil milhões de euros em depósitos nos 12 meses terminados em março, apesar de uma conjuntura adversa com queda nos rendimentos das famílias e empresas.

Numa tendência de captação de depósitos crescente, o BPI foi o banco que recebeu menos depósitos dos seus clientes, tendo estes aumentado 1,5 mil milhões de euros entre março de 2011 e o mesmo mês deste ano para 24,1 mil milhões de euros, o que representa um crescimento de 6,6 por cento.

Valor semelhante ao do BPI foi captado pelo Santander Totta: 1,6 mil milhões de euros. Neste caso, face a março de 2011 o aumento é de 9,4 por cento, tendo o banco fechado o primeiro trimestre com depósitos de 18,8 mil milhões de euros.

Já o BCP aumentou os depósitos em 3,9 mil milhões de euros (mais 8,8 por cento) para 48,8 mil milhões de euros. Na Caixa Geral de Depósitos, os clientes entregaram mais 4,6 mil milhões de euros (7,6 por cento), aumentando o saldo total dos depósitos para 65 mil milhões de euros.

O BES foi o banco que liderou a captação de depósitos nos últimos 12 meses, ao aumentar em 5,4 mil milhões estes recursos captados, de acordo com fonte do setor bancário. 

Os resultados do banco liderado por Ricardo Salgado referentes ao primeiro trimestre só serão divulgados terça-feira, mas tendo em conta este valor a instituição deverá ter fechado março com um crescimento dos depósitos de 17,7 por cento para 36 mil milhões de euros.

O último ano foi marcado por um crescimento da remuneração dos depósitos, face às dificuldades dos bancos em se financiarem nos mercados, o que levou o Banco de Portugal a penalizar nos rácios de capital os bancos que ofereçam taxas de juro elevadas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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10
Mai 12
10
Mai 12

Depósitos na CGD sobem 5,1 mil milhões

A crise está a aumentar a poupança dos portugueses, que gastam menos e depositam mais dinheiro nos bancos. A Caixa Geral de Depósitos captou, até 31 de Março, mais 5,1 mil milhões de euros.

O dinheiro depositado no maior banco português ascende a 64 mil milhões. A CGD, apesar do valor recorde da subida das poupanças captadas, não entrou na guerra dos superdepósitos, que oferecem juros mais atractivos aos aforradores. As mais mediáticas campanhas em curso usam a imagem de José Mourinho (BCP) e de Cristiano Ronaldo (BES), oferecendo rentabilidades próximas de 4,5%. Face ao primeiro trimestre de 2011, o BCP arrecadou mais 3057 milhões em depósitos no território nacional. No Santander Totta, a poupança subiu 1608 milhões, para um bolo total de 18,774 mil milhões. Já o BPI captou mais 600 milhões de euros em depósitos desde o início do ano, para um total de 19,6 mil milhões. Face ao primeiro trimestre de 2011, são mais 1100 milhões.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

publicado por adm às 23:12 | comentar | favorito
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09
Mai 12

Conheça os melhores PPR do mercado

No ano passado, segundo dados do ISP, os melhores PPR do mercado conseguiram dar ganhos de 5% aos investidores.

Em 2011, os PPR sob a forma de seguro - que representam mais de 85% do total de planos de poupança reforma do mercado português - melhoraram ligeiramente a remuneração atribuída aos investidores portugueses. Segundo o Instituto de Seguros de Portugal (ISP) - que divulga estes dados apenas uma vez por ano - os seguros PPR renderam em média 2,54% em 2011. Um valor que compara com os 2,28% registados em 2010.

A rentabilidade positiva alcançada pelos seguros PPR num ano extremamente negativo para os mercados tem, no entanto, uma explicação. É que mais de 90% destas aplicações, além de garantirem o capital investido, oferecem uma taxa de remuneração mínima garantida. E tendo em conta a evolução dos mercados em 2011, quase nenhum seguro PPR incorporou na remuneração oferecida aos investidores os resultados dos fundos subjacentes.

Analisando os dados do ISP, há números que saltam à vista: os melhores seguros PPR conseguiram igualar a remuneração oferecida pelos depósitos a prazo, ao terem atribuído ganhos aos investidores acima dos 4%. Um valor que mostra que alguns PPR conseguiram competir com as elevadas remunerações que estão a ser atribuídas pela banca aos depósitos a prazo.

