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Dez 10
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Dez 10

Taxas dos Certificados do Tesouro JAN2011

Para as subscrições de certificados do Tesouro em Janeiro de 2011 a:

Taxa ilíquida dos juros distribuídos anualmente do 1.º ao 5.º ano - 1,50%
Taxa ilíquida de juro anual garantida para uma aplicação a 5 anos - 5,35%
Taxa ilíquida de juro anual garantida para uma aplicação a 10 anos - 6,40%

IGCP, 29 de Dezembro de 2010

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28
Dez 10
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Dez 10

Depósitos captados pelos bancos estão no pior nível desde 2006

Apesar dos juros destas aplicações terem duplicado desde Maio, o volume de depósitos captados pelos bancos está ao nível mais baixo desde 2006.

A banca nacional captou menos 27 mil milhões de euros em depósitos até Outubro deste ano. Um montante que daria para amortizar 70% da dívida que as instituições portuguesas detêm junto do Banco Central Europeu. Segundo os dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal, nos primeiros 10 meses, os bancos conseguiram captar 69,1 mil milhões de euros, uma quebra de 27% face aos 95,7 mil milhões alcançados em igual período de 2009. Este valor, que é o mais baixo desde 2006, foi mesmo insuficiente para compensar o valor dos resgates já que a carteira total de depósitos dos bancos regista uma diminuição de 571 milhões de euros face ao fim de 2009. Isto apesar dos bancos portugueses estarem a subir a remuneração destas aplicações.

Por um lado, "culturalmente ainda não assistimos a uma mudança do paradigma do consumo para o da poupança", justifica o economista João Cantiga Esteves, professor do ISEG. E conclui: "A relevância da necessidade de poupar ainda não está interiorizada". Por outro lado, "só se poupa o que se tem", junta Filipe Garcia, presidente da IMF. "Se as pessoas tiverem menos, têm menos capacidade de poupança", refere. No entanto, reza a história que em momentos de crise e de maior apreensão com o futuro, a poupança tende a aumentar. E a verdade é que, desde Julho os montantes mensais captados pelos bancos têm vindo a aumentar para níveis mais próximos dos observados em anos anteriores. Esta realidade acompanha também a inversão da tendência na remuneração dos depósitos.

fonte:economico.sapo

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26
Dez 10

Famílias portuguesas voltam a aumentar depósitos em Outubro

Em Outubro, e depois de dois meses de quedas acentuadas nos valores aplicados neste produto de poupança por parte dos particulares, o montante depositado subiu mais de 4%, fruto da maior remuneração oferecida pelo sector.


A taxa de juro média praticada pelos bancos nos depósitos a prazo subiu em Outubro pelo quinto mês consecutivo, de acordo com os dados revelados hoje peloBanco de Portugal no Boletim Estatístico e que tinham já sido noticiados pelo Negócios.


Superou a barreira dos 2%, atingindo assim o nível mais elevado desde Março de 2009, com as instituições a precisarem de captar recursos. 

O juro médio oferecido nas novas aplicações, até um ano, fixou-se nos 2,29%, depois de ter avançado para 1,91% em Setembro. Esta foi a maior subida mensal desde que existem dados (2003), e ajuda a explicar o porquê do valor dos novos depósitos ter aumentado em Outubro. 

Depois de dois meses de redução nos montantes aplicados, em Outubro foram investidos 7.637 milhões de euros neste "tradicional" produto de poupança dos portugueses. Assistiu-se, assim, a um aumento de 4,37% face ao mês anterior, embora em termos homólogos a comparação continue a ser negativa (-2,18%).

No acumulado do ano, e em média, os depósitos têm atraído 6.914 milhões de euros por mês das poupanças dos portugueses. Valor que fica, contudo, substancialmente abaixo dos 9.210 milhões de euros conquistados pelos bancos durante o ano passado. Há uma quebra de praticamente 25%.


Perante a subida dos montantes aplicados em Outubro, o saldo total do investimento em depósitos a prazo por parte dos particulares subiu para 116.902 milhões de euros. É, actualmente, quase três vezes superior do que o valor total aplicado pelas empresas neste tipo de produtos de investimento sem risco.


As empresas terminaram Outubro com 34.738 milhões de euros investidos em depósitos a prazo, menos do que no mês anterior. Isto porque segundo os dados preliminares do Banco de Portugal assistiu-se a uma forte quebra nos novos depósitos no mês em questão. Houve uma quebra de 38% no montante aplicado, face ao mês anterior, para 7.861 milhões.


Esta forte redução, que contrasta com o aumento das aplicações dos particulares, seguiu-se a um aumento de mais de 40% registado em Setembro, mês em que foi depositado pela Portugal Telecom o "cheque" de 4,5 mil milhões de euros referente à venda da posição na brasileira Vivo. 

Nesse mês, a taxa de juro oferecida pelos bancos para aplicações por parte das empresas atingiu os 2,23%, o nível mais elevado desde Janeiro de 2009, para voltar a descer em Outubro. A taxa média praticada pelos bancos a operar em Portugal, para aplicações até um ano, foi de 2,14% no mês em análise.

fonte:jornaldenegocios

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26
Dez 10

“As pessoas fazem as aplicações sem comparar as políticas de investimento”

O desconhecimento das regras aplicáveis aos produtos de poupança têm sido os principais dossiers que chegam às mãos do Provedor dos Participantes e Beneficiários de Adesões Individuais a Fundos de Pensões Abertos.

