31
Jan 11
31
Jan 11

Fundos de poupança reforma rendem menos do que a inflação

A rendibilidade dos fundos de poupança-reforma nos últimos dez anos não foi suficiente para cobrir a inflação. Mais compensador pode ser resgatar e voltar a subscrever certificados do Tesouro.

 

Os fundos de poupança-reforma, instrumentos de aforro que permitem obter benefícios fiscais por dedução no IRS, renderam em média 2,10% ao longo de 2010, um registo inferior à inflação do ano. Isso quer dizer que o que estes produtos ganharam não foi suficiente para compensar a perda do poder de compra que a poupança teve, provocada pelo aumento dos preços. 

A incapacidade dos fundos de poupança-reforma em render mais do que a inflação não é de agora. A análise dos principais prazos desde o ano 2000 permite alcançar a mesma conclusão. Nos últimos três anos, os fundos de reforma perderam em média 0,93% por ano. Entre 2005 e 2010, o ganho anual foi de 1,20%, abaixo do aumento anual de preços de 1,67%. Na última década, o rendimento foi de 1,14% por ano, longe da inflação anual de 2,35%.
fonte~:http://www.jornaldenegocios.pt/

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22
Jan 11
22
Jan 11

Depósitos - Não deixe o dinheiro parado

Tem algumas poupanças, mas sabe que as vai gastar em breve. Não quer, por isso, comprometer-se com aplicações de médio e longo prazo para o rentabilizar. Mas também não o deixe parado na sua conta à ordem. Há depósitos de muito curto prazo que podem ser uma boa solução. Conheça as melhores aplicações (quase) instantâneas. Mas não espere retornos muito elevados.

 

Depósitos há muitos. Para todas as carteiras e, mais importante, para todos os prazos. Desde os mais comuns, onde a remuneração vai aumentando à medida que o tempo vai passando, até às aplicações de muito curto prazo. Há depósitos com prazos de apenas sete dias. Os juros não são elevados, mas podem ser uma boa solução para rentabilizar o dinheiro que tem parado na conta à ordem. 

São "mini" aplicações para quem não quer "perder" dinheiro. Se tem alguma poupança na conta à ordem, e sabe que a qualquer momento pode ter que a usar, certamente não quererá comprometer-se com depósitos de médio e longo prazo (a oferta mais comum dos bancos), quanto mais com outras aplicações de poupança como são os certificados do Tesouro. 

É a pensar nestas poupanças que os bancos têm aumentado a oferta de "mini" depósitos. "Mini" no valor necessário para o constituir, mas especialmente no período de indisponibilidade do capital. Há, actualmente, aplicações de apenas 7, 15 e 30 dias. Os juros, brutos e anuais, variam bastante. 

Na melhor das hipóteses, a taxa pode superar a fasquia de 1%, ao ano. Se investir num dos melhores depósitos a sete dias (ver tabela), conseguirá obter um retorno líquido entre uns míseros cinco cêntimos e quase 50 cêntimos, no caso da aplicação do Barclays. Isto tendo em conta a simulação do Negócios para um investimento de 2.500 euros. 

Se em vez de uma semana quiser fazer uma aplicação de duas semanas, o ganho líquido pode ascender a 1,00 euro e disparar para 2,30 euros se o investimento tiver um prazo de 30 dias, isto no Banco BIG. Este é o banco que tem a melhor taxa, a 30 dias, para um valor de 2.500 euros. 

Se tiver poupanças mais elevadas, há outras soluções. O Santander, por exemplo, tem um depósito com uma taxa de juro anual bruta de 1,5%, mas apenas para aplicações de mais de 10.000 euros. Neste caso conseguiria encaixar 2,45 euros, num mês. Um valor mais elevado só mesmo se, por sorte, for um dos eleitos para beneficiar de uma TANB de 4% no BES. O banco sorteia diariamente esta taxa. O juro base é de 0,6%. 

