29
Jul 10
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Jul 10

Em Agosto quanto posso ganhar com os Certificados do Tesouro?

Os novos títulos de dívida para os aforradores que procuram produtos de baixo risco, os Certificados do Tesouro, vão pagar menos aos subscritores em agosto do que os que o façam ainda em julho. As taxas de juro brutas dadas a conhecer hoje pelo Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) indicam que os novos certificados pagam mais em agosto a quem planeia ter o dinheiro aplicado por quatro ou menos anos, mas são menos vantajosos do que eram em julho para o prazo máximo permitido do investimento, dez anos.

Em julho, uma aplicação de € 1000, o montante mínimo para subscrição, poderia traduzir-se num ganho de € 431,75 se o aforrador deixasse correr o prazo por dez anos enquanto em agosto, os ganhos numa aplicação idêntica atingem os € 419,98.

As novas taxas de juro anuais brutas para as subscrições de agosto são de 1,40% para os quatro primeiros anos, de 4,30% acrescidos da diferença desta taxa das Obrigações do Tesouro a cinco anos face à Euribor a 12 meses para investimento a cinco anos, sexto, e de 5,35% acrescidos da diferença entre as taxas de Obrigações do Tesouro a dez e a cinco anos para uma aplicação a dez anos.

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26
Jul 10
26
Jul 10

Quais os melhores depósitos de taxa crescente do mercado...

Qual é o melhor depósito do mercado? A resposta a esta questão vale um milhão. Com o agudizar da crise económica são muitos os investidores que procuram nos depósitos a segurança para o seu dinheiro. No entanto, a segurança tem um preço: um rendimento mais baixo. Com a queda abrupta das taxas interbancárias verificada no ano passado, muitos portugueses sentem-se frustrados com o facto das suas poupanças aplicadas em depósitos a prazo não crescerem. Perante a dificuldade em captar mais poupanças dos investidores e o crescente apetite dos aforradores por alternativas de investimento, a banca está a lançar no mercado depósitos de taxa crescente. Ou seja: produtos cuja remuneração vai crescendo à medida que se prolonga o período de vida do depósito. Têm como característica comum o facto de serem aplicações com uma maturidade superior a um ano. Assim, estes produtos começam por remunerar no primeiro semestre (ou trimestre) com um juro mais tímido e oferecem uma taxa de juro mais elevada no último trimestre (ou semestre) de vida do produto. Em alguns casos, a remuneração paga pelos bancos no último período de vida do depósito pode chegar a atingir os 6% (taxa bruta).

Estes números, muitas vezes enfatizados nas campanhas publicitárias, podem aguçar à primeira vista a curiosidade dos investidores. No entanto, uma análise mais atenta mostra que, em termos médios, a taxa de juro média anual destes produtos acaba por ser bem mais modesta do que parece à primeira vista.

 

O Diário Económico analisou os depósitos de taxa crescente que estão a ser comercializados e publicitados nos sites de nove bancos diferentes. A saber: CGD, BCP, BES, Santander Totta, Montepio Geral, Crédito Agrícola, Banif, BBVA e BIG. O BPI, Barclays e Banco Popular não estão incluídos, pois não têm neste momento disponíveis depósitos de taxa crescente- ou pelo menos não estão a publicitá-los nos seus sites.

No total foram estudados 27 depósitos de taxa crescente. E há um dado que salta à vista: na maioria dos casos, a taxa de juro anual média do depósito de taxa crescente é igual ou inferior à praticada nos melhores depósitos a 12 meses tradicionais. Recorde-se que os cinco melhores depósitos do mercado a um ano apresentam uma remuneração que oscila entre os 2,36% e os 1,57% (taxa líquida), segundo dados da Deco. No entanto, são vários os depósitos de taxa crescente a dois, três, quatro e a cinco anos que apresentam remunerações médias anuais inferiores. É o caso do Super Depósito Crescente do Crédito Agrícola e que prevê uma taxa média anual líquida nos dois anos de vida do depósito de 0,903%. Ou seja, neste caso, o juro é inferior ao praticado neste momento em 27 depósitos a 12 meses tradicionais.