Dúvidas e reclamações sobre fundos de pensões são analisadas por Fernando de Medeiros Cordeiro que alerta para a necessidade de se dar mais formação ao lado da procura.

Quando se subscreve um PPR quais os cuidados a ter em atenção?
A maioria dos aforradores não se apercebe das diferenças existentes porque se trata de um mercado determinado pelo lado da oferta. As pessoas continuam a fazer as suas aplicações sem comparar as políticas de investimento, os prazos de transferência e de reembolso, as comissões e os níveis de informação e serviço. Assistiu-se, nos últimos anos, a um progresso muito significativo na defesa dos interesses dos consumidores. Estabeleceram-se deveres de informação muito completos. Regulamentou-se a oferta. Agora está na hora de trabalhar também o lado da procura, dando mais instrução às pessoas. Essa instrução, sobre protecção social e literacia financeira, começa na escola, porque cada um vai ser chamado a decidir mais sobre o seu futuro. O enfoque desloca-se da obrigação da prestação de informação por quem comercializa fundos, para uma obrigação pública de instrução para a cidadania.

Quais têm sido as principais matérias analisadas pelo Provedor dos Participantes e Beneficiários de Adesões Individuais a Fundos de Pensões Abertos?
O legislador nacional estabeleceu um quadro legal e regulamentar que é referencial, num contexto em que muito se tem falado de falhas de supervisão a nível internacional. As principais reclamações não resultam de conflitos de interesse, mas assentam sobretudo na interpretação do regime dos fundos. Em geral, os produtos são cada vez mais complexos. Paradoxalmente as pessoas revelam cada vez menos tempo para se informarem. É frequente as pessoas recorrem ao provedor para confirmarem uma informação ou esclarecerem uma dúvida. Muitas divergências ultrapassam-se pelo esclarecimento. Quando se torna necessário, abre-se um processo e, no limite, pode ser emitida uma recomendação. As reclamações mais recentes prendem-se com a cobrança de comissões; a exigência de subscrição de um plano para obter uma taxa num empréstimo; a prova da qualidade de aposentado e a demora em processar o reembolso.

No caso dos PPR, qual tem sido o número e natureza das queixas apresentadas?
O PPR foi criado com base em instrumentos de poupança que já existiam, pelo que é vulnerável ao mesmo tipo de reclamações. Quando reveste a forma de um fundo de pensões as questões não se distinguem, em geral, das suscitadas em outras adesões individuais. Em todo o caso, não deixam de se colocar questões específicas dos planos poupança, como sejam: as relativas ao regime que eliminou e uniformizou comissões, à possibilidade de transferência entre planos com natureza distinta ou sobre o ano a que deve ser imputado o reembolso para fins de educação.

Qual o seguimento que é dado às queixas?
A actividade nuclear do provedor é pronunciar-se sobre reclamações. O processo rege-se por princípios de informalidade e celeridade. Assegurado o contraditório, segue-se uma fase de instrução e é proferida a decisão em dois meses. A simplicidade do processo, faz com que não seja adequado à apreciação de questões que envolvam procedimentos complexos de instrução e prova. Tenho formulado recomendações. Mas, o objecto das recomendações não se limita necessariamente à pretensão apresentada, incidindo sobre matéria em que considero se pode progredir e estabelecer novos padrões de actuação. A ideia é conjugar o efeito de divulgação pública das recomendações com o empenhamento das entidades gestoras para estarem constantemente na linha da frente das melhores práticas do mercado. Por essa razão, recomendações dirigidas a uma gestora são analisadas e tomadas em consideração pelas demais.

Neste cenário de abrandamento económico, que conselho dá a quem quer poupar para a reforma?
O PPR afirmou-se ao longo dos anos como o produto de aforro de longo prazo preferido dos portugueses. Com o tempo tornou-se mais complexo e perdeu alguma da sua especificidade para a reforma. Os fundos de pensões não PPR apresentam hoje uma maior fidelidade àquele objectivo e pela especial vocação para capitalizar por prazos mais longos deveriam ter associado um sistema fiscal diferenciador.

Nos fundos de pensões em geral, tem havido muitas reclamações? E são sobretudo dos produtos privados ou das entidades públicas?
Este é um aspecto que vale a pena sublinhar porque ainda existe muita confusão sobre o âmbito de intervenção do provedor. O provedor aprecia reclamações relativas a adesões individuais a fundos de pensões abertos. Existem adesões colectivas e fundos fechados, mas ambos financiam planos profissionais, em que o provedor encontra correspondência na comissão de acompanhamento. É muito frequente colocarem-me questões que depois se percebe que não se referem a adesões individuais.