No top ten dos melhores seguros PPR do mercado, a seguradora Generali voltou, pelo segundo ano consecutivo, a liderar os ganhos. Já em 2010, o Generali PPR + Seguro tinha sido o melhor seguro PPR do mercado português e voltou a repetir a proeza, em igualdade com o PPR BES Super Investimento. Ambos deram ganhos de 5% aos seus subscritores. Aliás, os PPR da seguradora do BES foram uma das surpresas do ano passado. O grupo liderado por Ricardo Salgado lançou em 2011 vários PPR com taxas mínimas garantidas atractivas e que catapultaram três dos seus produtos para o pódio. Ainda assim, e apesar do bom desempenho dos seguros PPR, apenas 11 produtos, no total de 67, conseguiram bateram a inflação registada no ano passado, que se situou nos 3,6%.

Apesar de a generalidade dos seguros PPR não ter conseguido bater a inflação, a verdade é que estes PPR foram aqueles que obtiveram o melhor rendimento dentro das várias categorias de planos de poupança reforma que existem no mercado. Segundo os dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Património (APFIPP), os PPR sob a forma de fundo de investimento registaram perdas em 2011. Dos 35 fundos PPR registados na APFIPP apenas sete conseguiram fintar as quedas e terminar o ano com ganhos- que mesmo assim foram bastante tímidos, já que a melhor aplicação dentro desta categoria (o Solidez PPR, gerido pela BBVA Fundos) rendeu apenas 2,2%. A fraca performance desta categoria de PPR explica-se pelo facto deste tipo de aplicações (ao contrário dos seguros PPR) não terem capital garantido, nem preverem uma taxa de rendibilidade mínima. Como tal, o seu desempenho reflecte o comportamento dos mercados. Isto significa que, em anos positivos para as bolsas, os PPR sob a forma de fundo de investimento tendem a apresentar ganhos superiores aos registados pelos PPR sob a forma de seguro. Mas em anos maus, como foi o caso de 2011, os fundos PPR são mais penalizados.

O mesmo aconteceu com os Certificados de Reforma, também conhecidos como o PPR do Estado. Este produto de complemento para a reforma que é gerido pelo Estado obteve no ano passado uma rendibilidade negativa de 1,46%. O desempenho desta aplicação esteve pressionado pelo comportamento da dívida pública portuguesa. 

PPR perdem a popularidade
Independentemente da forma, a verdade é que todos os PPR estão a perder investidores. A menor disponibilidade de poupança dos portugueses, o corte abrupto dos benefícios fiscais associados a estas aplicações e a forte concorrência dos depósitos tem levado os investidores a optarem por outras soluções de investimento, ou mesmo, até a resgatarem o valor investido nestas aplicações. Na verdade, no ano passado, os portugueses aplicaram menos 60% em PPR. Segundo dados do ISP, os PPR registaram no final do ano passado um investimento de 1,3 mil milhões de euros, um valor que compara com os 3,4 mil milhões captados em 2010.

Conheça em baixo os PPR que no ano passado bateram a inflação.

Os PPR que bateram a inflação no ano passado

Os números do ISP mostram que em média os seguros PPR obtiveram ganhos de 2,5%, mas houve 11 produtos que obtiveram ganhos acima da inflação (3,6%). Veja em baixo quais foram os melhores no ano passado.

Generali PPR + Seguro
O PPR + Seguro da Generali volta a encabeçar a lista dos PPR sob a forma de seguro mais rentáveis do mercado. No ano passado, este produto ofereceu uma rendibilidade de 5%. Sendo que, deste valor, 3% refere-se à taxa de rentabilidade garantida por ano pela Generali. O restante refere-se a participação nos resultados. Este PPR está disponível sob duas formas: uma para entregas periódicas e outra para entregas únicas.

PPR BES Super Investimento
Este PPR do BES é um produto recente: foi lançado em Novembro do ano passado e comprometeu-se a garantir uma rentabilidade mínima em 2011 e em 2012 de 4%. A acrescentar a isto, a seguradora do BES compromete-se a fazer a participação dos resultados. Por essa razão, este PPR conseguiu remunerar no ano passado os seus subscritores com uma taxa de 5%.

PPR BES Super Investimento 2014
À semelhança do anterior produto, este PPR do BES também foi lançado no final do ano passado. Difere do produto anterior pelo facto de prever uma taxa de rendibilidade mínima garantida um pouco inferior: 3,5%. Apesar disso, o banco compromete-se a garantir esta taxa por mais tempo (2011 ,2012, 2013 e 2014). Também aqui, a instituição prevê a participação dos subscritores nos resultados do fundo.