 

Em outros casos, as taxas de juro médias anuais dos depósitos crescentes igualam as praticadas nos melhores depósitos tradicionais, mas continuam a não compensar porque obrigam o investidor a ter o dinheiro aplicado durante um período longo-que pode chegar até aos cinco anos. Por exemplo, o melhor depósito de taxa crescente para cinco anos é o Caixa Aforro Anual +, da GCD. Este produto apresenta uma taxa de juro líquida no primeiro ano de 0,79% e vai crescendo anualmente até chegar ao quinto ano, altura em que atribui um juro de 4,71% líquidos. Contas feitas, a remuneração média anual líquida deste produto é de 2,08%. No entanto, o investidor tem de ter o dinheiro parado durante cinco anos para obter esta remuneração. Caso opte por retirar o seu dinheiro um ano mais cedo do que o previsto irá receber um juro médio bem mais modesto: 1,425% líquidos por ano.

A acrescentar a este facto está ainda a expectativa de subida de juros. Recorde-se que as taxas Euribor estão a subir há dois meses e é natural que os bancos comecem nos próximos meses a reflectir nos depósitos essa subida. Por isso mesmo, os especialistas aconselham os investidores mais conservadores a privilegiarem a aplicação em depósitos de mais curto prazo (um ano) e a renová-los por períodos semelhantes para, desta forma, conseguir acompanhar a trajectória ascendente dos juros.

 

Apesar destas desvantagens há produtos que se destacam pela positiva. O Diário Económico dá-lhe a conhecer os três melhores depósitos de taxa crescente que estão a ser disponibilizados pelos bancos para quatro prazos diferentes: até dois anos, dois anos, três, quatro e cinco anos. 
Note, no entanto, que alguns desses produtos impõem condições. Por exemplo, há depósitos de taxa crescente que só estão disponíveis para subscrição via internet. Outros, implicam a entrada de novos capitais ou são exclusivos para novos clientes. Há ainda outros que pressupõem que o cliente seja subscritor de outros produtos e serviços do banco. Recorde-se ainda que alguns produtos impõem limites mínimos ou máximos para subscrição. Regra geral, estes depósitos não permitem a capitalização de juros, nem admitem reforços adicionais.

 

Cuidados a ter em conta


Juros: Muitas vezes, as instituições tendem a salientar na publicidade a taxa de juro mais elevada do depósito (que se aplica apenas ao último trimestre, semestre ou ano de vida do produto). No entanto, não é a estas taxas que deverá prestar atenção mas antes à taxa anual nominal líquida (TANL). Esta é a taxa que lhe dá a indicação correcta de qual será o seu real rendimento por ano, caso mantenha o depósito até ao fim da maturidade.

 

Bónus: Alguns bancos, como o Banif e o Crédito Agrícola, afirmam conceder um bónus de permanência aos subscritores de depósitos de taxa crescente. Isto dá a ideia de que além da taxa de juro, o investidor receberá um bónus adicional. No entanto, na verdade, o bónus que as instituições se referem já está incorporado na taxa que vai crescendo ao longo do período de vida do depósito.

Penalizações: A generalidade dos depósitos de taxa crescente permitem a mobilização do capital antes do final do prazo, no entanto, poderão existir penalizações sobre o pagamento de juros. Antes de subscrever um depósito deste tipo procure saber quais são as penalizações que poderá sofrer se optar por resgatar o seu dinheiro mais cedo do que o previsto.


Os melhores depósitos de taxa crescente

Entre um e dois anos
Para os depósitos de taxa crescente prazos que variam entre um e um ano e meio, o Santander tem a taxa média líquida mais atractiva: 1,472%. Este produto só está disponível para subscrição através do site do banco. O mesmo acontece com o segundo melhor produto, o BESNetUp, que oferece um juro médio de 1,35. Em terceiro lugar está o Depósito Aforro Crescente Semestral do BCP. Os juros deste produto variam conforme o montante aplicado. Neste caso foi tida em conta a aplicação de 5.000 euros.

