25
Fev 11
25
Fev 11

Quem paga mais nos depósitos a prazo?

A concorrência para captar depósitos a prazo continua acesa, com alguns bancos a oferecerem taxas superiores a 4%.

A crise de liquidez que os bancos nacionais continuam a viver mantém acesa a guerra pela captação de depósitos a prazo.

Na prática, uma vez que o montante de poupanças que os portugueses possuem é relativamente estável e não é suficientemente grande para satisfazer as necessidades de financiamento dos bancos, a captação de mais depósitos por parte de um banco faz-se, necessariamente, à custa de depósitos que estejam noutros bancos.

Segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal esta semana, o montante total de depósitos de particulares cresceu apenas 2% em 2010, o que vem demonstrar que para os bancos conseguirem aumentar o volume dos seus depósitos têm de o fazer através de melhores ofertas que a concorrência.

Esta necessidade de captar depósitos é crítica para a saúde das instituições financeiras nacionais, pois os mercados interbancários internacionais continuam fechados para eles e apesar de alguma moderação na concessão de crédito, este continua a aumentar ligeiramente.

Esta situação deve ser aproveitada pelas pessoas com poupanças porque é uma situação única na história, com os bancos a pagarem pelos depósitos taxas muito superiores à Euribor e mesmo superiores ao que recebem da maior parte dos seus clientes no crédito habitação.

 

São vários os bancos que estão a pagar taxas de 4% ou mais aos clientes particulares, como o Activo Bank, o Best e o Finantia.

Qual o prazo ideal?

Neste momento, o prazo ideal deverá ser de 6 meses ou então optar por depósitos a vários anos.

Os melhores depósitos a prazo

De facto, os melhores são os depósitos a vários anos, com pagamento periódico de juros, em que os clientes podem sair sem qualquer penalização após o pagamento dos juros. Assim, os clientes ficam com a opção de sair, se encontrarem um depósito melhor. São exemplos o depósito 3,75% do Banco Finantia, o DP Rendimento CR do BES e os DP Crescentes do Banif.

 

E é sempre importante não esquecer que o máximo coberto pelo fundo de garantia de depósitos é de 100 mil euros por titular até 31 de Dezembro de 2011.

Aviso importante: Não dispensa a consulta das condições completas dos produtos junto das respectivas instituições financeiras

fonte:http://www.dn.pt/

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24
Fev 11
24
Fev 11

Certificados do Tesouro batem recordes

Foram hoje conhecidas as taxas de juro anuais do Certificados do Tesouro, através do site do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), para subscrições a ocorrer durante o mês de Março.

O destaque vai para a taxa a 5 anos, que sobe 1 ponto percentual, passando de 5,80 para 6,80 por cento Esta subida acontece devido ao facto de a taxa das Obrigações do Tesouro a 5 anos ter aumentado nas últimas semanas, devido à crise da dívida pública.

Na mesma linha, a taxa de juro a 10 anos bate novo recorde, cifrando-se no mês de Março nos 7,10 por cento. A taxa de juro anual , para os primeiros 5 anos, é de 1,70 por cento.

Assim, para um investimento de mil euros a 5 anos, o investidor terá no final do período 1266,90 euros. Para os investimentos a 10 anos, o valor final será de 1557,35 euros.

De destacar ainda que pode subscrever este produto do Estado em qualquer estação dos CTT.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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21
Fev 11
21
Fev 11

Depósitos crescem

Os portugueses colocam cada vez mais dinheiro em depósitos. Segundo o boletim de estatística do Banco de Portugal, os depósitos a particulares aumentaram 377 milhões de euros de Novembro para Dezembro, fixando-se nos 118.989 milhões de euros.

Este é o valor mais alto desde Julho do ano passado, quando atingiu o seu pico (119.232 milhões de euros). No entanto, os depósitos a curto prazo (um ano) são o principal alvo dos portugueses, uma vez que recolhem 58 milhões do dinheiro dispensado para estes produtos de aforro.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

publicado por adm às 22:34 | comentar | favorito
17
Fev 11
17
Fev 11

Portugueses investem 95 milhões nos certificados do Tesouro em Janeiro

Valor aplicado caiu quase 60% face a Dezembro, mês em que as subscrições deste produto de poupança do Estado atingiram um recorde.