Super Mealheiro PPR BES
Lançado em Março do ano passado, este PPR do BES também conseguiu um lugar de destaque. Rendeu no ano passado 4,5%: a taxa mínima garantida pela instituição para esse ano. No entanto, na ficha de informação do produto é possível verificar esta taxa varia todos os anos e, no limite, ela pode ser fixada em 0%.

Poupança Dinâmica Global - PPR
O PPR da Global Vida (seguradora que entretanto foi fundida com a Açoreana do grupo Banif) figura entre os mais rentáveis no ano passado ao acumular um ganho de 4,21%. É também um dos produtos mais atractivos a três anos, segundo os dados do ISP.

Universall PPR Activo
Este seguro PPR da Allianz foi lançado em Setembro de 2008 e tem rendibilidade garantida. Esta será sempre superior ou igual à Euribor a 12 meses em vigor, deduzida de dois pontos percentuais e não pode ser negativa. No último ano, a sua rentabilidade atingiu os 3,97%. Já nos últimos três anos, o retorno atingiu os 4,24%.

Prévoir PPR 3%
O Prévoir PPR, para além do capital investido também garante uma rentabilidade mínima de 3%. Em 2011, o seu retorno foi de 3,8%. Já nos últimos três anos, a rentabilidade chegou aos 4,03%. Disponível desde Dezembro de 2008, também prevê a participação nos resultados. O investidor tem ainda de considerar o pagamento de uma comissão de gestão anual de 0,5%.

PPR Plano A
Disponibilizado pela seguradora MAPFRE desde Novembro de 2011, o PPR Plano A garantiu no primeiro ano de vigência uma rentabilidade de 3,8%. Nos anos seguintes, a taxa de rentabilidade garantida baixa para os 2,50%. Além desta taxa mínima está também prevista a participação em resultados. No que diz respeito a comissões de gestão, está prevista uma comissão de 1%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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09
Mai 12

OS MELHORES DEPOSITOS A PRAZO DE MAIO 2012

No último mês foram vários os bancos que reduziram ligeiramente as suas ofertas para os depósitos a prazo. Isto poderá ser um sinal de inversão da tendência e que a partir de agora os bancos poderão começar a oferecer menos pela captação de depósitos.

APROVEITE AS PROMOÇÕES...

 

Não há dúvida que também podemos dizer que as taxas oferecidas pelos bancos para a captação de depósitos são verdadeiramente promocionais e que apenas são possíveis porque Portugal vive uma situação anormal, com as fontes de liquidez dos bancos a resumirem-se aos financiamentos do BCE, à captação de depósitos de particulares e aos aumentos de capital. A situação de aumento sucessivo das taxas que eram oferecidas não só abrandou imenso nas últimas semanas, como se pode mesmo dizer que inverteu.

Essa inversão deve-se provavelmente à forte injecção de liquidez feita pelo BCE nos bancos nacionais e também ao facto de o Banco de Portugal ter voltado a agravar em Abril as penalizações nos rácios de capital para os bancos que remunerem excessivamente os depósitos a prazo face às taxas euribor para o mesmo prazo. 

Adicionalmente, devido aos fortes aumentos de capital que praticamente todos os bancos terão que fazer até 30 de Junho, para fazerem face à exigência de avaliarem as obrigações em carteira ao preço de mercado e ainda assim manterem um rácio de capital de 9%, as necessidades de captação de depósitos poderão reduzir-se o que deverá colocar uma pressão adicional para que as taxas praticadas continuem a descer no segundo semestre. 


Qual o prazo ideal?

Neste momento e tendo que a Banca Portuguesa possa voltar a um estado mais normal a partir do segundo semestre deste ano, é expectável que as taxas praticadas comecem a descer no segundo trimestre deste ano e mais expressivamente ao longo de 2013. Assim, neste momento a melhor estratégia será optar por um depósito a vários anos, mas com pagamento períodico de juros e a possibilidade de mobilização antecipada do depósito sem penalização nas datas de pagamento dos juros. São exemplos destes depósitos a prazo: o DP a 3 anos do Banco Finantia (5,75% TANB) , o DP Montepio Super Poupança (4,30%) e o DP CR do BES (4,00% TANB).