Dois anos
O produto do BES, o DP BES Crescente foi aquele que mais se destacou neste prazo ao atribuir um juro líquido médio anual de 2,159%, seguido pelo Banif e pelo produto do Montepio. Uma ressalva, no entanto, para o Montepio Poupança Valor: a taxa máxima só é aplicada se os clientes cumprirem alguns requisitos. Além disso, prevê um montante mínimo de investimento de 10 mil euros.

Três anos
Este é provavelmente um dos prazos onde é possível encontrar a maior oferta. No total de depósitos de taxa crescente analisados, o produto recentemente lançado pelo BBVA é aquele que está a remunerar melhor. Em média, o Depósito Crescente 2-3-4 BBVA rende em termos líquidos 2,38% ao ano. Com pouca diferença face a este produto, segue-se o depósito do BiG. O Santander volta a marcar presença, mas impõe um limite máximo de aplicação de 10.000 euros.

Quatro anos
Para este prazo, encontrámos sete produtos de taxa crescente. Deste leque há três produtos que sobressaem: o BiG tem o depósito de taxa crescente mais atractivo, ao atribuir um juro médio anual líquido de 2,65%. Segue-se o Depósito Crescente a 4 Anos do Banif e o pódio é encerrado por um produto do Montepio: o Montepio Super Poupança 2010. No entanto, este último exige um montante mínimo de 5.000 euros.

Cinco anos
Neste prazo, a CGD consegue colocar dois produtos no pódio: o Caixa Aforro Anual + e o Caixa Aforro Anual. O primeiro está disponível para novos clientes, clientes Caixa Azul, ou clientes residentes no estrangeiro (entre outras condições). Também o Depósito Crescente 5 anos do Santander consegue marcar presença entre os melhores. No entanto, há no mercado depósitos tradicionais (de taxa fixa) a cinco anos com taxas superiores. É o caso do Depósito BPI 5 que tem uma remuneração de: 2,129%.

fonte:http://economico.sapo.pt

 


publicado por adm às 22:33 | comentar | favorito
21
Jul 10
21
Jul 10

Certificados do tesouro mais rentáveis que certificados de aforro

Dado as reduzidas taxas dos certificados de aforro, entre 0,7 e 2%, compensa transferir para os certificados do tesouro, até 4,3%, desde que não movimente a aplicação nos próximos 5 anos.

 

Muitos leitores perguntam à PROTESTE POUPANÇA se devem transferir o capital aplicado nos certificados de aforro para os certificados do tesouro. A equipa financeira responde afirmativamente, caso tenha a certeza de que pode manter a aplicação durante um mínimo de 5 anos. Saiba mais sobre os certificados do tesouro no portal financeiro.

• Emissão e resgate dos certificados do tesouro podem ser feitos directamente nos balcões dos Correios. Também há subscrições pela Internet, através do AforroNet.

• As taxas da emissão de Julho foram divulgadas no sítio do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público no final de Junho: 1% líquida se investir até 4 anos; 3,5%, entre 5 e 9 anos; e 4,3%, para 10 anos.

fonte:www.deco.proteste.pt/

publicado por adm às 23:37 | comentar | favorito
19
Jul 10
19
Jul 10

As sugestões de poupança dos maiores bancos nacionais

Perante a crise de liquidez, os bancos abandonaram a promoção de crédito e estão agora a apostar na poupança.


CGD: Depósito a prazo "Caixa Aforro Anual +"
A Caixa não dá, no seu site, destaque a nenhum produto em particular, nem de crédito nem de poupança. No entanto, na secção de particulares, a oferta em destaque é o "Caixa Aforro Anual +", um depósito a prazo a cinco anos que premeia a permanência dos clientes. A melhor taxa está reservada para o último ano.