 

As elevadas taxas continuam a atrair os portugueses para os certificados do Tesouro (CT) que aplicaram, em Janeiro, 105 milhões de euros neste produto de poupança. O saldo líquido foi de 95 milhões já que, pela primeira vez, houve resgates.

Dados do IGCP, divulgados hoje, mostram que após o período de indisponibilidade de seis meses, os portugueses retiraram 10 milhões dos CT, sendo este montante mais do que compensado com a entrada de novo capital.

Assim, o saldo líquido foi de 95 milhões de euros, um valor que compara com os 233 milhões investidos em Dezembro. Os portugueses aplicaram um montante recorde em CT, no último mês de 2010, dada a maior disponibilidade de liquidez em resultado do subsídio de Natal.

As elevadas taxas praticadas em Dezembro justificaram o forte investimento, tendo os juros descido ligeiramente em Janeiro. O juro máximo – para quem mantiver os CT durante 10 anos – foi de 6,4%, no último mês. Quem subscrever este mês conta com uma taxa recorde de 6,65%.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 22:22 | comentar | favorito
13
Fev 11
13
Fev 11

Aforro do Estado - Saiba se está a correr riscos

0s produtos de aforro do Estado são vendidos com total garantia de capital e sem qualquer risco associado. Ainda assim, em alguns casos superam os retornos oferecidos pelos produtos da banca. O que parece desafiar o senso comum de que, em quase tudo na vida, quanto maior o risco, maior a recompensa.

 

Os produtos de aforro do Estado são vendidos "sem risco absolutamente nenhum. O Estado é o Estado, paga sempre - ponto final". Esta é a resposta que milhares de portugueses ouvem quando se dirigem a uma estação dos CTT atraídos pela "segurança" dos certificados de Aforro ou pelos juros cada vez mais generosos dos certificados do Tesouro.

Há várias décadas que os portugueses se habituaram a ter nos retornos tradicionalmente modestos dos certificados de Aforro (CA) uma opção sólida para aplicar parte das suas poupanças. Entretanto apareceram os certificados do Tesouro (CT) que, proporcionando taxas cada vez mais elevadas, seduziram um número crescente de portugueses. 

As notícias de que o País poderá ter de recorrer a ajuda financeira dos parceiros europeus e do FMI vieram causar alguma apreensão entre os aforradores. Ao Negócios chegaram vários "e-mails" de leitores com dúvidas sobre a segurança das aplicações.

Economistas como Kenneth Rogoff, professor da Universidade de Harvard, e investidores como George Soros têm defendido que não só a Grécia e a Irlanda mas também Portugal poderá ver-se obrigado a pedir ajuda e, eventualmente, proceder a uma reestruturação da dívida, o que poderia implicar perdas para os investidores. 

Aconteceu na Argentina, em 2002, e na Rússia, em 1998, além de vários outros países em desenvolvimento. Foi precisamente o receio de que o mesmo possa acontecer em Portugal que fez subir as taxas de juro das Obrigações do Tesouro, cuja rendibilidade é utilizada na definição das taxas oferecidas pelos CT. O risco? O risco é o do Estado, como emitente.

"Nesta altura, é uma discussão puramente académica falar em reestruturação de dívida em Portugal. A última vez que por cá isso aconteceu foi em 1892, altura em que se realizou um corte parcial nos juros de alguma dívida", defende Carlos Costa Andrade, jurista da Uría Menéndez.

No entanto, "como temos lido nas notícias, o país está com algumas dificuldades de acesso aos mercados. E porque esse financiamento serve, em grande parte, para reembolsar dívida antiga, isso faz com que não se possa descartar por completo um cenário de reestruturação", defende Hugo Rosa Ferreira, jurista da PLMJ Sociedade de Advogados.

