28
Set 11
28
Set 11

Banco de Portugal vai travar juros dos depósitos

Os bancos estão a oferecer juros cada vez mais altos nos depósitos a prazo, de forma a conseguirem junto dos clientes o financiamento que os mercados não lhes dão. As taxas já chegam aos 6%. O Banco de Portugal quer moderar escalada dos juros para defender a rentabilidade dos bancos.

O regulador vai avançar com novas regras de forma a moderar o aumento dos juros praticados nas aplicações a prazo, apurou o Negócios. O modelo será inspirado no adoptado em Espanha. 
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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25
Set 11

Os cinco melhores depósitos a um ano

Os dados do Banco de Portugal (BdP) concluiu que o número total de depósitos aplicados pelas famílias portuguesas cresceu mais 2,4 mil milhões de euros, face ao mês anterior. Assim, o Dinheiro Vivo apresenta-lhe os três melhores depósitos oferecidos pela banca tradicional e pela banca online, segundo os dados disponibilizados pela Proteste Investe, da Deco.

Os melhores depósitos

 

1. O Banco Invest apresenta o depósito mais rentável, exclusivo para novos clientes ou novos capitais, com uma taxa anual nominal bruta (TANB) de 6%, retirando os impostos, a taxa líquida do depósito é de 4,71%. Os clientes que queiram ter acesso a este depósito terão de ter pelo menos 2000 euros para investir. A subscrição é feita online e o prazo do produto é de um ano.

 

2. A subscrição do "Depósito a prazo 6%" do Finantia é por um prazo de 12 meses, não sendo  permitida a mobilização antecipada do capital depositado, excepto na data de pagamento de juros referente ao 6º mês. O montante mínimo de investimento é de 50 mil euros. A taxa anual nominal bruta (TANB) é de 6 % e a taxa líquida do depósito (TANL) é de 4,71%.

 

3. Já o "DP Não Mobilizável" do Banif a 12 meses meses rende uma taxa bruta de 4,9%, o que corresponde a uma taxa líquida de 3,847%. Para subscrever este produto terá que ter, no mínimo 10 mil euros para investir.

 

4. O depósito "DP TOP II" do BIG é aquele que exige um montante mínimo de 50 mil euros e o investimento é feito a 1 ano. Com uma TANB de 4,75% e uma TANL de 3,7% e pode ser subscrito pela internet.

 

5. O Banco Popular ocupa o quinto lugar com o depósito a prazo mais rentável, "Depósito Ouro Plus 12 Meses", que como o próprio nome indica é rentável a 1 ano. Apresenta uma taxa bruta de 4,50% e uma taxa livre de impostos de 3,5%. O montante mínimo para investir são 300 euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Bancos já oferecem 6% para depósitos

Os bancos portugueses estão a apostar nos depósitos para conseguir captar novos clientes e, para isso, estão a oferecer taxas cada vez mais atractivas. Actualmente, já há instituições financeiras a oferecem juros de 6%.

“As dificuldades de acesso a financiamento faz com que a banca tente se financiar através dos depósitos dos clientes”, explicou António Ribeiro, economista da Deco. Além disso, o facto dos bancos terem de se desalavancar o seu balanço, nomeadamente através da diminuição do rácio de transformação (a diferença entre os depósitos e os créditos,) reforça a aposta da banca neste tipo de instrumentos. 

Quem beneficia são os investidores que conseguem assim melhores remunerações para as suas poupanças. De acordo com os dados do boletim da Deco, Proteste Investe, o melhor depósito a prazo é oferecido pelo Banco de Invest para novos clientes ou novos capitais. Com um montante mínimo de subscrição de 2.000 euros, este depósito a um ano paga uma taxa bruta de 6%, isto significa uma taxa anual nominal líquida (TANL) de 4,7%. A mesma taxa é também oferecida pelo Banco Finantia por um prazo de um ano. Um juro mais do dobro superior à taxa de mercado com o mesmo prazo. A Euribor a 12 meses está nos 2,060%.

Os dados do Banco de Portugal confirmam esta tendência de subida da remuneração dos depósitos. De acordo com os dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal, as taxas de juro dos depósitos mais que duplicaram num ano. Enquanto em Julho do ano passado, o juro era de 1,52%, em Julho deste ano a taxa situou-se em 3,87%. 