Ainda assim, estes são valores que se podem classificar de irrisórios. Mas é preciso lembrar que o período da aplicação é muito curto. E o investidor pode sempre ir renovando estas aplicações - na sua maioria, exclusivas para subscrição através da internet - até que, finalmente, tenha que utilizar o dinheiro. Quanto mais tempo o mantiver nestes depósitos, maior será o retorno.

Por mais reduzido que seja o ganho, recorde-se que se o dinheiro estivesse na conta à ordem, não estaria a ganhar nada. Ao aplicá-lo nestes "mini" depósitos pode sempre utilizar os proveitos para, pelo menos, tentar compensar o gasto com as comissões cobradas pelas instituições financeiras nas contas à ordem. 

A manutenção de uma conta à ordem custa, em média, cerca de 3,00 euros por mês, para um saldo médio de 2.500 euros. Isto de acordo com os dados recolhidos pelo Negócios nos preçários dos principais bancos nacionais. Um valor que pode ser praticamente anulado com um investimento numa das melhores aplicações de muito curto prazo.






Investir em depósitos de muito curto prazo pode ser uma boa solução para, pelo menos, anular os custos de manutenção das contas à ordem.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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20
Jan 11

Depósitos crescem e juros avançam para máximos de 20 meses

Depósitos dos particulares nos bancos portugueses tiveram a maior subida durante o ano passado entre os meses de Outubro e Novembro, ao crescerem 1.710 milhões de euros

 

Os depósitos dos particulares nos bancos portugueses tiveram a maior subida durante o ano passado entre os meses de Outubro e Novembro, ao crescerem 1.710 milhões de euros, revela o Banco de Portugal (BdP) no seu Boletim Mensal, divulgado esta quinta-feira.

De acordo com o documento, o supervisor indica que o valor dos depósitos dos particulares aumentou de 116.902 milhões de euros em Outubro para 118.612 milhões de euros em Novembro, a maior subida do ano até esse mês.

Em relação ao mês homólogo, os depósitos aumentaram 2980 milhões de euros, já que em Novembro de 2010 estes foram de 115.632 milhões de euros.

Os depósitos de particulares estão a aproximar-se do máximo histórico atingido em Julho de 2010, quando se fixaram nos 119.232 milhões de euros.

Segundo o documento, há boas notícias para as famílias, uma vez que os bancos voltaram a subir a remuneração dos depósitos. 

No mês de Novembro, as instituições financeiras estavam a oferecer uma taxa de juro para os novos depósitos de 2,56%, o que representa o valor mais elevado desde Fevereiro de 2009.

fonte:agenciafinanceira

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20
Jan 11

Os melhores fundos portugueses

Uma das várias frases que se repetem em qualquer prospecto de um fundo de investimento diz que as "rendibilidades passadas não são garantia de rendibilidades futuras." Contudo, muitos investidores continuam a esquecer-se facilmente deste princípio. Só assim se percebe porque muitos portugueses continuam a dedicar tanta atenção ao ‘ranking' dos fundos mais rentáveis durante o último ano. Muitos chegam mesmo a remodelar o portefólio por inteiro nos primeiros dias do ano, substituindo os activos que têm em carteira pelos fundos que melhor desempenho tiveram nos últimos 12 meses, na esperança de virem a registar um ano tão bom ou melhor que o anterior. Mas a verdade é que isso está longe de ser assim. Basta ver o que sucedeu em 2009 e 2010: dos 10 fundos nacionais com o melhor desempenho em 2009, apenas três voltaram a figurar no "top 10" de 2010.

Para evitar que este ano a sua carteira volte a cair no mesmo erro, o Diário Económico, com a ajuda da Bloomberg, realizou um ‘ranking' dos melhores fundos portugueses, tendo em conta cinco variáveis: rendibilidade obtida a 1, 3 e 5 anos, e o rácio de Sharpe a 1 e 3 anos - um indicador que tem em conta o binómio risco/rendibilidade.