Apesar de um Estado não poder entrar em insolvência, como fazem as empresas ou as pessoas singulares, em teoria é legalmente possível fazer uma reestruturação de dívida. Um cenário que, explica Carlos Costa Andrade, passaria sempre por uma negociação geral com todos os detentores de dívida (ainda que isso possa parecer pouco prático) e um acordo entre as partes.

A este respeito, a Lei-Quadro da Dívida Pública de 1998 diz, no artigo 12º, que o Estado se reserva o direito de proceder à "conversão de empréstimos existentes, nos termos e condições da emissão ou do contrato, ou por acordo com os respectivos titulares, quando as condições correntes dos mercados financeiros assim o aconselharem".

"Esta foi uma resolução criada em antecipação à entrada na Zona Euro, para que o Estado pudesse renegociar empréstimos antigos num contexto de taxas de juro mais baixas", explica António Payan Martins, advogado da Rui, Pena, Arnaut & Associados. "No entanto, não deixa de estar na lei e ser potencialmente um ponto legislativo importante num cenário de reestruturação de dívida", alerta o jurista.

Na prática , existe a possibilidade legal de o Estado mexer nas condições dos produtos de aforro. Fê-lo em 2008, quando alterou as regras de rendibilidade dos certificados de Aforro. No limite, poderá também mexer no reembolso.

"Ainda que a perda de capital não me pareça um cenário credível, o risco existe, como em qualquer aplicação financeira", afirma Mafalda Oliveira Monteiro, jurista da sociedade de advogados Miranda.

"Diria que, pelo que lemos diariamente, hoje há mais risco na dívida do Estado do que há cinco anos atrás. Mas na comparação com os bancos, vivo melhor com o risco de um Estado do que com o risco de um banco", conclui Hugo Rosa Ferreira.





Conheça as diferenças nos produtos

Certificados de Aforro, do Tesouro e depósitos a prazo são produtos que pressupõem ausência de risco. Saiba o que os aproxima e distingue.


Certificados de Aforro 

Remuneração
A rendibilidade dos certificados de Aforro tem por base a taxa Euribor a três meses, à qual é aplicado um factor de 0,85%, somado de 0,25 pontos percentuais. Os juros aplicados são revistos a cada três meses. Os certificados de aforro têm, ainda, prémios de permanência. 
Uma importante diferença para os certificados do Tesouro é que os de Aforro capitalizam os juros. Ou seja, os juros dos períodos seguintes incidem sobre os anteriormente acumulados. O que ajuda a potenciar a rendibilidade do produto.

Liquidez
O Estado permite que os certificados de Aforro possam ser resgatados a qualquer momento, total ou parcialmente. O aforrador perderá direito aos juros respeitantes ao trimestre em que é feita a mobilização. Tanto os CA como os CT protegem o capital aplicado em qualquer momento da aplicação e têm um prazo de investimento idêntico: 10 anos. No entanto, os certificados de aforro são mais acessíveis, podendo ser subscritos a partir de 100 euros. Para os certificados do Tesouro são precisos mil euros.

Garantia de capital
O Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público afirma que não existe risco de perda de capital. A mudança das regras pelo Governo ditou, no entanto,uma diminuição da remuneração da série B em 2008. Na nova série, a C, ficou definido que quaisquer alterações não podem implicar uma perda de rendibilidade para os certificados já subscritos. 


Certificados do Tesouro 

Remuneração
A rendibilidade é contratada no momento da subscrição e depende da taxa definida para o mês em questão. A taxa de juro para cada mês é definida nos últimos dias antes do início do mês de subscrição, e o juro permanece inalterado até ao final do 10º ano, independentemente da evolução de taxas como a Euribor ou os juros da dívida nacional. A primeira taxa a 10 anos oferecida foi de 5,50%, em Julho, mas quem subscrever este produto este mês contará com uma taxa de 6,65%. 