É preciso recuar até Novembro de 2008 para encontrar uma taxa mais elevada. Nessa altura, a taxa Euribor atingia o máximo histórico, depois da falência do Lehman Brothers e após a acção concertada dos Banco Centrais das principais economias mundiais, as Euribor iniciaram um ciclo de descida até abaixo dos 1%. Em Abril de 2010 o ciclo inverteu-se e, desde então, os juros têm vindo a subir e, consequentemente, as taxas pagas pelos depósitos.


Os juros mais actrativos praticados pela banca nos depósitos aliado à incerteza dos mercados bolsistas  são algumas das justificações para o aumento do montante colocado em depósitos. Segundo os dados do último Boletim Estatístico Banco de Portugal, em Julho os depósitos de particulares atingiu os 126.916 milhões de euros, um máximo histórico.

Nos últimos 10 meses, os portugueses têm vindo a reforçar o seu dinheiro em depósitos. Neste período o aumento do montante colocado em depósitos foi de 10,1 mil milhões de euros, o que equivale a um aumento de 8%. A aposta em depósitos, mesmo da parte dos particulares deverá continuar, pelo menos enquanto a incerteza e o risco elevado permanecerem em outros produtos, e os juros oferecidos pela banca sejam atractivos. 

Uma tendência, “que deverá manter-se ainda durante algum tempo”, concluiu o economista da Deco. Apesar dos valores apresentados, os especialistas da Proteste Investe recomendam que “se tem um montante significativo, não deixe de negociar a taxa, pois é possível subir acima do que consta no preçário”.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Cristiano Ronaldo rende cada vez mais no campeonato dos depósitos

BES dá seguimento à subida de juros que se verifica nos depósitos a prazo em Portugal.

Ao longo dos anos já nos habituamos ao sucesso de Cristiano Ronaldo dentro dos relvados dos campos de futebol. Mas, "fora das quatro linhas" o craque de futebol também promete remates certeiros. Nomeadamente, no campeonato dos depósitos a prazo. É que o futebolista madeirense volta a ser o rosto de mais uma campanha publicitária de poupança do Banco Espírito Santo em que sob o mote "Com uma taxa destas não se hesita" promete juros mais atractivos aos clientes.

Em causa está a "Nova Conta Rendimento CR", um depósito a três anos a taxas crescentes ao qual o craque dá o nome e em que está a ser oferecido aos novos subscritores uma remuneração bruta média anual de 4,83% (3,79%, líquidos) ao fim desse prazo. Esta taxa supera a que anteriormente estava a ser oferecida: de 4,25% (3,34%, líquidos). Este incremento dá assim seguimento à actual tendência de subida de juros nos depósitos a prazo que se verifica em Portugal em função da necessidade de os bancos captarem fontes alternativas de financiamento junto dos clientes particulares. Por isso, hoje, não é muito difícil encontrar instituições financeiras que se disponibilizem a pagar juros acima de 4%, ao ano, em depósitos a prazo.

Curiosamente, e contrariamente ao que se passava até agora, o craque português já rende mais em Portugal do que em Espanha no campeonato dos depósitos. A remuneração da "Nova Conta Rendimento CR" já suplanta a do "Nuevo Depósito CR 4,80%", um depósito que também utiliza a imagem do futebolista português e que está disponível na sucursal espanhola do banco liderado por Ricardo Salgado.

Este produto oferece um juro de 4,8%, a 24 meses, por depósitos de clientes que venham de outras instituições. Para além disso, a aplicação está disponível apenas para montantes acima de 25 mil euros.

No caso da "Nova Conta Rendimento CR", as condições de acesso são consideravelmente mais fáceis. Este depósito a prazo está disponível para qualquer aforrador com conta aberta no BES e que tenha pelo menos 1.000 euros para depositar. O principal inconveniente deste produto é que, para ter direito à remuneração máxima prometida, o cliente terá de esperar até ao final do prazo para resgatar o dinheiro da aplicação. Até lá, a remuneração vai subindo gradualmente, por semestre, da seguinte forma: de 3,5% (TANB) no primeiro semestre até 6,5% no sexto semestre.