A maior estrela do mercado negoceia imóveis
De acordo com a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), o fundo português mais rentável em 2010 foi o BPI África, com ganhos de 29,49%. Porém, o fundo nacional detentor do galardão de melhor do mercado é o Finipredial, dado o seu passado recente de sucesso. Gerido pela Finivalor desde 1997 e comercializado nos balcões do Finibanco, este fundo de investimento imobiliário remunerou os seus participantes com ganhos médios anuais de 3,86% no último quinquénio e detém o rácio de Sharpe mais elevado do mercado a 1 e a 3 anos, conferindo-lhe assim a pontuação mais elevada do ‘ranking' "Diário Económico/Bloomberg". Isto significa que o Finipredial, actualmente com mais de 310 milhões de euros sob gestão, não só obteve nos últimos anos uma rendibilidade acima da média do mercado como também foi o fundo que mais justificou o risco do investimento. "O Finipredial tem sido gerido com algum conservadorismo e com muito cuidado com as compras. Não embarcamos em loucuras", refere Jorge Pereira, presidente da Finivalor. O responsável máximo pela gestão do fundo refere alguns segredos do Finipredial: "negociamos imóveis com ‘yield' médias brutas de 8%" e "não especulamos com o valor dos imóveis que compramos."

Líderes nos diversos segmentos
Entre os fundos com melhor resultado no ‘ranking' "Diário Económico/Bloomberg" marcam destaque os fundos de acções internacionais que apostam nos mercados emergentes. É o caso do Caixagest Acções Oriente, Espírito Santo Mercados Emergentes e Millennium Mercados Emergentes, que nos últimos cinco anos obtiveram rendibilidades médias anuais sempre acima dos 5%. Estes são os verdadeiros campeões de maratonas.

No campeonato das casas de investimento, denota-se uma capacidade particular da F&C Management, entidade responsável por gerir os fundos do Millennium bcp, para negociar obrigações de taxa flexível, ao colocar no "top 5" desta classe de activos três dos seus fundos: Millennium Premium, Millennium Obrigações e Millennium Obrigações Mundiais.

No segmento dos planos poupança-reforma (PPR) sob a forma de fundos de investimento e dos fundos de Tesouraria os resultados revelam uma grande concorrência. No entanto, nos produtos de reforma, o Espírito Santo PPR e o Alves Ribeiro PPR repartem os primeiros lugares enquanto nos produtos de curto prazo, o prémio de melhor fundo de Tesouraria cabe ao Banif Euro Tesouraria que, nos últimos cinco anos, ofereceu ganhos líquidos de 1,79% aos investidores.


Como construímos o ‘ranking'
O ‘ranking' dos fundos foi realizado com base nos 654 fundos portugueses registados na CMVM e teve em conta cinco variáveis com o mesmo peso: desempenho dos fundos nos últimos 12 meses, 3 e 5 anos, o rácio de Sharpe a 1 e a 3 anos. O rácio de Sharpe foi tido em conta porque permite quantificar quanto é que a rendibilidade obtida pelo fundo justificou o risco do investimento seguido pela equipa de gestão. O método de cálculo utilizado que deu origem à "Pontuação DE/Bloomberg" foi alcançado recorrendo ao terminal profissional da Bloomberg que, com base nas variáveis e critérios escolhidos, avalia os activos financeiros numa escala entre 0 e 100, sendo 100 o melhor resultado.


Obrigações de Taxa Flexível

Os três melhores fundos de obrigações de taxa flexível têm em comum o facto de serem das poucas excepções desta categoria a apresentarem rendibilidades positivas nos últimos 12 meses e serem geridos pela mesma entidade gestora, a F&C Management. O Millennium Premium, Millennium Obrigações e o Millennium Obrigações Mundiais têm conseguido cumprir com o objectivo estipulado de proporcionar um retorno no curto e médio prazo incorporando um prémio relativamente às taxas de juro do mercado monetário.

Obrigações de Taxa Fixa
A crise da dívida soberana europeia esteve sob as luzes da ribalta no último ano, colocando as equipas de gestão dos fundos de taxa fixa sobre elevada pressão. A destreza dos especialistas em não deixarem os seus portefólios sofrerem perdas pecaminosas está à vista: o melhor fundo desta classe, o Espírito Santo Obrigações Europa, gerido por Vasco Teles, conseguiu não só ter o melhor desempenho a três e a cinco anos entre os seus pares como figura entre os dois fundos de taxa fixa com o rácio de Sharpe mais elevado a um e a três anos.