 

BCP: "Maior capital, maior rendimento"
A comercialização de títulos de dívida BCP continua a ser uma das grandes apostas do banco, visível na net, na rádio e televisão. É um produto com garantia de capital no vencimento mas sem possibilidade de reembolso antecipado. A banca privilegia mais do que nunca a permanência dos clientes.

 

BES: BES dá música aos clientes mais jovens
Um dos destaques do BES é o Poupança Vida Jovem um produto composto por um seguro de vida e um seguro de capitalização. Quem o subscrever até 28 de Julho terá direito a um passe para um festival de Verão. Além desta campanha, o BES destaca o seguro de acidentes pessoais que cobre até os "acidentes mais parvos".

 

BPI: Diversifique com as "soluções de poupança"
O BPI sugere aos seus clientes que diversifiquem e escolham soluções de poupança do banco, que investem em "vários tipos de activos" e "diferentes zonas geográficas". Entre depósitos, fundos de investimento, seguros de capitalização ou PPR, as propostas são várias para captar os tão desejados recursos.

 

Netbanco: "Faça crescer as suas poupanças"
Pode ir até três anos o depósito Netbanco que o Santander Totta propõe como um dos principais destaques do ‘site'. Mais uma vez, a permanência é premiada. Quanto mais tempo o cliente deixar o seu dinheiro na conta, maior será a remuneração conseguida. Tudo a partir da Internet.

fonte:http://economico.sapo.pt

publicado por adm às 23:06 | comentar | favorito
17
Jul 10
17
Jul 10

Os bancos com as melhores ofertas para depósitos a prazo

Durante o mês de Julho, as taxas oferecidas nos depósitos a prazo mantiveram-se estáveis, tendo apenas o Bigonline aumentado ligeiramente as taxas que oferece nos depósitos para alguns prazos.

 

A partir deste mês, devido ao aumento dos impostos definido no PEC, a taxa liberatória passou de 20% para 21,5%. Apesar de este ser um aumento reduzido, pois traduz--se numa redução dos juros líquidos de apenas 1,875%, altera um imposto que, por norma, não sofria alterações.

Como factor positivo para os clientes de depósitos, as taxas Euribor continuaram a sua subida, tendo já subido mais nos primeiros quinze dias de Julho do que o que subiram em todo o mês de Junho.

 

Apesar de os dados económicos mais recentes revelarem alguma melhoria da economia, as previsões para o desempenho económico futuro tornaram-se mais pessimistas, pelo que a subida das taxas Euribor não revela uma maior probabilidade de o BCE aumentar as suas taxas, mas sim que os bancos europeus estão a exigir uma maior remuneração para emprestarem dinheiro entre si.

 

Neste momento, os bancos nacionais possuem apenas duas formas de satisfazer as suas necessidades de financiamento: Através do recurso ao financiamento directo do BCE ou através da captação de depósitos dos seus clientes.

 

Uma vez que o BCE apenas empresta dinheiro aos bancos mediante a apresentação de colaterais, é provável que continuemos a ver os bancos melhorarem as suas ofertas nos depósitos a prazo à medida que vão esgotando os colaterais elegíveis para apresentar ao BCE e à medida que o ano se vai aproximando do fim.

 

O prazo ideal para os depósitos a prazo nas circunstâncias actuais deverá ser de 3 meses, pois irá permitir que o seu vencimento coincida com as vésperas do final do ano, altura em que os bancos necessitam de compor, o melhor possível, o seu balanço.

 

No entanto, os melhores depósitos a prazo, neste momento, são os depósitos a vários anos, com pagamento periódico de juros e que permitem a mobilização antecipada sem qualquer penalização. Para além das taxas mais elevadas, o cliente recebe juros periodicamente e possui a opção, caso encontre uma alternativa melhor de investimento, de desmobilizar o depósito após as datas de pagamento de juro, sem qualquer penalização.

 

São exemplos destes depósitos: o depósito Finantia Rendimento 3,75%; o depósito Mais por Mais do Barclays e os depósitos crescentes do Banif.