De que forma se poderia incentivar uma maior adesão/subscrição aos fundos de pensões?
Os fundos de pensões, à semelhança de outros bens e serviços, destinam-se a satisfazer necessidades das pessoas. Neste caso trata-se da necessidade de protecção social. Os agentes económicos procuram formular racionalmente as suas escolhas. É sabido que o desenvolvimento dos fundos de pensões está inversamente correlacionado com a dimensão dos sistemas públicos de segurança social e dependente do regime fiscal. A fiscalidade deve ser no mínimo neutra. Isso implica isentar as contribuições e os rendimentos, diferindo a tributação para o momento dos benefícios. Na medida em que os fundos desempenham uma função social é ainda legitimo esperar alguma despesa fiscal, já que através dessa despesa se alcançam melhor os objectivos propostos de politica social. Mas para isso é necessário definir o papel do Estado nesta área, com uma perspectiva de longo prazo. É ainda necessária uma grande estabilidade do regime fiscal.

Mas nos tempos que correm ainda é possível poupar?
Só se distribui a riqueza que se cria. O País precisa de produzir e criar mais riqueza para distribuir por todos. Perante as dificuldades do País sublinho a importância da poupança privada e da gestão em regime concorrencial. Os fundos são investidores institucionais cujos recursos que arrecadam são direccionados para investimento reprodutivo. A globalização trouxe para o nosso terreno de jogo cerca de 3 mil milhões de novos trabalhadores (BRIC) que estão dispostos a desafiar os padrões de protecção social das sociedades desenvolvidas, mas também constituem um novo mercado para bens e serviços. Falamos muito da austeridade e da crise e esquecemos as oportunidades para nos adaptarmos aos tempos modernos. Uma delas é pouparmos para a reforma e estruturamos um sistema de segurança social que faça sentido para os nossos filhos. Não podemos correr o risco de ouvir um "não" quando eles se pronunciarem sobre o contrato social que lhes propusermos. O tempo é agora.

fonte:economico.sapo

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22
Dez 10
22
Dez 10

Saiba como investir nos PPR

Analisar as rendibilidades dos últimos cinco anos é determinante na hora de escolher um PPR, diz a DECO.

Quem tem menos de 35/40 anos não deve investir num PPR. É que "só a partir dos 40 anos o efeito do benefício fiscal compensa", diz António Ribeiro, técnico da DECO Proteste. No entanto, a poupança não deve ser descurada. No estudo Poupança & Reforma da Deco, publicado em Outubro, a Associação de Defesa do Consumidor, explica que "para quem investe a longo prazo, o benefício fiscal dilui-se no tempo e, por isso, em prazos muito longos, a diferença de rendimento entre uma aplicação com benefício fiscal e outra sem, é pouco significativa". Assim, nesta faixa etária, "é mais rentável uma aplicação com forte exposição aos mercados bolsistas, nomeadamente fundos de acções ou mistos agressivos", conclui a DECO.

De facto, é importante escolher o produto mais adequado à idade. "Se tiver entre os 40 e os 50 anos, deve escolher um PPR com algum investimento em acções, sendo a melhor opção os PPR sob a forma de fundos", diz António Ribeiro. Para quem tem 50 anos ou mais, aconselha-se os seguros PPR, "produtos mais conservadores e que na sua maioria dão garantia de capital e rendimento minimo".

Aplicar apenas o necessário para ter benefícios fiscais

Outro conselho deixado pela DECO no estudo é não aplicar anualmente mais do que o montante que permite o benefício fiscal máximo. Ou seja, quem tem 35 a 50 anos deve aplicar, em 2010, até 1.750 euros, não tendo benefício adicional se investir mais, e estando apenas a diluir o efeito do beneficio fiscal.

Um dos atractivos dos PPR são, de facto, os beneficios fiscais, e que podem ser de duas formas: À entrada, de acordo com as entregas efectuadas anualmentem 20% até um determinado limite, ou à saída, ou seja, quando ocorrer o resgate do plano. No entanto, a Deco alerta para o facto de não haver garantias, no futuro, de que se mantenham as regalias fiscais, podendo este produto perder interesse. É isso mesmo que receia António Ribeiro. O responsável acredita que a melhor opção a tomar, caso o cenário de perda de atractividade se confirme, "é deixar de se fazer entregas obrigatórias ".

Ver rendibilidades dos últimos cinco anos

O técnico da Deco Proteste frisa que na hora de escolher um PPR deve ter-se em conta o perfil de risco do investidor. É que existem PPR sob a forma de seguros, menos arriscados, uma vez que na sua maioria dão garantia de capital e rendimento mínimo, e PPR sob a forma de fundos, um produto mais arriscado, uma vez que não garantem capital. Ao conhecer o produto, saberá a rendibilidade oferecida, um ponto igualmente a ter em conta e que pode fazer a diferença, caso a taxa seja de 2% ou de 4% ao ano. Mas António Ribeiro frisa que "não se deve apenas analisar os ganhos dos últimos 12 meses", sendo "o ideal, ver as rendibilidades dos últimos cinco anos, o que permite perceber se o PPR tem um comportamento consistente", diz.

Os PPR podem ser uma boa opção como complemento de reforma. Porém, as comissões de subscrição "são muito pesadas" diz a Deco no estudo. Nos seguros o custo de subcrição e por entrega é muito elevado, chegando aos 1,4%. António Ribeiro diz mesmo que "estas comissões são, em alguns casos, 5 vezes maiores do que as comissões de um fundo misto", um valor que faz a Deco alertar para os elevados ganhos das seguradores com este produto. É que tendo em conta que em 2009 foram entregues 3,1 mil milhões de euros para seguros PPR, "as seguradoras amealhram 37 milhões de euros a mais do que com fundos mistos", refere a associação de defesa do consumidor. Em contra-partida, a comissão de gestão é mais alta nos fundos com maior componente de acções, podendo chegar aos 2%.