Acções Nacionais
O último quinquénio não foi positivo para os fundos de acções nacionais, com nenhum dos fundos a conseguir bater o desempenho do PSI 20 a um, três e cinco anos. A "pontuação Económico/Bloomberg" destes produtos revela isso mesmo, com o resultado a ficar abaixo da média de 56% dos fundos nacionais. Nesse sentido, o destaque desta classe deve ser feito pelo lado negativo, com o Caixagest Acções Portugal a merecer a nota mais vermelha por ser aquele com a pior rendibilidade a três e cinco anos e a deter o pior rácio de Sharpe a três anos.

Acções Europeias
Nos últimos cinco anos as acções das 600 maiores empresas europeias valorizaram, em média, apenas 1,26% por ano. Mas os dois melhores fundos de acções europeias registados em Portugal deram a ganhar aos seus subscritores mais do dobro desse valor. Os campeões dos fundos de acções europeias são o Santander Euro-Futuro Defensivo e o Santander Euro-Futuro Cíclico, ambos galardoados com "cinco estrelas" Morningstar. Contudo, para investir nestes produtos os investidores necessitam de, pelo menos, 40 mil euros.

Acções Internacionais
Os mercados emergentes, ao longo da última década, têm vindo a aumentar o seu peso na economia mundial e hoje contribuem com quase 50% da riqueza gerada no planeta. No mesmo sentido têm seguido os fundos de acções de mercados emergentes, sobretudo aqueles com uma forte exposição ao continente asiático, como é o caso do Caixagest Acções Oriente. O fundo mais rentável disponível aos clientes da Caixa Geral de Depósitos arrasou toda a concorrência com rendibilidades anuais médias superiores a 10% desde 2006.

Tesouraria
Os fundos de tesouraria são os que apresentam o maior grau de concorrência, com o primeiro e o quinto classificado a ficarem a apenas 0,87 pontos na escala do ‘ranking' "Económico/Bloomberg". O prémio de melhor fundo desta categoria cabe ao Banif Euro Tesouraria que, nos últimos cinco anos, teve o melhor desempenho da sua classe e apresenta o melhor rácio de Sharpe a três anos. Entre as suas principais apostas figuram obrigações empresariais e soberanas de taxa fixa e indexada com maturidade residual inferior a 60 meses.

Planos Poupança-Reforma
Os planos poupança-reforma (PPR) estão longe de serem os instrumentos financeiros mais rentáveis. As limitações quanto à exposição máxima a acções limita a gestão destes produtos e, por arrasto, a sua rendibilidade potencial. Esta realidade fica bem espelhada pelo desempenho médio anual de 1,45% dos cinco melhores PPR do mercado nos últimos cinco anos. No topo deste grupo está o Espírito Santo PPR, gerido por José Valente, que apesar de ter gerado ganhos parcos, ganha pontos com a sua política de investimento conservadora.

Imobiliário
Os fundos de investimento imobiliário são, por larga distância, os fundos portugueses que apresentam os melhores resultados numa relação directa entre rendibilidades passadas e risco do investimento. E no topo desta classe de activos está o Finipredial, gerido pela Finivalor desde 1997, sempre com base numa estratégia conservadora e que esteve na base de um conjunto de resultados positivos estáveis desde 2003, que se traduz em ganhos médios anuais sempre entre os 3% e 5%. Actualmente o Finipredial tem mais de 310 milhões de euros sob gestão.

fonte:economico.sapo

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17
Jan 11

Conheça os cinco melhores depósitos ‘online'

Um depósito para o prazo de um ano subscrito através da plataforma ‘online’ de um banco permite, em termos médios, TANB de 2,2%.