Nova conta Rendimento CR

- Montante mínimo: 1.000 euros

- Prazo: Depósito a três anos

- Remuneração: Taxas crescentes, com pagamento semestral de juros

- TANB Média: 4,83%

- Vantagem: O pagamento semestral dá uma maior flexibilidade de resgate já que ocorre apenas a perda a perda de juros desse período

- Desvantagem: Como é remunerado a taxas crescentes, é necessário manter a aplicação durante três anos para garantir a remuneração máxima.

fonte;:http://economico.sapo.pt/

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25
Set 11

Juro dos depósitos sobe para níveis pós-Lehman

Remuneração dos depósitos em Portugal é a que mais sobe entre os periféricos. Conheça os melhores depósitos.

A estratégia é agressiva e tem um "potencial limitado" no médio e longo prazos, mas no curto prazo está a dar frutos. Desde Maio de 2010, sobretudo, que os bancos portugueses estão imparáveis no que se refere à oferta de remunerações dos novos depósitos. Segundo os dados revelados esta semana pelo Banco de Portugal (BdP), no Boletim Estatístico de Setembro, as instituições portuguesas estavam, em Julho, a oferecer uma remuneração de 3,82% nos novos depósitos, um valor praticamente igual ao que ofereciam na altura da falência da Lehman Brothers - em Dezembro de 2008 os juros fixavam-se nos 3,68%.

Contas feitas e as instituições portuguesas estavam, há dois meses, a oferecer exactamente a mesma remuneração que os bancos helénicos. Na verdade, desde há três anos que a taxa de juro dos depósitos da banca nacional é a que regista uma subida mais consistente entre os países periféricos europeus, ou seja, os mais afectados pela crise de dívida soberana. "Se isso resulta das dificuldades de financiamento dos bancos portugueses? Resulta. Mas não se pode dizer que estão piores do que os outros, visto não serem directamente comparáveis", sublinha a economista-chefe do BPI, Cristina Casalinho, em declarações ao Diário Económico. É que para além das regras específicas dos reguladores de cada país, há que ter também em conta "o momento que cada país atravessa", nota a responsável. Por exemplo, explica, "os bancos espanhóis e italianos tiveram uma subida significativa de recursos ao Banco Central Europeu (BCE) nos últimos meses, e portanto estão a entrar agora numa dinâmica em que os bancos portugueses já entraram há cerca de um ano. Estamos em fases diferentes", acrescenta. De notar ainda que a remuneração dos depósitos nacionais tem vindo a traçar um caminho inversamente proporcional ao da evolução das taxas Euribor: enquanto o prazo a doze meses se manteve praticamente estável entre Setembro de 2009 e o início de 2011, as taxas de juro continuaram a subir. Um sinal de que os bancos estão dispostos a pagar mais pelos depósitos do que a cobrar pelos empréstimos - um diferencial que pode, no entanto, estar a ser garantido com ‘spreads' mais elevados.

Certo é que a estratégia está a resultar, e atrai cada vez mais depositantes. Segundo o mesmo documento do BdP, o montante de depósitos dos particulares aumentou 7%, tendo atingido em Julho os 126.916 milhões de euros e somando dez meses consecutivos de aumentos dos depósitos no País. O mesmo documento revela ainda que a banca nacional continua a cortar na concessão do crédito às famílias, tendo havido uma contracção de 0,23% nos empréstimos para consumo e habitação a particulares, no mês de Julho. Foi o maior corte mensal da banca em dois anos e meio.

No longo prazo, porém, a estratégia pode vir a revelar-se "estéril, visto o potencial de depósitos ser baixo e todas as instituições estarem a utilizar a mesma estratégia", avisa ainda Cristina Casalinho.

 

Os melhores depósitos...

... a um ano
O depósito ‘DP TOP II', do Banco BIG oferece actualmente uma remuneração bruta de 4,75%, a melhor do mercado, segundo dados da Proteste. O Banco BIG exige, neste caso, um depósito de 60.000 euros. Pode ainda optar pelo ‘Depósito Ouro Plus 12 meses', do Banco Popular, que exige o depósito de um montante mínimo de 300 euros, oferecendo uma taxa de juro de 4,50%, a segunda mais alta.

...a seis meses
Neste caso o Banco Best encabeça a lista, ao oferecer uma remuneração bruta de 6% no ‘Depósito 6% Já'. O montante mínimo para abrir uma conta é de 2.500 euros. O ‘Super Depósito' do banco BIG ocupa o segundo lugar da tabela, ao oferecer um juro de 5,50%, exigindo um depósito de 500 euros.