Além das comissões de subscrições, quem quisesse transferir o seu PPR, estava obrigado a pagar elevadas comissões. Porém, desde Julho de 2009, que se isentou de pagamento as comissões de transferência dos PPR que não dêem garantias de rendibilidade. Uma reinvindicação antiga da Deco, que constestava estas comissões por considerar que funcionavam "como um instrumento de fidelização ‘forçada' do participante, criando entraves à concorrência do mercado". Porém, nos produtos com garantia de capital, ou rendibilidade, permite-se a cobrança de uma comissão limitada a 0,5% do valor a transferir.

No que toca a escolhas acertadas, para quem tem mais de 50 anos, a Deco aconselha o Unirec da Generalli que rendeu 4% em 2009 e 4,6% nos últimos cinco anos, e o PPR Zurick, que rendeu 3,5%. A primeira tem uma comissão de subscrição de 2,5464%, a segunda não tem . Entre os 40 e os 50, o conselho recai no PPR Vintage, com 4,6% em 2009, e 4,5% nos últimos 5 anos, opções com algum risco. Com menos de 40 anos, aconselha-se fundos de acções ou mistos agressivos.

fonte:economico.sapo

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21
Dez 10

Seis alternativas aos PPR para poupar para a reforma

Com o corte nos benefícios fiscais em 2011, os PPR perdem atractividade, mas existem outras formas de preparar uma velhice confortável.

Durante todo o Verão a cigarra cantava feliz enquanto a sua vizinha formiga andava atarefada a transportar comida para o formigueiro. Quando o Inverno chegou, a cigarra não tinha nada para comer enquanto as formigas comiam do que abundantemente tinham arrecadado no Verão. Aí, a cigarra compreendeu que tinha procedido mal... Moral da história: cante menos, trabalhe mais e pense no futuro. A conhecida fábula de La Fontaine "A cigarra e a formiga" é um bom exemplo para ilustrar como devem as pessoas comportar-se no que respeita à preparação da reforma. As "estações mais quentes" devem ser escolhidas para arrecadar para melhor conseguir passar as "estações mais frias" da vida.

Até agora, a forma mais popularmente conhecida de poupar para a reforma têm sido os Planos Poupança Reforma ( PPR ). No entanto, as alterações impostas pelo Orçamento do Estado para 2011 no regime de deduções no IRS, nomeadamente com o estabelecimento de um tecto máximo de 100 euros nos benefícios fiscais totais, poderá levar a um menor interesse dos portugueses por este tipo de aplicações. Este ano é a última oportunidade para conseguir tirar partido do benefício fiscal máximo de 400 euros, permitido pelo investimento em PPR . Contudo, há no mercado variadíssimas ofertas de produtos de investimento vocacionados para a reforma. O Diário Económico foi à procura e dá-lhe a conhecer seis exemplos. Para além dos PPR , existem ainda certificados de reforma, fundos de ciclo de vida, seguros ‘unit-linked', fundos de pensões abertos, certificados do Tesouro ou fundos de investimento (imobiliários, de obrigações ou mesmo de acções).

A questão da poupança para a reforma é cada vez mais importante porque é um hábito que ainda não está enraizado na mentalidade de muitas pessoas. Os estudos continuam a mostrar que, apesar dos portugueses estarem preocupados com a velhice, poucos são os que estão de facto a fazer algo para preparar uma reforma segura. Segundo o último barómetro da reforma realizado pela seguradora AXA, apenas um terço dos adultos começaram a planear a reforma. E, apesar de cada vez pensarem mais cedo na reforma, a maioria adia esse planeamento para a meia-idade ou mesmo para mais tarde. Mas qual é a melhor altura para começar? Como refere a direcção de investimentos do banco Best, deve-se "começar o quanto antes. Quanto mais cedo começar a constituir o seu plano de poupanças maior será o efeito de capitalização de rendimentos que conseguirá". Uma questão que adquire maior importância tendo em conta as alterações no método de cálculo das pensões que vai levar a grandes cortes nos rendimentos de quem se reformar. Ainda esta semana, a gestora de fundos Optimize - especializada em produtos de poupança para a reforma - divulgou o estudo "Reforma & Pensões em Portugal", onde conclui que no futuro o valor das pensões dos portugueses vai passar de 75% para 50% do último ordenado. Ou seja, um jovem que tenha hoje 25 anos e que se pretenda reformar aos 65 anos, vai ter apenas direito a cerca de metade do seu salário. Por isso, quanto mais cedo começar, mais conseguirá arrecadar para manter o nível de vida na velhice. Existem, aliás, alguns simuladores que permitem fazer esses cálculos. O site do banco Best, em www.bancobest.pt, é um exemplo. Também no site do BPI (www.bancobpi.pt) e no da gestora Optimize (www.optimize.pt) encontra ferramentas semelhantes.