Comodidade. Esta é uma palavra-chave quando o tema em questão é optar por fazer aplicações financeiras através da Internet. Mas esta não é a única vantagem. Optar por subscrever um depósito a prazo na plataforma ‘online' de um banco pode também ser uma solução mais rentável. Apesar da época das grandes promoções já estar ultrapassada, ainda é possível encontrar nos sites dos bancos depósitos a prazo que oferecem remunerações acima da média e que conseguem resistir ao "bicho papão" da inflação. Segundo as nossas contas, com base em dados da Deco, os depósitos ‘online' por um prazo de um ano, em média, remuneram o dobro face ao que acontece com as aplicações efectuadas aos balcões das agências bancárias.

Ou seja, se dirigir-se ao balcão de um banco conseguirá, em média, uma taxa de juro anual bruta (TANB) de 1,5% na constituição de um depósito por um prazo de 12 meses. Já se optar por constituir uma aplicação com as mesmas características mas através de uma plataforma ‘online', a remuneração bruta sobe, em termos médios, para 2,2%.

Para esta análise foi considerada a informação disponibilizada pela Proteste Poupança no site da Deco (dados actualizados a 10 de Janeiro) sobre as remunerações bruta de 50 depósitos para um prazo de 12 meses de 19 instituições financeiras . Desse total, 17 são produtos acessíveis através das plataformas ‘online' dos bancos, enquanto os restantes 33 estão disponíveis ao balcão das agências. Entre as aplicações mais rentáveis disponíveis para esse prazo na Internet estão dois depósitos do Activobank e três produtos do Banif. A remuneração mais elevada- 4%, em termos brutos- é oferecida pelo depósito "Poupança Extra" do Activobank. Isto significa, para um depósito de 5.000 euros, um retorno líquido de 157 euros. Segue-se o "Superdepósito Banif@st", em que o Banif oferece uma TANB de 3%. Na banca tradicional, para o mesmo prazo, a melhor remuneração que se consegue é de 3,25%, que é dada pelo "Depósito Ouro Plus 12 meses" do banco Popular e pelo "Depósito a Prazo Crescente a 12 meses" do BPN.

O resultado desta análise não surpreende o economista da Deco, António Ribeiro. "[a remuneração mais alta das aplicações ‘online'] é uma tendência que existe desde que surgiram os bancos ‘online'. Como essas plataformas têm menos custos é natural que as taxas de juro sejam superiores para conseguir cativar mais clientes", explica. Ainda assim, apesar de continuarem a ser mais atractivas comparativamente os depósitos constituídos ao balcão, as aplicações ‘online' já não apresentam rentabilidades tão atractivas face ao que se passava há alguns anos. Segundo António Ribeiro, especialista da Deco, "não é que tenham deixado de oferecer remunerações mais elevadas, o que acontece é que o fazem em depósitos promocionais e de prazos muito curtos, tendo como objectivo cativar novos clientes e capitais", refere o economista da Proteste Poupança.

É o que se passa, por exemplo, com dois depósitos a 3 meses do banco Best- o Depósito Promocional 4% e o Depósito a Prazo Blue. Ambos oferecem uma remuneração bruta de 4%, mas o primeiro destina-se apenas a novos clientes enquanto o segundo é exclusivo a novos recursos que entrem na instituição. Ainda assim, ao subscrever um depósito a prazo através dos sites dos bancos mais facilmente consegue retornos reais positivos do que no caso das agências. Se tivermos em conta a taxa de inflação prevista para 2011 pelo Banco de Portugal- de 1,8%- quase metade dos depósitos ‘online' a 12 meses permitem cobrir esse valor. Na banca tradicional, apenas 15% das aplicações o possibilitam.


Os cinco melhores depósitos ‘online'

Poupança Extra
Segundo a Deco, a 12 meses, este depósito do Activobank é o que oferece a remuneração mais elevada. Contudo, para ter uma TANB de 4%, 
o cliente terá de domiciliar o ordenado (mínimo líquido mensal de 650 euros) ou efectuar pagamentos mensais mínimos com cartão de crédito de 250 euros ou fazer 12 transacções mensais com cartão de débito. Caso contrário, a remuneração é de 2%. O mínimo de constituição são 3.000 euros.