No quadro abaixo, pode consultar as melhores ofertas de depósitos a prazo, em função do prazo e do montante. Pode também consultar as melhores ofertas em www.moneygps.pt onde são actualizadas diariamente.

 

É sempre importante não esquecer que o máximo coberto pelo fundo de garantia de depósitos, até 31 de Dezembro de 2011, é de 100 mil euros por titular.

Aviso importante: não dispensa a consulta das condições completas dos produtos junto das respectivas instituições financeiras.

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12
Jul 10
12
Jul 10

BBVA sobe a fasquia na remuneração dos depósitos para os 3,03%

O banco espanhol lançou na semana passada o depósito a três anos mais generoso do mercado. Paga 3,03%.


A remuneração dos depósitos a prazo tem andado pelas ruas da amargura, pelo menos para amargo de boca dos aforradores. Os constantes apelos à poupança esbarram nas baixas taxas de juro oferecidas no mercado. Mas vão surgindo algumas excepções. O BBVA lançou esta semana o depósito 2-3-4, uma aplicação a três anos com taxas crescentes. Em termos médios, paga 3,03% brutos ao ano (juro de 4,1% no último ano).

Embora ainda longe das taxas existentes há cerca de dois anos - com alguns produtos a remunerarem acima de 5% brutos a 12 meses - esta é actualmente a melhor taxa do mercado para um período de três anos. Uma diferença irrisória face ao depósito do banco BiG, Rendimento Anual 3x, também com taxas crescentes, e um juro médio de 3%. Mas existem diferenças: enquanto no BiG, em caso de mobilização antecipada fora das datas de pagamento de juros (anuais), perde apenas 50% dos juros contados no ano em curso, no BBVA a penalização é total sobre os juros não pagos. Em contrapartida, o BiG paga 2%, 2,5% e 4,5% no primeiro, segundo e terceiro ano, enquanto no BBVA ganha, 2%, 3% e 4%, respectivamente. Significa isto que, se pretender resgatar o seu depósito ao final do segundo ano, recebe uma taxa anualizada de 2,5% no BBVA e de 2,25% no BiG. Os montantes mínimos de investimento também diferem: são 2.500 euros no banco BiG e 1.000 euros no BBVA.

Entre a restante oferta do mercado, para depósitos a três anos, o que mais se aproxima dos valores oferecidos no BBVA e no BiG, é o BES. Cristiano Ronaldo dá a cara por este produto: a conta rendimento CR tem uma taxa anual média de 2,75% brutos. Paga 1,75%, 2,75% e 3,75%, respectivamente nos três anos. O que significa que se resgatar o capital ao final de dois anos, a taxa anual média baixa para os 2,25%, tal como no banco BiG, com a diferença que no BES perde todos os juros vencidos até à data e ainda não pagos. No entanto, enquanto no BiG e no BES não lhe exigem novos capitais, o depósito do BBVA está disponível apenas para novos montantes depositados junto do banco.

 

Três anos vs 12 meses

Constituir um depósito a 12 meses e ganhar 3% brutos ou assegurar desde já, e por três anos, os mesmos 3%? Tudo depende do momento de mercado. Actualmente tudo indica que a tendência seja de aumento da remuneração dos depósitos - devido ao aumento das taxas Euribor, bem como ao aumento esperado da taxa de juro de referência em 2011, além das dificuldades crescentes de financiamento dos bancos, as quais poderão levar os bancos a aumentar a remuneração dos depósitos de forma a captar recursos.

Além disso, enquanto no melhor depósito a 12 meses (o Ouro Plus do banco Popular) recebe 3% nesse período, nos depósitos a três anos só alcança essa taxa de juro na maturidade (uma vez que as taxas são crescentes). Tal como acontece no depósito 2-3-4 do BBVA, o Ouro Plus também só está disponível para novos recursos junto do banco, e tem um mínimo de investimento de 300 euros.

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