Quando chega a altura de escolher os investimentos devem ser tidos em conta sobretudo três factores: para além da necessidade de diversificar os investimentos, o perfil de risco do investidor e o espaço de tempo a que dista a idade de reforma são os principais pontos a considerar. Aí, a regra deverá ser quanto maior o horizonte temporal de investimento e menores as necessidades previsíveis de liquidez no curto/médio prazo, maior o risco a incorrer. Segundo o Activobank, "o investidor não deve esquecer que os investimentos em activos com maior risco (como as acções) têm um potencial de valorização superior a longo prazo do que os investimentos realizados em activos sem risco". Uma opinião partilhada pela direcção de investimentos do Best. "Fará sentido em horizontes de investimento muito longos ter inicialmente uma forte componente accionista na carteira de investimento. No entanto, deverá ter em atenção que há medida que se aproximar da idade de reforma é aconselhável reduzir progressivamente o nível de risco". Como referiu Diogo Teixeira, administrador da Optimize, em anteriores colaborações para o Diário Económico, a exposição a acções de um investidor de 30 anos deve variar entre 30% e 50% do investimento total. À medida que a idade de reforma se aproxima essa exposição deverá ser de, entre 20% e 40% no caso de um indivíduo com 50 anos, e de 10% e 20% para quem já tem 60 anos. Este tipo de questões deve preocupar sobretudo quem gere autonomamente a sua carteira de poupança através da escolha de acções ou fundos de investimento. Mas, existem alguns "pacotes" de produtos que servem esse tipo de objectivos. É o caso dos fundos de ciclo de vida ou dos fundos PPR e fundos de pensões abertos. O Diário Económico dá-lhe a conhecer as características destes e de outros produtos que se podem adaptar ao seu objectivo de reforma.

 

SETE PRODUTOS PARA POUPAR PARA A REFORMA

1 - Planos Poupança Reforma
Sobre a forma de seguro ou fundo de investimento, parte da sua atractividade resulta dos benefícios fiscais associados. Os PPR sob a forma de fundo podem ter diversos níveis de risco (no máximo a exposição a acções é de 55% da carteira). Já sob a forma de seguro, salvo algumas excepções, como a maioria tem capital garantido o seu perfil de risco é normalmente conservador. Os PPR sob a forma de seguro renderam, em média, 2,5% em 2009. Já os fundos PPR ganharam, em média, 2,3% nos últimos 12 meses, segundo dados da APFIPP.

2 - Certificados de Reforma
Também conhecidos como PPR do Estado, os Certificados de Reforma foram lançados em Março de 2008 com o objectivo de ser mais uma alternativa para complemento de reforma dos portugueses. Partilham os mesmos benefícios fiscais dos PPR privados e permitem aos subscritores descontar mensalmente 2%, 4% ou 6% do ordenado (consoante a idade) para uma espécie de fundo que é gerido pelo Estado. Nos últimos 12 meses, o retorno dos Certificados de Reforma foi de 1,17%.

3 - Fundos de ciclo de vida ('target funds')
Também conhecidos como fundos de ciclo de vida, investem com base numa data de resgate pré-definida, sendo que a política de investimento acompanha o ciclo de vida do fundo. A alocação de activos é mais agressiva no início e, à medida que se aproxima a data de maturidade, torna-se mais conservadora de forma a preservar o capital e rendimentos dos primeiros tempos. No caso dos fundos de ciclo de vida com objectivo para além de 2015, a rentabilidade média dos últimos 12 meses é de 13,3%.

4 - Seguros ‘Unit-Linked'
São produtos de poupança de médio/longo prazo, sob a forma de seguros de vida, cujos prémios são aplicados em fundos de investimento. Estes produtos têm garantia de capital mas usufruem de vantagens fiscais. Beneficiam de uma redução da taxa de retenção de imposto sobre os rendimentos obtidos nos investimentos a mais de cinco e oito anos. Se estiver investido entre cinco e oito anos beneficia de uma taxa de IRS de 17,2% e a mais de oito anos a taxa de IRS é de 8,6%.

5 - Fundos de Pensões abertos
Estes fundos são geridos por sociedades gestoras e destinam-se a financiar planos de pensões a vários associados, entre os quais não tem que existir qualquer vínculo comum, estando as novas adesões dependentes apenas da aceitação por parte da entidade gestora. À semelhança dos fundos PPR , os fundos de pensões abertos também têm diferentes níveis de exposição a acções. Segundo os dados da APFIPP, estes produtos geraram uma rentabilidade média de 0,5% nos últimos 12 meses.

6 - Certificados do Tesouro
Trata-se do mais recente produto de dívida pública do Estado, lançado em Julho. É vocacionado para o médio /longo prazo, com um horizonte máximo de investimento de 10 anos. O capital é garantido e permite o resgate antecipado, total ou parcial, após os primeiros seis meses da data de subscrição. Contudo, quanto mais alargado for o horizonte de investimento mais rentável se torna. Para subscrições feitas em Novembro, a TANB ao fim de 10 anos é de 5,65%. Por um período de cinco anos a taxa é de 4,30%, enquanto entre o primeiro até ao quinto ano a remuneração bruta é de 1,5%.