... a três meses
O depósito ‘DP 5' do Santander Totta oferece aos clientes uma remuneração bruta de 5%, a três meses, estabelecendo um montante mínimo de 250 euros. A segunda melhor remuneração é oferecida pelo Banco BIG, através do ‘Super Depósito'. Perante um depósito mínimo de 500 euros, a taxa de juro fixa-se nos 4,5%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Set 11

Depósitos com benefício fiscal

Quando se faz um depósito, procura-se sempre as melhores taxas. Juros elevados para rendibilizar ao máximo as poupanças, sobre os quais o Estado leva sempre uma parte. O normal é ficar sem 21,5% da mais-valia, mas há cada vez mais aplicações a prazo que permitem atenuar o impacto do IRS. Saiba quais e se realmente compensam.
Os bancos têm apostado forte no desenvolvimento de "novos" depósitos. A regra-base é sempre a mesma: aplica-se o dinheiro e recebem-se os juros. E há aplicações para todos os gostos, desde as que duram apenas sete dias, até cinco anos. E até mais. A vantagem desses depósitos de muito longo prazo é que, além de taxas atractivas, oferecem a oportunidade de poupar nos impostos. Há benefícios fiscais. 

Para poupar é preciso pensar numa perspectiva de médio a longo prazo. E esse acto tende a ser valorizado, não só pelo banco, que procura oferecer taxas mais atractivas para garantir a fidelização do cliente, mas também pelo próprio Estado. Actualmente, os juros pagos pelas entidades bancárias estão sujeitos a IRS, à taxa de 21,5%. E é o próprio banco que deduz o imposto aos juros que entrega ao cliente.

Mas há excepções. Caso o depósito seja constituído por mais de cinco anos, e menos de oito anos, o valor do imposto a pagar é menor. "Os rendimentos de depósitos bancários a prazo, emitidos ou constituídos por prazos superiores a cinco anos, que não sejam negociáveis, contam para efeitos de IRS por 80% do seu valor", refere oSantander, na ficha de informação normalizada de um dos seus mais recentes produtos, o "Rendimento Premium Taxa +". 

Mas isto só se "a data de vencimento dos rendimentos a contar da data da constituição ocorrer após cinco anos e antes de oito anos, o que equivalerá à aplicação de uma taxa de retenção na fonte de 17,2%". Ou seja, esta é a taxa a pagar sobre os juros do depósito se este tiver um prazo de cinco anos e um dia, assumindo que o investidor só pretende recebê-los no final do prazo. 

No caso do "Rendimento Premium Taxa +", a taxa anual nominal bruta (TANB) média para o depósito é de 4,6%. Se o cliente quiser receber os juros todos os anos, pagando 21,5% de IRS, a taxa líquida é de 3,61%. Mas, se quiser tirar partido da vantagem fiscal, o juro líquido médio anual é de 3,81%, tendo em conta os cálculos realizados pelo Negócios. Ou seja, recebe, com o mesmo investimento, mais juros.

O produto do Santander é atractivo só por si. A TANB é elevada. Mas há outras aplicações actualmente em comercialização que, apesar de apresentarem juros mais baixos, podem, por vezes, tornar-se numa opção válida, tendo em conta o benefício fiscal que lhes está associado. O BPI, por exemplo, tem um depósito também a cinco anos e um dia com uma TANB média de 2,6%. 

O juro líquido anual deste produto é de 2,15%, porque a taxa de retenção na fonte é de 17,2% e não os normais 21,5%. Mas a tributação pode ser ainda mais baixa, se o prazo do investimento for ainda mais prolongado. Nos depósitos constituídos por mais de oito anos e um dia, apenas 40% dos juros obtidos pagam imposto. 

Neste caso, isto significa que, dos 21,5%, o investidor apenas será tributado em 8,6%, tal como acontece, por exemplo, nos seguros de capitalização. Com uma taxa base de 5%, o "Depósito a prazo 8 anos Mais" do MillenniumBCP tem uma remuneração líquida anual de 3,925%. Além deste produto, também disponível para cinco anos e um dia, apenas o BPI tem um depósito a oito anos, de acordo com a pesquisa realizada pelo Negócios.