Liquidez
Este instrumento de poupança prevê que seja possível resgatar os certificados a qualquer momento, total ou parcialmente. O aforrador deixará, no entanto, de receber os juros correspondentes àquele ano. A única limitação prevista é a impossibilidade de resgatar o capital nos primeiros seis meses de subscrição. Na Resolução do Conselho de Ministros que criou os certificados do Tesouro lia-se que o objectivo era permitir que os cidadãos pudessem "beneficiar de uma maior remuneração, que tenha como referência as obrigações do Tesouro (OT) e sem incorrerem no tipo de risco que estas envolvem". Esse risco advém da possibilidade de estes títulos poderem perder valor depois de serem adquiridos. O que não acontece nos certificados do Tesouro, onde o capital é sempre garantido. 

Garantia de capital
Tal como nos CA, o risco de crédito é o risco do emitente, o Estado. Ainda que pareça uma hipótese meramente académica, a verdade é que vários economistas têm sugerido que alguns países da Zona Euro poderão ter que reescalonar parte da sua dívida. O Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público afirma que não existe risco de perda de capital.


Depósitos a Prazo 

Remuneração
Estão disponíveis vários produtos de aforro e investimento na banca privada, sendo que a maioria tem uma taxa de juro previamente definida. Pode também ser variável, normalmente indexada à Euribor.

Liquidez
Os produtos de poupança da banca pressupõem que não existe risco de liquidez. Ou seja, em circunstâncias normais, o aforrador pode sempre resgatar o capital. O que varia é o grau de penalização que essa decisão implica. Em alguns casos poderá haver total perda dos juros, enquanto que em outros é assegurada a rendibilidade até um momento mais ou menos próximo da mobilização antecipada.

Garantia de capital
Em meados de 2009 o Banco de Portugal definiu que só pode ser comercializado como depósito uma aplicação financeira em que o capital seja garantido, em qualquer momento da aplicação. 
O cenário de insolvência de uma instituição financeira nunca poderá ser excluído à partida. No entanto, trata-se de uma actividade regulada e o aforrador conta com a garantia prestada pelo Fundo de Garantia de Depósitos, criado pelo Estado, que assegura a segurança de depósitos de até 100 mil euros por titular de conta bancária.

fonte:jornaldenegocios

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12
Fev 11
12
Fev 11

Certificados do Tesouro arrasam concorrência nas aplicações a longo prazo

A elevada rendibilidade apresentada por este novo produto de poupança do Estado tem atraído muitos portugueses. Há, por este motivo, uma fuga dos certificados de Aforro, enquanto os bancos tentam atrair investidores com revisões em alta das taxas dos depósitos.

 

Os portugueses já aplicaram mais de 685 milhões de euros em certificados do Tesouro, em apenas seis meses. A explicação para o sucesso? Juros altos. As taxas praticadas neste novo produto de poupança do Estado são muito elevadas, arrasando a concorrência nos investimentos a longo prazo. No curto prazo, os depósitos são a melhor opção.

A escolha entre os mais variados produtos de poupança deve ter sempre em conta o perfil do investidor. Se pretende capitalizar rapidamente a aplicação, as instituições financeiras oferecem as propostas mais interessantes, através dos "tradicionais" depósitos a prazo. Há bancos com juros de mais de 3%, para investimentos a um, dois, três e até cinco anos.

O sector tem feito um esforço para captar as poupanças dos portugueses, elevando a remuneração nestas aplicações. Isso é mais visível nos depósitos promocionais, que apresentam juros elevados e permitem ao investidor obter um retorno bem mais interessante do que com os certificados de Aforro (CA) e até do Tesouro.

Os CA continuam a perder investidores. Têm a vantagem de permitir a capitalização de juros, e oferecem bónus de permanência, mas a taxa reduzida praticada logo à partida tornam-nos num produto pouco atractivo, especialmente quando comparados com os CT que arrasam com juros de mais de 6%.

Quem subscrever CT durante este mês de Fevereiro vai contar com taxas recorde. A escalada dos juros da dívida de Portugal elevou o juro máximo dos CT - oferecido a quem mantiver a aplicação durante 10 anos - para 6,65%. Mesmo quem só pretende investir com um prazo de cinco anos terá uma taxa imbatível. O Estado promete um retorno bruto anual de 5,8%.