Os melhores depósitos a prazo de Maio de 2011
TANB - Taxa anual nominal Bruta
Montante:
Até 10.000 €:
3 Meses:
BEST DP já14 (5,25%)
Banif DP Rendimento Imediato14 (4,00%)
Banco Invest (3,20%)
6 Meses:
Banco Invest Super DP Crescente (4,00%)
BES DP Rendimento CR3(4,00%)
BPN DP Oportunidade2    (4,00%)
12 Meses:
Banco Invest DP2 (5,25%)
Barclays Net 5%
2 (5,00%)
Banif DP Rendimento Maxi4 (4,15%)
 Até 50.000 €:
3 Meses:
BEST DP já14 (5,25%)
Banif DP Rendimento Imediato14 (4,00%)
Millennium DP Special One (3,875%)
6 Meses:
Banco Invest Super DP Crescente (4,00%)
BES DP Rendimento CR3(4,00%)
BPN DP Oportunidad
e2   (4,00%)
12 Meses:
Banco Invest DP2(5,25%)
Barclays Net 5%
2 (5,00%)
Banif DP Rendimento Maxi4 (4,15%)
Até 100.000 €_:
3 Meses:
Banco Finantia DP Juros Mensais24 (5,75%)
MIllennium DP Special One (4,00%)
BPN DP Mais Poupança (3,50%)
6 Meses:
Banco Finantia DP 6 Meses2 (5,75%)
Banco Invest Suoer DP Crescente (4,00%)

BES DP Rendimento CR3(4,00%)
12 Meses:
Banco Finantia DP 3 anos23 (5,75%)
Banco Invest DP2(5,25%)
Barclays Net 5%
2 (5,00%) 
Mais de 100.000€:

3 Meses:
Banco Finantia DP Juros Mensais24(5,75%)
MIllennium DP Special One (4,00%)
BPN DP Mais Poupança (3,50%)
6 Meses:
Banco Finantia DP 6 Meses2 (5,75%)
Banco Invest Suoer DP Crescente (4,00%) 
BES DP Rendimento CR3(4,00%)
12 Meses:
Banco Finantia DP 3 anos23 (5,75%)
Banco Invest Super DP Crescente(4,75%)
Banif DP Rendimento Maxi4 (4,25%) 
Fonte: Sites dos bancos em 04/05/2012
1Exclusivo para novos clientes.
2Exclusivo para novos recursos.
3O prazo mínimo destes depósitos é superior ao prazo desejado, mas de acordo com as condições dos produtos é possível desmobilizá-os antes do prazo com penalização de 100% sobre os juros não pagos. Assim, poderá desmobilizar-se o capital após o pagamento de juros do período desejado.
4 Não é permitida a mobilização antecipada.
Fonte:http://www.moneygps.pt/
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07
Mai 12
07
Mai 12

Há depósitos para todas as poupanças. Escolha o seu

Depósitos há muitos. Com prazos mais curtos, mais longos, com juros à cabeça ou só no final, trabalham todos para as suas poupanças. A banca tem encontrado formas de reinventar este produto, tornando difícil a escolha do melhor para colocar o dinheiro a render. Conheça os prós e contras de cada um dos depósitos e descubra qual se adapta melhor às suas necessidades

Perante a incapacidade de obter liquidez nos mercados, os bancos viraram atenções para os seus clientes. O objectivo era o de captar recursos através dos "tradicionais" depósitos a prazo. Começaram pelo mais simples: juros elevados. A oferta de taxas altas mantém-se, mas para "colher" mais poupanças, o sector tem-se socorrido de uma série de invenções para que todos os portugueses lá pendurem o dinheiro.

Apesar das limitações introduzidas pelo Banco de Portugal, que avançou com penalizações sobre as instituições que praticam aplicações com juros altos, o sector tem procurado manter a aposta. Isso é visível através da evolução da taxa média praticada nos depósitos que continua a ser uma das mais generosas entre os países da Zona Euro.

Depois do máximo de mais de 4,5%, em Outubro, a taxa caiu, mas mantém-se acima da fasquia dos 3,5%, fazendo frente a muitos outros produtos de poupança, entre eles os do Estado. Mas, além da taxa elevada, a banca tem avançado com alternativas ao modelo base dos depósitos para atrair novos aforradores.

Já é possível arrematar uma taxa, com leilões de depósitos. E há, até, bancos que satisfazem de imediato as necessidades de liquidez dos clientes, entregando-lhes os juros à partida.




São tudo tácticas que os bancos estão a "colocar em campo" para poderem oferecer aplicações que se adequem às poupanças de todos. Têm tido sucesso, a julgar pelos números do Banco de Portugal que, mês a mês, revelam novos recordes nos montantes aplicados pelas famílias junto da banca. No final de Fevereiro, os portugueses tinham 131,3 mil milhões de euros investidos.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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