Num depósito entre cinco a oito anos, a taxa de IRS a aplicar desce de 21,5% para 17,2%. Caso seja de mais de oito anos, cai ainda mais. É de apenas 8,6%.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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23
Set 11

Produtos financeiros para cativar os clientes jovens

Isenção de comissões, de anuidades de cartões e a oferta de brindes são algumas das vantagens oferecidas.

Setembro é, por tradição, o mês do regresso às aulas. Por isso não será de estranhar a chuva de campanhas de ‘marketing' com vista à promoção de produtos junto dos mais jovens que surge habitualmente nesta época. Este ano não foge à regra. É o que estão a fazer não só muitas das grandes cadeias de consumo mas também os próprios bancos. Exemplo disso mesmo são as campanhas publicitárias que dois dos maiores bancos portugueses estão levar a cabo e que têm como principal objectivo procurar angariar novos clientes entre os mais jovens: trata-se do Millennium bcp e do Santander Totta. Entre os seus alvos privilegiados estão sobretudo os jovens com idade para frequentar o ensino universitário ou que estejam a iniciar a sua actividade profissional.

Para melhor promover os seus produtos e serviços bancários, as duas instituições financeiras estão mesmo a oferecer alguns brindes que vão desde simples guias de auxílio no percurso universitário a telemóveis. Num comunicado de promoção enviado à imprensa, o Millennium bcp assume mesmo que os jovens são "um segmento que se apresenta cada vez mais estratégico". Isto acontece porque ao conseguirem cativar os clientes nessas idades, muito provavelmente os bancos irão conseguir fidelizá-los ao longo da vida adulta.

O produto do BCP, designado por "Millennium GO!", destina-se a jovens entre os 18 e os 25 anos e é composto por um ‘pack' onde se incluem vantagens na subscrição de alguns produtos do banco. Nomeadamente, na conta à ordem, em aplicações ou cartões de débito e de crédito. São garantidas isenções de comissão de manutenção da conta, das anuidades dos cartões. Também as transferências e a requisição de cheques através dos canais automáticos são isentas de comissões. O principal inconveniente é que, em contrapartida, para beneficiar dessas vantagens o cliente terá de pagar uma mensalidade de 3,5 euros (valor a que acresce imposto de selo).

Já o Santander Totta está a promover o "PAC4U". Este produto destina-se, contudo, especificamente para os jovens que frequentam o ensino universitário. Neste caso, os clientes também beneficiam de isenções de comissões de manutenção de conta, da anuidade do cartão de crédito, bem como isenções em alguns serviços e operações mais frequentes. A isenção do pagamento deste tipo de serviços já permite uma poupança mensal considerável aos jovens clientes bancários.

Contudo, é necessário ter em conta que este conjunto de vantagens, apesar de não estarem a ser publicitadas com tanto destaque, não são exclusivas a estes dois bancos. Existem outras instituições que também as oferecem. Aliás, as contas para estudantes e jovens são geralmente mais vantajosas do que as regulares. Este tipo de produtos exigem mínimos de abertura reduzidos- em regra 25 ou 50 euros- não cobram custos de manutenção de conta e, muitas vezes, nem a anuidade do cartão de débito ou crédito. Por vezes também a adesão a alguns produtos de poupança é disponibilizada em condições favoráveis, nomeadamente permitindo montantes de abertura ou de reforço baixos.

Por isso, antes de se deixar tentar por qualquer produto que esteja em campanha, é aconselhável também consultar a oferta da concorrência.


Millennium GO! do Millennium bcp

- Inclui: "Conta à ordem 18-23"; "Poupança Jovem 18-25"- aplicação a 180 dias, com TANB de 1,5% (mínimo de constituição 250 euros e reforços a partir de 25 euros); Cartão de débito "Millennium bcp Maestro"; Cartão de crédito: Millennium bcp GO! (TAEG 22,5%) ou "Blue da American Express" (TAEG 24,9%) ou "M ordenado" (TAEG 19,5%) caso o cliente domicilie o ordenado (acima de 500 euro). Clientes entre 18 e 25 anos.

- Vantagens: Isenção de comissão de manutenção da conta, das anuidades dos cartões e de comissões de transferência e cheques (nos canais automáticos). Fornecimento de extracto digital e serviço mobile.

- Brindes: Oferta do Pack Go! que inclui, por exemplo, uns ‘phones' ou um cartão Moche TMN com 15 dias de chamadas gratuitas para moches e saldo de 2,5 euros.