Superdepósito Banif@st
Quem subscrever este depósito exclusivamente através do serviço ‘online' banif@st beneficia de uma TANB de 3%. para um prazo de 365 dias. O mínimo de constituição são 2.500 euros e não existe limite máximo. Este produto pode também ser subscrito por períodos inferiores mas a taxas de juro inferiores. Por 7, 45, 60, 90, 120 ou 180 dias.

Net Activo
Disponível no Activobank, este produto pode ser subscrito a partir dos 500 euros. Os reforços são permitidos, com montantes mínimos de 250 euros, contudo a uma taxa de juro que pode ser diferente. Esta aplicação também pode ser constituída por períodos de tempo inferiores. Nomeadamente, por 60, 90 e 180 dias, mas a TANB inferiores. O pagamento de juros é efectuado na data de vencimento da aplicação.

Poupança Banif
Quem subscrever esta aplicação através da plataforma ‘online' do banco por um prazo de 366 dias tem acesso a uma taxa de juro bruta de 2,75%. Esta aplicação é válida para montantes mínimos de investimento de 250 euros, sendo permitidos reforços mensais programados ou pontuais a partir dos 25 euros. No entanto, a remuneração dos reforços é feita com base na taxa de juro em vigor na altura da entrega.

Depósito Banif@st
Os clientes do serviço Banif@st podem constituir este depósito por um prazo de um ano a partir dos 500 euros não sendo permitidos reforços dos montantes aplicados. Esta aplicação é remunerada com uma taxa de juro bruta de 2,75%. Este produto pode também ser subscrito por períodos inferiores mas a taxas de juro anuais bruta inferiores. Por 45, 60, 90, 120 ou 180 dias.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:39 | comentar | favorito
17
Jan 11

Depósitos: Não deixe o dinheiro parado

Depósitos há muitos. Para todas as carteiras e, mais importante, para todos os prazos. Desde os mais comuns, onde a remuneração vai aumentando à medida que o tempo vai passando, até às aplicações de muito curto prazo. Há depósitos com prazos de apenas sete dias. Os juros não são elevados, mas podem ser uma boa solução para rentabilizar o dinheiro que tem parado na conta à ordem.

 

São "mini" aplicações para quem não quer "perder" dinheiro. Se tem alguma poupança na conta à ordem, e sabe que a qualquer momento pode ter que a usar, certamente não quererá comprometer-se com depósitos de médio e longo prazo (a oferta mais comum dos bancos), quanto mais com outras aplicações de poupança como são os certificados do Tesouro.

É a pensar nestas poupanças que os bancos têm aumentado a oferta de "mini" depósitos. "Mini" no valor necessário para o constituir, mas especialmente no período de indisponibilidade do capital. Há, actualmente, aplicações de apenas 7, 15 e 30 dias. Os juros, brutos e anuais, variam bastante.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 23:38 | comentar | favorito
16
Jan 11

Os melhores 20 depósitos a prazo do momento

 

Lista elaborada pelo site MoneyGPS

Esta informação não dispensa a consulta das condições detalhadas junto das respectivas instituições bancárias.

publicado por adm às 15:58 | comentar | ver comentários (1) | favorito
16
Jan 11

Bancos «lutam» por depósitos com juros acima dos 5%

Instituições arriscam oferecer altas remunerações a clientes que aplicam muito dinheiro ou que ameaçam trocar de banco

 

É uma guerra aberta para atrair mais depósitos. Há instituições que estão a oferecer remunerações entre os 5% e os 6% aos clientes que têm muito dinheiro para aplicar ou que ameaçam ir para outra instituição com juros mais apetecíveis.

A notícia é avançada este domingo pelo «Diário de Notícias» que cita uma fonte bancária. Os bancos estão a preferir pagar valores elevados por aplicações consideráveis; tudo para lutar pelo maior e melhor número de clientes possível. Só que o risco pode sair-lhes bem caro no momento em que terão de remunerar o cliente, segundo outra fonte.