Os melhores depósitos praticados nos bancos em Portugal oferecem juros brutos anuais que superam a fasquia dos 3%.PM





Certificados do tesouro: 5.000 euros rendem 2.610 euros em 10 anos


Quem pretende aplicar as poupanças numa perspectiva de curto prazo, deve optar pelos depósitos a prazo. Há muitos, para os mais variados prazos, e com taxas atractivas, que permitem ganhos elevados, acima até dos produtos de poupança do Estado, como os certificados de Aforro e do Tesouro. Os primeiros só superam os novos do 2º ao 4º ano. De resto, os do Tesouro são imbatíveis.


fonte:jornaldenegocios

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10
Fev 11
10
Fev 11

Estado, bancos e seguradoras disputam poupanças dos portugueses

No ano passado, os bancos captaram mais 7% em depósitos de clientes do que em 2009.

Qual é a palavra mais popular a seguir a "crise" ou a "austeridade"? Provavelmente a resposta correcta será "poupança". Os economistas há já muito tempo que vinham alertando para a necessidade das famílias pouparem mais e serem mais comedidas nos gastos. A crise obrigou os portugueses a seguir o conselho.

Hoje não são apenas os economistas a apelarem a uma maior poupança. Governantes e banqueiros fazem o mesmo. Com o Estado a pagar juros elevados para se financiar no mercado e em que os bancos sentem dificuldades em aceder a liquidez, os recursos dos portugueses funcionam como uma torneira de capital para o sistema financeiro. Os números comprovam esta aposta crescente na captação de poupanças.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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09
Fev 11
09
Fev 11

Depósitos provocam disputa na banca

A generalidade dos economistas e o governador do Banco de Portugal há muito que diziam ser necessário aumentar o nível de poupança em Portugal e diminuir a dependência dos nossos bancos em relação à cedência de liquidez do Banco Central Europeu.

 

Até agora, os bancos portugueses têm recorrido regularmente ao BCE desde há dez meses e, neste momento, já atingiram os 41 mil milhões de euros sem que se vislumbrem hipóteses do mercado interbancário abrir para a banca nacional. Entretanto, para diminuir a dependência do BCE, procuram captar a poupança nacional e, por isso, estão a remunerar os depósitos, tanto das famílias como das empresas, como já não o faziam há dois anos, mas, como têm de equilibrar a margem financeira, também estão a aumentar os ‘spreads' na concessão de crédito. De acordo com os dados do Banco Central, os bancos estão a pagar, em média, 2,68% pelas poupanças das famílias ao mesmo tempo que remuneram os depósitos das empresas a 3,21%. Em termos práticos, é fácil encontrar taxas de juro nominais dos depósitos da ordem dos 4% e ‘spreads' ao mesmo nível. A tendência inflacionista nas taxas dos depósitos começou a ganhar corpo em Maio do ano passado quando, por força do fecho dos mercados interbancários às instituições nacionais, se tornou necessário captar a poupança nacional. O fenómeno já se verificava em Espanha há algum tempo e até poderá ter desviado alguma poupança nacional para o país vizinho. Agora que os bancos nacionais disputam a captação de depósitos, as famílias e as empresas estão a responder positivamente.

fonte:economico.sapo

publicado por adm às 23:35 | comentar | favorito
08
Fev 11
08
Fev 11

Depósitos: juros tocam valor mais alto dos últimos dois anos

Pelas poupanças das famílias, os bancos estão a pagar, em média, 2,68 por cento

 

Os bancos estão a pagar mais pelos depósitos, tanto para as famílias como para as empresas. Os juros estão no valor mais alto dos últimos dois anos.

Esta «guerra» entre os bancos pelos depósitos a prazo tem como objectivo angariar mais fontes de financiamento, num momento em que a banca nacional tem cada vez mais dificuldade em se financiar. 

Prova disso mesmo, é que, só no último mês, os bancos portugueses pediram 41 mil milhões de euros emprestados ao Banco Central Europeu. Um valor idêntico ao pedido de Dezembro. Só nos últimos dois meses de 2010, a banca teve de pedir quase três mil milhões de euros ao BCE.