- Desvantagens: Mensalidade de 3,5 euros (mais imposto de selo).


PAC4U do Santander Totta

- Inclui: "Super Conta Estudantes Universitários"; "Cartão Universitário Inteligente" (multibanco) ou o cartão de crédito "Novo Classic Universitário".

- Vantagens: Isenção de comissão de manutenção na "Super Conta Estudantes Universitários" bem como em alguns serviços e operações do dia-a-dia, Isenção de anuidades no cartão "Novo Classic Universitário" (TAEG 23,9%).

- Brindes: Telemóveis, pen´s e cartões com chamadas telefónicas e a possibilidade de participar no passatempo "20 valores".

fonte_:http://economico.sapo.pt/

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22
Set 11
22
Set 11

Depósitos de 100 mil euros com garantia definitiva

A garantia de reembolso dos depósitos vai ficar fixada definitivamente em 100 mil euros a partir de 2012.

Até ao final do mês de Novembro deste ano, as alterações à legislação do Fundo de Garantia de Depósitos têm de ficar concluídas.

«O limite da garantia continuará a ser de 100 mil euros, por instituição e por depositante, após 31 de dezembro de 2011», anunciou uma fonte oficial do Banco de Portugal (BdP), cita a Lusa.

Com esta medida, Portugal transpõe para a legislação nacional a directiva europeia de 2009 que harmoniza entre os países europeus os limites mínimos do sistema de garantia de depósitos para 100 mil euros.

Este valor foi definido após a Irlanda ter decidido reforçar as garantias aos depositantes, com o objectivo de proteger os seus bancos da crise financeira.

Porém, as garantias dos reembolsos aos depósitos oferecidos por Dublin não causaram boa impressão na Europa. «Distorção da concorrência» foram as palavras da Associação Britânica de Banqueiros, que acabaram por motivar atitudes semelhantes em muitos países europeus para evitarem a desvantagem competitiva decorrente dessa decisão.

Em 2008, a três de Outubro, o Reino Unido aumentou as garantias sobre os depósitos para 50 mil libras. Dois dias depois, no mesmo mês, a Alemanha garantiu todas as contas dos bancos privados do país e no dia seis, a Suécia decidiu estender o valor garantido em todos os tipos de depósitos para 500 mil coroas suecas. Dias mais tarde, a 17 de Outubro, foi a vez de Luxemburgo colocar a garantia nos 100 mil.

Portugal não fugiu à regra. Em Novembro do mesmo ano, verificou-se um aumento de 25 mil euros de garantia para 100 mil, o mesmo valor que a partir do dia 1 de Janeiro de 2012 passará a ser definitivo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 23:15 | comentar | favorito
21
Set 11
21
Set 11

Depósitos das famílias registam recorde histórico

Desde o início do ano o montante de depósitos dos particulares aumentou 7% e em Julho atingiu 126.916 milhões de euros.

O Boletim Estatístico de Setembro do Banco de Portugal, publicado hoje, revela que a banca continua a cortar no crédito às famílias e que os depósitos dos particulares voltaram a aumentar.

De acordo com o documento, entre Junho e Julho a concessão de empréstimos para consumo e habitação a particulares contraiu 0,23%. Tratou-se do maior corte mensal da banca desde Janeiro de 2009.

Do lado dos depósitos, a famílias tinham depositado em Julho o valor recorde de 126.916 milhões de euros, o equivalente a 12 mil euros por cada português.

É ainda de salientar que há 10 meses consecutivos que os depósitos das famílias aumentam. Só este ano, o aforro dos particulares junto da banca nacional cresceu 7%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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13
Set 11
13
Set 11

Saiba como estão protegidos os seus depósitos

Em caso de colapso das instituições financeiras o dinheiro dos clientes depositado no banco está garantido pelo Fundo de Garantia de Depósitos. O Dinheiro Vivo dá-lhe algumas respostas sobre quais as garantias e montantes envolvidos. 

1. O dinheiro que tem depositado no banco está protegido?   
Apesar da crise ter feito muitas vítimas no sector financeiro internacional, em Portugal nenhum banco entrou em falência. Ainda assim, caso uma situação de colapso acontecesse existe um Fundo de Garantia de Depósitos que garante o reembolso da totalidade do valor dos saldos em dinheiro de cada cliente até 100 mil euros.   