7 - Fundos de investimento
Os fundos imobiliários são uma alternativa para perfis de risco moderados, oferecendo um rendimento acima dos juros de curto prazo (Euribor). Os fundos de obrigações são outra opção para investir a médio/longo prazo, apesar do risco de perdas, caso as taxas de juro de longo prazo subam. Para os menos avessos ao risco ou mais novos, os fundos de acções são também uma opção de médio/longo prazo. Os fundos têm a vantagem de terem carteiras com alguma diversificação e ser possível investir com pequenos montantes.

fonte:economico

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Últimas cartadas para jogar até ao final do ano

O ano está a terminar, e com ele oportunidades de investimento que podem não se repetir. Até dia 31 há ainda tempo para as últimas cartadas, para fazer render o seu dinheiro, quer seja em produtos de poupança, como os certificados do Tesouro ou os PPR, como na bolsa. Há três empresas que entregam mais de mil milhões em dividendos, nos próximos dias.

 

Os dividendos são distribuídos habitualmente entre Abril e Maio. Mas este ano há empresas que optaram por antecipar a remuneração aos accionistas, casos daJerónimo Martins e da Portucel. Hoje é o último dia para agarrar os dividendos destas duas cotadas. Amanhã as atenções dos investidores devem voltar-se para o dividendo extraordinário da Portugal Telecom (PT).

É sobre a operadora liderada por Zeinal Bava que recaem maiores atenções. A PT prepara-se para entregar uma "fatia" dos 7,5 mil milhões de euros que obteve com a venda da participação na Brasilcel, "holding" que controla a Vivo, à espanhola Telefónica. A data de pagamento é 28 de Dezembro.
fonte:jornaldenegocio

publicado por adm às 23:39 | comentar | favorito
21
Dez 10

Natal: aposta nos PPR vai continuar

Os portugueses vão continuar a investir nos Planos Poupança Reforma (PPR) como complemento do sistema de Segurança Social considera Diogo Santos Teixeira, administrador da Optimize, que minimiza os efeitos da redução dos benefícios fiscais prevista no OE2011.

«O primeiro que tem que poupar hoje, infelizmente, é o Estado, que cortou nos benefícios fiscais dos PPR, porque, apesar de ser um pouco contraprodutivo enquanto incentivo à poupança dos portugueses, tinha que o fazer. Agora, em termos de impacto sobre os PPR, vejo isso como um efeito positivo», disse à Lusa o especialista.

Último ano em que pode deduzir 20%

Segundo Santos Teixeira, «os PPR estavam a ser desnaturados na forma como eram encarados pelos portugueses como sendo um produto apenas interessante do ponto de vista da fiscalidade sobre as entregas, pelo que deixavam de olhar o produto pelas suas características próprias, de rendibilidade, de quem está a gerir e de como é gerido».

Este é o último ano em que é possível deduzir 20 por cento dos valores investidos nestes produtos com um teto máximo de 400 euros, já que a partir do próximo ano, ao abrigo do Orçamento do Estado para 2011, o benefício máximo vai descer para 100 euros, e o administrador da Optimize (gestora de fundos de investimento especializada em PPR) sublinhou que «retirando o benefício à entrada, o PPR vai ter que ser comparado com os outros produtos de poupança mais equiparáveis» à venda no mercado.

«O principal benefício continua agarrado aos PPR, que depois de oito anos, podem ser resgatados com a mais-valia a ser tributada em 8% contra os 21 por cento dos outros produtos, o que é uma vantagem extremamente importante», sublinhou.

«Deixamos de ter o efeito da urgência fiscal de 31 de Dezembro e vamos falar de poupança, não 15 dias por ano, mas o ano todo», realçou.

O OE2011 prevê que os benefícios fiscais de 20 por cento das entregas feitas num ano se mantenham, contudo, apresenta novos limites, escalonados consoante os escalões de rendimento, com os portugueses que ganham até 18.375 euros anuais a poderem aproveitar os incentivos até ao máximo de 100 euros.

Estes produtos podem ser transferidos entre as diversas instituições financeiras que os comercializam, tendo sido estabelecidos em 2009 limites às comissões que os bancos, seguradoras e gestoras podem cobrar por este processo.

Os PPR que não têm garantia de capital podem ser transferidos sem qualquer custo, ao passo que nos que têm é imposto um teto máximo de 0,5% do valor a resgatar.

Já no que toca ao resgate dos PPR, a lei define para os produtos que tenham usufruído de benefícios fiscais e só está isento delas quem respeitar um dos seguintes cinco requisitos: Reforma por velhice, desemprego de longa duração, incapacidade permanente para o trabalho, doença grave ou ter, no mínimo, 60 anos de idade.

Os últimos dados da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) dão conta de que já foram investidos 2,6 mil milhões de euros nestas aplicações até Outubro, mais 14% do que em igual período de 2009.

fonte:agenciafinanceira

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20
Dez 10

Os produtos financeiros que oferecem brindes

A crescente concorrência entre os bancos para cativar clientes e recursos financeiros está a levá-los a oferecer brindes como ‘gadgets’.