Assim, só pelas poupanças das famílias, os bancos estão a pagar uma média de 2,68% de juros, de acordo com dados do Banco de Portugal, divulgados esta terça-feira pelo «Diário Económico».

Já a taxa de juro dos depósitos para empresas está, em média, nos 3,21%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 23:35 | comentar | favorito
06
Fev 11
06
Fev 11

Promoções dos banco oferecem boas taxas para Depósitos

A guerra dos depósitos leva os bancos a subirem a parada quando se trata de taxas de juro de depósitos a prazo. Promoções não faltam. Haja dinheiro para pôr de lado.

Se este é o mês do seu aniversário e tem, pelo menos, mil euros que gostava de poupar, é o suficiente para conseguir um dos melhores rendimentos em depósitos a prazo a três meses, num balcão de uma das instituições financeiras presentes em Portugal. Como a campanha promocional do Banco Popular (ver infografia) existem muitas outras, através das quais os bancos tentam cativar clientes a apostarem em formas de poupança de curto prazo, numa quase guerra de depósitos.

Para abrir uma aplicação deste género precisa de ter capital de entrada que, sendo variável consoante o produto escolhido, quase nunca é inferior a 250 euros. Após ter reunido o dinheiro suficiente, o mais complicado será escolher o prazo para a capitalização dos juros da sua aplicação, que por norma vai de um mês a um ano.

Ao contrário do que se passou em anos anteriores, os bancos estão a oferecer em muitos casos uma TANL - Taxa de Juro Anual nominal Líquida (ver glossário) mais alta em prazos inferiores a 12 meses. Se se dirigir a um banco, poderá encontrar depósitos com um retorno superior num prazo de vencimento dos juros a três meses do que a 12 meses, segundo um estudo da Deco Proteste, publicado no fim de Janeiro.

Menos dá mais
Por exemplo, entre os três produtos mais rentáveis analisados pela Deco para prazos a três, seis e 12 meses, o cliente que optar pelo período mais reduzido receberá, em média, 3% de TANL, enquanto a seis e 12 meses receberá, em média, 2,6% e 2,53% de juros, respectivamente.

Mas, apesar de a média dos juros a receber em cada um dos períodos indicados ser superior a 2,5%, este resultado não é demonstrativo do mercado, pois a maioria dos produtos que os bancos oferecem tem juros inferiores a 2% - abaixo da inflação prevista pelo Banco de Portugal para 2011, que é de 2,7%.

A Deco sugere que se faça um estudo de mercado antes de se subscrever um depósito. Na maioria dos casos, as instituições financeiras oferecem os melhores valores em campanhas promocionais.

 

Guerra pelos depositantes
Uma das grandes apostas da banca é cativar novos depositantes e, nesse sentido, a promoção mais utilizada é a oferta de melhores TANL aos novos clientes e a capitais que ainda não estejam em contas da instituição. Nestes casos, a Deco alerta para o facto de algumas das campanhas não vigorarem durante todo o período de capitalização.

Por outro lado, a associação recomenda que, ao subscrever um depósito a prazo, leia sempre com atenção a Ficha de Informação Normalizada , obrigatória nestes produtos e através da qual poderá compreender melhor a capitalização dos juros e a possibilidade de movimentar o capital. Desta forma, ficará ainda a saber quais as penalizações se optar por resgatar o dinheiro antes do final do prazo do seu produto.

Dentro do universo dos depósitos a prazo há várias ofertas. Além dos prazos mais procurados (três, seis ou 12 meses), há ainda os depósitos crescentes, onde o cliente terá de aplicar um valor mínimo inicial e depois pode ir realizando reforços do capital.

Há também os depósitos a prazo disponíveis através da internet, que podem oferecer por vezes capitalizações superiores às disponíveis nas aplicações feitas ao balcão. No entanto, como explicou ao SOL o economista da Deco Proteste, António Ribeiro,«nem todos os produtos disponíveis online oferecem capitalizações superiores. A diferença já foi maior e a banca tradicional, em muitos casos, já tem taxas próximas das praticadas na net».

fonte:sol.sapo

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