2. Todos os bancos estão abrangidos pelo fundo de garantia de depósitos?   
Sim. Todas as instituições financeiras cuja actividade inclua a recepção de depósitos têm de participar obrigatoriamente no Fundo de Garantia de Depósitos, com excepção das Caixas de Crédito Agrícola Mútuo e da Caixa Central, que fazem parte do Sistema Integrado do Crédito Agrícola Mútuo, as quais são abrangidas pelo Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo que tem também como montante máximo de garantia de 100 mil euros, por depositante e por instituição.  

3. O montante assegurado pelo fundo é por pessoa ou por banco?   
Os 100 mil euros garantidos pelo Fundo de Garantia de Depósitos referem-se a saldos por conta e por banco. Quer isto dizer, que se tiver, por exemplo 150 mil euros na mesma instituição apenas terá direito ao reembolso de 100 mil euros. Já se tiver os 150 mil euros divididos em contas de dois bancos diferentes (75 mil euros em cada um) conseguirá receber a totalidade do montante.  

4. Se tiver 200.000 euros na conta e se existirem dois titulares ambos têm direito a receber 100.000 euros cada?   
Não. Como os 100 mil euros de reembolso são garantidos por conta o numero de titulares não tem qualquer influencia. O Banco de Portugal, no portal do Cliente Bancário explica que “na ausência de disposição em contrário, presume-se que pertencem em partes iguais aos respectivos titulares”.  

5. Os 100 mil euros incluem apenas os depósitos à ordem ou também a prazo?   
O Banco de Portugal esclarece que para efeitos da garantia dada pelo Fundo de Garantia de Depósitos, qualquer tipo de depósito é coberto, desde que, nas condições legais e contratuais aplicáveis.  

6. Quando ocorre o reembolso dos depósitos?   
O reembolso deve ter lugar dentro dos seguintes prazos: uma parcela até 10 mil euros de todos os depósitos abrangidos, no prazo máximo de sete dias; e, o remanescente até ao limite de 100 mil euros, no prazo máximo de 20 dias úteis. O portal do cliente bancário refere que "o prazo é contado a partir da data em que os depósitos se tornarem indisponíveis. Em circunstâncias excepcionais e relativamente a casos individuais, poderá ser solicitada ao Banco de Portugal uma prorrogação daquele prazo por período não superior a 10 dias úteis".  

7. O que acontece ao seu crédito à habitação se o banco falir?   
Em caso de falência do banco o empréstimo da casa mantém-se e apenas passa a ter um credor diferente, que será a instituição responsável pela recuperação do banco ou a que tenha adquirido a carteira dos créditos. A responsabilidade de pagar o empréstimo mantém-se tal como acontecia com o seu banco.  

8. O seu PPR está seguro no banco ou na companhia de seguros?   
Quer tenha o seu Plano Poupança Reforma (PPR) num banco ou seguradora, o património que tem investido mantém-se. Tal como acontece no crédito à habitação, a instituição que comprar a sociedade gestora dos fundos ou a que adquirir a carteira de clientes da seguradora passa a ser a responsável pela gestão do PPR. Do ponto de vista do cliente apenas muda a instituição com a qual tem relação, o património permanece o mesmo.  

9. Os depósitos feitos em sucursais de bancos portugueses no estrangeiro também estão abrangidos pelo fundo de garantia de depósitos?   
Sim. Os depósitos captados por sucursais estabelecidas noutros Estados membros, pertencentes a instituições de crédito com sede em Portugal, estão abrangidos pelo mesmo regime de garantia de que beneficiam os depósitos captados em Portugal pela instituição de crédito a que pertencem.  

10. Se investir o seu dinheiro em acções através de um banco ou corretora o que acontece se estas entidades falirem?   
As acções continuam a pertencer-lhe. No entanto, caso a corretora ou banco não consiga devolver-lhe os títulos após a falência é accionado o Sistema de Indemnização aos Investidores (SII). O sistema “garante o reembolso até ao limite de 25 mil euros por cada investidor”, esclarece a CMVM. E abrange instrumentos como acções, obrigações, títulos de participação, unidades de participação em fundos de investimento, bilhetes do tesouro, entre outros. No entanto, o SII não reembolsa ao preço a que o investidor comprou, ou seja, não compensa as menos-valias. O montante é calculado com base no valor dos instrumentos à data em que é accionado o sistema.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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