Já imaginou entrar num banco para abrir uma conta ordenado e sair de lá com uma máquina de café como brinde? Pois habitue-se a essa ideia. Longe vão os tempos em que a escolha de um cartão de crédito, conta ordenado, depósito a prazo ou crédito à habitação se resumia exclusivamente a olhar para a taxa de juro, ‘spread' ou comissões cobradas. A crescente concorrência e dificuldades de financiamento está a levar os bancos a "puxarem pela imaginação" para encontrar formas criativas de conseguir cativar mais clientes e recursos financeiros. Muitas instituições apostam em campanhas promocionais onde oferecem máquinas de café, iPod, ‘vouchers' para férias ou bilhetes de cinema na subscrição de produtos. Na maior parte dos casos para garantir o brinde basta domiciliar o ordenado na instituição, aderir a um cartão de crédito, subscrever um depósito ou celebrar um contrato de crédito à habitação. Numa ronda pelos sites dos maiores bancos nacionais, o Diário Económico encontrou este tipo de oferta promocional em nove instituições. A saber: CGD, Millennium bcp, BES, Santander, BPI, Montepio, Barclays, Popular e BBVA.

O Popular foi uma das instituições onde foi identificado um maior leque de promoções deste género. É o que acontece, por exemplo, ao domiciliar o pagamento do seu salário na "Conta Extra Ordenado", em que recebe uma máquina de café Delta Qosmo. Mas, também terá vantagens ao subscrever outros três produtos do banco. Segundo fonte oficial do Popular, desde 2009 que o banco recorre a brindes para promover os seus produtos. "A taxa de adesão a campanhas que envolvem brindes é claramente superior às que não se apoiam neste "instrumento" de marketing", admite o banco espanhol.

No BPI, por exemplo, ao abrir uma conta ordenado superior a 500 euros, ganha 10% do vencimento num PPR. Ou seja, o banco não está apenas a arrecadar recursos através da conta ordenado como, ao mesmo tempo, está a criar outro vínculo com o cliente através do PPR. Contudo, é nos cartões de crédito onde se encontra a maior diversidade de campanhas. No Barclays, por exemplo, ao aderir até final deste ano aos cartões de crédito Barclays Gold Free For Life ou Platinum e efectuar uma compra nos dois primeiros meses é-lhe oferecido um iPod Shuffle. Já o Montepio, na campanha "Montepio Natal com Música" os 50 clientes que obtiverem o maior volume de facturação entre o início de Outubro e o final do Dezembro de 2010 nos cartões de crédito MEGA, Classic ou Premier recebem um iPod Shuffle. Também no crédito à habitação identificamos campanhas promocionais. No Barclays, o crédito "Dupla Vantagem" tem a particularidade de remunerar o dinheiro na conta à ordem à mesma taxa de juro do empréstimo. A Taxa Anual Efectiva é de 2,643%, considerando a simulação usada pelo banco. Isto significa que um saldo de 5.000 euros renderia 132,15 euros, em termos brutos. Já o BBVA dá 200 euros todos os meses ao longo do primeiro ano do contrato de crédito à habitação. Contudo, para beneficiar desta campanha, é necessário que o empréstimo seja de pelo menos 120 mil euros. Para além disso, o crédito não pode ser superior a metade da avaliação do imóvel e é necessário subscrever vários produtos.

Por isso, antes de aderir a uma campanha promocional, analise se esta compensa ou vai ao encontro das suas necessidades. É que, como diz o ditado popular: "não há bela sem senão". O banco pode estar a recuperar os custos do brinde, através dos encargos associados ao produto que subscreveu ou exigir períodos mínimos obrigatórios de vinculo. Por exemplo, ao domiciliar o seu ordenado na "Conta Extra Ordenado" do Popular tem como prenda uma máquina de café Delta Qosmo. Contudo, para tal terá que manter essa conta pelo menos durante 24 meses e pagar seis meses de comissão mensal. Ou seja, ao fim de 24 meses terá pago em comissões 144 euros. No mercado consegue comprar esta máquina de café por 139 euros. No mesmo banco, ao domiciliar o vencimento na "Conta Ordenado", segundo o preçário do banco não lhe é cobrada comissão mensal. Uma das recomendações é que consulte o preçário das instituições para evitar ter uma surpresa desagradável. E não se esqueça de ler com atenção as letras miudinhas. No caso do crédito à habitação do BBVA, para beneficiar das vantagens terá que contratar os seguros na BBVA Seguros, bem como domiciliar o ordenado e pagamentos domésticos, ter cartão de crédito e subscrever um plano de pensões e o empréstimo não pode ser superior a metade da avaliação do imóvel. Com os cartões de crédito os cuidados também não são demais. Será que a promessa de brindes será suficiente para o seduzir pagar taxas de juro que podem chegar a valores próximos dos 30%?