Aplicações via Internet também rendem

Quem optar por aplicar dinheiro via Internet também não sai a perder. Segundo o Money GPS, um site de orientação financeira onde se pode consultar a lista dos produtos de poupança e crédito mais rentáveis, actualmente o melhor depósito é o que é aplicado no banco Finantia: aplicação a um ano, taxa de juro bruta de 4,25% a um ano, juros pagos semestralmente e ainda oferta do seguro de saúde é o que inclui este «pacote». Mas este é um depósito que tem de ser subscrito via online, destinando-se apenas a montantes superiores a 50 mil euros, para clientes de private banking

Se a sua intenção é pôr menos dinheiro a render, a solução pode passar pelo ActivoBank ¿ que pertence ao grupo Millennium bcp. Com o DP Poupança Start são oferecidos 3,75% brutos a seis meses, para aplicações a partir de 3 mil euros. Se efectuar a operações a partir dos 500 euros, mas via Internet, a remuneração é de 2% a três meses.

fonte:agenciafinanceira

publicado por adm às 15:43 | comentar | favorito
10
Jan 11

Portugueses investem mais 118 milhões em depósitos

Os portugueses investiram 7,7 mil milhões de euros em depósitos, em Novembro, um aumento de 118 milhões face ao mês anterior.

De acordo com os dados do Banco de Portugal, os portugueses colocaram 7,7 mil milhões de euros em depósitos no passado mês de Novembro. O montante representa uma subida de 2%, ou 118 milhões de euros, face aos 7,6 mil milhões registados em Outubro.

Este é já o terceiro mês consecutivo em que o investimento dos portugueses em depósitos aumenta.

Taxa de juro voltou a subir

Segundo os mesmos dados, a taxa de juro praticada pelas instituições financeiras nos depósitos subiu em Novembro pelo sétimo mês consecutivo. Nesse mês o juro atingiu os 2,45%, acima dos 2,29% registado em Outubro.

A somar a isto, a taxa de juro está no valor mais alto desde Março de 2009, mês em que o juro praticado foi de 2,47%.

fonte: economico.sapo

publicado por adm às 23:17 | comentar | favorito
10
Jan 11

Bancos pagam 2,5% por depósitos e atraem mais 440 milhões de euros das famílias

Juros dos depósitos aumentaram para 2,45%, em Novembro, o que corresponde à taxa mais elevada desde Março de 2009. A subida dos juros tem conseguido atrair poupanças das famílias, que, no mês em análise, entregaram mais 440 milhões de euros aos bancos face ao ano anterior.

 

A taxa de juro dos novos depósitos das famílias, até um ano, subiu para 2,45%, em Novembro do ano passado. Este é o sexto mês consecutivo de subidas dos retornos dos depósitos por parte da banca nacional, segundo os dados publicados pelo Banco de Portugal.

Assim, com uma taxa de juro em máximos de Março de 2009, as famílias têm colocado mais dinheiro nos bancos.

Em Novembro, os novos depósitos aumentaram em 118 milhões de euros, ou 1,55%, face ao mês anterior. Quando comparado com igual período do ano anterior, o aumento dos depósitos é de 444 milhões de euros, ou seja, mais de 6%.

Entre as empresas, a tendência é ainda mais acentuada, com os novos depósitos a crescerem mais de 25%, em Novembro quando comparado com Outubro de 2010, o que significa que as empresas colocaram nos bancos quase dois mil milhões de euros a mais, do que no mês anterior. 

Face ao período homólogo, a evolução é menos expressiva, com os novos depósitos das empresas a registarem um acréscimo de 8,71%, ou seja, 788 milhões de euros.

No que respeita à taxa de juro média paga pelos bancos pelas poupanças das empresas, a evolução não tem sido linear. Em Novembro, a taxa subiu para 2,22%, mas no mês anterior tinha caído.

A banca tem estado a aumentar as taxas de juro das poupanças das famílias para tentar aumentar o financiamento por via das poupanças das famílias, numa altura em que os mercados de financiamento estão fechados para a banca nacional.
fonte: jornaldenegocios

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