Bancos à "caça" de clientes
A crise da dívida atingiu em cheio os bancos. Os sucessivos cortes de ‘rating' da dívida da República e da dívida das instituições financeiras, pelas agências de notação financeira "secou" ou agravou as condições de acesso dos bancos ao financiamento nos mercados internacionais. A captação de recursos junto dos clientes tornou-se assim numa prioridade para as instituições bancárias nacionais. Prova disso mesmo é a remuneração que os bancos estão dispostos a oferecer nos depósitos a prazo. Segundo dados do Banco de Portugal a taxa de juro média praticada pelos bancos nos depósitos a prazo subiu em Outubro pelo quinto mês consecutivo, superando a barreira dos 2%, para o nível mais elevado desde Março de 2009.
Por isso, não será de estranhar o "boom" de campanhas promocionais nos produtos bancários. "Os bancos estão em franca concorrência pelos depósitos e, sobretudo, pela relação com clientes aforradores. Estes brindes podem aliciar a escolher um banco em detrimento do outro e são adquiridos pelos bancos em condições muito favoráveis", justifica Filipe Garcia da IMF. Segundo o mesmo especialista, "estas ofertas ajudam a tangibilizar o serviço e a reforçar a ligação emotiva entre o banco e o cliente".


Produtos financeiros que oferecem brindes

Crédito à habitação
Ao contratar um crédito à habitação no Barclays ou BBVA pode ter vantagens na conta à ordem. No caso do crédito "Dupla Vantagem" do Barclays, a conta pode ser remunerada à mesma taxa de juro do empréstimo durante dois ou cinco anos desde que cumpridas algumas condições. Já o BBVA credita 200 euros por mês na conta do cliente durante o primeiro ano do empréstimo, mas para tal o empréstimo terá de ser de pelo menos 120 mil euros, é necessário subscrever vários produtos e o financiamento não ultrapassar 50% do valor do imóvel.

Cartões de crédito
A CGD atribui vales de desconto da Tagus (cartão Caixa Gold) e ‘vouchers' da Vila Galé (cartão Soma). No Millennium, na realização de cinco compras com o cartão Millennium Classic, Blue da American Express ou cartões Millennium bcp Gold Gémeos até final de 2010 o cliente recebe na conta cartão 25 euros. Por sua vez, até 28 de Fevereiro de 2011, ao usar o cartão de crédito do Popular ganha um euro por cada compra igual ou superior a 25 euros. Já ao aderir até final deste ano aos cartões de crédito Barclays Gold Free For Life ou Platinum e efectuar uma compra nos dois primeiros meses é-lhe oferecido um iPod Shuffle. O mesmo brinde é recebido pelos 50 clientes com o maior volume de facturação entre o início de Outubro e o final do Dezembro deste ano nos cartões de crédito MEGA, Classic ou Premier do Montepio. Também no BBVA e no BPI os cartões de crédito dão algumas vantagens aos clientes.

Sénior
Ter mais idade também é sinónimo de brinde em alguns bancos. É o caso do Montepio que faz um sorteio de três ‘vouchers' de viagem, no valor de 5.000 euros cada, entre os clientes que subscrevam pelo menos 1.500 euros num PPR em 2010. Já o BBVA oferece bilhetes de cinema e um cabaz com produtos ‘gourmet' aos clientes com mais de 59 anos que subscrevam até final do ano a conta à ordem "Conta 59+".

Jovens
Clientes de ‘palmo-e-meio' têm direito a brinde no Santander e no BES. Ao subscrever a conta à ordem "Conta a Crescer" do Santander a criança tem direito a um livro, Pack de CD's ou MP4. A promoção é válida para um depósito de 125 euros e permanência de 24 meses. Já o BES oferece um porquinho mealheiro desenhado por Agatha Ruiz de La Prada a quem subscrever ou fizer um reforço a partir de 100 euros na "Conta Poupança Junior", "Poupança Crescente Junior" ou "capitalização Junior". Por sua vez, a quem aderir à "Conta Jovem Popular", o Popular dá vales de pontos para trocar por jogos ou consolas a quem fizer um depósito a prazo "Eu Quero!" (0-6 anos), "Eu Posso!" (7-15 anos) ou "Eu Mando!" (16-25 anos).

Contas
No Popular quem aderir à "Conta Extra Ordenado" recebe uma máquina de café Qosmo, desde que mantenha a conta durante dois anos. Já na "Conta Extra Popular" existe um brinde surpresa caso o cliente mantenha o vínculo durante 12 meses. No caso de incumprimento das condições, o banco exige o reembolso de 150 euros. Por sua vez, quem domiciliar até final de Fevereiro de 2011 o vencimento na "Conta Ordenado BPI", de valor igual ou superior a 500 euros recebe 10% de um ordenado num PPR do banco, até ao limite de 499 euros.

fonte:economico

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Dez 10

Dívida penaliza rentabilidade dos certificados de reforma

O Fundo dos Certificados de Reforma (FCR), gerido pelo Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS), acumula uma rentabilidade de 0,39 por cento nos últimos 12 meses, penalizado pelos títulos da dívida portuguesa.

Trata-se do retorno mais baixo desde que este produto vocacionado para a reforma foi lançado em Março de 2008.

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo IGFCC, citados pela Lusa, a dívida pública portuguesa, com um peso de 36,41%, foi a principal responsável pela baixa rentabilidade do fundo, em Novembro, apresentando uma rentabilidade negativa de 6,17%.

As acções, por sua vez, com um peso 21,6%, registaram uma rentabilidade nos últimos 12 meses de 18,95%, a mais elevada entre as classes de activos que compõem o fundo.

A 13 de Dezembro, o FCR valia 15,4 milhões de euros, com a maior aposta concentrada nos títulos de dívida pública de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), com um peso de 40,95%.

fonte:agenciafinanceira

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